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História O Fantasma da Ópera I- E se tudo fosse um jogo? - Capítulo 9


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Capítulo 9 - Cap 7 - Olhos de Brasa


Fanfic / Fanfiction O Fantasma da Ópera I- E se tudo fosse um jogo? - Capítulo 9 - Cap 7 - Olhos de Brasa

   ______________𝕰𝖗𝖎𝖐_____________

                                                                      


Plantado no quarto da Christine observando o quadro rasgado da minha querida mãe a olhando atentamente "Oh minha pobre mãe,minha querida mãe" uma enchurrada de memória vem a cabeça me fazendo bater a mão na cômoda tentando não me lembrar dos acontecimentos passados. 


–Ei Erik...–Ethan fala com uma voz mais baixa possivel. 


–Um arrepio passa pela minhas costas e meu coração começa a doer no peito fazendo cair de joelhos em frente a cômoda a arranhando com as minhas unhas sentindo uma mera lágrima cair sobre minha pele–*Sniff*Por quê...? 


–Ei se acalme,está tudo bem... 


–Eu começo a chorar colocando as mãos na máscara–Por que mereci isso?Me diz Ethan...Por que nasci assim?Por que deus fez isso comigo??Eu... 


–Não foi sua culpa e nem de Deus... 


–Eu taco a máscara no chão de raiva a quebrando no meio e tiro a cartola colocando em cima da cômoda me levantando limpando minhas lágrimas com as mãos olhando para a pintura de minha mãe–A... A única que me aceitou nesta vida a única que me amou do jeito que sou...Mas...Ela morreu...Me deixou...Me abandonou nesse vasto mundo...E a culpa foi minha...Eu não aguento viver este lupin denovo e denovo...Relembrado, lembrando de tudo...Ainda me pergunto por que eu nasci? 


–Pra morrer não foi,por que você não esquece Christine e vive por si só?Eu que lhe pergunto por que quer viver neste inferno?Você sabe que Christine não o ama mesmo mudando de realidade ou reencarnando, isso esta no destino de todos os Erik's...–Além de escutar Ethan falar comigo eu também escuto barulho vindo do meu quarto e por reflexo rapidamente coloco minha cartola em minha cabeça recompondo a postura vendo minha máscara partida ao meio. 


–Tsc*Sem muito tempo de reconstruir ela agora–Vou ao meu quarto ver oque estava acontecendo,olhando para os cantos encontrando uma passagem aberta na qual não me lembrava de tê-la deixado aberta–Se estiver algum ser vivo, responda!–Digo com uma voz firme e fria e um homem sai da escuridão indo para a passagem devolta–Ah...–Eu solto a respiração revirando os olhos caminhando até uma pequena gaveta da minha escrevania pegando uma corda ja com um nó e vou atrás do homem pelo os corredores–Você nunca deveria ter vindo aqui–Faço uma negação com a cabeça fechando os olhos em quanto me aproximava no homem desesperado grudado na parede–Joseph Buquet não é?Prazer em conhecê-lo desculpe minha interrupção da sua investigação mas...–Eu enlaço o pescoço do homem na qual coube certo sobre seu pescoço e o puxo para perto de mim–Nos vemos no inferno Sr.Buquet–Uma sombra negra fica diante de mim apenas mostrando meus olhos brilhantes como brasa para ele e por fim assim que ele tenta me rodiar eu aperto o nó do laço em seu pescoço e jogo o resto da corda em um carvalho velho puxando a ponta com força fazendo o corpo do pobre homem se levitar,eu suspiro sentido uma lágrima cair e então enrolo a corda para que ela não pudesse se soltar e me afastei dela vendo os últimos suspiro de Joseph–O amor não doi?É assim que me sinto as vezes por Christine....Me sinto sufocado–Finalmente o corpo do homem amoleceu mostrando falência e fui embora dá li voltando ao meu quarto. 


–Sua máscara...–Ethan revela uma voz espantosa de quem presenciou um assassinato. 


–Ah isso vai levar um tempo para eu ter uma outra....Sabe,foi presente da minha mãe antes de partir... 


–Oh meus pêsames Erik.... 


