História O fim, seria um recomeço? - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescência, Amor, Boyslove, Gay, Yaoi
Visualizações 2
Palavras 1.493
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


seria minha 1° fic, espero trazer uns questionamentos sobre os sentimentos do personagem
aproveitem a história ^^
obs: se preferir escute alguma musica meio depre para ler,pode trazer mais sentimento ao que esta lendo ;)
algo como https://www.youtube.com/watch?v=MP2wRC37lSM

Capítulo 1 - Família, meu início de vida


Fanfic / Fanfiction O fim, seria um recomeço? - Capítulo 1 - Família, meu início de vida

Desde que nasci eu não sei ao certo o que sentir, não sou ma pessoa que entenda demonstrar sentimentos ou emoções, fui criado para apenas um propósito...servir

__

O relacionamento que eu tenho com meus familiares e um tanto fria e complicada, meus pais casaram jovens e para fugirem de seus pais, logo eu nasci então não teve um aproveitamento pós-casamento como eu imagino que as pessoas deveriam ter.

O casamento foi forçado para ambos, os dois eram infelizes quando estavam em suas casas, e então com o amor que achavam sentir um pelo outro ,resolveram viver juntos

Meus avós de ambos os lados não aceitaram muito bem isso, e tentavam separá-los (as vezes penso que eles bem q poderiam ter tido sucesso nisso).Então se passou um tempo que a família toda se separou, meus avós paternos foram morar em outro pais e eu não conhecia seus rostos alem das fotos, meus avós maternos estão sempre me irritando,dizendo coisas que eu não gostaria de ouvir.

O que eu acho dessa família, é indiferença ,uma enorme indiferença.

Nunca senti um amor parental, apenas cobranças, quando eu deveria ter tempo de brincar quando criança, eu era mantido em casa confinado, na proteção de minha considerada família.

Quando eu deveria sorrir, correr, conhecer ouras crianças, eu ficava arrumando a casa, cuidando dos animais ,e cuidando de pessoas...sim ,eu cuidava de minha bisavo ate completar 7 ,quando ela morreu, após isso achava que este tempo eu poderia aproveitar para outra coisa, mas ai, minha mãe adoeceu.

Com 7 anos eu tive de largar a escola que mau avia começado para cuidá-la, eu sofri muito nesses anos que sucederam, ver alguém que era pra me cuidar nessa idade, e na verdade eu ter que fazer este trabalho, vi de perto sua batalha ...ate ficarmos sabendo que, essa doença nunca iria deixar seu corpo, neste período eu avia voltado a escola e meu pai avia encontrado um medico melhor, nos éramos pobres, então neste tempo deixamos de comer exageradamente e racionalizamos muitas coisas na nossa vida, como roupas e utensílios básicos.

Foram mais dois anos com isso, e ela deu uma melhorada em sua doença, ao menos conseguia andar e retomar um pouco sua antiga vida.

Com o abalo emocional da família, eu já não me considerava uma criança, eu desprezava quem sorria e erra feliz, neste tempo eu avia me tornado uma criança infeliz, mas para meus pais eu nunca demonstrava isso.

Quando estava com meus 15 anos, a vida estava se estabilizando, achava que agora sim, estaríamos bem...mas não

Na minha casa ,uma possível traição havia acontecido, as brigas constantes e insultos um para o outro durante a noite, e eu tentava a todo custo tapa meus ouvidos para abafá-los.

Sempre avia a incerteza da separação de meus pais.

Na escola eu avia criado uma resistência a amizades, com a vida que eu levava ,eu já não confiava em ninguém, todos pareciam casoar em minhas costas.

Sofria bullying porque avia engordado muito durante a adolescência, os garotos riam ,as garotas me tratavam como um lixo, mina vida era um inferno.

Neste tempo eu ficava confinado na biblioteca da escola, tanto que já conhecia a grande maioria dos livros e tomei gosto pela leitura, era uma forma de eu estar em mundos onde tudo terminaria bem.

Me pergunto hoje em dia porque não tentei me matar nestes tempos...provavelmente foi por conviver com a dor de minha tão protetora mãe lutando pela vida, que estava envergonhado de pensa em tirar a minha.

Um grande período se passou ,e eu notava cada vez mais que eu não avia feito nada de interessante, eu odiava meu corpo, odiava me ver ao espelho.

Após a recuperação financeira da família o que mais tinha em casa era comida para não relembrar o tempo em que não a tínhamos, então eu descontava as frustrações nisso, então após ter recebido um –saia logo daqui ,de uma vendedora de uma loja eu resolvi mudar isso

Deixei de comer a ponto de me ver segurando nas aras da escada da escola pela tontura repentina que dava após longas horas de jejum, notava minas roupas mais largas e as calças seguradas por um cinto que antes não usava, e isso me impulsionava a continuar isso...ate eu parar em um hospital.

