História O filho de Rayquaza - Capítulo 4


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Categorias Pokémon
Visualizações 11
Palavras 1.585
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


****LEIA****

Eae galera, eu quero um papo reto com vocês

Primeiro: Vou começar a responder todos os comentários, me desculpem por não fazer isso antes

Segundo: To pensando em fazer uma fanfic com um pouco mais de fanservice, hentai, um Ash muito apelão e badass com um harém (sei que não agrada todo mundo) queria saber se todos que estão lendo essa aqui estão dispostos a ler essa outra que ainda tá no bloco de notas

Terceiro: Vou tentar postar semanalmente... TENTAR

É isso, espero que gostem do capítulo. Tá curto mas foi feito com carinho

Capítulo 4 - May é fofa? Sim ou claro?


Segundo dia no acampamento para crianças quase divinas. Bom, não é tão ruim, tirando o fato de que May é bem casca grossa na hora de passar o treino físico. Acabei minha última repetição na barra fixa

— Boa. Acabamos a primeira parte do treino — May me jogou uma garrafa com água

— Primeira parte? — Indaguei antes de tomar um gole do líquido — Além do mais, não entendo porque me chamou tão cedo pra treinar. — Olhei para meu relógio de pulso — São sete da manhã

— Primeiro treinamos o corpo, uma hora depois do almoço nós vamos começar a treinar combate. — Começou a explicação — Bom, oito horas vamos ter aula, hoje vai ser de biologia

— Tá de brincadeira? Até aqui? — Olhei indignado para a garota de olhos safira

— Você não é obrigado a participar das aulas ou exercícios passados pelos professores. Mas é bom estudar e treinar, todo mês eles fazem uma prova pra testar as habilidades físicas e mentais dos semideuses

— E se eu não passar, vou ser expulso?

— Não — Ela respondeu — o acampamento tem obrigação de manter os semideuses aqui. Mas... O teste mede o nível dos guerreiros, aqueles que tem uma nota baixa, não tem permissão para ir em missões e tem menos liberdade para sair do acampamento

— Entendi — Parei um pouco pra pensar — Você vai para a tal aula hoje?

— Vou sim

— Ótimo — me virei na direção da mansão do acampamento — Pode me passar o conteúdo depois?

— Claro. Mas por que não vai? — May indagou

— Vou treinar um pouco no saco de pancadas. Onde vocês assistem aula?

— Em uma sala de aula dentro da mansão

Precisava de informações pra começar a organizar minha rotina de treino e estudos

— Não pega pesado, Ash. O dia ainda tá começando — May deu um tapinha nas minhas costas

— Relaxa. Mais tarde podemos jogar um pouco daquele League of monsters

Assim que terminei minha frase, May abriu um enorme sorriso e me mostrou seu polegar em um sinal de joinha.

— Claro! Agora vou me arrumar e tomar um café — May parecia bem animada com o convite; ela me deu um abraço e saiu rapidamente.

Um abraço. Abraço... Abraço... Eu não sei o que o que senti. Esse tipo de contato não era muito comum para mim. Minha mãe, antes de May, foi a última e única que alguma vez me abraçou ou algo do tipo. Talvez eu tenha culpa por nunca ser abraçado, mas acho que isso pode mudar, e eu não sei o que dizer sobre isso. Não pode ser tão ruim, eu acho.

Bom, tentei não pensar muito sobre isso. Fui para para a academia da mansão e, procurando, descobri que é um lugar bem completo; achei luvas, bandagens e todo tipo de proteção necessária para treinar artes marciais. Mas não iam me servir no momento, queria treinar um pouco sem luva. Sabe como é, antes eu treinava para me defender de pessoas, agora estava me preparando para enfrentar monstros, tinha que que levar a sério se quisesse ser efetivo. Comecei com algumas sequências mais básicas como jab e direto e depois fui aplicando golpes diversos, incluindo chutes, cotoveladas e joelhadas. Pude sentir uma grande diferença na potência dos meus golpes e eu nem estava usando muito força. Fiquei um tempo batendo no saco de pancadas, por mais ou menos trinta minutos.

— Acho que já está bom por hoje — Sussurrei comigo mesmo, me retirando da academia.

No caminho para o dormitório, me encontrei com May que estava saindo do mesmo. E, não sei dizer, mas ela usando roupa de colegial era... A coisa mais bela que eu já vi na minha vida?

