História O Espetacular Homem-Aranha - Web of Shadows - Capítulo 7


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Categorias Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers), Quarteto Fantástico, X-Men
Personagens Abutre, Anna Marie (Vampira), Anthony "Tony" Stark, Ben Grimm (O Coisa), Dr. Henry "Hank" McCoy (Fera), Duende Verde, Edward Allen "Eddie" Brock / Toxina, Electro, Ellie Phimister (Míssil Adolescente Megassônico), Flash Thompson / Venom / Agente Venom, Gwen Stacy, Homem-Areia, James "Logan" Howlett (Wolverine), James Rupert "Rhodey" Rhodes, Jessica Jones (Safira), Johnny Storm (Tocha Humana), Katherine "Kitty" Pride (Lince Negra), Kraven, Lagarto, Luke Cage, Maria Hill, Mary Jane Watson, Mulher-Aranha, Nick Fury, Ororo Monroe (Tempestade), Pepper Potts, Peter Parker, Piotr "Peter" Rasputin (Colossus), Professor Charles Xavier, Reed Richards (Sr. Fantástico), Robert "Bobby" Drake (Homem de Gelo), Scott Summers (Ciclope), Shocker, Susan "Sue" Storm (Mulher Invisível), Tia May, Tio Ben Parker, Venom, Visão, Wade Willson (Deadpool)
Tags Gata Negra, Mary Jane Watson, May Parker, Peter Parker, Venom
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Palavras 6.590
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


INSPIRADO:

-O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA V1 #655/656
-SUPERIOR HOMEM-ARANHA #4

Capítulo 7 - Massacre


Fanfic / Fanfiction O Espetacular Homem-Aranha - Web of Shadows - Capítulo 7 - Massacre

 

MANHATTAN – RAVENCROFT ALA DE SEGURANÇA MÁXIMA – 13/11/2017 – 04:59

-Doutora Ashley Kafka, acesso garantido. - Uma máquina de reconhecimento óptico fala quando Dra. Kafka, psicóloga e vice diretora do Instituto Ravencroft pede acesso a ala de segurança máxima. A doura anda, e logo é acompanhada por um guarda.

-Fique perto, Sr. Hendricks. Ok? - Kafka fala enquanto andava pelo presídio.

-Não entendo, Doutora. Por que esse interno te assusta tanto? Quer dizer, já tivemos todo o tipo de loucos aqui dentro. Mas Marcus Lyman? Ele não tem poderes, é só um cara…

-Você está errado. A verdade é que ele é menos do que um humano. Lyman tem uma mente tão distorcida, que ele é chamado pelos outros internos como… Massacre. O cérebro de Lyman é danificado. Ele é incapaz de assimilar qualquer valor a vida humana. - Os dois chegam ao fim do corredor, um havia uma porta de ferro escrita “MARCUS LYMAN”. - Tanto que tirando Cletus Kasady, ele é o único interno na segurança máxima. - Do lado da porta, havia um painel de controle, onde estava o guarda, esperando pela Dra. Kafka. - A porta, Sr. Seaborn.

-Sim, madame. - Kafka nota uma leve diferença na voz do guarda que cuidava de Lyman, que então pigarreia. - Gripe. - O guarda fala, enquanto colocava o boné que usava mais para baixo, deixando seu rosto menos visível.

-Entendo, a crise de gripe está pegando a cidade. - O guarda destranca a porta colocando um código, e então a porta é aberta.

-O homem é um alto sociopata funcional eu nunca… - Kafka olha para dentro da cela, para ver uma cena que a traumatizaria. - Seaborn? - O guarda Seaborn, estava dentro da cela, apenas com peças de roupas intimas, e seu pescoço quebrado. - Se esse é Seaborn, então… - Kafka se vira para trás, para ver Hendricks, tendo seu pescoço quebrado pelo guarda da porta.

-Dra. Kafka, pare… sua baboseira não vai funcionar comigo. - Lyman fala tirando o boné que fazia seu rosto ser escondido, mostrando o rosto de um homem com metade do rosto tomado por uma cicatriz (estilo Savitar) e com uma placa de metal em sua cabeça.

-E-- Eu sei, Marcos. - Kafka fala andando para trás, sendo encurralada pela parede da cela, deixando apenas ela e Marcus no local. - Mas também sei que você é um homem de lógica. E você também mantém sua palavra. Então me ouça. Você precisa de mim para sair daqui.

-Não. - Marcus fala dando um leve sorriso, porém, aquilo não era um sorriso de graça, era apenas para mostrar… que o homem podia fazer o formato de um sorriso com os seus lábios. - Isso não é verdade, Doutora Ashley Kafka. Eu não preciso de você inteira. - Lyman fala levando sua mão ao olho de Ashley.

 

O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA – WEB OF SHADOWS

 

-Prefeito Blasio. Chefe Pratchett. Oficial Cooper. O que temos aqui? - A Capitã Jean DeWolff pergunta, entrando na cena do crime.

-Outra fuga, DeWolff. - Pratchett fala quando a Capitã chega aos três, enquanto Carlie Cooper analisava a cena.

-Oito mortos no momento. - Cooper fala.

-Octopus, Shocker e agora isso. É uma fuga atrás da outra nessa cidade. A culpa é da diretoria daqui. - Blasio fala.

-Se quer reclamar para a diretoria desse lugar, pode falar com a Kafka agora mesmo. - DeWolff fala apontando para o corpo no chão. - Então me diga, quem fugiu?

