História O Filho de Nyx - A Maldição do Anoitecer - Capítulo 6


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Palavras 2.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 6 - Primeiro Caminho - Egocentrismo: Parte 1


Fanfic / Fanfiction O Filho de Nyx - A Maldição do Anoitecer - Capítulo 6 - Primeiro Caminho - Egocentrismo: Parte 1

Resumindo: Ontem, eu acabei quebrando o pulso e o braço de um garoto, teve um acidente de carro e eu vi meu pai morrendo desmembrado na minha frente, minha melhor amiga morreu nos meus braços após uma mini-guerra de esqueletos mortos-vivos. Após isso eu lutei contra uma filha de um ferreiro que estava possuído e dominava o fogo e logo eu descobri que eu sou um semi-primordial, um ser de puro poder filho de uma deusa que não podia ter filhos e todos os deuses me odiavam.

- Que vida... - Digo pensando em tudo que tinha acontecido em praticamente um dia.

Ainda naquele quarto escuro eu vi que tinha um armário só para mim, fui na direção dele e não esperava encontrar nada quando eu o abri e vi varias e varias roupas, das mais variáveis possíveis e todas do meu tamanho. Mas tinha um porém, eram todos pretas. Minha cor favorita. Sorri vendo aquilo e vendo o quando minha pensava em mim. Balancei a cabeça após perceber que estava me iludindo em pensamentos.

A porta do chalé já estava fechada quando comecei a tirar minha roupa, tirei aquele moletom extremamente confortável e coloquei sobre a cama. Quando olhei para o resto da roupa que eu usava vi ela um pouco queimada, suja, rasgada e bastante surrada. Era minha calça favorita e eu não ia deixar ela ser jogada fora. Coloquei ela sobre uma cadeira que tinha alí no quarto após ter tirado toda a roupa. Deixei o all star alí também e joguei o resto daquela roupa fora. Era meu chalé e eu estava sozinho, além de ser tudo bem escuro. Peguei uma toalha no armário e fui para o banheiro tomar um banho de água fria.

[...]

Após tomar um bom e demorado banho frio, sai so banheiro já me enxugando e indo em direção ao armário. Peguei uma peça de roupas similar a antiga. Uma calça preta, um blusa sem estampa preta, cueca box preta e logo peguei o moletom que tinha ganhado ontem. Eu não tinha um físico forte e definido mas eu não era alguem magro ou gordo, tinha um físico bom parecendo que eu fazia academia apenas para manter aquela forma mesmo.

Me deitei na cama e foi quando percebi na barra da calça do lado direito uma pequena estrela cinza. Olhei todo o conjunto da roupa e percebi que todas as roupas tinham uma estrela. Sorri e logo olhei para o teto observando as constelações que aquelas pequenas estrelas formavam e acabei adormecendo.

Comecei a ter sonhos estranhos novamente. Começou com aquela mesma mulher. Ela era realmente linda. Tinha cabelos pretos e olhos verdes alegres, sem rugas e sem manchas, cicatrizes ou marcas. Seu rosto era perfeito e ela usava pouca roupa na cor roxo-claro. Uma saia que pareia mais tecido amarrado envolta da cintura e a mesma coisa na parte de cima da roupa. Eu olhava para ela e ela parecia ser inteligente e astuta mas sempre caia na mesma tolisse de acreditar que poderia ver algum livro ou ver oque tinha dentro de uma caixa. Aquilo dava agonia so de perceber. Tentei chamar sua atenção mesmo sabendo que não daria certo quando...

- Se acha tão esperto... - Ela começou a rir de cabeça baixa. Mas não uma risadinha fofa e sim uma risada baixa de quem se acha superior - Coitado do pobre Nathan que perdeu o papai! - Ela disse agora olhando para o lugar onde eu deveria estar para observar ela - E também perdeu a melhor amiga... Um idiota que se acha superior e agora está convencido por simplesmente ter a mãe mais poderosa do mundo! Coitado... - Ela se aproximava de mim sorrateiramente.

Ela falava comigo em tom de deboche. Aquilo me dava raiva e eu queria muito retrucar então tentei dizer alguma coisa.

- E você acha que é quem?

- Eu? Eu sou Pandora! - Aquele nome ecoou sobre minha cabeça e todos os lugares daquela sala - Aquela que tem todos os dons.

