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História O filho do caseiro - Jeon Jungkook (Fanfic Universitária) - Capítulo 11


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Capítulo 11 - É difícil me afastar quando você precisa de mim



Mantenho o equilíbrio entre segurar a carga de livros em uma mão e segurar meu celular com outra, andando naquele corredor onde transita vários jovens no momento.

— Vou te enviar um link, não abra! Com o tempo que você demorou para ter acesso à casa Sigma, montei um site de fachada que contém um servidor Malware. Você simplesmente vai achar o computador do presidente da casa, vai acessar o site nele e só. Vai estar instalado o vírus hacker. — explica o Joaquim enquanto encaixo o telefone entre o ombro e a orelha para conseguir abrir a porta do dormitório.

— E como eu vou saber qual é a sala e mais, a senha? Não acho que o computador que talvez tenha na sala do presidente esteja livre. — entrei dando de cara com Judite que faz suas unhas do pé em cima da minha cama.

Jogo os livros no colchão e seguro o celular novamente.

Vou mandar um conjunto de senhas que elaborei, tenho amigos que são muito bons nisso.

— Certo, eu vou dar um jeito. Quer mais alguma coisa? — perguntei olhando diretamente para o outro lado do quarto onde está Dorothy escolhendo um vestido.

— Ah, assim que tiver feito o que pedi, me ligue. — fez a última exigência e eu desliguei primeiro.

— Não quer se arrumar comigo, Aby? Vai ter uma festa a fantasia na casa de fraternidade do Jimin. — anunciou toda contente. Judite era daquelas que faziam a merda e ficava como se nada tivesse acontecido depois.

— Tenho coisa melhor pra fazer… Aliás, Dorothy, quer ir comigo em uma sessão de filmes? Não vai ter festa, bebida e nem nada do tipo. — chamei a moça que ergueu seu rosto até mim e suspirou.

— Filmes de terror? Não obrigada, Abigail. Tenho um culto pra ir hoje. Adorar ao único que merece, nosso senhor Jesus. — vestiu a roupa escolhida por cima de sua toalha por ser tímida perto de nós.

— Que horror, isso sim é um filme de terror. Passar o Halloween na Igreja. — brincou a Judite terminando de pintar as unhas e tirando aquele pé de vespa trinta e nove do meu lençol.

Bom, pelo menos tentei chamar a Dorothy, ela não quis, não pude obrigar. Lavo as minhas mãos, Hoseok.

— Tem certeza que quer passar o Halloween assistindo filmes? Urgh. — a latina erijiu seu corpo andando até o guarda-roupa compartilhado.

— Prefiro, do que ficar perto do tipo de pessoa com quem você anda ultimamente.— silibei tão delicada quanto um coice de mula.

— Ok… E, Aby pode me emprestar a sua jaqueta? Achei ela tão linda. — puxou a jaqueta com mangas matelassê que meu pai trouxe de uma de suas viagens. Foi extremamente cara.

— Até quando vai continuar usando as minhas roupas pra fingir ter um padrão de vida que não tem? — me aproximei pegando uma jaqueta de material ruim de sua repartição.

— Não posso usar essas coisas. — expressou com certo nojo.

— Tenho certeza que seus pais se esforçaram muito assim como meu para comprar essas roupas pra você. Então use o que é seu apartir de agora, porquê eu não vou ser cúmplice das suas mentiras. — peguei a minha jaqueta cara de volta. Eu me senti um pouco mal por estar sendo dura e uma péssima pesssoa, no entanto não eram as roupas emprestadas que era o problema e sim no tipo de pessoa mentirosa que eu estou ajudando a enganar outras pessoas, por mais que eu as odeie.

— Pensei que fosse minha amiga, Abigail. — me dardejou com o olhar.

— Faça e pense o que quiser, só não quero fazer parte disso. — encarei a morena que me olha furiosa, ela pega sua jaqueta e uns sapatos vestindo-os.

Depois de passar um batom muito rapidamente, ela saiu do quarto toda revoltada parecendo que eu tinha feito algo de ruim pra ela, porém estou com a consciência limpa meu amor. Apesar de em poucos meses o lugar onde divido com as duas estar virando um campo de guerra, ainda tenho esperança de que isso tudo seja momentâneo.

