História O Espírito e a Humana (G-Dragon) - Capítulo 5


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Categorias Big Bang
Personagens G-Dragon
Tags Bigbang, Fanfic, Gdragon, Jiyong, Kpop, Sobrenatural
Visualizações 7
Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - 0.4


Fanfic / Fanfiction O Espírito e a Humana (G-Dragon) - Capítulo 5 - 0.4

4 horas depois.

Finalmente ouço a porta da casa a abrir-se. Deu-me um certo alívio de a ver.

— Finalmente chegaste- levantei-me e apressei-me a aproximar-me dela.
— Credo. Sentiste assim tanto a minha falta?- a mesma ergueu a sobrancelha.
— Bastante.

Ela pareceu ter ficado bastante surpresa com a minha resposta. Sim, senti a falta dela.

— Sophia... eu tenho sentido que tenho andado a ser seguido- baixei o olhar por estar a falar deste assunto num momento destes.
— A sério?
— Sim... e eu tenho medo por ti.
— Porquê?
— Se me andam seguir, é porque eu fiz alguma coisa. E podem ver que ando contigo e te querer fazer mal.
— Não te preocupes. Ninguém me vai fazer mal- ela sorriu.
— Tu tens quantos anos?
— Eu tenho 20.
— Pensei que tivesses mais.
— Pareço assim tão velha? Tenho assim tantas rugas?
— Não é isso. És muito madura para a tua idade.
— Achas mesmo isso?- a mesma pareceu ficar surpresa.
— Acho mesmo. Não era qualquer pessoa que me mantinha aqui em casa. Pareço um inválido.
— Vais deixar de te sentir assim- ambiente pareceu ficar menos pesado.
— Então porquê?
— Porque eu arranjei-te um emprego. Não era o que tu querias?
— Era mesmo. Obrigado Sophia. Mas o que é que é? O que é que eu vou fazer?
— Vais trabalhar num café. O ordenado não é mau e o dono é amigo da minha mãe. Então não vais precisar de documentos nem nada.
— Obrigado Sophia. A sério.

Por impulso dei-lhe um beijo na bochecha e abracei-a. Ela retribui o abraço.


— Mas estás assim tão contente só porque eu te arranjei um emprego?- a Sophia desfez o abraço.

— Não só.
— Então?
— Por o que estás a fazer por mim. Não sei o que fazia se não te tivesse. Quero que sabias que se tiveres algum problema também podes confiar em mim.
— Também sei- olhou-me nos olhos.


Estava um clima muito bom entre nós, ficamos um bom tempo a encarar-nos. No meio disso, a campainha toca.


— E-eu vou abrir- a mesma falou um pouco desconfortável.

— Claro. Eu vou lá para cima. Não quero incomodar- falei já me afastando.
— Não incomodas nada. Podes ficar.
— Deixa estar. Preciso de ir ao computador.
— Está bem- suspirou.


Ela sorriu para mim e eu subi então para o meu quarto.


Sophia


— Olá Sophia. Vim-te buscar para irmos às compras- era a Jessie que estava na porta.
— Desculpa... mas é melhor não. O JiYong está cá, e eu não o quero deixar sozinho.
— Ele é crescidinho o suficiente para ficar aqui. Ele não te estraga a casa, está descansada. Tenho saudades de estar contigo- implorou com o olhar.
— Está bem. Eu vou falar com ele.


Subi para o quarto dele e bati à porta.


— Posso?
— Entra- o mesmo falou.
— Olha consegues ficar sozinho umas sei lá 2 3 horas?
— Claro que consigo. Não há problema. Vai lá sair com ela. Não podes andar o dia enfiada em casa por causa de mim.
— Obrigada. E olha não te esqueças, começas a trabalhar amanhã à tarde. Eu tirei a tarde para irmos lá os dois- avisei-o.
— Está bem. Obrigado.
— Até logo.
— Adeus.


Meu Deus. Ele piscou-me o olho! Sophia, pára com isso, tu não podes estar assim tão caidinha por ele!


— Pronto. Vamos às compras- falei quando já estava de volta ao rés do chão.
— Boa!


Peguei na minha mala e fomos para o shopping.


2 horas depois.


Estivemos 2 horas pelas lojas todas. Doi-me bastante as pernas.


— O que pensas fazer com o homem que tens em casa?- a Jessie falou enquanto bebia o seu smothie de banana.
— Não sei. Estou a pensar levá-lo ao hospital. Ou então se não resolver nada, vou tentar ajudá-lo de alguma maneira a recuperar a memória- fazia círculos com a palhinha no meu  sumo enquanto pensava em tudo o que já tinha acontecido.
— Boa sorte para isso. Porque tu estás a ficar caidinha por ele.
— Não estou nada.
— Se não estás, vais ficar. É giro?
— É...
— Acho que devias a aproveitar.
— Eu não estou apaixonada por ele. Só o quero ajudar mais nada. Além disso, conhece-o há tipo, três dias?
— E se ele for embora? Vais querer deixar de vê-lo? Não vais pensar nele?- aí... ela tocou num assunto sensível.
— Não sei. Quando isso acontecer logo veremos.


30 minutos depois.


Voltei para casa e parecia estar deserta. Mas não estava. Apenas ele estava no quarto dele. Mas também não o vou incomodar. Ele amanhã começa a trabalhar, precisa de descansar.
Vou para o meu quarto e começo a arrumar o montão de compras que fiz.


2 horas depois.


Já estava a ficar de noite e decidi que podíamos ir jantar fora. Precisamos de falar sobre o novo emprego dele.
Fui para o quarto dele. Bati à porta mas ele não respondeu. Então entrei. Ele estava a dormir. Parecia tão frágil. Quero tanto ajudá-lo, ele tem que ter uma família, ele não pode ficar comigo para sempre. Mas porquê? Porque é que não conseguimos encontrar nada sobre ele? Talvez ele não seja de cá...
Cheguei ao pé dele e comecei a passar-lhe a mão nos cabelos, de uma forma carinhosa. Ele é tão bonito. Muito bonito mesmo. Estava a ser um momento tão bom que nem percebi que ele tinha acordado.


— Sophia... o que é que estás a fazer?
— Desculpa... ah... eu queria vir acordar-te para irmos comer alguma coisa fora. Se quiseres.
— Claro. Vou só trocar de roupa- o mesmo levantou-se da cama.
— Está bem. Vou estar à tua espera na sala.


Desci para sala, ainda um pouco nervosa. Porque é que isto acabou de acontecer? Eu mal o conheço.
Não estive à espera nem 10 minutos e ele apareceu. Estava bastante mais elegante.


— Vamos?
— Claro.


Continua...



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