-Mar-- Marcus Lyman. Ou como é mais chamado aqui, Massacre. - Prachett fala. - Você deve se lembrar foi um homem que você salvou. Há seis anos atrás, quando eu disse para você finalizar com ele, me prometeu que ele jamais mataria de novo. - Prachett fala para DeWolff.

-Mas…

-Mais oito homens e mulheres mortos. E o sangue deles está nas suas mãos.

-Mas, eu… você está certo. - DeWolff responde. - Eu fui uma idiota, e agora eu prometo consertar isso, senhor.

-Então faça isso, rápido. - Cooper fala. - Pois eu tenho a impressão que a Dra. Kafka não será uma das últimas vítimas. - Quando DeWolff ouve isso, ela anda até o corpo de Kafka para analisar melhor. - Lyman pegou seu olho esquerdo pra poder passar no scanner de retinas, depois quebrou as duas pernas dela, ela tentou se arrastar para pedir ajuda, mas ela não aguentou até lá, e pelo o que as câmeras viram, Lyman ficou assistindo tudo. - Cooper olha para o lado e vê a expressão de frustração de DeWolff.

-Ela era uma amiga… - DeWolff explica.

TORRE SIMS – 15:40

 

Peter estava sentando na sala de controle na Torre Sims, fazendo suas pesquisas, sobre Venom. Ele já estava desaparecido a uma semana, sem dar sinais de aparições ou coisas do gênero e desde o que havia acontecido, o herói estava “obcecado” para encontrá-lo, mas não havia sinal do monstro, e muito menos, Lee Price. A entrada da sala é aberta, e nesse mesmo momento, Peter leva um susto, ao ver Ezekiel entrando.

-O medo leva à raiva, a raiva leva ao ódio e o ódio leva ao sofrimento, meu jovem Padawan. - Ezekiel fala andando até Peter, enquanto fazia a voz de Yoda.

-Hoje nem mesmo frases de Star Wars vão me alegrar, Zek, e além do mais, as Prequels nem são tão boas.

-As vezes, você pode ser muito chato, sabia? - Ezekiel pergunta indo até Peter, e dando um copo de café para o herói. - Olha, eu sei o que aconteceu com Venom na semana passada deve ter lhe preocupado, mas bem… eu sei que não é todo o dia que você tem um cara mais forte que sabe sua identidade secreta e que ameaça matar todos que você ama.

-Desculpe, mas esse assunto era pra me ajudar? - Peter pergunta.

-Bem, ok… então vamos direto aos problemas da semana. - Ezekiel empurra Peter do computador, para começar a mexer nele. - Hoje não é dia para você pensar no Venom, por um certo problema… - Ezekiel então mostra as fotos do corpo de Kafka, e do lado, um de Lyman.

-Wow… - Peter grita quando vê a imagem de Kafka. - Ela teve o olho esquerdo arrancado. - O herói fala olhando assustado para a imagem.

-Sim, você já deve conhecê-la, ou deveria… Dra. Ashley Kafka, vice diretora de Ravencroft, morta as cinco e quatro da manhã, por esse cara aqui. - Ezekiel fala apontando para a foto de Lyman.

-Sério, o que a maioria dos maniacos dessa cidade tem com a mania de comer ou pegar membros das pessoas? O que sabemos sobre esse cara?

-Bem, o nome dele é Marcus Lyman, mais conhecido como… Massacre.

-E eu já devo imaginar que não é só o apelido que o faz parecer um sociopata. - Peter diz.

-É bem por ai. Não tem muita informação sobre ele, tirando que ele é um serial-killer, que faria Hannibal Lecter o cortejar. Muitas informações sobre Lyman foram apagadas, e eu acho que só tem um jeito de eu descobrir mais sobre ele.

-E seria?

-Ah… invadindo o sistema de segurança de Ravencroft, o local onde ele estava preso.

-Ihh… isso não deve ser tipo um crime federal ou algo do gênero?

-É, talvez… e eu não sei reckear lugares assim, P.

COLÉGIO MIDTOWN

Ned estava guardando as coisas no seu armário, arrumando-se para ir para a próxima aula, e quando ele fecha a porta, Peter aparece atrás.

-A proposta do cara da cadeira ainda está de pé? - Peter pergunta para Ned.

-Eu esperei toda minha vida para ouvir isso. - Ned fala. - Quer dizer, não toda minha vida, na verdade uns três meses… mas eu estava esperando muito tempo, sabe… o que eu quero dizer--

-Ned…

-Ok, está. Eu aceito.

-Certo. Ahn… então… - Os dois começam a andar para a próxima aula. - Eu vou precisar da sua ajuda, tipo, muito. Você pode me ajudar?

-Claro, cara. Faço qualquer coisa? Quer que eu persiga alguns bandidos pelas câmeras da cidade? Posso fazer qualquer coisa.

-Invadir o sistema de uma prisão para loucos também está no contrato?

-Isso fica cada vez mais maneiro. Claro que sim, quer dizer, pode ser difícil, mas eu acho que posso.

-Que bom, eu estou contando com você.

-Ok… ah, tem uma coisa. Uma amiga minha está voltando para a cidade?

-Você tem amigas? - Peter pergunta.

-Engraçadinho. Então, olha… eu já que eu vou te pedir um favor, você me retribui com outro favor. Então, tem essa amiga que está voltando, e uma amiga minha que também amiga dela contou que tem um amigo que é amigo da minha amiga que é amiga da minha amiga, que diz que ela te viu e que está afim, de ter um encontro contigo.

