História O filho da empregada - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Tags Amigos De Infancia, Gay, Lemon, Original, Romance, Shoujo-ai, Shounen Ai, Yaoi
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Palavras 3.646
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Hentai, Lemon, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que estejam gostando da fanfic
Tenham uma boa leitura

Capítulo 9 - Lia, viagem e ex


Depois do ocorrido, eu e Lia fomos nos distanciando, ainda nos falamos, mas não conversamos como antes. Lia se afasta cada vez mais de mim. 

- E é isso, Jake. - digo o abraçando na cama após ter contado a atual relação com Lia. 

- Cal. Eu te amo. - ele beija a minha testa - Mas isso não exatamente o que eu gostaria de ouvir depois de um sexo pós viagem. 

- Ah. - percebo a situação - Desculpa. Como foi a sua viagem? Deu tudo certo? Você disse que estava indo para resolver uns problemas. - ele sorri e acaricia o meu cabelo. 

- Viagem é viagem, sempre cansativa. Mas eu consegui resolver o problema. - ele parece estar satisfeito - Arrumei um gerente para lá e agora não vou precisar viajar tantas vezes. 

- Que bom. Eu fico feliz. - sorrio orgulhoso dele. 

- Eu também. Eu quero passar mais tempo com você. - ele me abraça com força -. A única coisa que vou sentir falta vai ser esses nossos sexo pós viagem. - ele me olha malicioso e eu caio na risada. 

- Eu também. - digo assim que me acalmo. 

- Vem morar comigo. - arregalou os olhos e dou graças a deus que está escuro. 

- Não. - digo direto e Jake ri.

- Achei que essa era a sua vontade mesmo. 

- Não é isso, Jake. Não é que eu não quero, só acho que está um pouco cedo… - tento explicar meus pensamentos. 

- Então você quer? - Jake se levanta e vai acender a luz do seu quarto. Seus olhos se encontram com o meu cheios de esperanças. 

- Eu quero. Se só dependesse da vontade, nós estaríamos casados, com filhos maravilhosos que estariam fazendo netos para a gente enquanto envelhecemos depois de nos aposentarmos. - o olho envergonhado e ele parece feliz e volta a deitar na cama comigo. 

- Você me ama muito mesmo né? - não o olho, como se o chão fosse muito mais interessante. 

- Amo. 

Por que Jake está fazendo perguntas repentistas de repente? Como se estivesse testando a minha vontade de ficar com ele. Testando? 

- Eu também. - ele me abraça e eu levo a minha boca até a sua. 

- Por que você não vem morar comigo? - digo assim que nossas bocas se separam. - Quero dizer, lá em casa, com todo mundo. 

Jake me olha e depois suspira como se eu não tivesse entendido o que ele queria dizer. Ele me solta na cama e eu procuro algo para me vestir, já que estava achando que iríamos apenas dormir depois do sexo. 

- Eu gosto do pessoal de lá, Cal. - ele diz isso sorrindo - Mas quando morarmos juntos, quero que seja tudo perfeito. Quero que seja o típico recém-casados que leva reclamação por ajuda dos gemidos toda noite. Quando formos morar juntos, quero brigar sobre quem vai fazer a janta ou não, quero morrer de ciúmes porque você saiu com seus amigos e só voltou de madrugada. 

Eu rio de suas palavras. Realmente, parece o cenário perfeito, mas eu vejo muitos defeitos, vejo falhas, porque não fomos personagens de um filme da década passada. 

- Para isso, para eu brigar com você e não fugir depois, vamos precisar de um longo caminho para frente. - sorrio - Jake, nós somos nós e vamos ter nossos conflitos a qualquer momento ok? Vamos ter nossas crises de ciúmes, nossas reclamações dos vizinhos e não vai ser perfeito, porque eu não sou perfeito e você também não. - digo calmo. 

- Você vai fugir se nós brigarmos? - ele parece confuso. 

- Sim. - eu o olho firme. 

- Não vamos brigar com facilidade, Cal. - Jake diz sorrindo e logo estamos nos beijando novamente - Porque você vai aguentar até o seu limite as minhas vontades egoístas e eu tenho medo de ser muito egoísta com você. 

- Ah é? - sorrio e lhe dou vários selinhos - Eu te acho muito egoísta e mesmo assim te amo. 

