História O Fim De Uma Era E O Início De Um Amor - Capítulo 1


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Categorias Teen Wolf
Personagens Aiden, Alan Deaton, Allison Argent, Bobby Finstock, Breaden, Chris Argent, Claudia Stilinski, Cora Hale, Derek Hale, Erica Reyes, Ethan, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Jennifer Blake, Jordan Parrish, Kate Argent, Kira Yukimura, Laura Hale, Lydia Martin, Malia Tate, Matt Daehler, Melissa McCall, Meredith Walker, Peter Hale, Scott McCall, Stiles Stilinski, Theo Raeken, Vernon Boyd
Tags Apocalipse, Sterek, Zumbis
Visualizações 358
Palavras 2.648
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente,
Comecei essa fic por conta de um vídeo que eu assisti no YouTube chamado The Zombie Song aí eu pensei e se Derek fosse um zumbi que cria sentimentos pelo Stiles que é um sobrevivente do apocalipse zumbi? E aí tcharam eu comecei a escrever.
Espero que vocês gostem e perdão por qualquer erro.

Boa leitura

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction O Fim De Uma Era E O Início De Um Amor - Capítulo 1 - Capítulo I

Nova York ano 20XX

POV. Derek

Cerca de um ano atrás uma epidemia se espalhou pelo planeta. Aparentemente uma empresa farmacêutica estava desenvolvendo um novo produto para revolucionar na medicina porém, o produto em si estava em fase de testes e era muito volátil. Em um belo dia algum azarado entrou em contato com o produto em fase testes e contraiu, o que ficaria futuramente conhecido como Zumbinismo.

Este título se deve aos sintomas apresentados no indivíduo infectado com o vírus Z.Esse vírus causa uma febre alta, faz o cérebro inchar e causa uma fome absurda nas pessoas. Basicamente transforma o indivíduo em questão em um maravilhoso morto vivo. E bem... Como ninguém é de ferro eu acabei sendo afetado pelo  vírus também, assim como outras milhares de pessoas eu saiu por aí atrás de vítimas para satisfazer a minha fome quase que insaciável.

Mas, você deve estar se perguntando quem sou eu? Meu nome é Derek Hale, sou um estudante de medicina que estava fazendo um estágio em uma clínica pequena de pronto atendimento no Brooklyn, Nova York. Não tenho muitas recordações de como me transformei em mais um morto vivo mas, isso não faz muita diferença pra mim no momento.

Atualmente eu estou vagando por aí com uma horda de outros zumbis, até que eles são gente boa apesar de não falarem sobre outra coisa que não seja como eles querem estraçalhar alguém e comer suas entranhas, zumbis, típico.

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Hoje era só mais um dia normal na vida de um zumbi como eu. Procuramos alguns vivos perto do Central Park, andamos em bando por grandes avenidas grunhindo algumas coisas sem sentido, sabe, coisas de zumbi porém, não tivemos sucesso nenhum em encontrar pessoas que tenham sobrevivido, o número de pessoas que superaram, com vida, a epidemia do vírus Z, já não era muito grande a essa altura do campeonato e ainda com os ataques dos transformados essa população diminui ainda mais a cada dia. Esse tipo de informação acaba por me entristecer, que foi? Só porque eu sou um zumbi não posso ter sentimentos? Bem o certo era realmente eu não possuir nenhum outro tipo de pensamento que não fosse relacionado a cerebros. Mas, isso parece não acontecer comigo.

Pra dizer a verdade eu sou um pouco diferente dos outros caras. Diferente como? Você deve se perguntar. Bem... O vírus não afetou completamente o meu cérebro eu ainda tenho a capacidade de raciocínio lógico moderada e presente em alguns momentos entretanto, essa habilidade vai pro brejo caso eu esteja com fome. O que no momento é o caso.

Minha última refeição foi a cerca de duas semanas. Uma moça de cabelos negros e longos, de pele clara e olhos ônix. Ela estava tentando conseguir alguma comida em um supermercado mas, teve o azar de se deparar comigo. Ainda escuto os seus gritos de desespero, quer dizer, ainda ouço todos clamares por misericórdia de todas as vítimas que fiz durante esse um ano. E acredite isso não é uma sensação boa.

