História O Fio Vermelho - Capítulo 23


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Categorias Fátima Bernardes, William Bonner
Personagens Personagens Originais
Tags Fatwill
Visualizações 205
Palavras 1.730
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu de volta aqui hoje. Então lá vai outro capítulo a pedidos.

Capítulo 23 - Hospital


Fanfic / Fanfiction O Fio Vermelho - Capítulo 23 - Hospital

Cecília

Terminei minha aula de pilates, me despedi da professora e fui pegar minha bolsa, eu sempre odiei academia, então faço pilates as terças e quintas para manter a postura e é claro o peso, e segundas, quartas e sextas faço aula de dança. Peguei meu celular dentro da bolsa e assim que desbloqueei vi 10 chamadas perdidas do William, a primeira há 10 minutos atrás e a última há 1 minuto. Retornei a ligação imediatamente, fiquei muito preocupada, ele nunca me ligou assim tantas vezes, tocou duas vezes e ele já atendeu.

-William, o que aconteceu? – não dei tempo pra ele responder nada e já fui falando.

-Aconteceu Cecília – ele estava com a voz de choro, me sentei em uns bancos que estava perto de mim – Eu estava correndo aqui na lagoa e eu torci meu pé, está muito inchado e doendo muito, eu não estou conseguindo andar – ele fungou.

-Meu Deus William, tem alguém ai com você? – levantei, apoiei meu celular no ombro e comecei a mexer na bolsa procurando a chave do carro.

-Não, eu consegui chegar em um banco aqui e estou sentado – ouvi ele respirando fundo – Meus filhos estão na faculdade e eu não queria incomodar eles – comecei a andar muito rápido, desci as escadas quase correndo.

-Eu estou indo, mas você sabe que vou demorar um pouquinho, vou tentar chegar o mais rápido possível – sai na rua e fui em direção ao carro.

-Onde você está? – entrei no meu carro e conectei meu celular com o rádio do carro, coloquei o cinto.

-Acabei de sair do pilates, agora já estou no carro – dei partida no carro e sai – Vou demorar uns 25 minutos tá, vou tentar chegar mais rápido.

-Ta bom, mas toma cuidado, não corre muito – ele deu gemido um pouco alto.

-O que foi William? – disse fazendo a curva e entrando na auto-estrada Lagoa Barra.

-Fiz um movimento que não podia, tá doendo muito.

-Tenta ficar o mais quieto possível – passei a mão no rosto tentando me acalmar enquanto parava no sinal – Daqui a pouco eu chego ai, onde você está exatamente?

-Quase em frente meu apartamento, eu já estava terminando, to sentado no banco aqui.

-Ta bom, qualquer coisa me liga, já já chego ai – então desliguei a ligação e tentei não ultrapassar o limite de velocidade, mas ao mesmo tempo eu estava com muito pressa. Cheguei na lagoa e fui rodeando ela, até que avistei ele sentado de cabeça baixa e o pé direito levantado, estacionei o carro, liguei o pisca alerta e sai em direção a ele.

-William – ele me olhou e deu um sorriso fraco, olhei pro pé dele estava enorme, arregalei os olhos – Vamos, no caminho você me conta como isso aconteceu – ele assentiu, cheguei mais perto dele e ajudei ele a levantar, então ele passou o braço pelo meu ombro e se apoiou em mim, ele foi meio que pulando, abri a porta do carro e ajudei ele a sentar, então dei a volta e entrei, ele estava com a cabeça encostada no banco e de olhos fechados, sai com carro em direção ao hospital – Will – ele abriu os olhos e me olhou – O que aconteceu?

-Eu estava correndo e ouvindo música, ai eu não vi o buraco e pisei, torci meu pé e quase que imediatamente ele inchou, eu nunca senti uma dor tão forte – ele suspirou – Não te atrapalhei né? – olhei pra ele indignada.

-Claro que não William, e mesmo se eu tivesse fazendo alguma coisa viria correndo – ele sorriu, peguei a mão dele – Já estamos chegando viu – ele assentiu e voltou a encostar no banco de olho fechado.

Parei o carro na entrada do hospital, chamei ele que abriu os olhos, sai do carro e entrei no hospital chamando um enfermeiro, voltamos pro carro com uma cadeira de rodas. O enfermeiro ajudou ele a sair do carro e o colocou na cadeira de rodas.

-Vou só estacionar o carro e já te encontro – ele assentiu, dei um beijo na testa dele e o enfermeiro o empurrou pra dentro do hospital. Estacionei meu carro ali perto e voltei para o hospital, fiz a ficha dele na recepção e a moça me levou de encontro a ele, estava no raio-x e sentei ali para esperar ele.

-Senhorita você sabe se ele está com a carteirinha do plano de saúde? – a moça me perguntou.

-Eu não sei, mas provavelmente não – então ele saiu de lá sendo empurrado pelo enfermeiro – E aí? – me aproximei dele.

-Enquanto o resultado do raio-x eu vou tomar remédio pra dor – assenti.

-Eu preciso da sua carteirinha do plano de saúde pra fazer a ficha.

-Eu não estou com ela aqui, pra falar a verdade não estou com nada aqui, só o celular e as chaves – olhei pra ele preocupada.

-Vou ter que ir buscar então – ele assentiu – Não se importa de ficar sozinho?

-Claro que não Ceci, eu preciso de documentos – ele me entregou a chave, fui até ele dei um selinho.

-Já volto – ele assentiu e sai em direção a saída.