- Eu sou egoísta? - Jake parece surpreso. 

- Claro que sim. - sua boca vai dá minha boca para o meu pescoço, depois para a clavícula e no final recebo uma mordida em meu ombro. - Eu sou apaixonado pelo Jake egoísta que sai para viagens e fica metade do mês longe de mim e mal liga para mim nesse tempo. Eu amo o Jake que lança coleção de joias dedicadas a mim e eu não estou nem sabendo. Amo ainda mais o Jake que insiste em coisas que eu não ligo ou tenho medo de falar e sempre acabo falando. 

- E o Jake que sempre quer fazer algo estranho no sexo? - ele diz rindo e beija o local que ele me mordeu. 

- Amo todos. - sorrio e apenas observo ele brincando com a minha pele - Você tem sorte de eu não ser tão branquinho. Imagina se eu fosse? Só seus beijos agressivos iam fazer marcas. 

- Hm? - Ele me olha confuso - Tenho mesmo e eu gosto do seu físico, não parece que você é o passivo. 

- Que? - caio na risada - De longe, nessa relação você seria o ativo. 

- Mas só comigo, com qualquer outra pessoa você é muito maduro e não tem um corpo frágil e sensível como esse em minhas mãos. - sua mão vai para a minha cintura - Além de que você parece ter uma personalidade forte com outras pessoas. Só comigo que é inseguro assim. 

- Parece que você é um aluno puxando saco do professor para ganhar nota. - digo rindo - Por que você está me elogiando tanto de repente? 

- Porque eu sou um homem que quer outra coisa com esse homem aqui. - sua boca chega bem perto do meu ouvido - Sexo. - ele sussurra fazendo a voz que eu gosto de ouvir, eu me arrepio todo. 

- De novo? - pergunto rindo. Olho as horas, já é de madrugada, daqui há 4 horas temos que acordar. 

- De novo… - ele olha as horas também. - Prometo que vai ser só penetração. Eu te penetro, nós gozamos e vamos dormir. Vai durar o que? 10 minutos? 

Jake fala sério e eu sei disso, mas ainda sim hesito. Não somos mais jovens com 18 anos que pode virar noites fazendo sexo que no dia seguinte vai dar tudo certo. 

- Está bem. - cedo por fim. Levo a minha mão para o seu membro que ele não cobriu do sexo de antes e ele leva a sua até a minha. 

- Achei que tinha dito só penetração. - Jake diz com um olhar malicioso, mas é evidente que ele está sentindo prazer, sua expressão e seu membro ereto o denunciam. 

- Sim, mas você ia me penetrar mole? - sorrio vitorioso. 

- Não. Mas também não vou te penetrar com você vestido. - ele brinca com o cós da cueca e eu o ajudo a tirar. 

Logo estamos nus e excitados, eu fico de quatro para ele e sem preparação nenhuma sou penetrado. Não sinto nenhuma dor, apenas me assusto um pouco e Jake leva a sua mão ao meu membro, me masturbando no mesmo ritmo em que entra e sai de mim. 

- Espera. - peço um pouco desesperado e ele para preocupado. 

- Está doendo? Achei que não iria doer porque acabamos de fazer. Desculpa. - ele me abraça por trás. 

- Não é isso. Acabamos de fazer e estou sensível. Vou gozar logo. - o aviso - Não quero isso. Vamos gozar juntos e depois dormir agarradinhos? 

- Tá. - sua voz parece de uma criança feliz. 

Seus movimentos com a mão desaceleram enquanto atrás o ritmo aumenta. Sinto o seu corpo pesar sobre o meu e logo sou preenchido novamente com o seu gozo e gozo junto com ele. Jake sai de mim e eu solto um gemido aliviado, seus braços me envolvem e eu me viro de modo que a minha cabeça fique sobre o seu peito. 

- Vamos dormir agarradinhos agora? - Jake diz sorrindo e eu vejo o horário. Realmente foi rápido, só não foi tão prazeroso como nossos sexos demorados. 

- Vamos. - o abraço também e fecho os olhos adormecendo de cansaço. 

…. 

É fim do ano e eu só trabalho, o mesmo para Jake. No natal nós encontramos e apenas nos beijamos e fomos dormir juntos, no ano novo também. Mas agora que é início de um novo ano, meu trabalho diminuiu e consigo acompanhar melhor os horários de Jake. 