Quebro minha linha de raciocínio assim que escuto o barulho alto de tiros vindos de algum lugar ao sul. Sobreviventes. Agora meus instintos de zumbi dominam meu corpo assim como o de meus colegas que, disparam em direção a origem do som. Acabamos de achar nossas próximas vítimas e mais rostos para aparecerem em meus pesadelos.

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Chegando ao local, que aparentava ser um galpão de alimentos abandonado, assim como todos os lugares nesse mundo apocalíptico ele estava em ruínas mas, provavelmente ainda tinha algo que fosse de serventia por isso esses sobreviventes vieram até aqui. Enquanto andávamos encontramos um grupo, formado por seis pessoas. Quatro homens, eles parecem ser adolescentes de não mais de vinte anos, e mais duas mulheres, uma de cabelos ruivos que atirava com uma shotgun e outra de cabelos negros que carregava uma besta.

Sem pensar duas vezes parto pra cima do integrante do grupo que estava mais próximo, no caso um rapaz moreno, de pele clara e olhos azuis. Ele não percebeu minha aproximação por estar de costas para mim enquanto atirava em outro zumbi com sua pistola.

Meu ataque foi rápido, mordi com precisão seu pescoço, ação essa que o desnorteou e o levou ao chão. Aproveite que seus companheiros estavam ocupados cuidando dos outros zumbis da horda para pegar a cabeça do rapaz e bate-la várias vezes contra o chão até que ouvi um crak e soube que o mesmo havia morrido.

Aproveite a chance e levei o corpo do moreno para algum lugar seguro onde eu possa, bem... saborea-lo com mais calma depois, sem zumbis atacando e sem humanos tentando meter uma bala bem no meio da minha testa. Deixei o corpo em uma casa não muito distante do galpão onde eu me instalei a um tempo. Encontrei esse lugar tem duas armas parecia que era uma casa de uma família de quatro pessoas, pelo menos eu cheguei a essa conclusão graças aos vários quadros contendo momentos de uma família feliz em um mundo sem preocupação. Sinto falta desses tempos.

Assim que depositei o corpo em minha "casa" voltei para o galpão nas esperança de conseguir mais um humano, como eu já disse tempos difíceis, não é sempre que um grupo de sobreviventes aparece é preciso aproveitar a oportunidade e conseguir o máximo possível de alimento. Demorei mais algumas horas pra retornar, porque tive que disfarçar o cheiro do cara que agora está em um quarto da casa apenas  esperando. Chegando ao local não avistei mais ninguém nem zumbis, nem humanos. Quando penso em desistir e voltar pra casa para enfim saborear meu jantar escuto um grito.

-THEO, cadê você cara? THEO por favor responde! - Aparentemente esse aí está procurando pelo cara que eu matei mais cedo, tolo acaba de cavar a sua própria cova.

Vou me esgueirando de maneira silênciosa para ver quem era essa pessoa burra o bastante para voltar pra um lugar tão perigoso como esse. Ao me esconder atrás de uma pilastra tenho uma boa visão das costas da pessoa escandalosa. Como ele está de costas então não pude ver seu rosto mas, pelo que observei ele era jovem, aparentava ter a mesma idade do meu jantar, tinha cabelos castanhos penteados em um topete, estava usando uma camisa xadrez vermelha e preta, uma calça jeans meio desbotada e sua arma era um taco de beisebol!? Esse ia ser uma presa fácil.

Quando estou me preparando para dar o bote ele vira-se e eu fico estático. A beleza daquele ser era imensa não consegui não admirar aquela criatura, ele era lindo. Seus olhos castanhos, quase dourados, como o whisky embriagavam minha mente que se perdia seguindo os pontos estrategicamente posicionados em seu rosto, seguindo uma trilha por toda a sua pele leitosa que convidava ao toque.

Fique perplexo por sua beleza e acabei não percebendo a chegada de 3 de meus "companheiros" que corriam raivosos na direção do rapaz de olhos cor de whisky.