— Ficou boa a dissertação? — perguntei a Doroh sobre o trabalho que entreguei a ela. Cumpri com a minha palavra.

— Sim, muito boa, Abigail. — disse simplista terminando de se arrumar.

— Se quiser ir ver a sessão de filmes depois do culto é na casa de fraternidade Sigma. Tem no mapa.

— Quem sabe. — transpareceu certa chateação, pegou sua bolsa e também saiu pela porta.


A casa esta bonita, bem decorada no clima de terror e há várias pessoas entregando os bilhetes especiais para um rapaz que guarda a entrada. Me aproximo da fila e sou barrada bem na porta, basicamente ser eu é; nunca ser convidada pra nada e por ninguém. Invadir festas era a única coisa que sei fazer.

— Sou convidada do Hoseok. — disse ao carinha que observou cada centímetro meu.

— Dorothy e Abigail? — pegou um bloco de notas do bolso da bermuda.

— Sou a Abigail, a outra garota não pode vir.

— Ah sim, pode entrar. — liberou e eu passei a seguir uma outra fila de pessoas que caminham a mando de um rapaz que distribui cobertores, óculos 3D, almofadas e um balde de pipocas. A medida que as pessoas vão indo pra área onde o filme vai ser exibido ao ar livre, posso conferir que o homem das pipocas é o Taehyung. Chega na minha vez e ele sorri entregando-me tudo o que é necessário para que eu possa ficar bem durante toda à noite.

Com o balde de pipocas na mão, coloquei os óculos e assim que vi o Hoseok em uma das últimas fileiras, sentei-me bem ao seu lado.

— Não conseguiu convencer ela… — disse ele em tom dramático. 

— Não posso obrigar, ela tinha culto hoje na Igreja, mas… Também não descartou a possibilidade de vir mais tarde. — peguei o Milkshake de sua mão e dei uma sugada no canudo. Hum… Morango.

— Pelo menos você tentou. — esticou os lábios horizontalmente.

— E muito. — adicionei. — Vai tomar o resto? — perguntei apontando pro seu milkshake.

Sai, Aby. — esquivou-se.

A sessão se iniciou com filmes clássicos de princípio, porém como anunciado no telão teria uma sequência de filmes atuais terror. Começou com a saga mais clássica, Halloween com o temivel Michael Myers, passando para Psicose, Jason, Pânico e A hora do Pesadelo. Estava tudo muito gostoso, o balde de pipoca sendo reabastecido sempre pelos donos da casa que passavam por ali de hora em hora e o cobertor quentinho me envolvendo para me proteger daquele medo que vinha na boca do estômago. Mas, quando o Hoseok finalmente dormiu e estava quase caindo em cima de mim, me lembrei do porquê eu estou naquela casa.

Tiro os óculos, me descubro e saio de quatro para não atrapalhar a visão de ninguém, pena que o próximo filme seria A Freira e infelizmente não poderia ver os a outra sessão de filmes mais novos.

Entro na casa de fraternidade e a primeira coisa que confiro são as horas. São quase duas da manhã. Como lá em cima havia apenas quartos e banheiros, resolvo procurar na parte que estou. Havia alguns corredores, porém não preciso me esforçar muito para achar uma sala com uma porta larga e alta. A empurro e ela abre suave, trato de fechar por detrás de mim.

A primeira coisa que os meus olhos detectam instantaneamente é um Imac de última geração por cima da mesa de escritório, ando até a cadeira onde me sento e abro meu smartphone para tentar as senhas que o Joaquim me enviou. Uau, são cinquenta senhas. Tento, uma, duas, cinco, trinta e na quadragésima terceira acerto quase dando um pequeno gritinho de vitória. Feito isso - que jamais pensei que fosse tão fácil de fazer - invado o navegador acessando o link que o Joaquim me mandou. E de repente o mesmo desliga ao entrar na página, aparece vários números rapidamente em um fundo preto ao reiniciar e volta normalmente. O Malware provavelmente está operando há uma hora dessas.

Levanto-me com o sorriso da vitória ainda, na verdade, Joaquim Swan era um gênio que nem precisava estar presente para ser o melhor hacker. Ele usou uma acéfala como eu e deu certo. Eu podia ser corajosa e sagaz, mas nem chego aos pés de sua genialidade maligna.

