História O filho do meu padrasto - Parte 2 - Capítulo 54


Escrita por:

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Amor, Harry Styles, Hot, Justin Bieber, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Nina Dobrev, Romance, Zayn Malik
Visualizações 1.199
Palavras 2.913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 54 - Capitulo 53


Zayn on

- Aqui estamos! – eu disse quando parei em frente ao prédio de Nicolle.  Era pouco mais de nove da noite. Ela tinha me levado para conhecer a gastronomia do outro lado da cidade. Confesso que sempre estive muito preso a Manhattan e a novidade me surpreendeu positivamente. 

- Você devia ter bebido um pouco, tive a impressão de que só eu me diverti. – ela reclamou, mas seu sorriso era nítido, estava solta e alegre.  

-Garanto que é só  impressão. Eu me diverti pra caramba. – sorri pra mostrar – Se eu tivesse bebido não te traria pra casa em segurança. – era uma desculpa,  eu não era tão prudente assim. Apenas estava tentando não perder o controle de mim mesmo. 

- Combinado então, da próxima vez nos iremos  pegar um táxi. 

- Fechado. 

Houve um breve silêncio, e então...

- Você quer subir? – ela perguntou – Posso te oferecer um chá. Vocês britânicos gostam de chá, não? Eu tenho uma infinidade de chás, preto, Verde, branco... Meu pai diz que eu sou a louca dos chás. 

Em questão de segundos eu imaginei a coisa toda em minha cabeça. Um simples chá que terminaria em sexo selvagem no sofá da sala, talvez na mesa da cozinha. 

A ideia me atraia? Não sei ao certo. Um pouco talvez. Mas definitivamente eu não estava preparado para as supostas cobranças que poderiam vir se eu me empurrasse entre as pernas dela. 

Nicolle claramente era uma típica namorada, ela teve apenas três relacionamentos na vida e todos foram duradouros, algo me dizia que ela não encararia com naturalidade o sexo casual. E  sexo sem compromisso era tudo que eu podia dar a ela. 

-Fica pra outra vez, eu... – Porra, que se situação! - ... eu tenho um compromisso amanhã logo cedo e...

- Ah, tudo bem. – ela disse rapidamente é um pouco sem jeito. 

- A gente pode marcar de sair outro dia. – complementei, eu estava sem jeito em da um fora em alguém tão legal. 

- Certo! Então...- Nicole disse como se tivesse acabado de se lembrar – Vai ter um leilão para caridade, minha mãe é a organizadora, você gostaria de ir comigo? – antes que eu respondesse ela completou – Eu sei que pode parecer chato, porém mais chato ainda é aparecer sozinha a esses eventos. – ela sacudiu a cabeça e fez uma careta, provavelmente se lembrando de algo ruim.

- Quando vai ser? 

- Sábado que vem. 

Pensei um pouco, eu estaria livre no sábado, não me custava nada ser legal. Nicole vinha me ajudando muito com meus problemas, mesmo que ela não soubesse disso.  Ela era divertida, feliz, e eu... Bem eu estava usando ela pra fingir que estava tudo fodasticamente bem na minha vida. Por hora estava funcionando. 

 

- Beleza, eu vou com você. 

- Ai, jura? – Nicole sorriu – Não sabe o favor que está me fazendo. – ela  agarrou meu pescoço em um abraço desajeitado, demorou alguns segundos até que ela me soltasse lentamente, com a ponta dos dedos ela tocou meu rosto e fez uma carícia em minha barba, seus olhos encontraram os meus e ela estava com aquela cara de quem queria me beijar. 

Ca-ra-lho! 

Sua boca se aproximou e sua mão puxou o meu pescoço, eu não fiz nada pra impedir, talvez aquilo fosse bom pra mim, talvez me curasse da porra da dor, do vazio que eu sentia por dentro. Como eu podia saber se eu não tentasse.

Nos beijamos. E foi estranho. Talvez porque já tinha um tempo que eu não beijava ninguém. Talvez porque eu tinha me adaptado ao beijo da Lauren, e por muitas vezes eu pensei que a boca dela seria a única que eu beijaria pelo resto da minha vida. Não sei porque raios me senti assim, mas aquele beijo nem de longe foi arrebatador, não tinha paixão, não tinha nada intrínseco, foi só corpo, mas  isso não impediu que o meu pau ficasse duro. Ele tinha vida própria, claro que ele queria foder  alguém, e claro que ele queria foder  alguém  como a Nicole. 

Ela teria continuado, mas eu me afastei sutilmente. 

Ela começou a falar toda sem graça. 

- Você não gostou de eu ter te beijado, não é? Me desculpe Zayn,  eu... 

- Não, tudo bem, eu...

