História O Filho da Minha Madrasta - Capítulo 2


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Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 2


Narração - Izuku.

Mais um roxo para a lista, eu realmente deveria parar de arrumar briga, mas sempre é a briga que se arruma comigo, pareço um para-raio para treta, nunca vi igual. O bom é que hoje é sexta-feira, então até segunda já deve está menos feio.

Também teve o confusão com a diretoria afinal eu falei que me machuquei em um acidente (grande mentira) e eles sabiam disso, tentaram arrancar de mim quem tinha feito esse estrago no meu rosto, não iria disser, não por ter medo de Bakugou e sim por consideração, talvez ele não se lembre, mas fomos muito amigos em determinada época, devo muito a ele. Suspiro eram bons tempos, mas águas passadas agora.

Saio dos meus pensamentos com um som de salto ecoando no corredor, achei estranho, minha mãe nunca usa salto então abri a porta do meu quarto colocando metade de meu rosto para fora vendo uma loira alta e elegante ao lado de minha mãe, deixei a cabeça tombar para o lado, nunca tinha a visto, mas ela me lembra muito alguém.

—Ahamm filho? —Me chama nervosa fazendo com que eu suspeite, está acontecendo algo que eu não sei, ela nunca fica assim na minha presença. —Queria te apresentar alguém, venha a-aqui por favor?—Diz gagando um pouco enquanto a moça a seu lado parecia envergonhada comportamento estranho.

Saio do meu quarto meio desconfiado e essa minha desconfiança acaba fazendo com que esqueça de algo muito importante.

—Filho seu rosto. —Corre em minha direção preocupada, eu agarro em minhas calças e a aperto fortemente, uma mania de quando estou nervoso. —Meu bebê, quem fez isso com você? —Me abraça apertado. —Esse monstro, vamos não iremos deixar isso sem nenhum consequência para o agressor. —Diz minha mãe preocupada se afastando para sair de casa, mas a impeço antes que chegue no fim do corredor.

—Mãe não precisa de alarde, não foi nada, apenas um desastre meu, estava brincando com o Lida e ele acabou me acertando uma cotovelada sem querer. —Minto e mordo os lábios abaixando a cabeça.

—Hum, tem certeza? —Perguntou incerta.

—Sim, não tenho motivos para mentir. —Argumentei e percebi que minha mãe ainda está receosa então mudo de assunto. —Mãe você não iria me apresentar alguém? —Pergunto e aponto com a cabeça para loira que observava tudo atômica.

Percebi minha mãe corando, estranho, mas o bom foi que ela esqueceu aquele assunto.

—A sim, essa é Mitsuki… minha annn amiga? —Diz incerta olhando para a loira de cabo de olho.

Okay, isso é bem estranho, não sou bobo tem algo a mais nisso daí e eu irei descobrir o que é, só preciso analisar a situação direitinho.

Vendo o constrangimento da minha mãe trato logo de ir me apresentar para a mais velha me aproximando dela.

—Modoriya Izuku prazer …. —Deixo a frase morrer percebendo que minha mãe não falou sobrenome da moça e é falta de educação chamar um adulto (principalmente um desconhecido) pelo nome, olho para minha mãe a questionando com o olhar.

—Bemmm… não precisa de formalidade, pode a chamar pelo seu nome. —Explica minha mãe, estreito o olho cismado, péssima decisão eu o sinto latejar e a dor se alastrando, tento não demostrar e seguro o choro.

—Certo dona Mitsuki. —Sorriu me sentindo desconfortável, isso é bem incomum. —Se me dão licença vou continuar colocando gelo nisso. —Aponto para meu olho vejo preocupação nos olhos de minha mãe e entro no quarto antes que possa falar algo.

Narração: Katsuki.

Me jogo na cama exausto, mais um dia de treinamento intenso no sábado, suspiro cansado, mas isso é necessário para mim ser o melhor dançarino de hip hop, sorrio orgulhoso, meus colegas não chegam aos meus pés.

Levanto para me banhar, já que estou nojento e um banho gelado cairia bem agora. Assim que termino minha limpeza visto uma cueca box e um shorts e decidi ir comer algo.

Vou até à escadaria, mas algo me chama a atenção antes que desça, vejo uma mulher estranha no fim da escada, ela está com a cabeça baixa e segurando suas duas mãos timidamente.

Meu primeiro extinto é ficar em modo defensivo mesmo que essa moça pareça bem inofensiva, afinal não a conheço, ela possuí cabelos verdes escuros lisos na altura do ombro, tem baixa estatura e está acima do peso.

—Eii —Chamo sua atenção, fazendo com que a esverdeada levante a cabeça rapidamente assustada e logo eu me julgo por ficar em defensivo. Essa mulher tem a aparência angelical, muito fofa. —Quem é você? —Pergunto grosso afinal ela ainda é uma estranha não importa sua aparência.

—Annn… —Diz e abaixa a cabeça novamente dando passos para trás a medida que vou descendo as escadas, ela claramente está com medo. Oras, ela que invadiu minha casa. —A-aaami-migaaa da-a sua mãe. —Diz gaguejando e eu gruno irritado 'qual o problema dela? Não consegui falar direto?'.