Minha avó ate hoje me atenta a comer mais do que devo, meus pais se acostumaram e não me irritam mais com isso.

Após sair do hospital avia entendido pelo medico que eu estava bem, que apesar desta loucura pela magreza não avia falta de nada importante para o corpo, apenas que meu coração era fraco para certas coisas, que não podia correr muito, não poderia comer certas coisas que o fariam acelerar (que no meu caso são doces) não ter uma grande emoção, ou seja, eu tinha tendência a parada cardíaca se não me cuidasse.

Deixando de lado essa pequena parte ,na escola eu parecia ter melhorado, sabia me defender a base de xingões e as vezes ate a socos, não aceitava mais levar desaforo de crianças que não aviam crescido e nem vivido um pouco da dor que vivi. Após ganhar mais confiança em mim mesmo, me arrumava um pouco melhor do que antes, notava que agora umas garotas olhavam para mim, e foi assim que no meu grupo de “amigos” (poucas pessoa que eu conversava)  uma garota me chamou atenção, sempre despreocupada e que não levava a serio nada, resolvi aceitar seu pedido e ver no que daria esta relação.

Apesar de 1 ano juntos nos não aviamos nos beijado, nem pegávamos na mão um do outro, e então tentei avançar dando nosso 1°beijo, ela parecia contente, e eu estava infeliz.

Meus amigos adoravam me zoar, dizendo que não parecíamos um casal, e os amigos dela (que eu odiava) falavam que eu a traia.

Nos nunca discutimos, nem falamos do que esperamos um do outro, ela declara seu amor para mim em tempo em tempo, o eu te amo que saia de sua boca me fazia congelar e de certa forma me repudiava.

A palavra eu te amo, me parece estranha ate hoje

Então em dois anos de relacionamento eu estava desgastado, ela tentava me causar ciúmes e nem questionava uma outra amiga que ficava dando em cima de mim, não sei se ela não percebia ou era muito tonta para isso.

Neste tempo em casa, meus pais trabalhavam ate as 18:00 então quando eu chegava eu podia ter um pouco de paz, quando eles chegavam era o mesmo de sempre, u devia  fazer a comida e deixar pronta ,cuidar com zelo minha mãe e não demonstrar o que eu sentia, e o que eu sentia era uma grande solidão, quando eu tinha saída da escola para alguma festa eu não podia ir, quando avia alguma viajem, eu não podia ir, quando meus amigos me convidavam para sair, eu não podia ir...assim minha “namorada” me cobrava uma saída, e um dia resolvi sair sozinho, avisei um dia antes que iria sair para o centro da cidade com uns amigos, após brigas e xingamentos ela deixou eu ir.

Achava que este dia iria ser maravilhoso, que veria ela e estaria perfeita em suas roupas que ela olharia para mim também ,mas não, ela não quis nem dar uma caminhada comigo quando eu pedi, aquilo foi a gota da água, chamei um amigo que aceitou e fui para outro lugar com ele, fomos ate uma loja olhar roupas e eu ria muito ds caras que ele fazia, sempre eu olhava intensamente seus olhos azuis, ele era um rapaz lindo ,apesar de ser mais alto que eu ,era muito mais tímido também, e eu o admirava pois dizia amar alguém, coisa que eu não sentia em por minha namorada.

Após nos divertirmos e me fazer esquecer um pouco da recusa da minha garota nos voltamos para onde estavam, e elas e eles sorriam ,como se não importasse se eu voltasse ou não ali.

Meu amigo dos olhos azuis disse que tinha que ir embora (sua família era rígida também) e assim tomei sua deixa de ir embora também, e assim peguei o celular para ver as horas notando 53 chamadas de minha mãe...53.

Já suando frio atendi a próxima ligação, após xingos e gritos de –você é um irresponsável ,volte já pra casa ,eu já não tinha energia para nada.

Minha garota me olhou sorrindo e contava piadas para o grupo em quanto íamos a pé para casa.

E nisso o carro de meus pais para do meu lado (agradeço ate hoje por não estar perto da garota para eles não desconfiarem) e chamaram para dentro do carro, me despedi meio tremendo de meu grupo e entrei no carro.

Minha 1° saída foi uma merda, minha mãe disse que eu não devia sair que em quanto não me sustentar e acha um emprego logo ,eu deveria dançar conforme seu ritmo, então ficaria confinado apenas sendo seu servo leal.

 


Notas Finais


espero que tenham gostado ^^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...