História O Fio Vermelho - Capítulo 25


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Categorias Fátima Bernardes, William Bonner
Personagens Personagens Originais
Tags Fatwill
Visualizações 259
Palavras 2.936
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi lindezas, voltei antes do tempo 😂😂 Mas esse capítulo foi tão esperado por vocês e é claro por mim também, fiquei ansiosa pra escrever e agora to ansiosa pra saber a reação de vocês. Esse capítulo é tão fofinho e é Fatwil 👏👏👏

Eu quero abrir aspas para um assunto da minha vida particular aqui, hoje eu fui doar sangue e me cadastrei no banco de medula óssea, e eu quero incentivar vocês a doar também, maiores de 18 anos façam isso, porque é um gesto lindo. Eu quero plantar essa sementinha do bem aqui e quem sabe essa árvore floresça né.

Enfim aproveitem o capítulo e boa leitura.

Capítulo 25 - Sentimentos


Fanfic / Fanfiction O Fio Vermelho - Capítulo 25 - Sentimentos

William

Meu relacionamento com Cecília já tinha esfriado há um bom tempo, não eramos mais tão grudados como no início, mas fomos levando, só que na última semana tudo piorou. Depois que Fátima veio aqui ela se afastou, nos tornamos basicamente amigos, ela continua dormindo na minha casa para me ajudar, mas não nos tocamos desde então, trocamos somente selinhos, dormimos juntos só que cada um fica de um lado da cama. Continuamos nos dando muito bem, só que eu sei que ali só existe amizade, não conversamos ainda sobre o futuro do relacionamento, só que acho que tanto eu quanto ela já imagina o que vai acontecer. Ela foi no Rock in Rio esse final de semana com amigas e por incrível que pareça não nos importamos com o fato de ela estar indo em um evento que geralmente casais vão juntos.

Enfim hoje é aniversário da Fátima e eu estou deitado na cama tentando decidir o que faço da minha vida, se vou até ela desejar feliz aniversário ou se só mando mensagem, minha vontade é de ir até ela e dar um abraço bem apertado nela, ainda mais depois que ela veio aqui me ver, eu sinto que precisamos de uma conversa, pois não tive coragem de dizer nada aquele dia. Só tem um pequeno problema, vai ter convidados lá e eu não quero causar um burburinho desnecessário, mas não posso ficar sem vê-la nesse dia tão especial pra ela. Tá decidido vou fazer uma surpresa pra ela, chegar sem avisar ninguém, nem ela e nem os meninos. Mandei uma mensagem pra Cecília e ela disse que não tinha problema nenhum e mandou felicitações a Fátima.

Fiquei o dia todo imaginando o que falaria pra ela e principalmente se falaria alguma coisa, fiquei pensando no que vai acontecer hoje e quando assustei já estava no fim da tarde. Com muita dificuldade tomei banho, me sentei na cama e coloquei minha bermuda jeans o que vai facilitar muito minha vida quando for colocar a bota ortopédica, terminei de vestir a bermuda, calcei o sapatênis no pé esquerdo e coloquei a bota no pé direito, coloquei uma blusa social branca e dobrei a manga até o cotovelo. Peguei a muleta e fui até o banheiro, passei perfume e arrumei meu cabelo. Pedi um táxi pelo aplicativo, peguei a sacolinha com o presente dela, coloquei a carteira e o celular no bolso e desci para o saguão do prédio. Assim que cheguei na porta da mansão liguei pro Vini.

-Oi pai – paguei o motorista.

-Oi filho, tudo bem?

-Tudo sim pai, estamos comemorando o aniversário da mamãe aqui em casa.

-Eu sei Vini, então eu vim ver ela, to aqui fora, tem como você vir aqui me ajudar?

-Você ta aqui pai? – ele disse meio alto.

-To Vini – disse rindo.

-Ta bom pai, já to saindo – ele falou e desligou, logo depois apareceu no portão, ele veio até mim e me ajudou a sair do carro.

-Segura pra mim, por favor – entreguei a sacola pra ele, que pegou e ficou olhando, ajeitei as moletas e começamos a andar.

-O que é isso?

-Presente pra sua mãe – ele parou e ficou intercalando o olhar na sacola e em mim.

-É de uma joalheria – assenti – Uau – comecei a rir – O que é?

-Deixa de ser curioso menino – disse ainda rindo – Vamos? – ele assentiu, então entramos.

