História O Freeman - Capítulo 5


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Categorias Half-Life
Personagens Adrian Shephard, Alyx Vance, Dr. Gordon Freeman, Personagens Originais
Tags Adrian Shepard, Alyx Vance, Arctic, Black Mesa, Black Mesa East, Combine, Cs Go, Gman, Gordon Freeman, Half-life, Headcrab, Leste Europeu, Mit, Pé De Cabra, Rússia, Tf2
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Palavras 1.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, primeiramente desculpe aos que queriam a próxima parte deste capítulo, segundo, estou planejando "algo grande" pra essa fic, resumindo, planejo expandir as cadências de palavras, capítulos e desenvolvimento dos personagens e lugares, não fiquem surpresos se a quantidade de palavras e capítulos aumentarem, mas nem sempre os capítulos serão postados imediatamente, vale lembrar que a ordem cronológica será levemente alterada, mas não se pressipitem, agora, vamos a fic.

Capítulo 5 - Para a superfície


Eu estava no elevador, ao longo que subia eu sentia como se oque me aguardava lá não seria nada bom, mas que escolha eu tinha? Era o caminho mais óbvio, aquele complexo era grande, pelo que vi até agora, mas as saídas pareciam poucas ou quase inexistentes, era a superfície ou nada. Então o elevador parou, e me deparei com uma típica sala de escritório, a diferença? Havia sangue, cadáveres e restos de cadáveres espalhados por lá, algumas portas estavam com umas poucas marcas de sangue na maçaneta, e claro, as luzes estavam com falhas e as que não estavam piscando, estavam desligadas... Antes de estar aqui, eu não costumava saber muito sobre o sentimento "medo" ou muito menos "terror", só que o cérebro de Freeman agiu mais uma vez, ele rapidamente associou tudo aquilo a um "filme de horror", seja lá que diabos for isso, eu senti calafrios naquela hora, mas nada demais. Eu prosseguia mais adiante, até que aqueles malditos raios verdes se fizeram na minha frente, as criaturas então foram para cima de mim, claro, sem munição não tinha muita coisa pra fazer, além de correr e as golpear com o pé de cabra, eu optei pela segunda, mas pela pouca prática, não deu muito certo, então decidi entrar numa sala e trancar a porta, foi primeira coisa que me veio a mente... Por sorte a sala dava a uma passagem de túneis de ventilação para outro lugar, eu com certeza iria por este caminho, mas antes, eu ouvi as criaturas avançando na porta, depois disso veio uma voz.

Guarda - seus desgraçados! Tomem isso porra! *dá vários disparos, alguns atravessam a porta. Arghhhh!

Então eu já estava entrando no sistema de ventilação, usei o pé de cabra para abrir, antes de entrar definitivamente, só pude ouvir mais um suspiro e gemidos de dor, as criaturas atacaram o pobre homem, não seria uma boa ideia voltar ali... Eu precisava me concentrar por onde estava andando, pensar naquilo só ia me desconcentrar, o túnel era fedido, e eu esbarrei com duas "pequenas" surpresas, a primeira foi uma daquelas... Coisas, que se assemelhavam mais a um caranguejo pensando bem agora, sem escolha tive que matar, não foi difícil, e a segunda foi basicamente um cadáver em decomposição, faltando uma das suas metades do corpo, fedia pra caralho, e eis a explicação daquele lugar fedido. Chegando mais perto, vi uma carga de bateria do meu traje e logo uns poucos raios de luz, era a saída daquele inferno apodrecido, logo peguei a carga e usei minha ferramenta, e saí pelo outro lado, quando pude ver melhor havia alguns poucos sistemas de cargas, mas havia uma leve diferença ali, umas caixas verdes ocupavam aquele lugar, havia números de séries e pareciam mais baús na verdade, aquilo era um pequeno destaque, pois as máquinas pareciam operar normalmente como se nada tivesse acontecido, tentei abrir um daqueles baús, estava trancando, para minha sorte havia munição de pistola em cima dela, estava manchando com um pouco de sangue, raciocinei que poderia haver um guarda ferido e quem sabe morto, porém não havia corpos daquelas coisas lá, então oque teria ferido ele?