Nem sei porque estou com esse grande mal humor, mas esse porte físico e essa rosto simpático e gentil me irrita e ela também se assemelha a um certo esverdeado folgado.

—Inko. —Estende a mão para mim e levanta o rosto, acho estranho ela não ter me falado o sobrenome.

—Bakugou Katsuki. —Aperto sua mão educado e vejo ela abrindo um sorriso imenso, não entendo sua alegria. —Você não tem sobrenome não? —Pergunto rude e ela dá um sorriso constrangido e morde o lábio ansiosa, então abriu a boca para me responder, mas minha mãe a interrompi antes que possa falar.

—Katsuki! —Grita minha mãe saindo da cozinha. —Olha como você fala com a Inko. —Diz brava e da um tapa na minha cabeça me fazendo bufar.

—'Tá lou… —Sou interrompido.

—Olha o que você vai falar muleque, eu tomo seu videogame. —Ameaça me encarando, reviro os olhos entediado.

—Eu falei de boa com ela 'ué, só perguntei se ela não tem sobrenome. —Cruzo os braços e lhe lanço um olhar atravessado.

—Katsuki, entenda Inko é sensível, olha para isso. —Diz mãe e aperta a bochecha da esverdeada que fica envergonhada, franzo o cenho minha mãe nunca tratou ninguém assim, nem mesmo eu . —Ela é uma amor, então trate ela com carinho e não que nem um brutamonte. —Da um beijo em sua bochecha, estou estranhando essa aproximação, mas não falo nada, não é da minha conta. —Ela é uma amiga íntima, por isso quero que a chame pelo nome. —Explica e eu tenho a impressão que vi um sorriso malicioso na parte do íntima, mas ignoro, não deve ser nada. A Inko parece que está mais vermelha a cada segundo, 'daqui a pouco vai explodir' dou um sorriso por causa desse pensamento.

—'Tá. —Falo simples e vou para cozinha arrumar algo para comer.

Narração: narradora.

—Estou com medo, com muito medo. —Diz Inko com as mãos em cima da coxa olhando para baixo.

Mitsuki vendo isso pega a mão da mais baixa e faz carinho enquanto mantém um sorriso compreensivo no rosto.

—Eu entendo seu medo limãozinho. —Coloca uma mão no rosto da parceira o levantando para terem olhares fixos. —Mas eles são uns bons meninos, vai dar tudo certo basta apenas que se acostumem conosco, já nos apresentamos informalmente e estamos mesmo que um pouco mais íntimo uma do filho da outra. —Diz e suspira aliviada quando a expressão de preocupação da mais baixa diminuiu.

—Eu ainda estou com medo. Sei que são bons meninos, mas ambos não lidaram bem com nossos divórcios. —A esverdeada morde os lábios e a loira bufa impaciente.

—Sei disso, mas os dois já tem 16 anos e a separação aconteceu a muito tempo atrás, podem até ficar um pouco ressentidos, mas apenas no começo. Iremos lidar com isso bem, é só seguir o plano "não precisamos de rolas para sermos felizes". —Inko a interrompi.

—Homens. —Corrigi e é respondida por um par de olhos amendoados¹ sendo revirados.

—Tudo a mesma coisa, continuando de onde eu estava, eu conheci seu filho na sexta ele me estranhou, mas pelo jeito gostou de mim, você conheceu meu filho hoje de manhã, deu tudo certo. —Inko levanta uma sobrancelha e coloca um sorriso divertido no rosto. —Quase tudo, agora o próximo passo é apresentar os dois tenho certeza que vão se dar bem. —Termina a loira com um sorriso confiante.

—Sim, aposto que os dois irão se gostar. —Inko da um sorriso ínfimo e receoso, mas logo se torna em um sorriso enorme. —Para de fazer cosquinhas em mim Mit. —Diz gargalhando correndo da loira que rapidamente a alcança a jogando no sofá com certa força e sem cessar as cócegas.

—Ah, mas eu não vou parar não. —Diz sorrindo e logo sobe em cima da mais baixa, segurando suas mãos com uma mão enquanto a outra continua fazendo as cosquinhas. —Porque eu te amo e amo teu sorriso. —Fala e começa a espalhar beijos pelo rosto da parceira cessando as cócegas e deixando suas mãos livres.

—Mit, seu filho pode descer. —Preocupa-se a esverdeada olhando de cabo de olho para a escada.

—E o que importa? — Da um sorriso malicioso. —Faz tempo que não agimos que nem colegiais irresponsáveis. — Funga o pescoço da namorada que suspira contente. —Mas se está tão preocupada assim, tudo bem. —Sai de cima da mais baixa fazendo com que ela murmure chateada e forme um biquinho em seus lábios carnudos, mas logo essa carranca é desfeita. Inko é surpreendida por alguém a pegando no colo.

—Vamos lá para cima então. —Diz maldosa subindo com dificuldade com a namorada no colo enquanto beija seu pescoço.

Inko sorri travessa sabendo que é errado, mas continua com as carícias da loira colocando a mão em baixo da sua blusa e levantando a mesma.



Notas Finais


1- os olhos de Mitsuki são vermelhos, mas como estamos em outro universo, um semelhante ao nosso, decidi colocar olhos amendoados.


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