-Comigo? Eu sou o Pinto Parker, o nerd do colégio? Eu não sei o que é mais estranho, você ter uma amiga ou uma garota querer sair comigo.

-Bem, não é atoa que dizem que estamos na era dos milagres. Então, você vai querer o número dela, ou não?

-Olha, Ned… eu até gostaria, mas… eu tenho outras coisas para fazer, você sabe… além de ter o psicopata, sociopata ou qualquer coisa com pata que exista do Venom, tem outro maluco que fugiu e só na fuga dele já causou oito mortes.

-Peter, desde que eu descobri o seu segredo, você sempre vem com essa história “olha eu sou Peter Parker e sou uma super-herói, desculpa, eu sou tão espetacular que não posso sair com uma pessoa que pediu pra sair comigo!”

-Ok, eu saio… mas é só por que eu quero. Qual é o nome dela?

-Ah, isso é uma surpresa pra noite. - Ned pega um papel e entrega um cartão para Peter. - Ela disse que queria se encontrar com você no Grão de Café, hoje as oito. - Peter olha para o cartão onde tinha a data e o horário e fica meio triste ao se lembrar de uma coisa. - O que foi agora?

-Nada, é só que… o primeiro lugar, onde eu me encontrei com Gwen… foi no Grão de Café. - Peter fala engolindo saliva. - Mas tudo bem, eu vou… mas eu não te garanto nada.

-Eu também, não sei o que ela viu em você, não existe cara mais chato.

-Cala a boca. - Peter fala rindo, e então, nesse momento, o celular dele começa a tocar, mostrando uma chamada de Ezekiel. - Zek. Eu já achei a nossa ajuda para--

-Peter, sem conversa, é o Lyman.”

-Onde ele está agora? Onde está o Massacre?! - Peter pergunta.

QUEENS – BURGER TOWN

Em uma lanchonete do Queens, o barulho de algo sendo tomado por um canudo toma o local, todas as pessoas estavam quietas, alguns bebes ameaçavam a chorar, mas eram impedidos por seus pais. O motivo disso? Marcus Lyman, que segurava um copo de refri que estava tomando em sua mão esquerda, e uma SMG apontada para os reféns na outra.

-Moço. - Lyman fala para o atendente que parecia ter dezoito anos. - Você tem Mocha Cola? Isto é Phizzy Cola. Eu não costo de Phizzy Cola.

-Ahn, a Burger Town daqui é de uma subsidiária da Phizzy S.A. Nós só servimos Phizzy Cola, senhor. - Massacre toma mais um gole, e então bufa.

-Hmmm… isso é uma pena. Eu mataria por uma Mocha Cola. - Lyman fala, segurando com mais força na sua arma. Todo a lanchonete fica quieta, Marcus fecha os olhos e respira fundo, até que se vira para todos os clientes. - Clientes da Burger Town, essas são as regras, celulares, chaves de carro e maletas no chão. Vou trancar todos vocês lá atrás, se a polícia chegar a tempo ninguém morre congelado. Ah, também vou querer mais uma refeição. Um de seus carros. E dai eu dou o fora. Isso na verdade faz a minha vida mais fácil. E desde que nenhum de vocês tentem ser o heró--

Nesse momento, o atendendo que estava atrás de Lyman, discretamente move sua mão até o botão que estava embaixo do balcão, botão esse, que ativava o alarme silencioso.

-AHHH!! - Lyman grita. - Viu, esse é o problema. Hoje todos querem bancar o Vingador. Heróis em capas e bla bla bla… - Ele se vira e olha para o atendente. - Você tinha que fazer isso, né? - E então ele aponta a arma para a cabeça do atendente, e olha para os clientes. - Vocês tem que entender. Essa arma não matou ninguém. Eu não mato ninguém. Aquele homem matou. Ele quebrou as regras. - No momento seguinte, todos os clientes veem o atendente sendo morto por um tiro na cabeça. - Aquele… - Lyman fala apontando para as pessoas. - Matou vocês. - No instante seguinte, o barulho de pessoas gritando por suas vidas e dos tiros da arma, são as únicas coisas ouvidas saindo lanchonete.

2 MINUTOS DEPOIS

-Ezekiel, eu cheguei! - O Aranha fala pelo comunicador, pousando no terraço de uma loja que ficava na frente da Burger Town. Ele olha para as janelas da lanchonete, e apenas vê o sangue que estava no vidro. - Eu cheguei tarde. - Peter fala.

TORRE SIMS – 15:18

-Que horror… - Ezekiel falava enquanto olhava as cenas nas câmeras de segurança, Lyman não mostrava nenhuma piedade as pessoas que ele matava, algumas o sangue espirrava em seu rosto e roupas, e isso apenas parecia o motivar mais. As pessoas que tentavam fugir da lanchonete, ele fazia questão de matá-las com as próprias mãos, dos idosos ao bebês.

-Eu acho que vou vomitar… - Ned fala se afastando da gravação, Ezekiel olha então para Peter, que tinha feito questão de não olhar desde o início.

-Então, Sr. Leeds. Como vai nos ajudar? - Ezekiel pergunta, enquanto Ned ia para uma mesa com o computador pronto para ele.

