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História O Filho de Min - Capítulo 11


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Notas do Autor


Contagem para o fim da história: 03/07

obs: Maísa nasceu em 2031 hehehehe

Capítulo 11 - Jung Hoseok, Melissa and Maísa


* Hoseok narrando *

Olá, talvez você se lembre de mim como o dono da frase "I'm your hope, you're my hope, i'm J-Hope!", não é? Bom, sou eu mas em uma versão mais velha e que não dança tanto.

Irei contar a você sobre a minha história.  Bom, depois que Taehyung, o meu velho camarada de grupo, se casou com a minha irmã e eles me deram duas lindas sobrinhas eu passei a viver a mim mesmo. Sempre fui um tio muito babão pra elas, sempre ajudei a cuidar delas ou elas ficavam na minha casa quando os pais delas iam sair ou viajar a sós.

Depois do disband do Bts, em 2027, eu fiquei os 10 meses seguintes viajando, dormindo, aprendendo muitas coisas novas, saindo pra beber com Jimin, cuidando das crias dos meninos e viajando muito, e uma dessas viagens foi super especial.

O plano era que eu, Jiwoo, Taehyung, Chunja e Youra fôssemos em família conhecer o Brasil, em São Paulo, mas Tae foi chamado para cantar em algumas cidades do interior, Jiwoo não teve como deixar a loja na responsabilidade de alguém e as meninas tinham provas imprevistas. Então a opção então foi que eu fosse sozinho. 

Em Gwanju tem um restaurante que eu amo demais, que eu como lá desde criança. E enquanto eu procurava algum lugar para almoçar eu achei um quase igual e resolvi entrar. Lá estava uma moça chamada Melissa Oliveira Nunes, e ela era a chefe de cozinha do lugar, mas estava na recepção porque seu funcionário não pôde comparecer.

Eu não sei como, mas ela sabia falar coreano, então conversei com ela e pedi algumas informações. 

- Aonde fica a "25 de março"?

ML: Bom, se você quiser eu levo você para passear na cidade hoje quando acabar meu expediente, que tal?

- Tudo bem então, aqui está meu número, me envie mensagem. - Dei meu número de celular a ela, que pega e guarda na bolsa.

No mesmo dia, ás 15hs ela me levou para andar por uma parte da cidade, e isso foi se repetindo por dias, até que chegou um dia antes da minha volta para Coreia e ela veio para o hotel onde eu estava hospedado falar comigo.

- Sim, Melissa, infelizmente eu terei que voltar para a Coreia...

ML: Mas por que você tem que ir? algum motivo especial? não gostou daqui?

- Não! Claro que eu amei o Brasil e passear com você, mas é que a passagem está definida....

ML: Então fica, Hoseok... A sua companhia me deixa muito mais feliz, sabia?

- Sério? A sua também, mas... E os seus amigos? Não irão estar muito bem melhor do que eu aqui?

ML: Com você é diferente.... Você trouxe uma alegria pra minha vida de uma maneira que nem eu sei explicar... Mas se quiser tudo bem, pode ir...

- Melissa, espere... Tudo bem, eu fico aqui... Eu confesso que... Depois que eu te conheci eu vi algo que eu nunca tinha visto em ninguém na minha vida... Melissa, você é simplesmente perfeita!

ML: Sério? Perfeitos são seus olhos...

Nesse dia, nós fomos andar pela cidade e acabamos bebendo um pouco, assim ela me levou até a casa dela pois no hotel já acabou o meu prazo de estadia, e então assistimos um filme. Fiz carinho em seus belos cabelos cacheados e depois nós beijamos. Foi naquele dia que percebi que ela é a mulher da minha vida, a pessoa com quem eu deveria passar o resto da minha vida.

Alguns meses depois, eu e ela fomos para a Coreia e lá ela abriu seu restaurante de comida brasileira, e do mesmo jeito ela continuou fazendo muito sucesso. Já eu? Bom, eu continuei sendo J-Hope, mas diferente de quando eu era do Bts. Eu passei a dançar com menos frequência e velocidade, era mais de andar e fazer rap pelo palco.

Um ano depois do nosso começo de namoro, eu e Melissa nos casamos, nossa lua de mel acabou sendo em Jeju.

~ Flashbacks 

- Amor? Bom... Acho que ela está dormindo...  Vou fazer uma surpresa para ela. - Saiu da cama e foi até a cozinha, fez torradas, pão com manteiga e café brasileiro do jeitinho que ela gosta, ainda pôs flores no vaso. - Amor da minha vida, acorda!