Apesar de já está quase de noite ainda tinha algumas pessoas ali, fui cumprimentando todos pelo caminho e eles não disfarçavam a surpresa em me ver ali. Fingi que estava super calmo e que não tinha nada demais ali, e junto com Vini fomos em direção a ela, quando a vi meu mundo parou, estava ali com um vestido solto e longo todo azul, estava quase sem maquiagem e o cabelo solto sobre os seus ombros, estava rindo de alguma coisa e eu fiquei paralisado por tanta beleza. Laura e Beatriz me viram e vieram até mim, me abraçaram só que com as muletas não pude retribuir, então dei um beijo nelas e segui até Fátima, e finalmente ela me olhou séria, mas logo sorriu e veio andando até mim, entreguei uma das muletas pra Vini e a abracei passando o braço por volta da cintura.

-Fá feliz aniversário, muitas felicidades, você merece toda a felicidade do mundo – ainda estávamos abraçados e eu sentia muitos olhares sobre nós – Muito amor, saúde e paz, que você continue sendo essa mulher incrível que é – ela se afastou sorrindo e eu dei um beijo na bochecha dela.

-Muito obrigada William por ter vindo mesmo com o pé desse jeito – Vini me devolveu a muleta e eu ajeitei ela novamente.

-Não poderia deixar de vir – nos olhamos sorrindo, tirei meu olhos dela e olhei pro meu filho que nos olhava com um sorriso bobo, assim como suas irmãs –Entrega pra ela por favor filho – então ele deu a sacolinha pra ela – Comprei um presente pra você – ela abriu a sacola rápido e tirou de lá a caixinha, abriu e ficou olhando durante um tempo, o trio chegou perto dela pra ver e me olharam com uma expressão chocada.

-Rubi é a pedra da paixão pai, e ainda em formato de coração – Bea disse e eu assenti, os três sorriram pra mim e olharam novamente pra caixinha, mordi a boca na expectativa da reação dela.

Então ela me olhou com os olhinhos brilhando e com um lindo sorriso no rosto, ela veio até mim e me abraçou ainda mais forte que antes.

-Obrigada, é a coisa mais linda que eu já vi – ela se afastou e continuou olhando pra caixinha na sua mão e eu olhando pra ela todo bobo por ela ter gostado e por ver aquele sorriso mais lindo do mundo em seu rosto.

Fátima

Estava conversando com minhas amigas quando a conversa de Vini no celular me chamou atenção, ele estava falando com o pai e pelo o que parece ele está aqui. Vini saiu quase correndo todo feliz em direção a saída da casa, tomei quase o suco todo que estava na minha mão pra tentar me acalmar. Depois que vi ele no feriado não parei de pensar nele, fiquei a semana toda com ele preso nos meus pensamentos e até nos meus sonhos ele estava, e durante a semana fiquei me questionando se ele viria, se ele me ligaria ou se mandaria mensagem, e saber que ele estavas a poucos passos de mim, me deixou feliz e ao mesmo tempo apavorada. O vi de longe cumprimentando as pessoas no caminho, ele estava lindo com aquela roupas casual, achei graça do jeito desajeitado que ele estava andando, parece que ele não se deu muito bem com as muletas, tentei ignorar o fato que ele estava cada vez mais perto e voltei a conversa que estava antes, mas minha cabeça estava presa naquele homem que andava na minha direção. Quando ouvi que ele tinha cumprimentado as meninas me virei pra ele séria, mas quando vi o sorriso estampado em seu rosto me desarmei e sorri também, nos abraçamos e ele me entregou o presente. Quando abri a caixa não acreditei no que estava vendo, um brinco lindo de ouro com um coração pendurado de rubi, eu simplesmente não conseguia acreditar no que estava vendo, o brinco é tão lindo e tão simbólico, rubi a pedra da paixão e ainda em formato de coração. Ouvi Bea fazer esse comentário, mas ele não respondeu nada, olhei pra ele que estava mordendo a boca, e não me contive e fui abraçar ele, quando nos separamos ficamos os dois sorrindo.

-Pai vamos lá sentar pra você descansar um pouco – Lau falou, mas ele continuava me olhando.

-Vamos sim filha – então ele desviou o olhar de mim e olhou pras filhas.

-Depois vou lá – ele me olhou e assentiu, então saiu com as meninas e sentou no sofá.

Durante o resto da festa não fui até ele, mas nossos olhares sempre se encontravam independente de onde estávamos. Os convidados foram indo embora um a um, até que levei o último até o portão, voltei até a área da piscina, William e o trio estavam conversando, me sentei ao lado do Vini e ele me abraçou de lado, deitei minha cabeça no ombro dele.

-Ta cansada mãe? – ele me perguntou e ficou fazendo carinho no meu braço.