-Bem, é simples, eu só tenho que entrar no sistema de segurança e--

-Ok… ok… - Ezekiel fala interrompendo. - Tem algo que você vai precisar?

-Bem… uma pizza não faria mal. - Ned vai até Ezekiel e coloca uma nota de cinco dólares no bolso do terno dele. - E traga uma Phizzy Cola… - Então Ned se lembra da gravação. - Se bem que eu não vou mais ter vontade de tomar Phizzy Cola por um bom tempo. - Então Ned volta a sua cadeira para se sentar, porém, ele vai até Ezekiel e tira o dinheiro do bolso do terno. - Foi mal, minha mãe falou que eu tinha que usar esse dinheiro para ir na padaria, mais tarde.

-Ótimo, agora eu tenho dois Peters. - Ezekiel fala enquanto ia falar com sua secretária, para pedir as pizzas. - Você está bem? - Ele fala quando passa por Peter.

-Na verdade não… eu não consegui chegar lá a tempo. - Peter fala indo até o computador de Ezekiel.

-Não é sua culpa…

-Na verdade é… eu demorei para ir, porque eu tive medo.

-Medo? - Ned pergunta entrando no assunto.

-Medo… Venom não aparece a uma semana… eu estava com medo de ir encontrar ele. Ele pode estar em todo o lugar que eu menos espero.

-Peter, você não pode deixar o medo tomar conta de você.

-O medo leva à-- Ned começa a falar, porém…

-Já usei essa. - Ezekiel interrompe. - P, Venom… seja lá quem ele for, é apenas mais um cara atrás do traje, se enfraquecermos o simbionte, ele não pode fazer nada, mas você, você não depende de um traje, você tem seus poderes com ou sem seu uniforme, e usa esses poderes para coisas boas. Você não tem que temer o Venom, ele tem que ter medo de você, pois nós vamos pegá-lo, e dai… ele não vai ter para onde ir. - Ezekiel fala, e então volta a andar para sair da sala.

-Pode ser pizza de pepperoni? - Ned pergunta, e Ezekiel sai fazendo sinal de positivo com a mão. Enquanto isso, Peter anda até o computador, ele olha Lyman na gravação. - EXCELSIOR! - Ned grita. - Isso foi fácil.

-Você já conseguiu? - Peter pergunta indo até Ned.

-Foi mais fácil do que tirar doce de criança. Esse é o arquivo que vocês querem, não é? Marcus Lyman. - Ned fala lendo.

-Sim, vamos ver. - Peter fala ansioso.

-Mas, Peter. Não é melhor esperar o Sr. Sims?

-Ezekiel não vai se irritar, vamos ver. - Peter fala.

-Ok, mas se ele ficar irritado…

-Eu tomo a responsabilidade. - Ned clica no arquivo, que então abre automaticamente um vídeo, o vídeo faz a clássica contagem regressiva de dez a zero, até que…

-“Aqui é a Dra. Ashley Kafka. Você está acessando um arquivo secreto do Instituto Ravencroft para Criminosos Insanos. O indivíduo em questão se chama Marcus Lyman. Marcus e a esposa, Judy Lyman, eram corretores bem sucedidos na bolsa de valores em Wall Street. Mas foi justamente lá que tiveram o azar… - A filmagem muda do rosto de Kafka para imagens de um acidente de carro. - …de serem as únicas vítimas de um carro bomba estacionado na frente do escritório.

-Wow… carro bomba… - Peter e Ned falam ao mesmo tempo.

-O noticiário local afirmou que o veículo foi deixado ali por um cliente que havia perdido todas as economias graças a uma péssima dica de investimento. - O vídeo muda agora para uma tomografia do cérebro de Lyman, onde havia um pedaço de ferro dentro. - Um estilhaço da explosão deveria ter matado Marcus instantaneamente… mas por algum milagre, ele sobreviveu… a esposa não deu tanta sorte. - Agora é mudado para gravações do acidente, onde algumas imagens aparecia um homem, que segurava uma mulher em seu colo, uma cicatriz que tomava metade do rosto e tinha um pedaço de metal… fincando na parte superior da sua cabeça. - Enquanto ficou ali sentado, segurando o corpo da mulher que amava… Lyman nada sentiu. Certas funções do cérebro foram bloqueadas.

-Isso é horrível. - Ned falava olhando para as imagens de Lyman.

-“A forma com que ele se relaciona socialmente com terceiros. Sua ética. Moral. Tudo se foi. Apesar de não ser sua culpa. Ele deixou de valorizar a vida humana e não apresenta qualquer restrição ao que não deve fazer. O que esse homem disse durante as sessões… me leva a recomendar que fique sob observação indefinitivamente. Se possível, gostaria de solicitar uma transferência. Lyman criou ataques em 2011, onde deixou oitenta mortos e…” - A gravação muda para Lyman em sua cela, onde ele olhava para a câmera que o filmava.

-Os olhos dele… parecem… - Ned fala.

-Mortos. - Peter completa. Os olhos de Marcus não mostravam um sentimento, nenhuma expressão, apenas estavam vagos… e vazios.

-Os dois… - Peter e Ned, que olhavam um pouco mais da gravação, mudam sua atenção para Ezekiel, que entra na sala.

-Lyman foi encontrado… ele foi visto em um prédio perto de Wall Street. Eu te explico a localização enquanto você vai.- Peter olha para o seu uniforme na mochila.