Fizemos um breve silêncio constrangedor. Nunca tinha vivido uma situação assim. 

- Eu vou entrar a gente se fala depois. 

Eu a segurei antes que abrisse a porta.  – Espera. 

Ela me olhou, esperando que eu falasse, mas eu não sabia o que dizer. 

Eu não era do tipo que abria o coração facilmente. Estava destruído, mas preferia fingir que estava tudo bem. 

-Não é nada com você, tá? É só que... bem, acho que não é o momento. – eu disse e ela assentiu. – Eu te ligo. 

- Tá bom. E sábado, continua de pé? 

Sorri um pouco. -Claro. 

Dei um beijo em seu rosto e ela se foi. 

Dirigi para casa, evitando pensar no acontecido, evitando pensar em qualquer coisa que estivesse relacionada a minha vida sexual e amorosa. Ao invés disso pensei no trabalho, nas minhas conquistas mais recentes, pelo menos profissionalmente eu estava melhor do que antes.

Quando entrei no elevador eu lembrei do celular, já fazia algum tempo que eu não o checava. Quando olhei na tela meu coração acelerou, dentre as chamadas perdidas estava um contato que eu não esperava “ Minha princesa” estava escrito.

 É, a Lauren tinha me ligado, três chamadas perdidas pra ser mais exato. 

A porta do elevador se abriu e eu me forcei a sair. Quando passei pela porta do apartamento  ainda olhando para o celular, Liam pulou do sofá e veio em minha direção dizendo. 

- Ei  cara, você sabe qual é a finalidade de um telefone móvel? É para que as pessoas te encontrem onde quer que você esteja. 

Eu me joguei no sofá, desconfio que a minha cabeça não estava funcionando bem, devido ao fluxo intenso de pensamentos e emoções, mas respondi mesmo assim. 

- Já te passou pela cabeça, que talvez eu não quisesse ser encontrado, Liam?

Ele sentou em minha frente e me olhou.

- Você falou com ela? 

Eu desconfiava de quem ele estava falando, mas quis confirmar.

- Com  ela quem?

- Com a Lauren, ela te ligou, não é?

- Como você sabe? Você não foi ligar pra ela é falar da minha vida...

- Claro que não. – Liam falou rápido. – Ela me ligou, porque não conseguiu falar com você. 

Lauren ligou para o Liam? Isso me deixou preocupado. 

- E  o que ela disse? Aconteceu alguma coisa? Ela estava bem? 

- Acho que sim, não dá saber. Eu não seria a pessoa que a Lauren contaria qualquer coisa, mas se ela te ligou, deve ser importante, não? Não vai ligar pra ela? 

-Não sei. – respondi inseguro.  Meu primeiro impulso foi de ligar de volta, mas por algum motivo me segurei.  – De qualquer forma é madrugada em Londres, ela deve estar dormindo. E é o que eu vou fazer também. 

Me levantei e caminhei em direção ao quarto, mesmo sabendo que eu não iria conseguir dormir enquanto não falasse com ela.

Me tranquei em meu quarto, tirei a roupa e me joguei na cama. Pronto, todo  aquele lance de evitar pensar foi para o ralo, Lauren estava lá na minha cabeça maluca, em meu coração apertado, ela estava lá em cada canto da droga daquele quarto, como um fantasma. 

Não havia nada que eu pudesse fazer para tira-la de mim, eu sabia o quanto havia tentado, caralho.  Abri a gaveta do criado e peguei algumas fotos. Enquanto eu olhava cada detalhe da imagem impressa dela, eu não consegui me conter, e comecei a chorar. Eu não me permitir derramar uma lágrima desde que ela se foi, eu guardei tudo, mas então, naquele momento, estava insuportável, não dava mais pra fingir que eu não me importava, eu devia ter aceitado o convite da Nicole, pelo menos eu estaria gozando ao invés de chorando,  mas pelo jeito eu preferia fazer papel de troxa. As lágrimas não paravam de descer, elas  escorriam, e o meu peito descia e subia agitado, o meu nariz estava entupido e  mal conseguia respirar , eu não conseguia parar, estava doendo , e então, depois de um tempo me acalmei e senti um alivio. 

Mas a pior parte ainda estava por vir, era falar com ela, era ouvir aquela voz que fodia  comigo. Talvez ela só queira reforçar o quanto eu ferrei com a vida dela, o quanto ela estava bem antes de eu aparecer, o quanto seu ex era melhor que eu... 

Porra, lembrar disso ainda me deixava puto. 

Algumas horas se passaram, acho que devo ter contado cada minuto. Queria esperar mais para não parecer tão desesperado, mas foda-se, o que quer que fosse que Lauren queria falar comido, eu não ia ter paz enquanto não soubesse. 

