História Pacto - Capítulo 1


Escrita por: e yKauuu

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Mistério, Romance, Sobrenatural
Visualizações 61
Palavras 3.160
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi a Você que decidiu conferir esse primeiro cap. Espero que a sua curiosidade esteja certa e você realmente goste de acompanhar.

Uma coisa interessante sobre essa história é que uma amiga minha me deu a sinopse, e eu montei a história só baseada nessa sinopse que vocês leram. Não pretendia fazer uma nova fic, ela veio como uma bomba e por fim eu já estava chorando enquanto escrevia os últimos caps! Agradeçam a yKaumin <3

A história é bem diferente de tudo o que já li e vi, vale muito apena acompanhar!!

Vamos lá?

Capítulo 1 - Novos AMIGOS?


Fanfic / Fanfiction Pacto - Capítulo 1 - Novos AMIGOS?

 

Segunda-feira, outro começo de semana para Melisha, e não, não é “me lixa” se pronuncia Mé-li-Shia. O nome foi presente do pai viúvo Ryu, que deu de homenagem a uma cantora japonesa da época com o mesmo nome. O pai da menina era japonês e sua mãe canadense, só que na briga entre ficar no Japão ou Canadá, acabaram por ir morar no Brasil, e infelizmente Anne a mãe de Melisha acabou por falecer após o nascimento da filha. Ryu cuidou dela sozinho. Mas não vamos entrar em muitos detalhes já que o foco aqui é mostrar o que eu batizei de ‘’A morte e a vida de Melisha Sakamoto’’, parece muito tema de filme e pode até soar ‘’ao contrario’’, mas na realidade foi bem assim, e é mais dramático do que vocês pensam, porque não foi apenas uma história de uma garota da faculdade a qual foi para o diário depois que tudo ocorreu, e sim ficará para sempre no coração de Melisha, pois os nomes: Caio Montier, Lilia Barckmann e especialmente David Gelinsker, jamais sairão de sua memória.

 

‘’Culpem ao meu pai pelo meu nome’’, essa é uma das frases que ela jamais falaria, pois desde pequena - enquanto ela recebia piadinhas por causa do seu nome ou até mesmo por sua aparência gordinha - o pai da garota sempre a fazia se sentir melhor dizendo que ‘’ Quando falarem algo ruim pra você e te ofenderem, fale: Eu sou Melisha, e não preciso disso’’ ele a colocava no topo e fazia de tudo para a garota se sentir melhor e ele conseguiu. Melisha usou essa frase por muito tempo e a ajudou a passar por cima do bullying que sofria. Melisha passou a ser ignorante a pessoas que a menosprezavam e a julgavam. O pai psicólogo sempre a estimava a ser ela mesma, e não mudar pelos outros, pois ser diferente era algo bom e raro no meio de tantos jovens ‘’falsificados’’ para agradarem a sociedade.

 

Melisha fazia faculdade de música, quando ela escolheu a faculdade achou que o seu pai poderia falar alguma coisa, aliás, ele era um psicólogo conhecido e sempre teve uma vida promissora, mas ao invés de ele questionar ou fazer a cabeça dela sobre qual faculdade seguir, Ryu preparou uma festa surpresa e encheu a casa de notas musicais. Ele não fazia isso somente para agradá-la ou para a fazer se sentir melhor, Ryu tinha orgulho da pessoa que sua filha tinha se tornado e com a sua vida ele cuidaria e estaria ao lado dela.

 

Melisha tinha tudo o que queria, um ótimo pai, uma ótima casa e um quarto que mais parecia ser dois cômodos da casa, pois, no meio dele tinha uma porta que ligava a outro quarto, o quarto de música e para estudar que o pai fez questão de fazer e decorar. Mas o que Melisha não tinha era amigos, amigos de verdade.