Luca passou em medicina e já fez a sua matrícula, Camila é a que está mais ansiosa com isso. Bom Lia passou muito tempo em casa nesse tempo, mas como eu não passei, mal conversamos, só que hoje estamos só nós dois na casa. Luca está na casa dos pais e Camila está trabalhando. 

- Oi. - digo assim que chego do serviço. 

- Oi. - Lia me responde sentada no sofá assistindo tv. 

- Estamos só nós dois hoje. - digo sorrindo e me aproximo dela. 

- Parece que sim. - ela sorri fraco, mas volta a sua atenção para a Tv e eu mexo no celular. - Como que as coisas foram acabar desse jeito? 

Olho para a tv e está passando um programa de moda, daqueles em que ocorre transformação, encaro Lia e não sei o que dizer já que não estava prestando atenção. 

- Eu não sei. Acho que ela está bem vestida agora. 

- Não é sobre isso. - ela parece irritada - Sobre nós. - ela gesticula apontando para mim e para ela. - Nós éramos melhores amigos, agora mal nos falamos. 

- Ah. - deixo o meu celular no canto e a encaro sério - Nós dois ficamos estressados com o cotidiano e acho que acabamos descontando um no outro. Acho que nós machucamos e agora não somos mais capazes de voltar a ser como antes. 

- Não tem como voltar mais? - ela diz chorosa. 

- O que foi? - digo um pouco sem paciência. Já faz um tempo desde que nós não somos mais amigos e agora ela vem chorando? 

- Eu não sei! - ela diz irritada e lágrimas começam a cair de seus olhos - Eu ando estressada, tentando fazer algo da minha vida e tudo que eu faço é afastar todos a minha volta! Eu perdi até você! Não diga que não vamos mais voltar como antes! 

- Olha aqui! - digo alto e ela me olha assustada, me aproximo dela e a abraço com força - Lia, você começou a fazer um monte de curso e buscou mais trabalho para você, não falou nada sobre isso para mim, não me contou mais nada da sua vida. De repente você gritou comigo porque eu perguntei sobre você e a Camila. Em casa, você me respondia monossilabicamente. Achei que essa fosse a sua vontade, então me afastei. Você não tem direito de chorar e gritar comigo! 

- Desculpa. Desculpa, desculpa - ela diz a mesma palavra várias vezes como se estivesse travado - Eu não sei o que deu em mim…. 

- Já fazem 4 meses. Jura que você não sabe o que deu em você por 4 meses, Lia? - jogo a verdade na sua cara. 

Eu não estou aqui para acariciar seu cabelo e consolá-la, dizendo que está tudo bem e que tudo vai voltar como era antes, porque não vai. 

- Eu demorei para perceber… - ela admite - Mas nessas férias de final de ano, percebi que não adiantou eu tentar preencher o vazio com cursos e especializações. E nessa tentativa de preencher esse vazio que eu mesma criei, afastei todos ao meu redor. 

- Você sabe que não merece a minha presença aqui né? - ela concorda - Mas quando eu não merecia nada, você estava me esperando na porta do seu quarto ou na cozinha e deixava eu falar e chorar. - suspiro e seus olhos se enchem de esperança. - Me diz, o que aconteceu? 

- Sabe…. - ela reflete um pouco - Eu vi o Luca estudando e a Camila se tornando médica mesmo, você amadurecendo e namorando o Jake. Pareceu que antes éramos quatro parados na vida compartilhando uma casa, mas de repente as coisas mudaram e eu fiquei para trás. Foi aí que eu comecei a procurar áreas para me especializar e cursos para agregar no meu conhecimento. Todos muito bons, aliás. Mas, eu afastei todos ao meu redor, gritei com você e te tratei com descaso várias vezes, nunca mais deu atenção para o Luca e depois que o meu relacionamento com a Camila começou a dar certo, eu cortei tudo. No trabalho, não consigo mais conversar com os outros professores e os meus alunos parecem ter medo de mim agora. 

- Você pode começar a pedir desculpas por suas atitudes para todas essas pessoas aí. - acaricio a seu cabelo - Eu estou aqui por você, porque eu acredito na Lia do passado que me ajudou antes e me fez crescer tanto. Você ajudou todos aqui progredir e se você pedisse ajuda, todos estaríamos dispostos a te ajudar com a mesma intensidade que você nos ajudou. Você só não foi capaz de perceber isso. 