Como o hospital não era tão longe da lagoa, cheguei em menos de 10 minutos subi e peguei a carteira dele que estava no quarto e já desci correndo. Cheguei no hospital em um pouco mais de 20 minutos, fiz o cadastro dele e eles me encaminharam para onde ele estava, entrei na sala e ele estava tomando remédio na veia sentado em uma poltrona com os pés pra cima, cheguei perto dele e ele sorriu ao me ver.

-E aí? – sentei em uma cadeira que tinha do lado dele.

-Tudo resolvido – disse sorrindo – Como você está? – passei a mão no rosto dele fazendo carinho.

-O pior já passou que era a dor, agora só tenho que saber o resultado – olhei pro pé dele que agora tinha uma bolsa de gelo.

-Será que quebrou? – ele pegou minha mão e entrelaçou.

-Acho que não, se não minha perna estaria mole, só ta inchada – assenti e olhei pra bolsa de soro que já estava quase acabando – Nossa – ele falou passando a mão na testa.

-Que foi?

-Tenho que ligar pro Ali, já devia ter ligado pra falar a verdade – ele pegou o celular dele e iniciou uma conversa com Ali, depois de um tempo ele desligou e me olhou – Ele falou que você pode chegar a hora que quiser hoje, já que eu provavelmente vou ficar de atestado alguns dias.

-Ta bom, ainda não deu meu horário, então está tranquilo – ele olhou pra bolsa de soro e acompanhei ele com olhar, já tinha acabado, chamamos um enfermeiro que nos levou para o consultório do médico, que já tinha um diagnóstico.

-Então Sr. William, você teve uma fratura por avulsão – olhamos pra ele sem entender nada – Ao torcer o seu pé o seu tendão se esticou tanto que puxou um pedaço do osso junto nesse processo, por isso você sentiu tanta dor – William concordou na hora – Eu vou colocar uma bota ortopédica em você, tem que ficar 3 dias com o pé pro alto, bastante repouso, você vai usar muleta também e vai ficar 8 semanas com a bota.

-8 semanas Doutor?

-Sim, e depois tem fisioterapia – William fez careta.

-Mas vou poder trabalhar não é? – revirei os olhos rindo.

-Sim William, vai ficar de atestado 3 dias e depois pode voltar a trabalhar normalmente, só tomar muito cuidado, usar a bota e as muletas que tudo vai ficar bem – ele suspirou aliviado e o médico riu – Fica de olho nele viu, porque a fratura tem que curar corretamente – assenti rindo.

-Pode deixar Doutor – ele escreveu algo e nos olhou.

-Aqui está à receita com remédio que vai ter que tomar esses dias – William pegou a folha e leu, me entregou e eu guardei – Vamos lá colocar a bota então que aí vocês estão liberados.

O médico colocou a bota no William, explicou todos os cuidados que ele vai ter que seguir para curar corretamente e ele foi liberado. William teve que já sair com a muleta do hospital, fomos para o carro e eu segui pra ap da Lagoa, chegamos lá e subimos, ajudei ele a sentar no sofá e sentei do lado dele.

-O dia começou agitado não? – assenti rindo e me encostei – Vai trabalhar daqui?

-Vou sim, já ta na hora do almoço, vou pedir alguma coisa pra gente comer e depois vou trabalhar.

-Vai trabalhar com essa roupa? – ele disse rindo, eu estava com short e camiseta de malhar, afinal eu vim direto do pilates.

-Não engraçadinho, eu pedi minha mãe pra trazer roupa pra mim, já que aqui não tenho roupa pra trabalhar – peguei meu celular dentro da bolsa colocando no aplicativo de comida – Vou dormir aqui hoje pra te ajudar ok?

-Tá bom, eu ia te pedir isso mesmo – sorri – Vem cá – ele me deu um selinho e me abraçou de lado, escolhemos os pratos que queríamos e eu pedi.

Almoçamos e logo depois minha mãe chegou com minha roupa, tomei um banho e me arrumei pro trabalho. Antes de sair ajudei William a deitar na cama pra descansar e fui pra redação. Quando cheguei lá as pessoas estavam preocupadas com ele e me fizeram mil perguntas sobre o estado dele. De tarde ele postou uma foto no twitter do pé machucado e avisou que ficaria fora até segunda, Heraldo Pereira foi chamado as pressas e veio de Brasília para apresentar o jornal. Assim que terminei meu serviço fui para o ap dele, ajudei ele a tomar banho e ficamos deitados na cama, logo depois adormecemos. E assim seguiu o dia seguinte, eu ajudei ele com o que precisava e dormi la novamente. Hoje quinta-feira dia 7 de setembro, feriado e eu não vou trabalhar hoje, estou abraçada com William e estamos assistindo a programação da Globo, ta passando Jornal Hoje, então a campainha tocou, olhei pra ele.

-Ta esperando alguém? – ele negou.

-Estranho não tocou o interfone – levantei.

-Vamos ver quem é – fui até a porta e olhei no olho mágico e os trigêmeos estavam parados ali – São seus filhos – ele sorriu, devido a faculdade eles não tinham vindo ver ele ainda depois que ele machucou o pé, destranquei a porta e abri – Oi trio – disse sorrindo, eles retribuíram o sorriso e me abraçaram entrando, só que atrás de Vini estava Fátima, ela me olhou um pouco envergonhada e eu fiquei sem reação.

-Oi Cecília.


Notas Finais


Bom gente então é isso. Bom final de semana e boa prova do enem pra quem vai fazer.
Qual será a reação da Cecília eim?


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