Já era manhã em Londres, eu já não podia me controlar quando apertei para chamar. A cada  toque meu coração acelerava  mais. 

Porra, se ela não atender logo vou ter um ataque cardíaco. 

Continuei tentando, e então desisti. 

Eu não sei se eu estava aliviado ou frustrado, no mínimo confuso. 

Comecei a pensar no porque dela não ter atendido, então o celular vibrou em minha mão. 

“Minha princesa” brilhou na tela.

Uma puta ansiedade me atropelou,  sentimentos me atingiram novamente. 

Puta merda, atende logo essa porra, caralho.  Disse a mim mesmo.

-Hey! – atendi hesitante. 

-Oi. – ela disse meio sussurrado. 

Eu senti falta daquela voz, nem eu imaginava que era tanta, novamente estava nervoso, minha boca secou e meu coração começou a pirar. 

Precisava me controlar. Respirei fundo e comecei. 

-Você queria falar comigo? Quando vi sua ligação já estava tarde pra retornar, por isso esperei amanhecer. Te acordei? Você pode falar agora?

Ela fez uma breve pausa, suspirou e com a voz chorosa disparou...

- Eu... eu sinto sua falta. 

Eu não esperava ouvir aquilo, fiquei surpreso e confuso, achava que tinha ouvido demais.

-O que disse? -questionei, pedindo internamente para que ela repetisse a mesma coisa. 

Ela se calou, mas percebi que estava chorando silenciosamente.

-Lauren, fale comigo, o que aconteceu? 

Ela queria me matar ou que? Saber que ela estava naquele estado me fazia querer pegar o primeiro voo. 

- Fale comigo. -pedi outra vez. 

-Estou com problemas. 

Eu realmente era um  trouxa, porque gostava do fato dela recorrer a mim e não a outra pessoa.

- Alguma coisa com a Cloe? – foi a primeira coisa que me veio a cabeça.

Já mais calma ela respondeu. – Não, minha mãe está bem, está se recuperando. 

-O que é então? 

- Você ainda me ama? -ela disparou. - Digo, você já me amou em algum momento, não é? 

A resposta era óbvia, mas não era tão fácil falar. Nem estávamos juntos. 

Porque ela te dispensou. Gritou a vozinha em minha cabeça.

Ela não esperou a resposta. 

- Tá na cara que não, você já está em outra. 

Que? 

- Do que está falando? 

Liam tinha aberto a porra da boca, eu ia matar o Liam.

- Você está saindo com outra, eu já sei. 

Caralho, eu pulei da cama, não dava pra ficar sentado.

- Quem te cont...

- Não importa. – ela alterou a voz chorosa – Meu Deus do céu, Zayn, você dizia que me amava e traiu minha confiança, pra começar você levou a Emilly para aquela viagem, só porque eu não pude ir. Isso foi...

- Eu o quê? – fiquei confuso. 

-Você me enganou, traiu minha confiança...

- Você acabou de dizer que eu levei a Emily para Los Angeles?

- Não é possível que agora você vai começar a negar... 

- Vou, porque eu não levei Emily para lugar nenhum. 

Estávamos discutindo sobre o relacionamento, mesmo sem estarmos em um relacionamento. 

-Não seja cínico. 

- Porra, estou sendo sincero.

-Você está mentindo. 

-Não estou não. -alterei a voz enquanto puxava o cabelo, tinha que me acalmar. 

- Ela atendeu o telefone do Liam quando liguei, Zayn, eu vi fotos...

Respirei fundo e disse calmamente. – Lauren... 

- Você não pode dizer que ela não estava lá...

-Lauren, deixa eu falar...

- Fala. – ela disse que forma impaciente. 

-Obrigada. – me sentei na poltrona e continuei - Não levei a Emilly, você acabou de dizer que ela atendeu o telefone do Liam, do Liam, Lauren, - enfatizei -  não o meu. 

-Só falta você me dizer que foi o Liam quem a levou. 

- Foi. 

- Foi o que? 

- Foi o Liam que a levou. 

- Vou desligar. 

- Por que? 

- Porque você está mentindo. 

- Não estou mentindo, eles estão tendo um lance.

- Quem? 

Revirei os olhos -Liam e Emily, eles estão namorando, acho. 

- Você está falando sério? 

-Sim Lauren, é sério. Não trai você, nosso relacionamento era importante pra mim. -me esforcei para não parecer um derrotado. 

Lauren fez um breve silêncio. – Não é mais? 

Eu não queria admitir que sim.

-Não sei, você me deixou, me acusou, muita coisa aconteceu. 

- Isso tem a ver com a mulher  que você está saindo? 

-Claro que não. -fui rápido em afirmar. 

-Vocês estão namorando? 

- Não! 