- Merda!- Exclama o castanho enquanto corria o mais depressa possível. Em sua presa o mesmo não notou que em seu caminho haviam sacos recheados de algum tipo de grão. Em um momento de distração o castanho tropeçou nos sacos e foi de cara no chão. No chão havia um pedregulho e durante a queda o rapaz bateu a cabeça na pedra e perdeu a consciência. Perfeito, mas que desastrado.

Por algum motivo que, eu realmente não entendo, corri desesperado na direção do castanho a fim de defende-lo dos outros zumbis. Ao alcançar o primeiro inimigo acerto-o na cabeça com o taco do rapaz que, durante a corrida deixou cair no chão, além de tolo é desastrado, como alguém pode ter tanta má sorte. Assim que os outros vem o que fiz a seu colega eles param de seguir na direção do garoto e vem atrás de mim. Acabo com ambos do mesmo modo que fiz com anterior. Uma tacada e a cabeça de ambos foi pelos ares. E agora o que devo fazer com você menino?

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Depois de muito tempo pensando sobre o que deveria fazer com o castanho resolvi que era melhor levá-lo pra casa e esfriar a cabeça. Coloco-o em meu ombro e pego seu taco, até que isso pode vir a calhar.

Caminho pelos becos evitando chamar a atenção dos outros, afinal, eles ainda são zumbis podem sentir o cheiro dele é vir nos atacar não posso defende-lo de um número muito grande de inimigos. Mas o que eu estou pensando?! Porquê eu deveria defender esse cara ele não é nada mais que minha refeição. Por algum motivo o pensamento de matar o castanho me trouxe um grande aperto no peito, que estranho eu sou um zumbi não deveria sentir nada além de uma fome insaciável por vivos. O que esse garoto esta fazendo comigo afinal?

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Quando chego em casa levo o garoto para o quarto mais conservado do edifício e o deposito na cama que, apesar de meio mofada, ainda se mostrava confortável. Fique um bom tempo adimirando suas feições ligando as lindas pintinhas que adornavam seu rosto e seguiam uma trilha que continuava por dentro de sua camisa. Eu  me peguei me questionando até onde elas iriam?

Observando suas feições reparo que em sua testa havia um corte, provavelmente este fora feito quando, em sua fuga, o castanho tropeçou e caiu com a cabeça direto em uma pedra. Melhor eu dar um jeito nisso mas, como não tenho nenhum remédio aqui porque, afinal de contas eu sou um zumbi e não fico doente. Talvez ainda tenha alguma pomada para estancar o sangramento.

Procuro por toda a casa e não encontro a maldita pomada. Tenho quase certeza que vi uma dessas quando eu trouxe o garoto/jantar hoje mais cedo. É isso, ainda não olhei no quarto que eu deixei o rapaz de mais cedo. O quarto era um lugar escuro e não tinha janelas por isso tive um pouco de dificuldade para procurar a pomada. Depois de alguns minutos, e vários tropeços, achei a maldita porém o tubo estava vazio. Inferno.

E agora? O que devo fazer? Nessa hora me lembro de um farmácia próxima, que quando vivo eu costumava frequentar por conta de minhas asma, depois de me tornar um zumbi não tive mais problemas com asma que irônico, precisei morrer pra me livrar da maldita.

Resolvi correr até a farmácia lá ainda haviam alguns remédios e sim, lá tinha uma maldita pomada agora já posso voltar pro meu meni-jantar, eu quis dizer jantar. Olhei ao redor para me certificar de que não tinha deixado nenhum remédio para trás, como em meu estado atual não tenho muito controle sobre mim mesmo é melhor levar de tudo, preciso me alimentar ou não vai ter garoto pra eu cuidar. Olhando para o chão percebo que no mesmo havia uma corda, talvez eu possa usá-la caso minha refeição tenha a ideia de tentar fugir. Exatamente porque aquele menino é o meu jantar nada mais que isso, nada mesmo. Com tudo em mãos volto pra casa.

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Terminado o tratamento do corte na testa do garoto um cansaço enorme se abate sobre mim, ainda não tinha comido, tenho que me apressar ou vou atacar o rapaz agora. Eu tenho que esperar ele vai ser uma iguaria que vou apreciar com calma.