- Obrigada, Cal. - ela diz soluçando e eu a aperto mais forte em meus braços esperando até ela acalmar - O Jake te fez bem. 

- Sim, mas eu ainda não sou capaz de amar de forma mais integral possível e muito menos aceitar o amor de todos. Tem muitas coisas que são confusas para mim ainda. Eu não vou conseguir ser o mesmo com você, Lia. Sinto muito. Mas estou aqui se precisar. 

- Está bem. - ela parece estar mais tranquila e parou de chorar. - Eu quero reconstruir toda a nossa relação. - ela sorri fraco - Me conte o que aconteceu na sua vida desde que eu tive essa crise existencial. 

O olho de cara feia, mas logo suspiro e decido facilitar para ela. Ela ainda é a Lia, ela ainda é a pessoa que foi a minha melhor amiga e sabia de todos que eu ficava e transava, de todos os problemas que eu mesmo criava e sempre esteve ao meu lado para ajudar. 

- Eu descobri que sou adotado. - sorrio e ela parece feliz - Jake falou que iria parar de viajar tanto e passar mais tempo comigo. Nós decidimos que no futuro vamos adotar uma criança. Luca vai estudar medicina. Camila está sobrevivendo todo dia e está triste porque… você sabe, ela te amava. 

- Ela não me ama mais? - Lia parece surpresa. 

- Você esperava que ela te amasse? - pergunto confuso. 

- Não sei. Eu só achei que não seria tão fácil de esquecer. Não é assim que funciona? Quando amamos é difícil esquecer a pessoa. 

- É… - concordo relutante. Parece que da boca de outra pessoa as palavras são mais fortes, porque eu tinha noção disso, mas agora estou medo por amar. - Mas ela não me disse que não te amava mais. 

- Não? - ela parece ter esperanças. 

- Por que você ficou tão intrigada com isso? Sabe tinha várias coisas incríveis que você poderia ter prestado mais atenção. Você ama a Camila? - vejo Lia corar e eu sorrio vitorioso. 

- Acho que sim. Senti muita falta dela. 

- Vai falar com ela. 

- Não é fácil assim. - ela alega brava. 

- Nada é fácil, Lia. - sorrio e a solto. 

Ela se senta direito no sofá, desliga a tv e presta atenção apenas em mim e presto atenção apenas nela. 

- E seus pais biológicos? Você não tem vontade de conhecer? - essa pergunta me chama a atenção. 

- Não sei…. Não tinha pensado sobre isso. 

- Sabe, isso é um direito seu. - ela acaricia a minha mão. 

- Talvez mais para frente. Agora eu não sei. 

- Eu fico muito feliz que tenhamos feito as pazes antes de você mudar daqui. - Lia comenta depois. 

- Eu não sei se quero sair daqui. 

- Nós vamos continuar nos encontrando e ficando juntos, mesmo que você saia de casa. - ela me assegura, mas seu olhar não diz isso. 

- Vocês são minha família. 

- Tenho certeza que todos aqui pensamos assim. Quando você for sair, vamos fazer uma festa de despedida. E sempre que quiser, você pode vir aqui. 

- Vocês vão me substituir? 

- Não tem como substituir pessoas, Cal. - Lia diz com cara de desapontada para mim - Mas você sabe que o aluguel vai aumentar se ficar só 3 pessoas, então, eu acho que vamos procurar outra pessoa para ocupar o seu quarto sim. 

- Então vocês vão me substituir! - faço tom de vítima e ela ri. 

- Você sabe que não! 

… 

- Lia me disse que você a ajudou. Obrigada, Leo. - Camila diz de repente para mim enquanto eu estou tendo meu café da manhã. 

- Eu só fui o amigo que ela precisou, ainda estou sendo. - digo sorrindo, orgulhoso de mim mesmo - Por que você está agradecendo? Aconteceu algo de bom entre vocês duas? - pergunto em um tom malicioso e ela apenas sorri. 

- Ela se declarou para mim. - Camila diz toda apaixonada e eu a encaro curioso - Eu amo ela também. 

