História O fantasma do 306 - Capítulo 10


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Categorias EXO
Personagens Chen, D.O, Kai
Visualizações 55
Palavras 1.286
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


:)

Capítulo 10 - Descobertas interessantes


E lá ia eu para a biblioteca pesquisar mais sobre a Cordelia. Achei um registro de casamento e mais dois de nascimento com seu nome. Ela havia se casado com um tal de Bartolini e tido dois filhos. Antes de começar a procurar pelo atestado de óbito dela dou mais uma olhada. Acho sobre a irmã de D.O. Ela havia tido um filho dois anos depois que ele havia morrido. Faço cópias dos registros. Então passo para os registros de óbitos. Me assusto quando encontro o atestado de óbito da SunHee antes de achar da Cordelia. Segundo o atestado de óbito alegava uma gravidez ectópica. Ela tinha só 25 anos. D.O ficaria arrasado.

Continuo procurando e acabo por encontrar de Cordelia ela havia morrido em 16/04/1814 o mesmo ano que SunHee. Segundo o atestado ela tinha morrido de tuberculose. A mesma doença que D.O. Até na morte eles combinavam. Isso me aborrece. Ela havia sido sepultada no mausoléu do família do marido.

Como por hábito procuro o óbito do D.O. E acabo encontrando. O que leio me deixa confusa. Ali estava escrito que a causa da morte foi causado por dois tiros. Aquilo não fazia sentido. D.O havia me dito que morreu de tuberculose. Levo alguns minutos me recompondo. Me lembro dos meus sonhos... O homem que se afastava com o cavalo era o assassino do D.O. Nunca tinha parado para pensar quem ele era ou que estaria fazendo ali. E por quê D.O mentiu para mim.?

Pego os papéis irritada. Guardo tudo na pasta. Passo na recepção me informando onde encontrar sobre sepultamento. Era no cemitério histórico da cidade. Não se ficava feliz ou chocada. Até o cemitério foi preservado. Eles gostavam de manter o passado assombrando a cidade.

No cemitério descubro que precisaria de autorização para ter acesso aos registros. Era bastante burocrático e ia demorar. Estava fácil demais. Eu retorno a prefeitura fazer meu requerimento e fui informada que em até três dias eu teria uma resposta.

Vou para casa. Pelo menos tinha conseguido descobrir alguma coisa com os registros. Falando nisso tinha um fantasma que me devia explicações. Chego e fico sentada em um dos bancos do Jardim. Eu ia ter uma longa conversa com ele. Mas não sabia por onde começar. Eu estava mais perto de descobrir tudo e ajuda-lo a ir para o outro lado. Mas pensar nisso me aborrecia. Respiro fundo. Vejo um movimento com o canto dos olhos. Então levo um susto ao perceber que D.O estava sentado do meu lado.

- D.O você me assustou!

- Mora há tanto tempo com um fantasma e ainda leva susto? - ele ri para mim.

- O que está fazendo aqui? Achei que fosse cansativo ficar longe de casa.

- Você estava demorando para entrar então vim te fazer companhia.

- Eu já estou indo para casa. Me encontre lá. - ele acena com a cabeça e some.

Subo as escadas e entro no meu quarto.

- O que fez hoje?

- Fiz umas pesquisas... - tiro a pasta da mochila e coloco na mesa - Descobri que Cordelia é sua irmã se casam... Não uma com a outra, mas com um homem... digo cada uma com um homem diferente. - ele ri do meu nervosismo.

Começo a colocar os papéis na mesa. Começo pelas certidões de casamento. Ele olha o da sua irmã.

- Eu não acredito que ela casou com o McNeil.

- Quem era esse?

- Era meio que nosso gerente de pessoal. SunHee era apaixonada por ele.

- Cordelia casou com um tal de Pedro Bartolini. Conhece?

- Sim. Ele era o filho do prefeito. O que mais descobriu?

- Você teve um sobrinho. - entrego a ele a certidão de nascimento ele sorri emocionado.