Segui em direção ao outro cômodo onde se encontrava o outro jovem. Não consigo me conter assim que piso no quarto vou em direção ao corpo estendido no chão e abro sua barriga ao meio e saboreio suas entranhas. Não me orgulho de meus atos selvagens mas não posso fazer nada, é da minha natureza como zumbi, não é sempre que consigo me controlar por muito tempo como eu fiz com o castanho. E por falar nele. Ouço um ruído vindo da direção da porta ao me virar vejo o garoto castanho olhando para minha direção com um olhar repleto de pânico.

- Theo?- Diz vindo em minha direção. Theo então era esse cara que ele estava procurando- Amor acorda por favor, acorda Theo, não me deixa sozinho- O rapaz a essa altura estava em prantos segurando a cabeça do corpo do, agora nomeado, Theo, sem nem ao menos ligar para minha presença no cômodo. Então foi isso Aparentemente esse tal de Theo era alguma coisa a mais pra esse menino e, eu o matei.

- Seu monstro! - Ouço o rapaz exclamar ainda com lágrimas nos olhos mas com um olhar assassino direcionado para minha pessoa- Eu vou acabar com você.

Ele então parte pra cima de mim com toda sua fúria. Consigo desviar de seu ataque sem muito esforço. Insistente, o castanho tenta acertar seus socos desengonçados em mim. Por algum motivo achei a cena fofa.

- Você vai pagar por ter matado Theo- Me surpreendendo, ele pega um pedaço de madeira quebrado que havia no chão e tenta me acertar com o mesmo. Consigo desviar por pouco. Ok a brincadeira acabou. Assim que desvio de seu ataque aproveito a chance e pego o bastão de baseball do garoto, que eu havia deixado no cômodo, e acerto sua cabeça ele fica meio cambaleante mas não cai. Garoto insistente, gostei disso.

- Aaarg- Grito e corro em sua direção aproveitando seu momento de desnorteio e aplico-lhe mais um golpe que o leva a nocaute. Estou começando a gostar desse taco.

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Depois de todo esse alvoroço levei o garoto de volta para o quarto e usei a corda que encontrei na farmácia para evitar que ele repetisse o incidente de agora a pouco. Tendo isso feito terminei de me servir do rapaz chamado Theo e me livrei do restou para não atrair outros até aqui.

Agora só falta decidir que fim darei para o castanho que agora repousava na cama com os braços e pernas amarrados com a corda, essa corda veio a calhar afinal. Durante o sono ele não parava de resmungar e chamar por esse tal Theo. Será que ele era o namorado desse menino? Após algum tempo o garoto acordou.

- Onde eu estou? Porquê eu estou amarrado? Theo realmente morreu? Não, não é possível isso pode ser algum pesadelo. Por favor Theo me acorda, não quero mais ter esse sonho.- Caramba, esse moleque fala muito e muito rápido, será que ele não respira?

Observo seu lamentar através de suas costas que estão viradas em minha direção. Seu peito subia e descia de forma rápida devido a respiração aritimada e seus soluços pesados. Tento me aproximar e quando encosto em seu braço o mesmo vira o rosto em minha direção e me olha arregalando os olhos.

- Perfeito Stiles, você tinha que ter a brilhante ideia de voltar não é!? Você tinha que desobedecer Scott e procurar por Theo quando todos já sabiam o que tinha acontecido- Stiles esse era seu nome então. Será que ele ficou louco de vez? A morte de seu namorado deve ter sido um choque muito grande para si, bem, não posso culpa-lo - Porém... Eu precisava saber e agora aqui estou eu, anda logo zumbi acaba logo comigo pelo menos assim eu posso ficar com Theo.

Mas o que é isso que estou sentindo ? É como se não quisesse que Stiles chorasse por algum motivo eu queria vê- lo alegre e seu choro me perfurava o meu coração que já não mais batia.

-Vamos lá o que está esperando?- Stiles ordena. Não, não poderia fazê-lo não conseguiria causar mais mal a essa criatura inocente.

Sem que eu percebesse acabei por envolver o rapaz em meus braços em um abraço apertado procurando acalma-lo. Bem parece que funcionou.

- Mas que tipo de zumbi é você?

Continua...


Notas Finais


Até a próxima


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