História O fim de tudo - Capítulo 1


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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Bailey Grey Shepherd, Eliss Grey Shepherd, Meredith Grey, Zola Grey Shepherd
Tags Final, Grey's Anatomy, Meredith Grey, Zola Grey
Visualizações 28
Palavras 1.585
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem. Em breve estarei lançando os capítulos seguintes das minhas outras historias.

Capítulo 1 - Isso vem de família


Fanfic / Fanfiction O fim de tudo - Capítulo 1 - Isso vem de família

                                                                      

    Acordei naquela manhã um pouco mal disposta. A porta do quarto de Bailey estava aberta e ele dormia profundamente. Escutei barulho no quarto de Ellis, então bati. Escutei passos e a porta se abriu.
- Bom dia maninha- Eu disse vendo Ellis somente com um short e uma blusinha que era o traje que ela tachava de pijama, um óculos preto que ressaltava as suas sardas e seu lindo cabelo castanho estava preso em um coque- olha só estou indo para o meu primeiro dia de internato. Depois venho pegar vocês e vamos ver a mamãe.

    Eu estava cada vez mais orgulhosa de Ellis, mesmo ela sendo aquele tipo adulto/adolescente ela estudava, tirava notas boas e seguia o exemplo da família. Esta fazendo medicina.
- Tudo bem- Disse ela suspirando. Olhei naqueles fundos olhos castanhos de Ellis e perguntei.
- Você está bem? Estou te achando meio esquisita.
- Está tudo bem- respondeu ela.

Beijei a sua testa e desci para fazer café. Em dentro de uma hora e meia eu tinha que estar no hospital. Quando cheguei à cozinha, me deparei com uma menina bem jovem de roupão, cabelos loiros e pantufas aveludadas fazendo café.
- Ahh... Oi- Eu disse.
Ela se virou dando um pulinho de susto.
- oh, bom dia- Disse ela.
- Desculpa quem é você?- Perguntei curiosa, pois nunca tinha visto aquela menina antes.
Ela estampou um sorriso.
- Eu sou Lexis, a namorada do Bailey!- Ela esticou a mão para me cumprimentar e eu aceitei.
Limpei a garganta.
-Você pode me dar licença?- Disse eu já saindo.
Caminhei até as escadas. Quando estava na metade da escada gritei.
- Bailey!!!

Passei pelo quarto de Ellis e entrei no quarto de Bailey onde ele ainda dormia como pedra.
- Bailey- Gritei e ele deu um pulo.
Ele procurou o relógio e viu que eram apenas seis e meia da manhã.

- Zola, pelo amor de Deus, está sedo e eu cheguei tarde!-Disse Bailey bocejando.
- A é. E o que você estava fazendo?
- Eu estava resolvendo umas coisas na faculdade!
- A sua “coisa” da faculdade está lá embaixo fazendo o nosso café.
Ele me encarou apavorado.
- Que droga- Ele disse meio apavorado- eu juro que eu ia apresentar vocês hoje!
Sentei-me ao lado dele rapidamente.
- Eu sei que ia- Disse tentando o fazerele ficar mais tranqüilo- eu confio em você eu te amo, mesmo que você não seja mais o meu pequeno Bailey.
Ele fez um sorriso.
- Olha só eu vou trocar de roupa e estou indo para o meu primeiro dia. Quando eu voltar quero vocês prontos para ir ver a mamãe.
Ele assentiu.

    Vesti minha calça nude, blusa azul e um salto não muito alto. Peguei a chave do Citroën DS5 e sai.

 

      Quando cheguei no hospital tio Karev recebeu o nosso grupo de internos.
- Vocês vieram aqui hoje na esperança de entrar no jogo. A um mês estavam na faculdade de medicina tendo aula com médicos. Hoje vocês serão os médicos. Os sete anos como residentes de cirurgia serão os melhores e os piores anos de suas vidas. Vão ser testados até o limite. Olhem ao redor- Disse ele apontando para todos nós- Cumprimentem os adversários. Oito de vocês mudarão para uma especialização mais fácil. Cinco não vão agüentar a pressão. Dois vão ser convidados a se retirar. Este é o ponto de partida. Esta é a sua arena. Como vão jogar, ai é com vocês.
    Todos os novos internos foram para o vestiário e vestiram as roupas azuis.
- Andy Geller, Thierry White, Chyler Green, Katherine Griffin, Zola Grey Shepherd- Disse um homem parado a porta conferindo a sua prancheta.
Nos aproximamos dele.
- No final do corredor- Disse ele apontando para uma mulher que estava de costas em um balcão.
Quando nos aproximamos ela se virou. Era uma chinesa não muito alta com aspecto bravo.
- Bom dia, eu sou a Doutora Cristina Yang- Disse ela nos observando dos pés a cabeça-Eu tenho somente duas regras. Quando eu cheguei aqui, minha orientadora nos veio com cinco. Vocês tem sorte- Disse ela mal humorada- primeira regra: Não adianta me bajular eu já odeio vocês. Regra dois: Quando vocês tiverem um paciente e não souberem o que fazer, não fiquem perdendo tempo. Me chamem.
Seguimos ela até um longo corredor.
- No final desse corredor tem cinco pacientes para vocês- Disse ela com cara de quem diz vocês podem tentar,eu sei fazer isso de olhos fechados.
Quando estávamos indo para a sala ela esticou o braço bloqueando a minha passada.
- Reconheceria você em qualquer lugar- Disse ela comum sorriso- você cresceu.