A história de Pandora voltou na minha cabeça e eu finalmente entendi aquele castigo que ela estava tendo. "Nasceu Pandora com um dom de cada deus, e com um único e maior defeito, a curiosidade." Ela estava destinada a sempre tentar ver oque tinha escondido nas caixas e escrito nos livros mas nunca podendo ver oque à neles, tudo por ter liberado todos os malês que existiam dentro da caixa de Pandora, que na verdade era um jarro. Imagino o quão agonizante é aquilo para alguem que sofre de ansiedade. Logo me veio a resposta.

- Eu vou te dizer quem você é... Um nada. Ninguém sabe que você existe e pra finalizar você nasceu com um único propósito, destruir a vida de seus semelhantes com sua curiosidade, e também está sendo castigada pelo mesmo propósito a qual você nasceu. Que dó de você...

Aquilo realmente pareceu abalar ela e ela ficou em silêncio. Era bastante caridosa apesar de tudo, mas não entendi por que ela falava aquilo, nunca entendi meus sonhos.

- Lembre do que você me falou aqui, filho de Nyx. Lembre disso quando precisar de mim...

O sonho começou a sumir e eu acordei com a batida de alguem na porta do meu chalé e logo vendo alguem entrar enquanto me sentava na cama.

- Bom dia... Ou devo dizer, boa noite?

Pisquei meus olhos enquanto passava minha mão pelos meus olhos como alguem que acaba de acordar ouvindo alguem falar alguma coisa. Ainda não sabia quem era mas reconheci a voz feminina. Quando ela disse noite me veio a certeza na cabeça que ainda era 19:00 hrs. Eu disse ainda mas eu tinha dormido o dia inteiro e acordado agora a noite. Me senti cheio de energia e pronto para destruir um ônibus com um único soco.

- Ah... Quem é? - Disse começando a abrir os olhos quando vi uma luz que parecia vir de trás da pessoa.

- Isabelle... - Disse ela como se estivesse sem paciência.

- Ah... A filha de Apolo. - Disse tentando olhar por aquela luz toda mas era muito forte.

- Oque foi com você? E nossa... Esse lugar é muito escuro. - Finge não ter ouvido o comentário dela e logo disse.

- Cara, essa luz forte... Ta fazendo meus olhos doerem.

A luz começou a sumir... Ou devo dizer... Diminuindo. Foi quando percebi que a luz vinha dela e não do lado de fora. Mas claro eu tinha que ter pensado nisso, ela era filha de Apolo.

- Desculpa. Tinha esquecido que você era noturno... Enfim, não estava falando disso. A gente pensou que você tinha morrido, passou o dia inteiro dormindo.

- Ah sim... Não liga, eu sempre faço isso quando posso, mas só fui entender hoje o por que.

- Entendi. Bom, você não pode dormir mais, está na hora do jantar. Vamos para o pavilhão do refeitório...

- Que? - Olhei para ela estranhando aquilo que ela tinha falado até lembrar do que meu pai falava.

- Jantar garoto... Vamos...

- Eu tenho nome. - Disse revirando os olhos e me levantando da cama indo até o armário e calçando umas meias, ela me esperava na porta do chalé ainda fazendo aquela luz chata.

- Que demora... Demora mais do que eu me arrumando... - Disse respirando o fundo enquanto me encarava.

- Eu não preciso de babá. Pode ir na frente...

- E correr o risco de você destruir meio acampamento? Nada disso. - Ela riu fazendo aquele comentário e eu logo a olhei sério sem expressão.

Peguei um all star preto com estrelas cinzas um pouco espalhadas por ele e logo calcei. Amarrei o cadarço do tênis e logo fui em direção a saída do chalé.

- Pode "desligar" essa luz agora? - Vi ela fazer uma cara estranha mas logo a luz sumiu e começou a andar.

Andei atrás dela e coloquei o capuz na cabeça por motivos que eu só queria colocar mesmo. Quando fiz aquilo não se passou muito tempo e ela se virou para trás para ver se eu estava lá...

- Mas cadê esse garoto? - Disse ela levantando um pouco os pés como se procurasse eu mais distante - Não basta ser bonito, tem que brincar de princesa agora?

Dei um leve sorriso com o comentário dela mas estranhei oque ela estava dizendo.

- Mas eu estou aqui... - Ela pareceu ae assustar um pouco ouvindo minha voz e logo tentou passar a mão por onde eu estava até que ela toca em mim.