Travo a porta assim que saio, passo pela área da piscina pegando um atalho para voltar a sessão de filmes como se nada tivesse rolado, antes paro em frente a piscina lembrando de ligar para o Joaquim que devia estar acordado há uma hora dessas esperando eu concluir a tarefa de que me encarregou.

Tento uma, duas, três vezes. Só cai na caixa postal.

— Como quer que eu te avise se você não atende? — dei uma bronca no celular, ata, Joaquim iria ouvir super!

— Não esperava te achar,  Abigail Melnik. — uma voz feminina soou e eu virei-me de frente para a dona desta. É uma morena, alta, muito bonita e usa um moletom da Zeta. Uma garota da Zeta sem ser a Lolla falando comigo e sabendo meu nome e sobrenome? Dia de surpresas, jovem.

— Quem é você? — meu cérebro ainda processava na velocidade padrão de 0.5.

— Não importa, mas eu achei muita coragem a sua ter vindo aqui. Estava louca pra saber quem era a famosa Abigail que tirou o meu Jungkook da minha festa. — o nariz empinado foi em direção ao céu, com as mãos no bolso a mesma aproximou-se. O egotismo (quem usa exageradamente pronomes possessivos) mandou lembranças pra filha dele.

— Ah, seu Jungkook. — ironizei e me aproximei desta que caminha pra mais perto de mim. — Na próxima vou conferir melhor se tem seu nome escrito em algum lugar do corpo dele. — ok, o meu maior defeito sempre foi ser corajosa demais pra tudo. Muito raro eu não ser desbocada com alguém ainda mais aquele tipo de alguém.

— Como se você tivesse acesso… O Jeon nunca foi de pegar qualquer porcaria, me surpreende demais ele ter saido com você. — provocou me cercando, ela parecia uma tubaroa tentando me intimidar. Mas já aprendi muito cedo que pra espantar tubarões basta dar um soco no nariz, quem sabe não seria a hora de eu usar essa preciosa informação do curso de prevenção de acidentes e ataques.

— Quer saber, pense o que quiser ou melhor, pergunte pra ele já que você tem acesso o suficiente, porquê é muita insegurança ficar tentando me interrogar desse jeito. — rebati firmemente.

— Insegurança vai ser o que você vai ter se não sair de perto dele. — estufou seu peito levando-me para a borda da piscina. Ela vai fazer o quê? Me dar uma "tetada". Pelo amor, era só o que me faltava, uma mal amada vir discutir comigo por causa de macho.

Eu juro que tinha visto ela em algum lugar, entretanto a minha memória não é muito boa pra guardar nomes e rostos ao mesmo tempo - ou é um ou outro.

— Isso é só um conselho. — continuou e fez o que eu imaginava que faria: Me empurrou com toda força dentro da piscina usando aquelas tetas de vaca leiteira.

Entrei na água fria como uma âncora, voltei a emergir me apoiando nas laterais da piscina - por sorte cai na parte menos profunda. Coloco o celular primeiro tentando salvá-lo e a vadia pra "jogar a pá de cal" por assim dizer, pisa na tela com seu tênis de cano alto super caro. Assisto o meu celular sendo esmagado e pisoteado há centímetros do meu rosto.

— Acho que é melhor ficar longe porquê duvido que você vai querer me conhecer. — finalizou com ar de superiodade, meu corpo está queimando de raiva e eu juro, juro que isso não vai ficar assim.

Saí da piscina complemente encharcada e puta com a tal garota, tanto que pensei em mil maneiras de matá-la enquanto ando pela casa a procura de um banheiro para pelo menos torcer as minhas roupas.

Abigail, não sabe quê para nadar tem que tirar as roupas primeiro? — o Taehyung surgiu em um tom brincalhão.

Ha, ha... Você pode me dizer onde fica um banheiro? Não posso ficar assim. — espirrei com a entrada de uma corrente de ar fria que passou pelas minhas vértebras.

— Melhor ainda, vai no meu quarto e veste uma outra coisa. — sugeriu olhando-me de baixo à cima.

— Sério?! — perguntei alegre. Subimos o lance de escadas e ele abriu a porta do seu quarto.