NO LOCAL DO CRIME

 

-Que diabos. - Um dos policiais fala quando ouve o barulho de tiro, e então, de dentro do prédio onde Lyman estava, um homem com um tiro na cabeça.

-Ele… mas… - Todos os policiais ficam sem entender aquilo.

-Mal começamos a negociar! Você não fez nenhuma exigência! Por que… você o matou? - DeWolff pergunta olhando para o corpo do refém morto.

-Porque não tenho exigências. Só tenho duas coisas, Capitã DeWolff: reféns e instruções. Aquele homem não era nem um, nem outro. Não passava de um recado. - Lyman fala pela janela. - Que diz o seguinte: a pessoa com quem vocês estão lidando não tem o menor apreço pela vida humana. Se não fizerem exatamente o que eu mandar… vão ter um verdadeiro massacre em mãos. - Lyman diz, com um monte de explosivos atrás dele, e com sete reféns amarrados a bombas ao seu lado. - O que espero de vocês é o seguinte--

-Espere! Lyman! Não posso negociar sem confiança! Não dá pra continuar executando reféns.

-Acho que não fui muito claro, Capitã DeWolff. Não estou seguindo suas regras. Vocês seguem as minhas. Hum… creio que chamei a atenção de vocês. - Lyman fala quando aperta o botão de um detonador, e no segundo seguinte, o térreo do prédio explode.

PRÓXIMO AO LOCAL

 

-Eu não sou nenhum especialista em terrorismo. - O Aranha fala enquanto se balançava pelas proximidades. - Mas ou Massacre está ali, ou é um Creeper!

NO LOCAL DO CRIME

 

-Pronto. Explodi a ala oeste do prédio, junto com outros sete reféns. Façam o que eu disser ou mais vão morrer, eu tenho outro sete aqui do meu lado. Desliguem as câmeras de circuito fechado de segurança, além dos alarmes e sistemas de vigilância do prédio… e num raio de cinco quadras. Depois, mandem a polícia e os serviços de emergência recuarem a mesma distância. Isto não é uma negociação. São regras que devem ser obedecidas em dez minutos. - Lyman diz, sem expressar nada em sua voz, nenhuma tristeza, raiva, prazer nada… apenas falava.

-Outros sete? Como vamos saber? O cara pode estar blefando. - O policial diz. - E agora, capitã? - O policial olha para DeWolff, que tinha uma expressão de desespero. - Capitã DeWolff?! Jean! E agora?!

-Desde que ele saiu… trinta e cinco mortos… pode haver mais… não sei o que fazer.

-E a situação acaba de piorar. - O policial fala quando vê algo por cima deles.

-Piorar? De acordo com os meus cálculos, deve ter melhorado em seis por cento! - Homem-Aranha fala enquanto se balança em direção do local. - Oi, pessoal! Me contem o que aconteceu para o espetacular amigão da-- - Lyman vê Peter se balançando e apenas dá um tiro, acertando a teia do herói. - Oh-oh… - O Aranha cai e bate com tudo no carro da polícia.

-Parado! - Os policiais falam cercando, Peter. - Você está preso em nome da morte de Gwen Stacy e Norman Osborn!

-Não… - DeWolff fala se levantando. - Esperem… você disse que poderia melhorar a situação, como?

-Chefe, você está louca em quere--

-Tem alguma ideia melhor? No momento um mutante ou super-humano… seja lá o que ele for… é a melhor opção que temos. E eu acho que os Vingadores ou qualquer outro grupo não vão ligar muito para um cara com uma arma dentro de um banco.

-Agh… isso vai deixar marca. - Peter fala enquanto se levanta, e então ele começa a se alongar, estralando suas costas. - O-- Obrigado… Srta??

-DeWolff. Capitã Jean DeWolff.

-Ah, sim… desculpe não me lembrar do nome, é que das outras vezes eu estava mais nas balas que vinham em direção da minha cabeça. Não é gente? - Peter levantando a mão para um toca aqui, mas ninguém responde. - Que galerinha mais sem graça.

-Sem piadas, cabeça de teia. O que você tem de ideias?

-Bem, antes que tal um resumo da situação. Eu perdi a primeira parte do filme.

-Assalto a banco com reféns. O maluco é mais pirado que o normal… já matou trinto e cinco pessoas desde que fugiu.

-Então para por aqui. - Peter fala andando em direção do banco. - Não esquente, Srta. DeWolff. Já lidei com esse tipo antes, no meu bairro. O cara se chamava Thompson… se posso lidar com ele, lido com três desse.

-Boa sorte.

-Ô amigo! - Peter fala com os braços pra cima. - Aqui é o Homem-Aranha, eu tô desarmado! Se quiser posso até tirar meus lançadores de teia e jogar no chão. Só quero bater um papinho, tá legal?

-Um “super-herói.” - Lyman fala entre aspas. - No meu perímetro? INACEITÁVEL!

-Meu deus! O que você tá fazendo? Quantos anos você tem seu idiota? - Um dos reféns grita.

-Sai daqui, moleque! - Outro começa a gritar. - SENÃO, ELE MATA TODO MUNDO!

-Calma, gente… prometo que vai ficar tudo bem! - O Aranha fala nervoso. - Como eu vou resolver isso?

-Não faça promessas que não pode cumprir! - Massacre fala indo até uma janela, com um sobre tudo cinza e com detalhes roxos, segurando uma arma em uma mão e um detonador na outra. - Você não está no controle da situação! EU ESTOU!

-Senhor, você está fora de controle. - Peter grita.

