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História O Filho de Caos - Capítulo 18


Escrita por: e A_eucarionte


Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 18 - Pandora


- Eu sou Thalia, filha de Zeus. - Disse Thalia, olhando para Denis. Os campistas em volta estavam de boca aberta, bom, a maioria estava. Eu estava realmente cansado, passei horas e horas escutando meu Pai e Ananke e as três irmãs do destino falarem sobre as leis antigas e blá, blá, blá, mas vocês realmente não querem ouvir sobre isso.

Ah! Vocês querem saber o q está acontecendo lá embaixo, não é?

Bom, Thalia foi levada pelos campistas até a enfermaria e ,sabe-se lá de onde, Will Solace brotou e começou a examinar Thalia. Esta apenas olhava tudo em volta calada, enquanto as pessoas ao redor a enchiam de perguntas. Resolvi que só iria aparecer para Thalia quando esta estivesse sozinha. Enquanto isso me teletransportei para Pandora.

Pandora era governado por duas grandes tribos que dividiram o planeta pela metade, o nome de tais tribos era Na'vi e os Vi'na. Os Na’vi eram seres altos em comparação aos humanos, além disso tinham um tom de pele azul escuro e possuíam uma grande habilidade com arco e flecha. Parecia até que Ártemis os tinha abençoado, todavia acredito que ela desconheça a existência deles. Já os Vi'na eram igualmente altos e azuis, mas de um tom mais claro que os Na'vi, essa era uma das principais diferenças entre os dois povos. Os Vi’na também eram mais fortes e corpulentos, pois sua habilidade principal era a luta corpo a corpo.

Eles tinham os próprios deuses. Os Na'vi tinham uma árvore e acreditavam que essa árvore os ligavam à deusa da natureza, a qual devo ressaltar é de uma beleza estonteante, com aquelas coxas grosas e cabelos brancos platinados que pareciam reluzir com o brilho das estrelas. Seu nome era Utral Aymokriyä. Os Vi'na também tinham sua própria divindade, estes possuíam um rio, de águas cristalinas e de fluxo calmo e constante que acreditavam que os ligava com seu deus Kilvan Yawne, uma figura masculina de olhos azuis escuros penetrantes, cabelos negros encaracolados, com porte corpulento, seu corpo era quente e extremamente convidativo.

Apesar de serem irmãos gêmeos, Utral e Kilvan tinham a maior rivalidade já vista no Universo. E olhe que eu já vi muito do Universo. Há milhares de anos atrás, depois de uma enorme briga, meu pai me mandou para intervir antes que eles explodissem todo o planeta. E depois de uma reunião que durou uma década e meia eles fizeram um acordo e dividiram o planeta ao meio. Como agora eles não podiam mais brigar acabaram se sentindo sozinhos e resolveram criar novos seres que os fizesse companhia. Assim surgiram as tribos atuais. Infelizmente suas criações herdaram a rivalidade de seus deuses, desde os kalkos, uma espécie de barata daqui, até os Na'vis.

Me teletransportei para cá, pois os Le Na'vis, a tribo Na’vi que fica mais ao leste, entrou em conflito com os Le Vi’nas. Atualmente estão em guerra, para variar, porque os Le Vi'nas declararam que são mais pacíficos que os Le Na'vis.

Fui diretamente falar com Kilvan para que ele pessoalmente fosse resolver essa baderna. Também tive que falar com Utral, já que foram os Lena'vis que começaram. Para minha falta de sorte os dois chegaram na mesma hora ao encontro diplomático.

Olha só quem resolveu dar o ar da graça! – Exclamou Utral ao velho inimigo.

-Alguém tem que resolver os problemas gerados pelo seu povo. - Rebateu Kilvan com um sorriso debochado.

Utral lhe deu um olhar mortal.

- Calma, gente! - Cheguei intervindo na possível briga que seria o começo do fim de Pandora.

Vocês não vão querer destruir o planeta de novo, não é? - continuei, tentando apaziguar a situação.

- Percy, pensei que você havia me chamado - Falou Utral, não desviando o olhar do irmão. - Apenas a mim, para resolver esse conflito.

- Acredito que ele saiba da capacidade de cada um. - Disse Kilvan e alargou o sorriso. - Ou a falta de capacidade.

Em minha cabeça me imaginei dizendo "eita, eu não deixava!". Mas o que saiu da minha boca foi:

- Chamei os dois aqui pois cada um deve resolver com seu próprio povo. Não queremos mais uma guerra como a Guerra das 5 estrelas. - Revirei os olhos lembrando daquele maldito conflito que me fez perder a apresentação de Tártaro imitando Vekanandri, uma cantora pop.

Aí vocês devem estar pensando "por que Tártaro estaria imitando uma cantora pop?". Bom, é uma longa história que envolve um gambá, uma estrela e uma agulha, mas isso é história para um outro dia.

- Até irei acalma-los, mas da próxima vez que seu povo entrar no nosso lado não seremos tão bonzinhos. - Disse Kilvan. Seu sorriso desapareceu, e sua feição agora era de raiva.

- Acredite, não precisarão ser. - Retrucou Utral. Ela jogou isso e se virou indo até seu povo.

- Vocês poderiam resolver essa desavença e finalmente se entregar ao amor de irmãos e governar esse planeta juntos. - Disse suspirando.

- Não sonhe alto, Percy. Nem sempre sonhos se tornam realidade. - Disse o deus, dando alguns tapinhas nas minhas costas.

- Não custa ter esperanças. - Murmurei. Ele olhou para mim divertido.

– Vejo você em breve. – Disse, dando um sorriso malicioso, e então se virou indo até seu povo.

Ao que parece resolveram a situação e eu pude voltar para a minha não tão doce Thalia. Meu último pensamento antes de me teletransportar foi "esses dois ainda vão me dar muito trabalho".


Notas Finais


Bom Senhores peço mil desculpas pela demora, prometo tentar melhorar nesse quesito. Espero que tenham gostado do capítulo.
Até o próximo.


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