História O Filho do Delegado - Capítulo 6


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Categorias Originais
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Palavras 588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Uma Babá


Agora são exatamente, 02:54 da madruga. Estou dando mamadeira pra coisa. O Thom e a Liz se deram super bem. Já shippo com todo o coração Thombeth.

☆☆☆☆☆

Acordei oito e meia da manhã e fui preparar MEU café. Estava lá eu, cantando enquanto a água fervia com o pó do café, até que recebo uma mensagem do Sam, um amigo meu:

*conversa on*

Sam: Hey piranha

Eu: Diga pirarucu

Sam: Festa hj lá na casa do Matt

Eu: Vc disse... festa?

Sam: E com mt bebida

Eu: A D O R O

Sam: Te vejo lá então

Eu: É nóis maluko

Sam: É nóis vadia

*conversa off*

- FESTA!!! - gritei animada - MERDA!!! 

Gritei desanimando. Tem a coisa pra cuidar.

- LIZ! - chamei ela - CONHEÇE ALGUMA BABÁ?

- NÃO! - respondeu gritando - PERGUNTA O PESSOAL DA DELEGACIA!

- VALEU! - gritei e fui pegar minhas chaves - TÔ INDO! QUALQUER COISA ME LIGA!

- FALOU! - gritou de volta -

Sai com uma tora de pão puro na boca, rumo a delegacia. Cheguei lá e fui cumprimentando todos.

- Hey Soph! - ela acenou - Conhece alguma babá pra tomar conta da coisa?

- Se quiser eu posso ficar com ela, Encren... - a interrompi -

- Não Soph. Você já me ajudou ontem, não quero lhe preocupar - ela sorriu - Conhece?

- Não. Desculpe. - agradeci e sai -

Fui até a sala do Sr. Smith e fiquei escutando a conversa.

- Ah! Você fala da Chloe! - disse o delegado - Bom... o pai dela separou da mãe quando ela tinha apenas oito anos. A mãe não se importava tanto com ela, então se revoltou. Mudou pra casa da tia aqui mesmo em Portland e virou um problema na escola. Com seus treze anos, veio parar aqui pela primeira vez. 

- Nossa... - disse outro homem - Tenso.

Foi em 08/07/2014 que vim aqui pela primeira vez.

- Oito de julho de dois mil e quatorze. - disse por fim Sr. Smith - Eu sei que ela é uma menina diferente, e que só age assim por não saber como é ser amada. Mas eu sempre digo e vou dizer: ela tem à mim e o pessoal daqui da delegacia. Eu gosto muito dela, como uma filha. Sempre que alguém daqui precisa de algo, ela aparece pra ajudar. Sabia que foi ela quem ajudou a pintar a delegacia, quando a prefeitura não serviu pra nada? - ele riu de leve - Aquela foi uma ótima tarde. Aquela é uma menina muito especial, e que precisa saber urgentemente dissom

- Hum... - respondeu o outro homem - Eu já vou indo, pai...

Pai??? 

- Está bem, Dylan. Até.

Sai correndo pra não ser descoberta, e quando a porta fechou, cruzei o corredor. Passei por ele, que sorriu e eu retribui.

- Toc. Toc. - falei - Posso entrar?

- A delegacia é sua! - rimos - Que milagre ver a sta. por aqui sem algemas... O que deseja?

- O número de uma babá, e o do seu filho, por favor. - seu rosto ficou sério mas depois ele riu - 

- Babá... Tome.

Ele me entregou um papelzinho escrito um número, mais o nome Margot

- E o do seu filho? - perguntei -

- Ah, sim! - sorriu travesso e me entregou outro papel -

Esse estava escrito...

- "Vá trabalhar!"??? - ele riu -

-  Sim. E até mais, Chloe! - ele me empurrou até a porta -

- M-mas... - não deixou eu terminar -

- Beijos, Encrenca! - e fechou a porta em minha cara -

- Você me paga, Harry... Você me paga.

☆☆☆☆☆

Cheguei em casa e fui tirar um cochilo depois de dar papinha pra Emma.




Notas Finais


OI PIPOUS! Demorei? Demorei! MAS TROUXE UM CAPÍTULO NOVO! Desculpe pelo tamanho, mas é oq temos pra hj, sorry. Queria agradecer os comentários, falando q entendem o pq de eu n postar um capítulo novo e q a família vem em primeiro lugar. OBRIGADA MEXXXMO!!! Vcs conquistam cada dia mais um pedacinho no meu coração! Obrigada e sorry pela demora e pelo tamanho! AMO VCX!!!


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