— Eae, ainda tem energia para mais tarde? — Ela sorriu

— Ah... Sim... Eu acho que sim... — Tentei não fazer muito contato visual — Tenha uma boa aula — Disse seguindo meu caminho

— Obrigado! — Ela disse feliz e pude ouvir seus passos mais semelhantes a pulinhos

Francamente, como essa garota consegue ser tão encantadora? Após entrar no dormitório, fui direto para meu quarto, escolhi uma camisa azul clara sem estampas, uma cueca boxer preta normal e um calção azul e os coloquei em cima da cama. Uma informação que May me deu e eu amei foi que, as roupas do meu armário possuem um encantamento que faz com que elas se lavem sozinhas, e tudo que eu preciso fazer é tirar elas do corpo e deixar elas estendidas por um tempo. Não dava pra ser melhor que isso... Na verdade, dava sim, as roupas ficavam com o aroma que eu escolhesse antes de colocá-las no varal. Magia é tudo de bom. Enrolei uma toalha na cintura e estendi minha roupa usada no treino no varal que ficava na parte de fora da minha janela, e fui para o banheiro tomar aquele banho maravilhoso antes de ir no refeitório comer alguma coisa. Banho tomado, roupa trocada, fui para o refeitório da mansão, lá eu pedi um capuccino de chocolate e um pedaço de bolo de cenoura (meu favorito). Me sentei em uma mesa e lá aproveitei meu capuccino e meu pedaço de bolo. Estava maravilhoso, não duvido que tenha sido algum deus que preparou essas delícias. Me peguei pensando no que o cabelo de alface falou no dia anterior "você ainda vai se ver comigo" será que o desgraçado arrumaria briga comigo? Não é medo, é cautela. É bom ter esse tipo de coisa em mente para ficar preparado. May me disse que ele é uma pessoa difícil, mas nunca chegou a ser muito agressiva. Estava torcendo para que isso seja verdade. Eu gostei de briga(mesmo que já tenha levado advertência da escola por bater em uns otários), mas eu não arredaria o pé pra ele, se ele quisesse porrada, iria encontrar

Me desvencilhei dos meus pensamentos e, lentamente, saí da mansão e voltei para o dormitório pra tirar um cochilo. Foi um bom descanso e só foi interrompido por um bater em minha porta. Droga.

— Quem é? — Indaguei sonolento

— O papai noel — Só podia ser a May

— Tá com o taco de baseball que eu pedi três anos atrás!

— Abre logo!

Me levantei e fui até a porta para abrir a mesma

— Daqui a duas horas é o almoço, bobão — May carregava um caderno

— Tá de sacanagem que você me acordou duas horas antes do almoço?

— Dorminhoco — Disse May rindo e invadindo meu quarto

— Você tá muito ousada

— O que é isso? A gente já é quase irmãos — Ela brinca indo até meu computador

Ri. Fechei a porta e voltei para minha cama, me sentando na mesma

— Caramba, você ri. — Disse May com um falso espanto

— Ainda sou humano

— Tecnicamente não — ela riu

May abriu o programa de escrita do computador e logo depois o seu caderno

— Quê que você tá fazendo? — Indaguei

— Passando o conteúdo de hoje para o seu computador, ué — Respondeu ela, sorrindo

— Não, não quero abusar da sua gentileza — Me aproximei dela e fechei seu caderno — me fala qual foi o conteúdo e eu pesquiso por conta própria

— Olha só, não parece o garoto grosseiro de ontem

— Eu nunca fui grosseiro — Suspirei — Só me fala logo o que eu tenho que estudar

— Tá bom — May suspira derrotada abrindo seu caderno — Anatomia draconiana. Começamos estudando apenas o sistema respiratório dos dragões.

— Dragões... Saquei.

— Se quiser ajuda pra estudar

— Não precisa. Obrigado — o "obrigado" saiu através de um sussurro

— O quê?

— Nada — respondi

— Você é estranho, Ash

— Olha quem fala

— Hehehe — ela me mostrou a língua

Me deitei em minha cama, encarando o teto

— Você é fofa — Escapou dos meus lábios em um sussurro

— Oi?

— Nada

— De novo? — Ela riu, mexendo no computador

— Pois é, de novo — Virei meu rosto.

— Isso é falta de abraço — May se levantou sorrindo

— Não, não é

— É sim! Vem cá — Ela pulou na minha direção

— Ahhh! — Rolei para fugir do ataque fofo da garota e acabei caindo da cama

— Desastrado — Ela riu me ajudando a levantar

— Não sou, a culpa foi su-

— Abraço! — Fui interrompido por um forte abraço de May.

— Me solta! — Disse embriagado com o doce aroma de May tomando conta das minhas narinas

— Não! — Ela continuou me abraçando.

Sendo apertado por May, sua pouca altura ficou ainda mais evidente. Ela ficou na ponta dos pés e colou sua bochecha na minha

— Muito carinho! Eu to passando mal — Disse tentando me livrar do abraço de urso

Ouvi uma risada maligna de May, que logo perdeu o equilíbrio e caiu, me derrubando. Acabei sendo o amortecedor da queda da garota, que riu ainda mais.

— Deixa de ser rabugento!

— Não sou rabugento — Disse baixo, um pouco incomodado com o fato de May estar em cima de mim

— É sim — Ela se levantou e sorriu — Mas eu vou mudar isso, ou não me chamo May Haruka! — Ela mostrou seu polegar, sorrindo determinada

— Vai sim, com certeza — Não fiz questão de esconder a ironia na minha voz

— Está duvidando!? Quer outro ataque carinhoso da May?

— Não! Eu estava brincando — Disse com as mãos para o alto em sinal de rendição

— Hehehe — Ela voltou a mexer no meu computador

Quem bonitinha, nem parece que tem a força de quatro mamutes usuários de anabolizantes.

Continua...



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