História O Forasteiro de Ooo - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Ficção, Ficção Científica, Harem, Luta, Magia, Sci-Fi, Sobrenatural, Steampunk, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Cap. 4 Noite de Sangue (parte 2)


* 1 hora antes da queda *

Eram umas 21:00 horas da noite depois que eu acordei, acabei tirando um cochilo bem longo após organizar as coisas no apartamento, sem nada pra fazer acabo ligando a TV e comecei a procurar qualquer canal que me chama-se atenção. Foi quando recebo uma mensagem de Rachel falando pra mim colocar no noticiário local, eu estranho de começo mas coloco. Estava passando uma notícia sobre uma chuva de meteoros e estrelas cadentes, e então o sinal é cortado e do lado de fora ouço um estrondo e logo depois vem o impacto, aro minha janela e vejo o meteoro que havia caído a umas quatro quadras do meus prédio.

Olho para o meu guarda roupa e falo a mim mesmo:

- é pai, você estava certo... Eles chegaram.

Sem demora vou até o meu guarda roupa e o jogo no chão e logo pego um caixote de madeira que havia atrás dele é vou até a parte de cima do prédio

Já do lado de fora, abro o caixote e vejo oque meu pai tinha guardado dentro dele. Todo seu equipamento e seus uniformes e também suas lâminas.

- mesmo com toda essa poeira, deve tá funcionando... Assim espero.

Pego todo o maquinário e o coloco. Meu pai tinha me ensinado a usá-lo quando eu ainda era criança, antes dele morrer ele falou que somente poderia existir um forasteiro por geração, ele não soube explicar os motivos, mas eu não discordei de seus ensinamentos e também das tradições de minha família.

O maquinário era composto por um DMT (dispositivo de movimento tridimensional), isso iria me fazer ficar suspenso no ar por cabos feitos de aço e fibra de titânio e carbono e junto a ele, vinha os capacitores sonoros, se tratava de duas luvas com caixas de som em suas palmas que se carrega e disparada no momento certo, soltava uma escada sonora capaz de interferir na grávida em determinado ponto que esteja e também funcionaria como escudos e outras coisas

Meio distraído, balancei a cabeça e ativei os arpões dos capacitores e comecei a me lançar diantes dos prédios a minha frente e com isso ativo O DMT e desembanho as lâminas e parto pra cima do devorador.

- esperei uma década pra isso ! Falo com um sorriso em meu rosto

Ele se vira pra minha direção e com isso carrego o capacitor, aquele momento, o tempo parecia ter congelado, minha face parecia soltar um grito que meu avô e meu pai soltavam em suas batalhas. Quando tudo volta ao normal, jogo meu braço diante do rosto e disparo uma rajada, a tensão dela chegou a fazê-lo a cair no chão com tudo e com isso ele se segura nos prédios ao seu redor pra evitar a queda, porém sem sucesso.

Após derrubado, vou pro predio mais proximo e fico na cobertura olhando ele se debatendo pra se levantar.

Antes de poder dar a segunda investida, sinto a presença de alguém me observando atrás de mim, olho de canto e vejo que era Marcy, fico calado só observando a expressão em seu rosto que era de surpresa. Após isso retorno meu foco para o devorador e pulo da cobertura em direção a nuca do devorador.

Ele presentio isso é se levantou de imediato é saiu correndo, de raiva, lanço os arpões nas costas dele e o sigo, mas antes que pudesse contratacar, ele é atingido por diversos torpedos e derrubado, mas com a queda ele acaba dessepando um de seus braços. O grito de dor dele era horrendo, um grave q chegava a quebrar as vidraças e tbm a derrubar os prédios em construção q estavam perto da região, mesmo quase surdo, dou o golpe final cortando sua nuca.

O grito parou de imediato, como se uma máquina tivesse sido desligada, eu meio atordoado, saio de meio dos escombros do corpo da criatura, mas rapidamente saio de lá, antes que se juntasse os civis envolta daquela coisa.

Depois de um tempo, os outros dois Devoradores caíram, com isso eu percebi q derrubei o chamado dentre minha família o devorador bispo, com ele morto em batalha os "peões" caem junto com ele. Em meio a minha volta pra casa, começou a chover, um sinal que mostrava q eles não iriam mais atacar. Conseguia ouvir o choro de todas as pessoas abaixo de mim, os médicos socorrendo o povo doce, os policiais auxiliando os remanescentes na cidade. Do nada um dos meus arpões escapam e eu sem tendo oque fazer acabo caindo no chão, cambaleando e sendo arrastado pelo impacto da queda, ainda com forças, me levanto do chão molhado, gorro que cobria meu rosto caí e junto com a chuva forte, minhas lágrimas escorrem do meu rosto

- desculpe pai, ai da não estou pronto pro começo dessa... Dessa jornada que me aguarda !



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