 

Vamos contar um pouco sobre a aparência dela: Melisha tinha um corpo pequeno, 1,55 de altura, mãos pequenas e pés pequenos, pálida, os olhos orientais e cabelos tingidos de chocolate. A garota basicamente tinha herdado tudo do seu pai e nada da sua mãe que era ruiva com olhos claros. Era uma pessoa muito delicada e forte, já que tinha passado a vida inteira ignorando todas as criticas más e os insultos dos outros estudantes. Amava futebol e ninguém no mundo tirava isso dela e ela era muito boa nisso. Na Umberly – faculdade totalmente dedicada à música e canto – não tinha time feminino de futebol, o que acabou por colocar ela em um time masculino, no inicio foi muito difícil, não só a convivência com outros meninos, mas também a aceitação dos lideres do clube em ter uma garota no time. Só que depois de o pai dela ir a escola conversar com eles e depois dos testes que ela fez, eles não tiveram outra escolha, pois ela era muito boa no esporte.

 

Melisha se vestia da forma como queria, não se preocupava com a moda, ela usava o que gostava e não se importando se parecesse brega aos olhos dos outros. Talvez por ser ‘’estranha’’ e jogar futebol em um time masculino ela não tivesse nenhuma amiga na faculdade, pois não se ‘’encaixava’’ no estilo das patricinhas de plantão. Se ela se sentia sozinha? Demais, mas ai ela lembrava que quando chegava em casa tinha um pai que valia mais do que o mundo inteiro pra ela. Ryu assistia todos os jogos dela, cancelava até mesmo compromissos importantes só pra estar em uma reunião ou evento que eles faziam.

 

Mas ai depois de dois anos de faculdade, dois anos sendo ignorada pelas meninas, dois anos sozinha, sem nenhum amigo próximo a não ser sua bola de futebol e seu piano em casa, dois alunos novos chegam e mudam completamente a vida estudantil e emocional de Melisha, chamados: Lilian e Caio.

Eles foram transferidos de outra faculdade pra essa e eram de chamar atenção.

Caio: Alto, magro, olhos negros, cabelos compridos até um pouco acima dos ombros bem castanhos e dono de um sorriso sedutor.

Lilian: um pouco mais baixa que o Caio, tinha o corpo perfeito, dona de olhos verdes, cabelos loiros e sorriso fácil, parecia uma boneca em qualquer roupa que vestia.

Em uma partida de futebol onde o time de Melisha havia ganhado, eles acharam interessante uma menina como Melisha no meio de um grupo masculino e adoraram a partida. No final do jogo foram falar com ela.

 

- Hi! – Disse Lilian parando na frente dela. Melisha se assustou de inicio, ela ainda estava com o cabelo bagunçado pela a partida e suada também.

- Oi gatinha – Caio fala logo em seguida fazendo com que esse seu pequeno cumprimento se repetisse umas cinco vezes seguidas no pensamento de nossa pequena Melisha.

- Nossa que jogo foi aquele?! Você foi fantástica! Você joga até melhor que os meninos. – Lilian continuou.

- Com toda certeza, eu fiquei impressionado! Você é demais – Caio concluiu.

Melisha ficou uma estatua, achou muito estranho alguém vir falar com ela, ainda mais no estado que ela estava, e logo esses dois.

- Obrigada.. – respondeu timidamente.

- Ah, eu sou Lilian Barckmann- estendeu a mão em cumprimento – Esse é o Caio – apontou para o outro.

- Caio Montier, baby – brincou estendendo sua mão em seguida, mesmo corada e nervosa Melisha conseguiu cumprimentar ele.

- Acho que você deve tá bem cansada, vamos deixar você se trocar e descansar, nos vemos por ai? – Lilian fez sinal com a mão para se encontrarem depois.

- Ah claro, aham. – Melisha concordou.

- Tudo bem então, depois nos vemos Melisha – Caio simulou uma continência e deu uma piscadela. Ele e Lilian se retiraram e Melisha surtou mentalmente por ele saber o seu nome. Encantador era a palavra escrita na testa, braço, perna, em tudo dele, pensou ela.

Foi para o vestiário sentindo suas bochechas quentes e sorriu sozinha por isso. Nunca tinham a felicitado por um jogo a não ser o seu pai, o treinador ou os próprios jogadores.

 

 

***

 - Oi coelhinha –Ryu falou alto deixando a filha com vergonha. Melisha se aproximou.

- Paiiii, já disse pra não me chamar assim na escola – resmungou baixinho no ombro do pai.

- Ué de que? De Co-e-lhi-nha?! – falou alto outra vez.