-Não, o mundo está fora de controle… - Lyman responde. - E vocês, heróis acham que podem salvá-lo, mas não podem… pois não passam de farsantes, e como todos os humanos… - Lyman começa a atirar, e então o Aranha dá um mortal para trás, se esquivando dos tiros. - Sentem medo, são vulneráveis!

-Olha, pra mim você apenas lembra uma adolescente com raiva do mundo… que acha que não deve satisfações!

-… - Marcus não responde, ele apenas coloca a mão no seu bolso, e então tira algo de dentro. - Vamos ver o quão herói você é… - Lyman então joga uma granada! Nesse momento todos correm para longe, e a única reação de Peter, mesmo sem seu Sentido de Aranha não o alertar de nada, é correr para pegar a granada. - Peguei você! - Nesse momento, Lyman aproveita a distração de Peter, e atira no herói.

-GYEAHH!! - O Aranha grita quando é atingido pelo tira na região da cintura. Apesar de levar o tiro, Peter aproveita o momento de todos distraídos para atirar seu rastreador, que seu Sentido de Aranha avisa que acertou Lyman.

-Para trás, DeWolff! Tem uma granada! - Nesse momento, a Capitã já havia percebido a distração.

-A granada era falsa! - DeWolff grita indo até Peter, e então pegando o corpo do herói e o puxando para uma zona segura.

-Ghn… escuta, Capitã… eu joguei um rastreador nele. Deixa o cara se mandar. Quando os reféns estiverem seguros, eu vou atrás. - O Aranha sussurra para DeWolff.

-Certo. - Após DeWolff levar o Aranha para um local seguro, ela pega o megafone que usava para se comunicar. - Ok, você venceu! Nós vamos seguir todas as suas regras. Pare de atirar!

CINCO MINUTOS DEPOIS

 

-O esquadrão antibombas tirou todos os coletes explosivos e estamos levando os reféns para o hospital, para um exame. É melhor você ir junto. - DeWolff fala para o Aranha, que avia sido engessado.

-Não, obrigado. Os paramédicos falaram que a bala entrou e saiu. Além do mais… eu tenho um especialista que cuida dessas coisas.

-Capitã! - Um dos policiais chega. - Vem cá! Acho que descobrimos como o Massacre fugiu. - O policial leva DeWolff, que é acompanhada por Peter. - Parece que foi pelos esgotos.

DOIS MINUTOS DEPOIS

 

-Ele já tem uma boa vantagem… mas está carregando muito dinheiro. A questão é a seguinte. - DeWolff falava olhando o local, que estava bloqueado por bombas e três direções diferentes. - Minha equipe vai demorar vinte minutos para desarmas uma dessas bombas. Já que o nosso acordo está valendo, cabeça de teia, eu conto com você. Pra onde vamos? Direita? Esquerda? Em frente? O que seu rastreador diz?

-Espere ai… - Peter começa a seguir o rastreador pelo seu lançador de teia, que o dizia a direção, porém… ele vê que na frente da primeira bomba, estava o pequeno rastreador ali. - Ele… ele tirou o rastreador.

TORRE SIMS

 

-Não acredito que ele escapou outra vez… - Peter fala enquanto se levantava, com seu ferimento cuidado e tapado por Ezekiel.

-Bem, o cara pode ser um maluco de primeira classe, mas ele é esperto. Ele te pegou no seu ponto mais vulnerável?

-O rim? - Peter pergunta.

-Também. Mas eu estava falando do seu exagerado heroísmo. Eu vou ver se Ned descobriu alguma coisa sobre o Massacre, sabia que esse nome foi aceito pela mídia?

-Horrível. - Peter fala.

-E o Homem-Aranha acha que tem direito de falar sobre isso? - Ezekiel fala enquanto sai rindo.

-Ezekiel. - Peter o chama, impedindo-o de sair. - Você acha… que eu tenho feito a diferença? Hoje eu fui lá ajudar, a polícia até me deu uma chance, mas quando eu entrei em ação… eu só atrapalhei, só deixei eles mais longe ainda do Massacre.

-Peter, o cara fugiria de qualquer forma… talvez se você não estivesse lá, a forma dele se mostrar seria matando os outros sete reféns, aumentando mais a sua lista. Olha, as pessoas saíram até vivos, por causa de você. Não fique se martirizando tanto.

CLARIM DIÁRIO

 

-Como você acha que ele trabalha? - Ângelo pergunta a Norah, sobre Massacre, enquanto eles olhavam a reportagem sobre Lyman na TV. - Acha que ele usa Kevlar ou--

-Vai se ferrar. - Norah fala virando os olhos e saindo dali.

-Você não é fã de Kevlar? - Ângelo pergunta.

-Como você pode fazer piada sobre isso? - Nesse momento Peter entra no Clarim para entregar as fotos do acontecido mais cedo, e então começa a ouvir o assunto dos dois.

-Prefiro chamar isso de aliviar o clima. - Ângelo responde a Norah.

-Você realmente em algum problema. Tem gente morrendo! Explodiram um prédio na cidade! Como pode perder tempo com coisas como… “aliviar o clima”?

-Norah… - Ângelo interrompe tentando falar.

