História O Garoto da Barraca de Queijo - Nomin - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Haechan, Jaemin, Jeno, Jisung, Mark, Personagens Originais, RenJun
Tags Nct, Nomin
Visualizações 157
Palavras 1.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá, eu sou outsiders e seja bem vindx ao primeiro capítulo de O.G.D.B.D.Q.

finalmente eu escrevi essa coisa, finalmente resolvi deixar a preguiça de lado, risos.
fazia uns dias que eu queria escrever essa estória, porque eu gostei de quando minha mãe falou sobre Gouda e os queijos, ai veio a ideia.

primeiro, esse festival realmente acontece.

segundo, os personagens, sim, nasceram na Holanda, deixei apenas Mark como Canadense mesmo.

terceiro, os personagens, sim, vão ter características do pessoal da Europa.

quarto, os holandeses são pessoas extremamente... como posso dizer... diretas, vão direto ao ponto, não ficam enrolando, são sinceras, então os personagens vão ser dessa forma. por isso que quando eles forem se elogiar não vou colocar que coraram, não que isso não aconteça, mas deve ser o costume mesmo. deu pra entender? porque eu me buguei toda agora.

quinto, sobre o festival, eu não procurei muito, mas pelas imagens que vi, tudo acontece numa "praça", onde tem tipo uma igreja no centro - eu acho que aquilo é uma igreja -, eu não sei, mas resolvi colocar que, também, as barracas ficam nas ruas, ok?

sexto, cidades citadas existentes.

sétimo, imaginem que a fanfic é uma série - q?

oitavo, os pais vão ser chamados de "mama" e "papa", eu não vou nem precisar dizer o que cada um representa, né? risos.

nono, eles não vão se chamar de hyungs, nonnas, dongsaengs, unnie e tals.

décimo, queijo é muito bom é fim de papo!

avisos dados, se precisar vou colocar mais, mas por enquanto é isso, rs.
aproveitem.
boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo um - Menino dos cabelos brancos como a neve;


Como eu poderia começar a minha história? Do início, talvez? Tudo bem.

Eu sou Na Jaemin, um adolescente de dezesseis anos um pouco problemático. Nasci em Amsterdam, na Holanda. Meu pai é um holandês dos olhos verdes e com madeixas claras, e minha mãe coreana, dos olhos castanhos, mas que puxa um pouco para o vermelho. Eu nasci com o cabelo igual ao de meu pai, assim como também puxei os olhos. Uma mistura bem louca, eu sei. Estou terminando o Ensino Médio. Tenho três melhores amigos muito viados, também dos olhinhos puxados. Talvez porque minhas tias, mães deles, também sejam orientais e amigas desde a infância de minha mãe.

Mark é o mais velho entre nós três. Nasceu no Canadá dias depois do casamento da mãe, na Lua de Mel. Só por ser mais velho o cara quer se acha o sabichão. E o que eu devo admitir é que ele é mesmo. Os pais deles se separam quando ele tinha treze anos, e eu nunca vi pessoa, criança, mais forte do que Mark.

Renjun é o segundo mais velho. Nasceu em Lisse, na Holanda também. Jun é o tipo de cara que quer te dar um conselho mas não consegue. Se procura alguém para te escutar e iluminar o teu caminho, não procure Huang Renjun.

Chenle é o mais novo entre nós. Ele é a mistura mais legal que eu já vi. Seu pai é um holandês de olhos azuis e loiro, e a mãe chinesa, de olhos castanhos e os cabelos mais escuros que a noite. E o menino nasceu loiro dos olhos azuis, mas também não perdeu o “ar” oriental que a mãe tem. Lele nasceu em Vlissingen, também aqui na Holanda. Personalidade alegre e risada de golfinho.

Agora, falando da parte que eu mais odeio.

Não é fácil se mudar de um lugar que você morou a sua vida inteira. Onde fez amigos. Teve que aturar os vizinhos irritantes. As criancinhas catarrentas, porém legais, e os velhinhos que sempre quando eu me aproximava resolviam me contar histórias de quando eram jovens. Gostava principalmente das histórias da Dona Soraya.

Dona Soraya é uma senhora de quase noventa anos de idade. Viúva e mãe de vários gatos, também é amiga dos patinhos do lago. Vive conversando com eles como se a qualquer momento fossem respondê-la.

Quá Quá!

Sabe aquelas cenas de filme onde um dos protagonistas está na janela do carro chorando rios enquanto o outro está correndo atrás? Então, não aconteceu isso. Na verdade, ia acontecer caso eu não começasse a fazer caretas, porque provavelmente Chenle estaria correndo atrás do carro. Agora sou eu que estou precisando de caretas para me fazer sorrir, ficar com a testa escorada na janela do carro olhando os vários queijos de Gouda não é uma coisa muito legal.