-To um pouquinho viu, mas to muito feliz – disse sorrindo – Meu dia foi perfeito, as pessoas que eu amo aqui comigo, não poderia está mais feliz – disse sorrindo, Vini me deu um beijo na testa, olhei pra William que estava sentado no sofá na minha frente junto com as meninas e ele me olhava sorrindo, dei um sorriso pra ele também.

-Nós vamos entrar, porque acho que estamos sobrando aqui – Bea disse e me soltei do Vini olhando pra ela séria.

-Bea – falei a repreendendo.

-Ela tem razão mãe – Lau falou e se levantou com a irmã, eu fiquei sem reação e não consegui falar nada – Vamos Vini – ele assentiu e se virou pra mim.

-Me desculpa deixar vocês sozinhos aqui, mas precisam disso, e não adianta negar que você sabe disso – suspirei e continuei encarando ele, me deu um beijo na testa e se levantou acompanhando as irmãs pra dentro de casa.

Fiquei olhando pra piscina, estava sem coragem pra olhar para ele, mas senti o olhar dele sobre mim, ele ficou calado respeitando meu momento. Então suspirei e olhei pra ele, que me encarava com a expressão indecifrável, passei a mão no rosto e abaixei a cabeça.

-Fá – ele me chamou e eu o olhei – Me fala o que está passando na sua cabeça.

-Nem eu sei William, tem tanta coisa na minha cabeça há tanto tempo, que não tenho como te responder essa pergunta – ele respirou fundo e ficou mexendo na boca, e eu decidi falar tudo que estava preso dentro de mim, posso não ter outro momento como esse, e preciso aproveitar o agora – Eu fico pensando aonde nos perdemos, em que momento o nosso casamento acabou, em que momento os 26 anos que construímos com tanto amor foi jogado fora, eu só quero entender o porque isso aconteceu, como que o nosso casamento acabou e eu não percebi que isso estava acontecendo – ele me olhava atônito e ficou me encarando depois que terminei de falar.

-Os nossos 26 anos não foram jogados fora, apenas não queríamos nos machucar mais do que já estávamos fazendo há um tempo – eu comecei a sentir a vontade de chorar chegando, mas tentei ignorar ela.

-Mas William foram 26 anos e não 26 minutos, nos amávamos e nosso dever era tentar salvar.

-Nosso casamento não acabou por falta de amor e você sabe disso – engoli seco e ele continuou – E você sabe também que tentamos muito, e como você disse nos perdemos e eu também não sei como isso aconteceu.

-Eu não queria que isso tivesse acontecido Will – ele suavizou mais ainda seu olhar quando o chamei pelo apelido.

-Eu também não Fá – ele suspirou, e meus olhos começaram a lacrimejar, se passou um ano desde a nossa separação e essa conversa já deveria ter acontecido ha muito tempo, adiamos ela e isso só abriu mais feridas que não precisava.

-Eu não consigo acreditar que já se passou mais de um ano – senti uma lágrima descer por minha bochecha e outras vieram acompanhadas dela, ele me olhava desesperado.

-Fá não chora, por favor, você sabe que eu não consigo ver você chorando – passei a mão no rosto e limpei as lágrimas, mas não adiantou nada por que outras viam – Vem aqui, eu não consigo ir até ai – relutei antes de me levantar, mas eu sei que única pessoa nesse mundo capaz de me consolar nesse momento é ele, então levantei e me sentei ao lado dele, ele me puxou pra um abraço e ficamos ali calados durante um tempo, ele alisava minhas costas e meu cabelo, e distribuía beijos por minha cabeça – Não chora, hoje é seu dia, você não devia estar chorando – ele disse depois que percebeu que tinha me acalmado.

-Eu sei, mas é que tava aqui dentro há muito tempo – me afastei dele, mas ele não deixou eu me afastar muito e ficou segurando minha mão, ficamos nos olhando durante um tempo e eu precisava de algumas respostas que só ele poderia me dar – Vamos ser sinceros um com outro, pode ser?

-Claro, já deveríamos ter feito isso há um tempo – assenti - Pode fazer qualquer pergunta que eu vou responder – respirei fundo e tentei tomar uma coragem que eu não sei de onde estava tirando.

-Você se arrepende da nossa separação? – ele engoliu seco e se endireitou no sofá.

-Sempre – ele falou olhando dentro dos meus olhos e uma luzinha se ascendeu no meu coração – Eu sei que nesse tempo aprendemos muita coisa, amadurecemos de várias formas, mas eu preferia que isso não tivesse acontecido, porque eu escolheria mil vezes estar com você do que passar por todo o sofrimento que tivemos que passar – ele abaixou a cabeça e ficou mexendo nas minhas mãos – E você se arrepende? – ele falou levantando a cabeça.