 

    Os “corpos” que estavam na nossa frente se tratavam de bonecos. A chinesa baixinha que agora com o reflexo da luz percebiam-se os seus cabelos brancos caminhou até o centro da sala que mais parecia um necrotério de bonecos.
- Esta sala é um simulador da emergência- Disse ela erguendo uma sobrancelha- a Dra. Kepner vai simular uma recepcionista- Ela apontou para uma mulher ruiva não muito velha, mas também não muito jovem- Se vocês querem ser cirurgiões, me provem quem vocês podem.
Ela se virou e se sentou em um pequeno banco e pegou um livro chamado Gray’s anatomy escrito por Henry Gray.

    Todos correram até a Dra. Kepner e pegaram os prontuários. O meu dizia o seguinte:
 

Nome do paciente: Ambra Harris
Idade: 29
Nacionalidade: Sacramento

Doença (Problemas): Esta paciente foi diagnosticada com DHGNA. E foi classificado como extra grave. O paciente precisa de transplante urgente.

 

Diretoria do programa de residência do Grey + Sloan Memorial Hospital

 

Cristina Yang

 

    Depois que todos pegamos os prontuários e leram, demos um pulinho de susto quando os monitores se ligarem.
- Comecem agora- Ordenou a chinesa baixinha- cada minuto e válido.
Ela exigiu que nos vestíssemos para uma cirurgia, ou seja. Luva, avental, mascara e touca.

    Saquei o bisturi e fiz uma incisão horizontal logo abaixo do peito do boneco. Ao fazer a incisão o corte sangrou um pouco.
- Que realista!- Exclamei esperando que tanto a chinesa quanto a turma ouvisse.
Usei um afastador para abrir o corte e logo consegui observar logo abaixo dos pulmões aquele órgão que mais parecia um chocolate airado.
- Com licença Dra. Yang onde está o fígado para transplante?- Perguntei.
Ao mesmo tempo em que eu falava o garoto, Andy jogou seu equipamento no chão.
- Wou, wou, wou, o que deu em você?- perguntou a chinesa.
- Porque no nosso primeiro dia temos que aprender a fazer um transplante?- Perguntou ele com os nervos a flor da pele- eu mal consegui cortar ele!
A chinesa levantou-se indignada da cadeira.
- Você esta reclamando?- Perguntou ela quase com o rosto encostado no dele- quando eu vim trabalhar aqui no meu primeiro dia, eu e meus colegas nos matamos por uma cirurgia.
Ele engoliu em seco.
- Sabe o que eu fiz no meu primeiro dia?- Perguntou ela.
- Eu tive que fazer toques retais- Disse uma mulher loira não muito velha entrando pela porta de vidro- sejam todos bem-vindos. Eu sou Isobel Stevens a chefe de cirurgia do hospital- Disse ela- eu e a Dra. Yang fizemos internato juntos e trabalhamos juntas até hoje. Dra.Yang qual é o nome dele?
Ela deu um sorriso leve.
- Andy- Disse ela sarcástica.
- Andy- Disse a Chefe- eu posso garantir que o programa de internos da Dra. Yang é o melhor que já teve na historia deste hospital. Na nossa época não havia metade das oportunidades que vocês tem hoje- Ela respirou- e hoje temos uma neta e filha de fenômenos da medicina. A nova geração se junta a nós- Disse ela dando uma dançadinha comemorativa.
- Zola Grey Shepherd- Disseram as duas em coro.
 

                                                                               ...

 

    Passei em casa e Elis e Bailey já estavam me esperando na frente de casa. Chegamos até a enorme casa vitoriana no interior de Seattle. Quando entramos, varias pessoas jogavam jogos na sala, alguns homens assistiam à Doctor Who e das enormes vidraças se viam algumas mulheres cuidando de plantas na volta do chafariz dos fundos. Uma enfermeira loira e de olhos verdes caminhou até nos.
- Ela está lá encima- Disse ela apontando para os andares superiores.
A casa por fora dava a aparência de antiga, mas por dentro haviam detalhes de mármore, candelabros de ouro, painéis de vidro, televisões enormes e aquecedores. Nas portas dos quartos haviam identificações digitais conforme os parentes dos pacientes. Coloquei a mão no identificador e a porta correu para o lado. O quarto era todo revestido de piso e lajotas de titânio feitas sobre encomenda.

    Mamãe estava sentada na poltrona à frente da TV assistindo the Oprah Winfrey show.
- Oi mamãe- Eu disse chamando sua atenção- somos nós.
- Mãe- Bailey pegou em uma mão e Elis na outra- como você esta?
Ela tirou sua atenção da TV e olhou para nós três, um de cada vez. Ela sorriu.
- Vocês se parecem com os meus filhos- Disse ela nos observando- quem são vocês?
Uma lagrimas escorreram pelos meus olhos e os de Bailey. Elis saiu do quarto correndo aos prantos. Eu corri até alcançar ela. Mas antes de alcançá-la ouvi mamãe dizer “O que houve com a menininha?”
- O que houve?
Ela fungou.
- Era isso que eu tinha medo- Disse ela- você é adotada, mas eu e o Bailey não. E se a gente ficar igual a ela?!
Encaramos a porta do quarto vendo bailey junto com mamãe.

   



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