- Cara... Como você fez isso?

- Do que ta falando? - Disse isso e quando olhei para minhas mãos, eu não estava lá. Eu estava invisível?

- Você ta invisível cara!

- Acabei de perceber isso... Será que?

Tentei uma coisa e tirei o capuz da minha cabeça. No momento que fiz isso eu pude me ver novamente, tanto no reflexo dos olhos dela, quanto normalmente. Imediatamente entendi. Nyx assim como Hades tinha um capuz que a deixava invisível observando quieta o Universo. Aquilo era tipo um sonho, sorri com tamanho presente quando olhei para Isabelle e vi ela meio sme graça.

- Estava aí o tempo todo? - Ela disse baixo e pensei em dizer oque ouvi mas resolvi logo dizer o melhor a ser dito.

- Não... Cheguei na parte que você me chamava de princesa...

Bufei como se estivesse frustado e olhei para ela que parecia mais aliviada.

- Vamos continuar então...

Confirmei com a cabeça e continuei o caminho seguindo ela, chegando tudo era como na descrição de meu pai. Grandes colunas de mármore que seguravam suportes que tinham vinhas e flores e algumas frutas rodiando varias mesas que tinha alí dentro com um chão de pedra lisa. Cada mesa tinha um aspecto diferente e logo vi uma que me chamou atenção, uma que como meu chalé era totalmente negra e tinha estrelas que cintilavam e rodiavam a mesa. Isabelle sumiu indo para sua mesa e logo fui em direção a mesa que eu sabia que era minha. A única mesa toda preta. Me sentei nela e se fosse como meu pai me disse a comida ia aparecer na mesa, quando ainda sim fiquei surpreso vendo a mesa se encher de comida. Comidas que eu gostava e bebidas que eu também gostava. Parecia perfeito quando eu percebi que eu chamava a atenção de todo mundo. Todos me encaravam, alguns com medo, outros admirado, outros com nojo e etc.

- Que saco...

Suspirei mas logo sorri vendo que minha mesa ficava distante das outras dando um espaço somente meu. Mas logo vi a grande tocha que tinha um fogo enorme e alguns campistas fazendo a oferenda. Pensei em fazer a mesma coisa quando fui pegar um prato com comida e no lugar que tinha o prato brotaram blueberrys. Que mãe mais exigente... Respirei fundo e peguei as blueberrys andando em direção a tocha enorme. Joguei as blueberrys lá e o fogo ficou branco por um segundo e um doce aroma de ficou pelo ar. Voltei para minha mesa e comecei a comer quando ouvi alguem batendo o talher em uma taça de vinho. Quando olhei era Asclépio que parecia que ia fazer um comunicado.

- Bom, o jantar de hoje está muito agradável e eu queria lhes falar que amanhã teremos um evento. Qualquer um pode desafiar qualquer um para uma luta que acontecerá no campo de treinamento. O vencedor ganhara um prêmio especial dos deuses e o chalé do vencedor estará dispensado de serviços e tarefas diárias. - Podia se ouvir várias pessoas comemorando e felizes.

Após aquele anúncio ele se sentou e começou a comer junto de outras pessoas ao seu lado. Apenas ignorei e continuei comendo. Um tempo depois eu pude ver todos indo para um fogueira ficando envolta dela. Ignorei aquilo e pensei nas palavras de meu pai: "Você vai ter que treinar. Muito! Todo dia! Tem que ser o melhor so acampamento! Qualquer coisa abaixo disso é inaceitável para você! Eu confio em você e sempre vou esperar de você o melhor!" Aquilo bombardeava minha cabeça e logo uma enorme vontade de lamentar a morte de meu Pai surgiu, mas enfim me levantei e segui o campo de treinamento, eu ia orgulhar a morte dele e mostrar que não tinha sido atoa.

Ao chegar lá eu via alguns bonecos para usar no treino mas eu não via nenhuma espada... Ao pensar em uma espada, aquela espada negra que tinha se transformado em anel na minha mão virou névoa e se materializou na minha mão. Fiquei surpreso e quando olhei para minha mão vi uma base cinza que poderia ser a foice. Encarei um boneco e segurei a espada que mais parecia um sabre com as duas mãos e ergui elas...

- Por você... Meu pai...

Investi contra o boneco e...


Notas Finais


Desculpem os erros de português.


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