-Corta essa. Que tal se importarem--

-Norah! - Ângelo com um tom grave e sério, assustando a loira. - Meus pais, morreram em um acidente de avião, quando eu tinha onze anos. Eu sei, como é esse negócio de mortes, mas… para mim, pessoas como aquele cara, não passam de lixos humanos que merecem ser mortos, se eu estivesse na frente de uma pessoa como ele, eu o faria sofrer tanto, que ele imploraria pelo inferno, mas eu não daria o luxo de entregar o inferno a ele, eu só o faria sofrer mais. Mas já que não estou na frente dele, eu penso que é muito melhor seguir em frente com a vida, do que ficar se remoendo por coisas que você não pode fazer nada.

-… - Norah fica quieta, ela nunca tinha ouvido o bonzinho e bem humano Ângelo Fortunato falar naquele tom, ele apenas vai embora, sem entender o que tinha acontecido.

-Senso de justiça forte. - Peter fala indo até Ângelo.

-Eu só acho, que se uma pessoa com o Massacre existe, ela merece sofrer, e todos ao redor dele também… pois essas pessoas que ficam ao redor e não fazem nada, fazem monstros como ele nascerem. E única solução para monstro como eles, e a--

-PAAARRRKKEEEERRR!! - Jameson grita abrindo as portas do seu escritório. - Eu quero fotos do Massacre agora mesmo!

-Aqui, Sr. Jameson! - Peter fala entregando as fotos.

-Isso… foi rápido. Eu também quero fotos do Homem-Aran--

-Também aqui. - Peter fala entregando fotos do Aranha.

-Mas… Então eu também quero fotos do Massacre e do Home--

-Vai encontrar junto com as fotos do Massacre.

-Ah, certo… - Jameson apenas entrega a Peter seu pagamento e sai olhando estranho para o herói.

-Certo, já que foi isso… acho que já vou. - Peter fala para Ângelo. - Tchau, Ângelo, a gente se vê outra hora.

-Sim, nos vemos…

GRÃO DE CAFÉ – 20:02

 

-Espero que esse encontro as escuras do Ned não tenha sido uma idiotice. - Peter fala enquanto entra nervoso na cafeteria. - Como é que eu vou saber quem é com quem eu tenho que me encontrar. - Peter começa a olhar o local, ninguém estava sozinho, exceto, por uma pessoa, que estava sentada perto da janela, de costas. - Ok, lá vou eu. - Peter anda até a pessoa sozinha e então… - Não pode ser. Mary Jane?!

-Peter? - Mary Jane fala se levantando na mesma hora. - O que você está fazendo aqui? - MJ pergunta, enquanto se levanta para abraçar Peter.

-Eu? Ned disse que uma amiga dele queria me encontrar e--

-Ned me disse que iria encontrar aqui. - Não demorou muito para os dois perceberem, que Ned tinha bancado o cupido. - Ned, sendo Ned. - Mary Jane fala. - Bem, já que estamos aqui… que tal tornar isso um verdadeiro encontro.

-C-- Claro… - Peter fala ficando instantaneamente feliz ao ouvir isso.

DUAS HORAS DEPOIS

 

-Então, o que faremos agora, Mary Jane? - Peter fala enquanto ele e MJ passeavam pela cidade enquanto tomavam sorvete. - Já andamos a cavalo… passeamos de barco.

-Hmm, tigre… você não cansa por nada. - Ela fala ficando na frente de Peter, ajeitando a jaqueta dele. - Você não acha que isso é estranho, não é? - Ela pergunta ficando mais séria.

-Estranho? - Peter pergunta sem entender, enquanto o herói deixa uma pequena parte da sua boca suja de sorvete.

-Sei lá, voltei para a cidade seis horas atrás e agora… já estamos saindo. Isso é… rápido. Que tal irmos para casa… apenas descansar um pouco? Você escolhe, a minha ou a sua.

-Ela está falando de… não… ela não está falando de. Claro… ir para casa, ouvir um pouco de música.

-Peter. Seu gosto de música é questionável. Você parou no tempo. Devia ouvir coisas mais alegres, se descontrair, sabe, até sair mais.

-Bem, Mary Jane. Eu tenho que estudar, se quero ser um bom físico.

-Mas não precisa ser tão chato. Se você não fosse o meu nerd favorito, eu poderia dizer que você é quase insuportável. - Fala a ruiva brincando.

-Meu ego despedaçado agradece pelas palavras de motivação.

-Você não é de todo mal, sabe? Você tem… você é um cara… você é o Pete. - Ela fala brincando mais.

-Depois se perguntam por que eu odeio minha vida. - Peter fala e MJ ri levemente.

-Ok, deixe então eu melhorar a sua noite… está sujo de sorvete na sua boca. - Peter vai limpar na mesma hora, mas Mary Jane o impede. - Deixa que eu limpo. - Mary Jane se aproxima de Peter, ele já podia sentir a respiração dela, quando…

-“Spider-Man… Spider-Man… does whatever a spider can…”

-Eu odeio minha vida… - Peter sussurra quando ouve seu celular, e Mary Jane afasta rindo, então ela pega um guardanapo que vinha com o sorvete e limpa o canto da boca de Peter. - Zek?

-P, é o Massacre…

-Onde ele está?

BANCO IMPERIAL – 22:34

 

-Com a polícia fora do caminho… não terá nenhum problema para eu sair daqui. - Massacre fala enquanto saia do banco com duas bolsas de dinheiro.

-Eu não diria isso. - Atrás da Lyman, o Homem-Aranha atira duas teias, puxando as duas bolsas. - Isso deveria estar pesado, me permita ajudar o senhor a levar sua bagagem para de volta de Ravencroft.