- Eu não acredito que ela deu meu nome a ele. - dava para perceber o amor que um tinha pelo outro.

Eu tento esconder o óbito da irmã dele. Não acho que seria bom ele saber disso. Mas ele percebe meu movimento.

- O que você tem ai?

- Nada importante. - ele me olha desconfiado. - Não quero que se magoe.

- Deixa eu ver... Por favor.

A escolha era dele. Coloco a Folha sobre a mesa. Ele lê em silêncio. Tudo fica frio.

- Eu não acredito que aquele desgraçado matou ela. Ela era pequena eu sabia que não aguentaria uma gravidez quem dirá duas. Eu disse para o papai colocar ela em um convento. Tenho certeza que foi ela que convenceu ele deixar ela se casar. Ela era impulsiva e irresponsável... - ele diz nervoso andando pelo cômodo

- Ei ei D.O! Olha para mim. Não foi culpa de ninguém. Se foi o que ela quis, então ela foi feliz. Ela casou com o homem que amava e construiu uma família com ele. - ele me olha pesaroso. Se sentando ao meu lado.

- Ela ficava na janela até de noite olhando as estrelas. Toda vez que ela via uma estrela cadente ela pedia por ele... Acho que você tem razão no final ela estava feliz.

Volto a mexer nos papéis até chegar no atestado de óbito dele. Ele lê suspirando.

- D.O por que mentiu para mim? - pergunto com a voz calma.

- Achei que te dando dicas erradas eu teria mais tempo. Eu não quero ir. Não agora que encontrei você...

- D.O... - eu não sabia o que dizer. - Eu também não quero que vá. Mas é a coisa certa a se fazer.

- Quem definiu que é a coisa? - ele se levanta indo para o quarto.

Fico sentada a mesa. Então começo a guardar as coisas. Vou para o quarto e o encontro sentado olhando pela janela aberta.

- O que está fazendo? - pergunto me aproximando.

- Procurando estrelas candentes. - ele diz sem me olhar.

- E qual vai ser seu pedido?

- Não acredito em estrelas candentes... - ele se vira para me encarar - Mas se eu pudesse pedir alguma coisa. Uma única coisa. Eu pediria pelo menos mais um dia vivo e eu o passaria com você. E então ficaríamos juntos de todas as formas.

Sinto vontade de beija-lo. Mas sei que era uma ideia boba. Uma lágrima escorre pelo meu rosto. Aquilo nunca seria possível. O destino havia nos pregado uma peça. Tudo porque um dia alguém decidiu tirar a vida de um jovem rapaz ha anos atrás. Me recomponho enxugando meu rosto com as costas das mãos.

- D.O quem fez isso com você?

- Eu não sei. Quem atirou em mim fez isso pelas costas. Tudo que vi foi um homem...

- De preto indo embora a cavalo. Eu sei.

- Como você sabe? Só estava eu lá aquela noite.

- Eu vejo nos meus sonhos.

- Você sonha sobre o meu passado? - ele pergunta intrigado.

- Eu não sei como funciona.

- O que você sonhou até agora?

Conto os sonhos a ele.

- Acho que quando você dorme fica mais sucessiva aos meus pensamentos. Eu tenho pensado bastante sobre minha morte. Principalmente porque você tem passado muito tempo com o Kai. O fato dele poder te tocar e te beijar só porque está vivo me deixa com raiva.

- E isso é ruim? Eu ver seus pensamentos. - ele pensa um pouco e sorri.

- Gosto de pensar que temos uma conexão. - eu não tinha pensado nisso. - Vou tentar não pensar naquele dia. Não quero mas assustar você. Acho que é hora de você dormir - ele diz um pouco animado.

- Tá um pouco cedo.

- Você parece cansada. - ele diz se levantando. - Boa noite S/N.

- Boa noite D.O.

 Ele sorri então some.


Notas Finais


Vou tentar escrever o próximo ainda hoje ;)


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