Queijos, queijos e mais queijos... Uh, queijos! Eu gosto de queijo.

Esqueci de falar, mas Gouda é onde eu vou morar agora. O lugar que é conhecido pelo festival de queijo. Soube que em cada barraquinha pode pegar um pedacinho de queijo para provar. Se é assim, eu posso pensar direito e aceitar que aqui é um bom lugar para se morar.

— Seria muito bom se você deixasse de babar pelos queijos e nos ajudar com a mudança, filho! — falou meu pai dando um peteleco em minha testa.

— Desculpa, papa! — pedi, já saindo do carro e pegando minhas poucas coisas que tinha no porta malas do carro.

Nossa nova casa é bem diferente da antiga. A estrutura é de algo mais antigo, mas não deixa de ser confortável. Fui em direção ao meu quarto, encontrando caixas espalhadas por todo lugar e a preguiça aparecendo. Sendo bem sincero, quero logo terminar isso e ir comer os queijinhos de graça.

— Sei que depois do que viu lá fora você está bem animado para ir lá e comer do queijo. Depois você arruma, vai lá. De qualquer forma, você precisa conhecer as coisas aqui! — falou minha mãe passando a mão por minhas costas. Parece que minhas vontade e meu super poder funcionaram.

Sem perder muito tempo saí de casa, andando pelas ruas movimentadas do lugar. Cumprimentando quem eu sentisse vontade de cumpriementar. Não sou obrigado a falar com todo mundo, afinal.

Eu parava em quase todas as barraquinhas de queijo, sempre sendo atendido como o novato do bairro. Puta merda, viu. Mas em compensação, eu não me decepcionei com nenhum que provei.

Ao longe vi uma barraquinha, bem mais chamativa do que as outras. Talvez essa seja a última que irei visitar, eu estou quase explodindo.

— Olá! — falei assim que me aproximei, fazendo a pessoa que estava agachada batesse com a cabeça no “balcão” da barraca — Aí, meu deu, perdão. Você tá bem? — um menino se levantou, com a mão na cabeça, me encarou e logo sorriu negando com a cabeça. Uh, que menino bonito.

— Tudo bem, estou bem. Em que posso lhe ajudar, jovem? — perguntou-me enquanto me encarava sorrindo.

— Você não deve ser muito mais velho do que eu! — ri soprado — Mas você pode me ajudar deixando eu provar um pouco daquele queijo, hm? — apontei para o queijo, logo recebendo um palitinho com um pouco — Obrigado! — agradeci, provando o queijo enquanto olhava o cabelo do menino a minha frente. Era branco, completamente — Essa cor combina com você!

— Tenho dezessete! — disse cruzando os braços — Ah, meu cabelo é dessa cor mesmo! — falou me fazendo arregalar os olhos. Ok, o cabelo dele é natural e isso me choca. Não é muito comum pessoas nascerem com essa tonalidade de cabelo — Você também tem os olhos muito bonitos! — elogiou, e eu sorri.

— São naturais também! — sorri, logo joguei o palitinho no lixo ao lado, limpando minhas mão uma na outra — Juro que se eu estivesse com dinheiro comprava, mas sai rápido demais de casa! — ele riu, olhou para trás e logo depois para os lado, pegando mais um palitinho e me oferecendo.

— Gostei de você, mas não conta pra minha mama que te dei mais do que devia! — peguei o que me era oferecido,

— Obrigado, senhor, moço, menino, jovem de cabelos brancos como a neve e sorriso deslumbrante, mas agora eu preciso ir! — quando estava prestes a ir, lembrei que ele tinha me falado sua idade — Aliás, sou Na Jaemin e tenho dezesseis. Você é apenas um ano mais velho! — por que não falar o nome também, hm?

Ele sorriu mais uma vez, e então fui embora, não demorando em chegar em casa e querer voltar para comer mais. Me encostei na porta de casa, não vendo ninguém, mas escutando os barulhos de caixas sendo abertas. Subi as escadas, e indo para meu quarto, porém, antes disso, gritei:

— MAMA, COMPRE O QUEIJO DO MENINO BONITO!


Notas Finais


MEU DEUS CHENLE É MUITO SORTUDO DE TER NASCIDO EM VLISSINGEN. EU VOU MORAR LÁ, AAH. LÁ TEM PRAIA, MAR, AZUL, SALGADO, MDS.

Vlissingen:
https://goo.gl/images/ecu39p

Amsterdam:
https://goo.gl/images/jhRoXY

Lisse:
https://goo.gl/images/XCpPNK

Gouda:
https://goo.gl/images/i7oNPG (fotinha com os queijinhos)

pra quem quiser ver os lugares que citei da Holanda.

então, agora, sobre o capítulo, me desculpem os erros, vou corrigir assim que consegui.
a data de att ainda não foi definida.
o que acharam? tanana.

então até o próximo!
XOXO!


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