-Hum… realmente acha que pode me parar? - Massacre fala mostrando um detonador em sua mão. - Nem imagino o que esperava conseguir aqui, Aracnídeo. E pouco importa… só sei que você selou o destino pobres almas. - Nesse momento, Peter atira sua teia na mão e no detonador de Lyman. - Esse o seu grande plano?

-Na verdade é, Marcus, só me dê apenas um minuto para falar…

-Estou ouvindo, garoto. - O Aranha fala Massacre.

-Você acha que pode falar dos heróis, os julgando… mas a verdade, é que você apenas tem raiva, por não ter sido ajudado. Mas ter raiva e julgar os outros, não vai trazê-la de volta. Não vai trazer Judy de volta.

-Como você--

-Ela não iria querer isso, Marcus. Agora, por favor desista disso.

-Você não tem o direito de falar dela. - Lyman responde. - Tem nove pessoas amarradas em explosivos a uma quadra daqui. Você não pode chegar a tempo, então… ou me deixa ir, ou você vai ter a morte deles na su--

-Então é assim, não é? Aperte… - Peter fala.

-Como é?

-Aperte, e mate aquelas pessoas.

-Como quiser. - No momento em Lyman aperta, com sua mão e detonador presos a teia de Peter, ele se surpreende ao não ouvir nada.

-Sabe, eu posso ser um garoto, como você diz… mas eu sou bem inteligente. Eu envolvi sua mão com a minha nova teia magnética, que bloqueia todas as frequências de rádio, bem esperto, né? Só para contar um detalhe interessante, enquanto estávamos aqui conversando, a polícia foi alertada e está indo para o armazém onde você deixou os reféns. GRAÇAS DA DEUS, NÃO ACREDITO QUE A IDEIA DE NED FUNCIONOU! Agora, senhor… por favor relaxe, e agradecemos por escolher a linha Aranha para nocautes para a sua viagem a Ravencroft.

-Ugh… - Massacre leva um chute do Aranha, ele cambaleia e então fica olhando para o chão, derrotado. - Desculpe, mas ainda não acabou por aqui. - Lyman olha para cima, e então rapidamente aponta sua arma para atirar no teto, o instinto de Peter é se esquivar, e então o herói se atira para os destroços não caírem em cima dele.

-Ah, ele sempre tem que fazer uma saída dessas. - Peter fala quando vê que Massacre havia sumido, junto com as bolsas de dinheiro.

TORRE SIMS

 

-Bem, o Massacre não foi preso. - Peter fala enquanto entra na Torre Sims, tirando sua máscara. - Mas, eu garanto que ele não vai querer aparecer por um bom tempo.

-E até lá, vamos estar prontos. - Ezekiel diz.

-Sim. E Ned, obrigado pela ideia da teia magnética. Foi incrível… ele ficou sem reação.

-Pra isso que eu estou aqui, eu só dei a ideia, você fez a teia.

-Ainda sim, não teria tido essa ideia antes de ter mais outros trinta e cinco mortos. - Peter fala fincando mais sério. - E eu acho… que isso foi o suficiente para eu e Ezekiel concordamos em uma coisa.

-Achamos que… tem sido meio difícil lidar com as coisas sem um terceiro membro.

-Então, Ned Leeds III, parabéns… se você quiser, você é oficialmente o Nerd da Cadeira. Além do mais, eu te devo essa por heckear Ravencroft, pela ideia da teia e… por me arranjar um encontro com MJ.

-Nossa… eu esperei…

-Toda minha vida para ouvir isso? - Peter fala completando a frase Ned.

-Exato.

-Bem vindo ao time. - Ezekiel fala. - Em comemoração, vamos ter duas pizzas.

QUEENS – EDÍFICIO GARFIELD – 8º ANDAR

 

Mary Jane entra bufando no seu andar, pensando no encontro com Peter, até que encontra na frente do apartamento seu e sua tia, alguém que ela não esperava.

-Peter? - Ela pergunta ao ver Peter na sua porta.

-Então, eu acho que devo desculpas, por simplesmente ter saído. Mas você sabe, o lance do Aranha e--

-Sim, eu sei. Não é como se fosse algo que eu tivesse me desacostumado. - Ela fala com um sorriso forçado para Peter.

-Sinceramente, obrigado. - Peter fala ficando um pouco mais sério. - Foi… foi um encontro legal e foi divertido.

-Bem, espero que possamos fazer outra vez, tigrão.

-Hmm… tem pizza lá no apartamento. - Peter fala. - E eu aposto que ainda te derroto no Mortal Kombat.

-Sério? Você realmente está me desafiando?

-Sim, é um desafio, Srta. Watson.

-Seu desafio é aceito, Sr. Parker. - Os dois então vão juntos para o apartamento, para ter uma longa noite.

O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA – WEB OF SHADOWS

 

-Se divirta enquanto pode… - Venom fala, enquanto observava Peter dentro do seu apartamento, junto com MJ. - Eu vou começar tirando tudo o que você ama.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA (PETER PARKER)

FORÇA: 14.469 KG

VELOCIDADE: 72,8 KM/H

QI: 226

IDADE: 16 ANOS

PESO: 57 KG

MASSACRE (MARCUS LYMAN)

FORÇA: 120 KG

VELOCIDADE: 27 KM/H

QI: 157

IDADE: 31 ANOS

PESO: 73 KG



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