- Quando vocês forem casar, não esqueçam de me chamar. - sorrio feliz por elas. 

- Casar? - ela parece confusa. 

- Nós não voltamos, Leo. - ela diz firme - Eu ainda estou machucada com as atitudes e as palavras dela. Eu já estou velha e estou em uma fase em que não posso correr o risco de estar com alguém que pode surtar e de um dia para o outro tirar todo o meu chão. 

- Você acha que pode acontecer de novo? - pergunto hesitante. Também tenho medo de que Lia surte outra vez ou tenha outra crise existencial. 

- Sempre há uma possibilidade. Eu pedi para ela fazer terapia. - Camila se senta perto de mim - Mas no seu casamento, não importa qual seja a minha relação com a Lia,pode nos chamar ok? - ela pisca para mim e eu rio. 

- Vai demorar. - termino de comer e saio de casa. 

Hoje a agência que eu trabalho vai fazer a primeira sessão de fotos com uma empresa que eles acabaram de fechar o contrato. Eu fui chamado, mas parece que a empresa é de jóias e eu não acho que homens são ideais modelos para esse tipo de acessórios, mas gosto de pensar que há uma inclusão dos homens nessa área. 

- Você não vai me dizer o nome da empresa? - pergunto para o meu agente. 

- Não. Agora faça companhia para a mulher que fará par com vocês hoje. - ele paro o carro e espera que eu saia. Olho para a mulher que está me esperando. Ela é linda, uma verdadeira beldade, com o cabelo escuro um pouco ondulado indo até o seu pescoço que contrasta com a sua pele muito clara. 

- Olá. Você é o Cal? - estranho por ela me chamar pelo meu verdadeiro nome. São poucas as pessoas que sabem o meu verdadeiro nome na indústria e são mais poucas ainda aquelas que me chama pelo verdadeiro nome. 

- Como você sabe meu nome? - pergunto um pouco desconfiado e com medo. 

- Eu não deveria saber? - ela pergunta como uma verdadeira dama. Encontrei uma mulher mais sofisticada que a minha sogra, Janet. 

- É que todos me conhecem como Leo, meu nome artístico. - tento me explicar para mulher que eu nem sei o nome. 

- Desculpe-me, mas me foi informado que seu nome era Cal. Vou te chamar então de Leo, aliás meu nome é Mary.

- Prazer em te conhecer, Mary. Estou ansioso para trabalharmos juntos. - sorrio e estendo a minha mão, ela parece sorri e aperta a minha mão. 

- Eu também, Leo. Mas antes, preciso de levar para conhecer uma pessoa. - ela sai andando e eu a acompanho. 

- Quem é essa pessoa? - pergunto curioso. 

- O dono da empresa. Ele disse que queria te ver antes da sessão de fotos. - ela olha na minha direção enquanto fala. 

Logo Mary está batendo na porta de uma sala e ao escutar a voz, percebo que é familiar, mas ainda não sei se conheço a pessoa. Assim que a porta é aberta, vejo Jake e sorrio. 

- Obrigado, Mary. - ele sorri para ela. 

- Agora eu vou deixar vocês dois a sós. - ela nos olha sorrindo e fecha a porta. 

- Ela sabe sobre a gente? - pergunto um pouco confuso e Jake me abraça com força. 

- Sim. O que achou da surpresa? - ele beija o meu pescoço e logo estou sentado em seu colo enquanto Jake está sentado na beirada de sua mesa. 

- Sua surpresa era fechar um contrato com a minha agência? - pergunto sem entender. 

- Mais ou menos. Era mais essa oportunidade de podermos trabalhar juntos. - ele sorri e beija a minha bochecha. 

- Eu tenho medo. Você não sabe dividir entre trabalho e pessoal. - digo sério. 

- Essa vai ser a única vez que vamos conversar como um casal no trabalho, Cal. - ele diz em tom infantil e é difícil de acreditar nele. 

- Está bem. - sorrio fingindo estar convencido - Mary é uma mulher muito linda e elegante. Mal acredito que vamos fazer um par hoje. Ciúmes? - pergunto em tom de brincadeira. 

- Ciúmes? Eu não. - ele beija e me dá leves mordidas no pescoço - Você que deveria ter. Mary é minha ex-namorada. 

 


Notas Finais


O que acharam ?
Espero que estejam gostando


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