— Acho que essas camisas velhas vão te servir. — abriu uma gaveta de sua cômoda e me jogou umas três camisas escuras. — Usava antes de começar a malhar e acho que, apesar de ficar um pouco larga, vai ficar melhor do que as minhas. — continuei segurando as mesmas e movi um olhar de "Você não vai sair?".

— Então... Vai querer me ajudar ou posso ter um pouco de privacidade? — tossi em seco sorrindo.

— Se quiser uma ajuda... — riu. — Tô' brincando, fique avontade. Eu vou estar ali no corredor. — saiu e fechou a porta logo em seguida.

Me despi das minhas roupas antigas, inclusive do sutiã e vesti as três camisas, porém escolho a mais longa do Taehyung que mesmo intitulando-as como as menores que ele tem, o rapaz é bem mais alto, o que deu a impressão de que estou com um vestido que marca nos joelhos.

Antes que eu saísse do ambiente, ouço o Taehyung conversando com alguém em frente a porta e espero um pouquinho.

Você é o melhor amigo dele deveria ir. — reconheci a voz do Namjoon. De quem eles estão falando, hein?

— Sempre é isso, ele não é uma garotinha. Deixa o Jeon se virar. Porquê eu devo ir lá descascar esse abacaxi? Não sou psiquiatra pra resolver os problemas que ele tem. — rebateu o Kim abafando a voz. Colo o ouvido na porta.

— Ele tá' no lugar de sempre. Só acho que a gente deveria ver se ele está bem pelo menos. Eu também não suporto dramas, mas ele é nosso irmão. — insistiu o outro.

— Pra quê? Você sabe que nessas semanas ele fica estranho. Não tô com a mínima paciência pra aguentar drama de homem crescido. Ele que enfrente isso sozinho, a última vez que fui na boa falar com ele, o Jungkook quase me bateu. — se exaltou.

— Dessa vez nem agressivo ele ficou… Muito… Porém, não pode descartar que como amigos deveríamos fazer algo. Eu não posso porquê prometi voltar pra casa para passar essa semana com o meu filho, agora vocês sim deveriam se mover. — avisou o Namjoon e depois que a conversa sobre o Jungkook cessou, abri a porta com as roupas molhadas em uma mão e ele me recebe com uma expressão pouco receptiva. 

O Namjoon passa por mim e entra no seu quarto.

— Vou colocar na secadora pra facilitar sua vida, ok? — sorriu o Kim disfarçando e pegando as minhas roupas.

— Posso ir com você? — indago.

Ele aceita e vamos para a lavanderia que fica próximo dos quartos. Ele abre a secadora e coloca minhas roupas ali dentro. Me encosto na maquina de lavar enquanto o observo, não me aguentando para perguntar sobre o Jungkook. Claro; pura curiosidade.

— Eu ouvi um pouco da sua conversa com o Namjoon sem querer, e... Aconteceu alguma coisa com o Jungkook?

— O de sempre, ele fica todo sensível como uma garota na TPM no fim do ano. — revirou os olhos o Kim, encaixando os braços entre si.

— Tem algum motivo? Claro, se não quiser me dizer tudo bem. — encarei-o.

— Não faço a mínima idéia, ele nunca me disse nada e quando eu digo nada é que a probabilidade de alguém perguntar e levar um soco do Jeon, é alta. — de fato, Taehyung pouco se importava na real.

— Difícil... E por onde ele anda uma hora dessas? Se quiser eu posso checar como ele tá' pra você não perder o seu tempo, já que foi tão legal comigo. — inverti o jogo.

— Faria isso? O Jungkook deveria ter uma namorada pelo menos nessas horas pra aguentar esses dramas dele… Não somos bons em lidar com esse lance de... sentimentos. — a secadora terminou o seu serviço e ele me devolveu as peças já secas.

— Só basta me dizer onde ele está e eu cuido pra que ele não faça nenhuma besteira. — vesti a calça ali mesmo.

— Eu te levo até lá porquê não é fácil  de se achar por não ser dentro da Universidade… Enquanto isso, vou ficar ali no corredor, não quer que eu fique aqui, né? — coçou atrás da orelha e saiu da lavanderia.

Assim que retornei para as minhas roupas, voltei a encontrar o Taehyung que me explicou a espécie de lugar onde o Jungkook costuma se refugiar pra passar seu tempo sozinho as vezes - Pelo menos ele acha que ele esteja lá.