-Aconteceu alguma coisa entre vocês? 

- Como assim? 

-Aconteceu ou não aconteceu? 

- Não. 

-Esta mentindo! 

- Por que diz isso? – ela era enlouquecedora. 

- Porque você respondeu a pergunta com um “Como assim” ao invés de negar. 

- Isso não tem nada a ver, eu disse que não.

- Vou desligar. 

- Por que?  -alterei á voz. 

- Porque não dá pra conversar se você vai mentir, chega de mentiras, Zayn, eu não aguento mais. 

Nem eu aguentava. Eu era um idiota. 

- Foi só um beijo. 

-O que? – ela estava com uma raiva contida.

- Nos beijamos hoje, não significou nada. – Lauren se calou, eu só conseguia ouvir sua respiração pesada. – Eu juro que pensei em você e...

- Você não quer que eu acredite nisso não é? 

- Caralho, eu estou falando a verdade. – me irritei.

- Não foi só um beijo. – ela disse cheia de certeza. 

Respirei fundo e soltei.. – A vez que eu estava bêbado não conta.

-Beijou ela enquanto estava bêbado? – Lauren questionou com a voz embargada. 

- Eu nem me lembro direito. 

-Beijou ela enquanto estava bêbado? – ela estava indignada e eu me arrependi de ter dito.

-Sim, mas só porque ela cheirava como você e...

-Meu Deus, você é inacreditável. Definitivamente você é inacreditável. Quer que eu acredite que vocês não transaram? – estávamos nervosos. 

-Acredite, nós não transamos, Lauren.

-Você estava bêbado. É claro que transaram. 

- Eu já disse que não, que merda. Por que não acredita em mim? 

- Porque você é um mentiroso e eu não sou idiota. – ela quase gritou. 

Me senti ofendido, não que eu não tivesse mentido um monte de vezes, mas naquele momento eu estava falando á verdade, como ela  podia não ver isso? 

Reagi. Claro que o meu ego iria ferrar com tudo.

- Serio? Você fala como se não mentisse, mas você é tão mentirosa quanto eu. Acredite se quiser, eu não tenho porque ficar me justificando, nem estamos mais juntos.

Foi só eu jogar aquelas palavras no ar e ouvir o silêncio, pra eu desejar desesperadamente engolir cada letra de volta. 

Onde eu estava com a cabeça? 

- Você tem razão... – ela disse. 

- Lauren... – Minha voz estava suplicando o perdão que eu não consegui pedir.

- Desculpe por ter ligado. 

- Lauren, não...-mas ela já  tinha desligado. – Eu te amo, porra. Por que você tem que ser tão difícil.

Eu tentei ligar de volta, mas Lauren não atendeu. Eu nem podia culpa-la. Mal podia acreditar que ela tinha me ligado, e eu tinha colocado tudo a perder. Devia ter apenas pedido perdão, mas novamente fui um idiota. 

Acabei dormindo, e quando acordei me dei conta de que já passava das onze horas e eu havia perdido um compromisso de trabalho. 

Liguei pra Lauren, só porque meu coração ainda  estava apertado. Mas dessa vez nem chamou. 

Enfim me levantei para tomar um banho, meu telefone tocou, ele já tinha tocado algumas vezes desde que havia tirado do silencioso, dessa vez não era ligação de trabalho, era a Nicole, e eu pensei um pouco antes de atender. O que eu tinha a perder? Já estava tudo perdido.

-Oi. – eu disse. 

- Oi. – ela respondeu alegremente. -Acabei de sair de uma audiência, estou com a tarde livre, pensei em te convidar para almoçar, o que acha? 

- Lamento, eu já almocei. – Menti, só porque eu estava enfrentando uma batalha dentro de mim.

-Ah, que pena! Fica pra próxima então.

Mas então eu me dei conta de que tinha duas opções, eu podia me afundar na dor ou simplesmente aplicar uma anestesia temporária. Não sei o que era mais inteligente a se fazer, mas definitivamente eu  não era conhecido por tomar as decisões mais inteligentes. 

-Você disse que está com a tarde livre? 

Não, cara! Você não pode está pensando nisso. 

-Sim, foi o que eu disse. 

Não, não, não! 

- Eu estou sozinho em casa, você quer passar aqui? Não tenho chá, mas posso te oferecer um whisky. 

O que você está fazendo? Seu arrombado de merda.

- Vou levar um vinho, pode ser? 

Vinho, Lauren gostava de vinho, e eu gostava de beijar a boca dela com gosto de vinho, gostava como ela ficava quente e solta...

Lembranças já invadiam minha mente...

- Zayn, você ainda está aí?

- Oi, claro, traga o vinho, estou te esperando. 

Continuo? Comentem aí em baixo!!!



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