- *som de alarme seguido de uma voz feminina, depois para uma voz masculina grossa e amedontradora, está área está sobre : controle militar imediato.

Claro, eram militares, eles provavelmente foram até lá para "investigar" essa bagunça, seja como for eu não poderia simplesmente baixar a guarda, e prossegui para as escadas, provavelmente quase na superfície. Ao chegar, vi uma alavanca por onde havia um guarda morto, do lado da mão esquerda da mão dele estava.... Uma magnum junto com um pacote de munições, por que não? Eu peguei a arma e as munições, era seis balas no total, pouco, mas ajudaria, quando estava investigando o lugar, havia vários cartazes de Black mesa, um deles citava sobre dormitórios, oque implicava que aquele lugar era de alguma forma "distante da sociedade", e oferecia moradia para seus operários empregados, nesse meio tempo houve um pouco de sorte para mim naquele momento, avistei uma granada embaixo da mesa do cadáver do guarda, virei o corpo dele e peguei, mas algo me chamou a atenção novamente, o guarda estava com furos no peito, não sei afirmar se eram balas ou se aqueles malditos teriam feito, eu segui tentando não pensar muito nisso, foi quando vi um cientista que caiu em uma das caixas.

Cientista - p... Para trás!

Eu tentei acalmá-lo, mas ele se negou dizendo que eu havia matado o colega dele que estava na sala de cima, estava falando do guarda anterior, eu tentei explicar que não havera feito aquilo, mas ele tinha argumentos idiotas como : "você está armado!" "eu ouvi os tiros" e "você está sujo de sangue". Sim, eu estava sujo de sangue, mas foi dos cadáveres que eu precisa desviar do caminho, ele ainda sim não se convenceu... Que seja, eu continuaria sem aquele idiota, mas antes de qualquer reação, o elevador logo a nossa frente estava descendo, eu vi bem pouco de quem estava ali, só era possível avistar botas e uma metralhadora equipada, foi quando caiu a ficha de que era um soldado, o cientista covarde logo correu em direção a ele, dizendo e resmungando besteiras, mas o coitado nem teve seu momento quando foi disparo vários tiros em seu peito e cabeça, só conseguia ver os miolos do cérebro dele e alguns órgãos no chão espalhados, e seu corpo que estava saindo litros de sangue, o militar não deu trégua e logo que me viu começou a disparar incansavelmente,eu respondi da mesma forma, por sorte os disparos foram bem sucedidos, ele se feriu naquele tiroteio. 

Soldado hecu - urgh, atenção estou em confronto com um... Merda acho que é um cientista ou.... Ele está revidando! Atenção eu preciso de... *leva um tiro de magnum 357 na cabeça.

Foi um bom disparo, mas eu gastei um bala, droga, de qualquer forma peguei a metralhado que ele carregava, uma mp5 com um bendito lança granadas, havia umas poucas munições nele (no soldado), então recolhi e sem mais nem menos subi ao elevador, provavelmente haveria mais militares lá em cima, então já estava com ela pronta para disparar no automático.

Já chegado em cima, eu já me deparei com oque seria um enorme depósito, vendo mais adiante militares pareciam estar fazendo a limpa, eu me aproximei sem chamar nenhuma atenção, acontece que estavam bombardeando aquela maldita área, e quando eu corri do galpão para fora, eles me avistaram, então não tive opções a não ser trocar tiros com eles, foi demorado, eles pareciam muito putos, por sorte, ou azar, os mísseis estavam cada vez mais frequentes, aí até pensei na possibilidade dos  militares saberem oque estavam fazendo, mas um deles foi atingido pelos mísseis e bem, ele explodiu, eu no entanto fui para o primeiro abrigo e desci as escadas que havia ali, alguns deles me seguiram, eu não estava com tantas balas mas joguei a granada neles, problema resolvido, então peguei a munição restante e desci as escadas mais profundas ainda, não tinha escolha, os bombardeios pareciam estar piores ainda, e lá estava eu de novo, na porra da instalações submersas, novamente precisava prosseguir, já que não conseguia voltar ao meu estágio "normal", e chances de fugas quase mínimas. 



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