ML: Hoseok? Você fez isso....

- Pra você, meu amor!

ML: Não estou acreditando, comida brasileira! Ai Hobi, não sei o que te dizer pra agradecer, mas por que fez isso?

- Fiz isso como uma das provas do meu amor por você, minha querida.

ML: Você é o melhor marido que já existiu na face dessa terra... eu te amo muito!

~

E sim, depois de alguns meses já não éramos só dois. Nós tivemos uma filha chamada Jung Maísa Oliveira. Resolvemos que ela fosse nascer no Brasil por conta de seu nome ser 80% brasileiro, e na Coreia não tem como registrar nomes estrangeiros por conta do idioma. É mais fácil um cartório brasileiro escrever "Jung" do que um cartório sul coreano escrever "Maísa Oliveira".

Eu como sempre fui um pai muito babão, sempre estive muito presente na vida dela e sempre cuidei muito bem dela,  minha princesinha.

~ Flashbacks 

- [...] E foi assim que a princesa do reino Jeon se comportou diante dos seus fiéis escudeiros.

MS:(Em português) Papai, posso perguntar uma coisa?

- Diga em coreano meu amor, o papai ainda não fala português fluente. 

MS: Tá bom. Papai, eu posso perguntar uma coisinha?

- Pergunte meu anjinho.

MS: O Papai da Dahee não ama ela?

- Qual Papai?

MS: O tio Jungwoo!

MS: Mas por que você acha isso meu anjinho?

MS: É que quando eu tava falando com ela pelo seu telefone e ela com o do tio Jimin, ela me disse que ontem o outro papai dela gritou pra ela voltar pro quarto dela e que não era pra ela vir para a sala nem a cozinha, e ela ficou muito tristinha com isso...

- Vem cá meu anjinho.- Maísa se senta nas coxas do pai.- Minha filha, não é que o papai dela não ama ela, é que ás vezes nós adultos ficamos tão bravos por muitas coisas que a gente passa todo dia, é isso é normal! E com isso a gente deixa de ter consciência de ser sempre bom e acaba brigando com quem a gente ama, entendeu filha?

MS: Sim papai. 

- Talvez o papai dela tenha conversado com ela, mas é que ela ainda é criança e não compreende isso. Mas agora já é hora de você dormir, mocinha!

MS: Deixa eu fazer só mais uma pergunta, Papai?

- Fala meu anjinho.

MS: O senhor me ama, appa?

- Claro que o papai ama você meu anjinho, você é a neném do Papai!- Pega a filha no colo e faz casquinhas nela, fazendo ela rir.

MS: Neném não, Papai!

- É sim, minha neném. 

~

* Narração Maísa On*

Olá, sou eu, a Jung Maísa, a "filha brasileirinha do J-Hope". Tudo bem que o papai narrou sobre a parte dele, agora sou eu quem direi sobre mim.

A primeira língua que eu aprendi foi o coreano, por mais que eu tenha nascido no Brasil, eu passei a vida na Coreia do Sul. Foi uma luta para aprender o português correto porque meus professores eram coreanos, e nem todos pronunciavam corretamente. Mas quando eu era um pouco maior, eu chamava muito a Dahee, minhas primas Kim e a Sandarinha para vir assistir filme comigo em casa. E sim, era uma luta para ver qual idioma iríamos assistir porque eu sempre gostei de ver a dublagem brasileira do que a coreana, mas como elas nunca entendiam, as vezes era forçada a pôr em coreano.

Quando eu nasci, minhas primas tinham 6 anos de idade e elas sempre brincavam muito comigo, nós fomos como irmãs. Mas a mais próxima era a Park Lee Dahee, a filha adotiva do amigo do Papai, o Park Jimin. 

Mas não só elas como Min Lee Jaehyun também foi muito próximo de mim desde sempre. Ele se tornou o meu primeiro namorado, mas terminamos porque ele me agrediu e papai não aceitou a situação, e eu acabei saindo grávida. 

Mesmo depois disso, eu continuei com a minha querida carreira de dançarina. Eu sou filha de Jung Hoseok, queria o quê? Eu passei a fazer parte de muitos e muitos grupos de street e hip hop dance.

No Second Generation que o meu querido amigo Haneul nos propôs, eu cumpri o papel do Papai, mas eu chamava a atenção por eu ser a única ocidental entre eles todos. Nasci e cresci com os cabelos longos, ruivos e cacheados, a pele bem moreninha e os olhos ocidentais, algo que puxei da minha mãe brasileira. Diziam que eu era a "Anne Gabrielly brasi-coreana do Second Generation".



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