- Paii! – deu um soquinho de leve no ombro do pai e logo entrou no carro.

 

 

***

#JáNaEstrada.

- Te vi conversando com uns alunos hoje, seus novos amigos? – perguntou curioso enquanto dirigia e comia ao mesmo tempo um pacote enorme de doritos com a filha.

- Estranho né? Eles são alunos novos ali e vieram falar comigo, disseram que eu fui muito bem no jogo.

- Humm, finalmente as pessoas estão enxergando a sua arte, aliás, sem você aquele time não é nada – fez uma careta roubando sorrisos da menor. - O que quer fazer hoje?

- Humm não sei, alguma ideia?

- Que tal uma passeada no shopping? Estou de folga à tarde.

- Show, vamos sim! – sorriu largo.

 

 

***

No outro dia. Melisha estava no seu armário pegando o seu caderno de partituras quando um braço masculino repousou sobre a porta do mesmo.

- Oi Melisha – Caio.

- Ah, o-oi

- Será que é o destino meu armário ser acima do seu?

- Sério?

- Vamos ver – Caio colocou a chave no armário de cima e a chave o abriu. Um sorriso involuntário saiu dos lábios dela. – É, parece que sim- piscou.

Melisha fechou o seu armário.

- Como sabe o meu nome? – perguntou na medida que os dois caminhavam para longe dos armários.

- Fiz uma pesquisa detalhada sobre a sua vida, seus costumes, suas manias e seus estudos. – Melisha parou.

- O que? – arregalou os olhos.

- Ou talvez eu apenas tenha visto seu nome no mural dos atletas que fica no centro do pátio – a tranquilizou. – Qual acha que é a mais convincente?

Melisha se sentiu envergonhada, não lembrava do fato de seu nome está exposto no pátio. Sorriu tímida e continuou caminhando.

- Ah, Lilian perguntou se não quer ficar com a gente no intervalo? Chegamos faz uma semana e não conhecemos muita gente.

- Ficar com vocês?

- Tudo bem se não quiser, quer dizer, você deve ter seus amigos e-

- Sim! Eu quero! Eu vou! – falou espontânea.

- Tudo bem gatinha, nos vemos no pátio – bagunçou os cabelos dela e saiu na frente. Melisha tocou os cabelos e a sua vontade era de nem arrumá-los, deixar eles bagunçados durante o resto do dia.

 

 

***

#NoIntervalo

- Melisha, Aqui! – Lilian acenou sentada na grama. Melisha sentou ao lado dela.

- Oi- os cumprimentou.

- Oi baby – Caio levou a mão até próximo ao rosto dela e arrumou uma mexa caída deixando ela em apuros.

- Caio é um fofo não é? E não é falso, é seu natural – avisou Lilian.

- Se o elogio viesse de outra pessoa eu até acreditaria – rebateu Caio.

- Engraçadinho.

- Eu acho o mesmo.. – Melisha concordou com Lilian sem nem ao menos se tocar, quando o olhar dele repousou sobre o dela, Melisha teve que baixar a cabeça pra esconder as bochechas rosadas.

- Obrigado Melisha, se é você quem diz, então é a verdade.

- Viu? Eu avisei sobre ele – riu Lilian observando o jeito que Caio falava com ela e a forma que Melisha tinha ficado. – Hey, seu nome é japonês? – mudou de assunto.

- Ah..bem, acho que sim, meu pai me deu esse nome em homenagem a uma cantora japonesa.

- Eu gostei, é diferente e único – falou Caio e logo roubou um pedaço do sanduiche que estava na mão da Melisha.

- Caio seu ogro! Compre um pra você – retrucou Lilian

-‘’ Caio seu ogro, compre um pra você’’ – debochou a imitando.

- Olha, se você deixar passar ele vai continuar pra sempre – avisou Lilian. Melisha riu.

- Tudo bem, é bom está dividindo algo com alguém.

- Falando assim até aprece que é sozinha – Caio falou.

- Talvez pelo fato de não ter amigos.. – seu olhar caiu sem graça sobre o próprio sanduiche após falar isso.

- Isso não é verdade, agora você tem a mim – levantou uma das mãos se incluindo.

- E a mim – Caio concordou olhando para Melisha.