Saímos pelos fundos em busca do paradeiro do Jeon, ok, eu prometi pra mim mesma que iria ficar longe? Sim, mas isso não é nos "aproximar" dele Abigail, é apenas checar uma situação pra retribuir um favor. Podemos estar estar mentindo pra gente? Sim, porém é só um favor. A primeira grosseria e eu volto pro carro do Taehyung e não falamos mais disso dona Aby.

— Tem certeza que é aqui? — o Kim destravou a porta automática e eu saltei do carro. Havia uma moto azul em frente há um apartamento em uma zona nobre do Brooklin. Uh, aquele era o lugar do Jungkook se isolar. Eu queria me isolar ali, tipo todos os dias ao invés de dividir o quarto com duas pessoas e o banheiro com outras muitas.

— É o Loft dele. — Não, não poderia ser esse endereço. O Jungkook disse que o pai dele tinha aberto um "negócio", porém não um negócio que daria o luxo dele ter um lugar específico até pra chorar.

— Quer que eu te espere? — indagou implorando pra que eu o liberasse.

— Eu pego um metrô depois... — sorri morrendo de medo por dentro, sorte que estou na cidade que nunca para e não estaria sozinha nos transportes.

O Taehyung acelerou seu carro e se foi. Engoli o meu orgulho, fechei os olhos de leve por segundos e respirei profundamente, então tive coragem para chamar o interfone. Apertei o botão da chamada mais uma vez e ninguém me respondeu.

— Droga… — meu celular estava estilhaçado, tinha perdido meu precioso tempo e quase a minha dignidade procurando o Jungkook que iria me xingar de mil nomes se me atendesse. Dignidade te mandou lembranças, Aby.

Cruzo os braços e encosto minha cabeça no interfone.

— Eu não deveria estar aqui, mas a Abigail é uma idiota que agora virou capacho de todo mundo. Idiota, idiota. O Jungkook deve estar em uma farra pegando alguém e se aliviando e eu tô' aqui nesse frio, com fome e sem carona só por ser uma palhaça com PHD em burrice, quer saber, que ele se foda, que vá tomar no centro do…

Inesperadamente para o meu alívio ou não, o Jungkook abre a porta do Loft, ele está sem camisa e com uma carranca de poucos amigos. Dou um sobressalto ao ter a surpresa de vê-lo, não posso esconder o meu sorriso.

— E então… Você tá' bem? O Taehyung pediu pra eu vir aqui. Seus amigos estão preocupados… — não disse uma mentira completa. Esperei sua resposta, o Jungkook estava com os olhos marejados, uma postura cansada e por baixo daquelas tatuagens havia um coração dolorido só de analisar o seu olhar.

— Sim, estou bem. — sua voz está embargada, ele segura a maçaneta para fechar a porta mas eu me aproximo dele ficando há um palmo. — Já tem sua resposta, estou bem. Pode ir. — desfez o contato visual olhando para os pés.

— Eu sei que pensa que ninguém se importa com você, mas eu por mais que não seja a pessoa mais indicada, tô aqui por você. — fechei rapidamente os olhos esperando um "Não preciso de você", ou um "Cai fora logo". Todavia nunca o vi tão vulnerável como naquele momento. Parece que suas  energias estão escassas até para brigar ou se irritar com a minha presença. — Se quiser só uma companhia pra não ficar sozinho… — sugeri dando um passo pra trás e o Jungkook me olhou, respirou e abriu a porta por completo.

— Tudo bem. — Oi? "Tudo bem" abduziram o Jungkook, não é o mesmo.

Com sua permissão entrei no seu Loft. É bem organizado a parte tanto de baixo quanto a de cima, a sala unida a cozinha é bem confortável. Mas ao me sentar no sofá noto de pronto uma garrafa de vodka encostando no meu pé, a pego colocando-a em cima da mesa de centro. Jungkook havia subido para o mezanino e não demorou para voltar vestindo uma camisa para o meu desprazer.

E agora que ele está vindo até a sala, só me bate o questionamento de como ele iria agir e do porquê me deixou entrar… Tomara que Dorothy tenha me incluído nas suas orações de hoje.


Notas Finais


Deixe seus comentários❣❣❣

Eis que a Aby e o Jeon ficam sozinhos:

Façam seus memes kkkk morte ou mete?


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