–Vou ao quarto de Christine pegando a máscara no chão voltando ao meu quarto a colocando sobre meu órgão e eu me sento no banco dele começando a tocar uma marcha fúnebre como um pedido de ir buscar o corpo preso no subterrâneo da ópera assim que eu paro de tocar vou vagar pelo os corredores encontrando algo de interessante para eu fazer até encontrar o quarto de Eliza a ouvindo cantar novamente em um refrão de uma música estranha. 


Eliza: 


"Cause there'll be no sunlight

(Porque não haverá luz do sol)

if i lose you,baby

(se eu te perder,amor)

there'll be no clear skies

(Não haverá céu claro)

if i lose you,baby

(se eu te perder,amor)

just like the clouds,

(assim como as nuvens,)

my eyes will to the same

(Meus olhos farão o mesmo)

if you walk away

(Se você for embora) 


Everyday,it will rain

(todo dia vai chover)

Rain,rain..."

(Chover,chover) 


Eu me arrepio com as últimas palavras da música e continuo a escutando cantar bem baixo e assim que vou dizer uma coisa a porta se abre revelando Meg Giry entrando com uma bandeija. 


–Você ouvio a música?–Disse ela servindo algo em uma xícara. 


–Eliza se senta na cama pegando a xícara–Ah sim eu escutei a música ela é linda mas não sei que tipo que ela é. 


–Meg toma uma expressão triste–Aqui dizem que é marcha fúnebre uma música para os mortos ou funeral. 


–Eliza quase engasga com o líquido–Sério?Alguém morreu? 


–Não!Eu não sei,mas pelo que nós ouvimos essa música saiu de um órgão de tubos. 


–Espera,nesta ópera não tem esse órgão? 


–Não–Meg nega com a cabeça se sentando na cama. 


–Oh então...Foi o fantasma que tocou–Meu coração despara desta vez ouvindo meu apelido da boca de Eliza–E todos ouviram?–Meg acena com a cabeça calada. 


–Vamos Eliza não fale aonde eu fico...–Eu sussurro para mim mesmo. 


–Bem,vou deixar você descansando espero que os gerentes não enche o saco da minha irmã...–Meg se despede de Eliza fechando a porta. 


–Eliza.... 


–Fantasma?–Ela olha para a parede na qual eu estou. 


–Me chame de Erik por favor... 


–Oque veio fazer aqui?Vai jogar discurso de ódio na minha cara? 


–Pelo ao contrário–Eu suspiro e me escoro na parede a vendo pela a brecha dele. 


–Então oque? 


–Apenas estou precisando de uma cola ou fita...–Eu olho para o teto cruzando os braços. 


–Por que não pede a madame Giry?Ela o conhece mais doque eu. 


–Madame Giry contou de mim para você?Ah...Eu vou dar uma conversa com ela. 


–É... 


–Ela está ocupada,não posso ir a público agora–Mantenho me paciente. 


–E oque você espera de uma quase alejada?Pede a Christine ela não é o seu mundo então va lá se vire com ela–"Quanta audácia....Posso nem mais pedir ajuda" 


–Ela está ocupada nos braços do Raoul–Falo com raiva–A única pessoa que poderia pedir ajuda era para um amigo que não existe nesta realidade mas como me encontrei com você por que não pedir ajuda? 


–Ah, e eu com isso?Problema seu se vire eu não devo nada a você e nem predendo dever então vaza do meu quarto fantasma–Ela rosna as palavras na minha cara e então abro uma passagem para o quarto dela o qual fez ela se encolher na cama assustada. 


–Me diz isso pessoalmente,estou ouvindo Eliza–Continuo na escuridão do corredor falando friamente com ela. 


–Misericórdia–Ela se levanta da cama e sai pulando até a porta e antes que ela pudesse pular e abrir a porta a agarrei por trás tampando seus olhos com uma mão e a outra mão livre agarro seu pulso no ar. 


–Você é tão pequena e ao mesmo tempo alta... Christine é alguns centímetros menor que você ja é uma diferencia e tanta–Eu solto o pulso tirando a mão dos olhos dela as enfiando dentro da capa virando para o corredor escuro fechando a passagem. 


–Erik!–Ela grita meu nome e eu paro de fechar a passagem. 


–Hm... 


–Cola e fitas para oque? 


–Minha máscara quebrou pode ser qualquer tipo de cola que seja bastante forte o suficiente–Eu termino de fechar a passagem e vou embora.


Notas Finais


link da música que Eliza cantou:
https://youtu.be/zV5hckSbPtM

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