 

O restante do intervalo foi repleto de inúmeros assuntos em uma conversa bem aleatória dos três. Melisha nunca tinha se sentido tão leve na faculdade, hoje tinha se sentido realmente bem.

 

 

***

Os tempo foi se passando e embora não fossem da mesma sala, Lilian e Caio não desgrudavam mais de Melisha, nunca a deixavam sozinha, e a conversa entre os três fluía muito bem. Ela contava tudo ao pai quando chegava em casa, e Ryu se sentia muito feliz por ela. Caio e Lilian até mesmo foram algumas vezes na casa de Melisha e iam ao shopping juntos. Uma amizade sem malicia, uma amizade que aos olhos de Melisha era sincera, algo que ela sempre precisou: uma amiga que falasse sobre coisas de meninas com ela e um amigo que conversasse sobre futebol e videogame, e ela ganhou tudo de uma vez só. Lilian cantava muito bem e Caio tocava guitarra e bateria, Melisha tocava piano e outros instrumentos. Ás vezes se reuniam na praça e levavam os instrumentos só para cantarem e tocarem, por diversão. Ela se sentia ótima, feliz, como nunca esteve antes.

 

 

***

Ai tudo mudou no dia 14 de Junho, quando Lilian tinha uma apresentação pra fazer em um teatro e Caio e Melisha iriam assistir.

 Melisha ficou esperando ele vir busca-la já que ele tinha se oferecido, só que Caio se atrasou mais do que o normal e chegou na casa dela 15 minutos depois do que tinham combinado.

 

- Caio, onde estava? – perguntou enquanto saia da casa indo em direção ao carro dele. Caio saiu do carro para encontra-la.

- Desculpa gatinha, eu tive um imprevisto. Você está pronta?

- Estou – chegou a sua frente, Caio ficou calado olhando pra ela, com suas mãos no bolso da calça. – Que foi? – ela perguntou.

- Nada ué, só estava olhando pra você – continuou a olhar nos olhos.

- Olhando pra mim é? – cruzou os braços fazendo cara de desconfiada.

- Você está muito bonita hoje.

- E nos outros dias não? – brincou.

- Sim, mas hoje está radiante – fez carinho no cabelo dela, Melisha ficou toda mole com o toque.

- Hum, é.. melhor irmos, estamos atrasados e a culpa é sua – mudou de assunto meio que gaguejando.

- Culpado - levantou uma das mãos em rendição – Mas nem mesmo se eu me metesse em um acidente eu deixaria de vir te ver – agora foi a morte dela, literalmente. Melisha não conseguiu dizer nenhuma palavra se quer. – Vamos? – a tirou do seu transe.

- Ah, sim, vamos – disfarçou e correu para a porta do passageiro.

 

 

***

No meio do caminho, Caio tomou outro rumo.

- Ué, você entrou na rua errada querido – debochou Melisha.

- Não entrei não – respondeu confiante. Ela olhou pra ele confusa.

- Essa estrada vai acabar no jardim botânico, doido. – riu.

- Sim, e é pra lá que vamos.

- Como assim? Temos de ir na apresentação da Lilian.

- A Lilian perdoa a gente, tenho uma surpresa pra você – deu uma piscadela.

 

 

***

Chegaram ao local e Caio a vendou.

- Caio, estamos em apuros amanhã – ela dava gargalhadas de ansiedade.

- Não vamos não bobinha, continua caminhando.

- Você por acaso está me levando para a morte ou algo do tipo? – brincou

- Para a escuridão sangrenta – a acompanhou. Melisha riu alto.

Deram mais alguns passos e pararam. Ele tirou a venda, mas ela continuou com os olhos fechados.

- Pode abrir os olhos gatinha – sussurrou no seu ouvido.

 

Quando Melisha abriu os olhos, quase caiu pra trás de surpresa. Todo o jardim botânico estava repletos de luzes, como pisca-pisca gigantes de natal. Tudo estava muito enfeitado e bonito.

- Oh meu Deus – levou as mãos a própria boca. Estava completamente maravilhada. – O que é tudo isso? – perguntou sem tirar os olhos, capturando todos os detalhes.