-Você ainda pergunta? – ele deu um mini sorriso, mas continuou sério – E você ainda me ama? – ele ficou me encarando sem saber o que falar, e eu comecei a pensar que a resposta seria negativa até que ele começou a falar.

-Lembra quando dizia pra você que iria te amar pra sempre? – assenti e se passou um pequeno filme na minha cabeça de todas as vezes que ele falou isso quando dizia que me amava – Eu não estava mentindo, eu realmente vou te amar pra sempre – uma lágrima teimosa desceu por minha bochecha e ele limpou com o polegar – Então sim Fátima, eu ainda te amo – ele disse isso sorrindo, do mesmo jeito que ele fazia todas as vezes que dizia que me amava quando eramos casados, então ele ficou me olhando esperando eu falar alguma coisa.

-Eu também ainda te amo William – ele abriu mais ainda o sorriso e me puxou pra um abraço, ele me deu um beijo na bochecha e começou a beijar meu pescoço, comecei a rir e nos separamos.

-Antes que eu te faça a pergunta preciso esclarecer algumas coisas – assenti e esperei ele continuar – Quero te pedir desculpas por todo o sofrimento que te causei, eu prometi que te faria feliz e quebrei essa promessa, me perdoa?

-Claro que sim Will, eu também te fiz sofrer, só vamos esquecer tudo isso e seguir em frente – ele assentiu e abaixou a cabeça respirando fundo.

-Eu estou com outra pessoa, e eu preciso terminar com ela antes de começar qualquer coisa, eu preciso fazer isso para que comecemos tudo de novo e de forma limpa, sem machucar ninguém, porque só assim iremos ficar tranquilos e fazermos tudo dá certo – mudei minha expressão e fiquei um pouco mais séria.

-Você tem razão, não tinha pensado nisso, mas vai ser melhor assim, vamos fazer tudo certo dessa vez.

-Agora – ele me puxou pra mais perto e segurou forte minhas mãos – Fá você aceita voltar pra mim? Aceita reconstruir nossa família?

-Aceito meu amor – ele sorriu e me puxou para mais um abraço e ficamos ali só nos curtindo, calados e aproveitando aquele momento que era só nosso.

-Eu queria muito te beijar agora, mas não posso, só que quando eu resolver tudo eu vou te beijar muito – ele falou no meu ouvido e senti meu corpo responder a sua voz, me separei dele antes que eu não conseguisse me segurar.

-Resolve tudo e depois a gente conversa mais tá – ele assentiu, eu coloquei a mão na perna dele – Só não demora ta?

-Pode deixar, vou resolver o mais rápido possível – ele levou sua mão até meu rosto e fez carinho – Eu senti tanto a sua falta, eu te amo muito Fá, você pode ter certeza que é única mulher da minha vida.

-Também senti muita sua falta Will – fiz carinho na perna dele – E eu tenho certeza, tem muita verdade nos seus olhos – eu não conseguia lembrar da última vez que vi esse brilho no olhar dele, ele estava me olhando como se eu fosse uma pedra preciosa na sua frente – Também te amo muito Will - ficamos nos olhando até que ouvi a voz da nossa filha.

-Tá tudo bem? – Lau perguntou chegando perto de nós dois junto com os irmãos.

-Ta sim filha – então os olhares dos três foram pra perna do pai onde minha mão estava parada, tirei minha mão dali correndo e vi William prendendo o riso.

-Tem certeza? – dessa vez Bea perguntou com a sobrancelha arqueada.

-Sim, nós temos certeza Bea – ele disse com um tom divertido e depois olhou pro relógio – Já ta na minha hora né – ele se ajeitou e olhou pros meninos – Pede um táxi pra mim Vini – arquei a sobrancelha pra ele – Não posso dirigir – ele apontou pro pé e eu assenti.

-Eu te levo pai, ai eu durmo lá – Vini ajudou o pai a levantar.

-Então tá filho – ele se virou pra mim e me abraçou – Temos muita coisa pra conversar ainda, eu te amo – ele falou no meu ouvido, se afastou e eu dei um beijo na bochecha dele, e ele me olhou entendendo que eu estava retribuindo.

Ele se despediu das meninas e então saiu com Vini, dei um jeito de me livrar das perguntas das meninas e subi pro meu quarto. Assim que me deitei fiquei pensando em tudo e principalmente na nossa conversa, eu estava literalmente nas nuvens, e então dormir e tive a melhor noite de sono em muito tempo.


Notas Finais




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