- Bem vinda a sua festa secreta de aniversário – a felicitou. Melisha iria fazer 21 anos no próximo mês.

- O que? Como você descobriu? – olhou pra ele.

- Eu pesquisei sobre sua vida lembra?

- Você não disse que era mentira?

- Talvez só algumas coisas? – sorriu e pegou a mão dela. – Vem comigo, tem mais coisas pra ver.

 

Os dois entraram no jardim botânico e o atravessaram. Chegaram ao outro lado e havia uma barraca dessas de acampamento armada e também enfeitada por luzes, uma fogueira, docinhos, salgadinhos, um notebook, champanhe, café, tudo para uma festa de aniversario no campo.

 

- Quando preparou tudo isso?

- Digamos que desde quando conheci você?

- Tá brincando né?

- Não sobre tudo...

- Assim só me deixa mais confusa tonto – ela se agachou e comeu um docinho.- Que delicia! – apertou os olhos para demonstrar que gostou.

- Vem cá – ele pegou a mão dela e a levou até a barraca e sentaram os dois perto da fogueira.

- Está tudo muito lindo Caio, obrigada.

- De nada gatinha.

- Preparou tudo isso só pra mim?

- A pergunta devia ser: O que eu não faria por você.

Ela sorriu sem jeito.

- Ah! Vamos chamar a Lilian, vou ligar pra ela.

- Não – resmungou ele – Ela tá na apresentação lembra?

- É verdade... mas seria legal ter ela aqui com a gente.

- Você acha mesmo? Não gosta de ficar sozinha comigo tanto assim? – fingiu estar chateado.

- Não, não é isso, eu gosto de estar com você – se explicou rapidamente – Só acho que-

- Então pra mim isso é o suficiente – se aproximou dela e lhe roubou um selinho. Surpresa ela levou a mão aos lábios. – Que foi?

- Você fez isso t-tão de repente, que ..é...-

- Relaxa, foi só um selinho, você já deve ter feito muito isso.

- Na verdade... – ela não terminou.

- Você nunca beijou ninguém? – Caio suspeitou.

Ela negou com a cabeça.

 

- Então ainda bem que eu conheci você, assim vou ter a honra de te dar o seu primeiro beijo – sem mais delongas Caio pegou o rosto da menina com uma mão e capturou os lábios da mesma com os dele, em um beijo delicado e cuidadoso, a guiou até separar seus lábios dos dela.

- O que você achou? – perguntou após parar o beijo, ainda com seu rosto bem próximo do dela. Melisha sorriu envergonhada.

- Foi bom – colocou uma mexa do seu próprio cabelo atrás da orelha.

- Então espera só até eu te mostrar outras coisas – piscou pra ela dando um sorriso malicioso. Se Melisha já estava envergonhada, imagina agora.

 

Ficaram no jardim até umas 3 da manhã, não poderiam passar á noite já que Melisha não tinha falado nada com o pai. Todo o tempo que passaram juntos foi divertido, jogaram conversa fora, se beijaram mais algumas vezes e durante todo tempo Caio foi respeitoso e carinhoso, o que só deixava ela ainda mais apaixonada, contando que ela sempre teve uma quedinha por ele.

 

***

No outro dia foram para a aula, Caio passou na casa dela para buscá-la e foram juntos para a escola.

- Vocês sumiram ontem né mocinhos? – fez uma careta chateada a de cabelos loiros.

- Desculpa Lilian é que-

- Eu a roubei por uns minutinhos, daí acabou virando horas e foi isso, perdoa a gente?

- Hummm, os pombinhos fugiram juntos foi? – fez um olhar desconfiado, Melisha corou obviamente e Caio fez uma cara de culpado sorrindo sem jeito. – Mas eu perdoou vocês sim, aliás, ainda bem que não foram, aquela apresentação foi um bogan muito grande, não por mim é claro porque eu arrasei, mas, por toda aquela gente chata e sem graça presente – revirou os olhos. Ela aceitou de boa e não se importou nenhum pouco com a ausência dos dois.

 

Continua..


Notas Finais


Desculpe pelos erros..

Gente pf, me digam o que acharam desse cap?
A história já está toda escrita, vou postar em dois e dois dias ok?
Beijos pra vocês, até Sábado!


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