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História O Garoto da Beliche de Cima - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Mais um #Teukchul porque esse casal precisa ser alimentado!
Boa leitura!

Capítulo 1 - Acampamento


 

   Eu odiava meus pais por terem me mandado para o meio do nada de uma floresta, com a idéia maluca de que acampamento me faria mudar ‘’meus jeitos’’. Porém eu também amava a hipocrisia deles, pois pelo mesmo motivo eu havia conhecido o paraíso perfeito para todo garoto gay.

 

   Apenas meninos.

   Meninos sem camisa.

   Meninos suados.

   Meninos seminus no banho.

   Meninos e meninos.

 

   Era apenas a segunda semana de dois longos meses e eu não queria nunca mais ter que deixar aquele lugar, havia descoberto que onde não se tinha meninas e um amontoado de meninos em suas puberdades, poderia acontecer tudo. Havia provado também, sempre arranjava uma boca pra beijar, se não um amaço mais pesado, até mesmo os professores eu desejava.

 

   Porém mesmo estando rodeado por cuecas, tinha uma que eu gostaria de entrar mais do que qualquer outra. E claro que seria a cueca de Park Jungsu. O líder da tenda do meu grupo, o veterano de corpo esculpido e magro, adorava um corpinho magro definido. Desde o primeiro dia eu sonhava em beijar aquela boca gostosa, que continha uma covinha única no canto esquerdo, queria passar minha língua nela.

 

   O problema é que ele não tinha se quer uma pausa, todo dia, toda hora, sempre, sempre tinha alguém com ele, o coitado só tinha sossego quando tomava banho e dormia. Seu uniforme não era sem graça como o dos outros, nele haviam já algumas medalhas de destaque desse verão, visto que ele já estava lá a quase quatro anos consecutivos e esse era seu último, quantas outras medalhas ele já não tinha dos verões passado e eu me orgulhava ainda mais, pois ele era perfeito. E eu adorava manchar algo perfeito quando via.

 

   No final da tarde todos correram até o vestuário pra se banharem, havia acontecido um tipo de gincana, onde as habilidades de cada área eram testadas em nós, afim de descobrirmos nossa vocação. Apesar de eu não ser bom em briga física, eu era excelente em saltos e claro, qualquer jogo de concentração. Havia ficado em primeiro lugar nas duas áreas e ao receber minhas medalhas, quase perdi o ar, quando aquele menino veio em minha direção.

 

   Ele pegou uma medalha de cada vez e me sorriu passando-as ao redor do meu pescoço, tentei não ficar duro apenas de respirar o mesmo ar que o dele. Quando ele cometeu a ousadia de tocar meu ombro e se aproximar demais, pra posar na foto comigo. Me deu parabéns e eu vi ele me deixando em câmera lenta, droga, eu só queria poder ter uma chancezinha a sós com aquele filho da puta gostoso.

 

   Foi então, que eu decidi que já havia esperado demais e agora era hora de Kim Heechul entrar em ação, eu iria seduzi-lo de todas as formas possíveis, faria ele me notar e o levaria a loucura. Park Jungsu era um homem oficialmente perdido. Só iria me dar por satisfeito depois de conquistar o tão sonhado prêmio dentro daquela boxer.

 

   Uma vez eu havia ouvido algumas brincadeiras entre os meninos no banheiro e eles diziam algo sobre o pau do mais velho, claro que eu aproveitei da conversa e fiquei ali com as orelhas em pé e acabei descobrindo que nosso líder parecia ser muito bem dotado. Saber daquilo só me deixou mais sedento ainda por ele, estava a ponto de força-lo no meio de todos.

 

   Depois de me banhar, me encaminhei até o refeitório, onde o falatório era grande, penteei os cabelos que já estavam na altura do meu pescoço com meus dedos, desembaraçando os fios úmidos. Entrei na fila que já havia esvaziado e peguei minha comida, indo procurar um lugar para me sentar, eu evitava fazer grupinhos, gostava de andar só, apesar de falar bastante com uma boa quantidade de meninos. Ao observar todo o refeitório, encontrei algo que nem em sonho fui capaz de desejar, Jungsu, sentado sozinho.

 

   Parecia bem concentrado em sua janta, comia devagar e se dividia entre ler uns papeis ao seu lado, tendo uma caneta na mão direita. Olhou pra mim assim que me sentei um pouco afastado e eu lhe sorri, num cumprimento comum, ele repetiu o ato, logo voltando a se focar no que fazia. Não queria conversar mesmo, apenas precisava que ele soubesse que eu estava ali, agora poderia começar a por em prática meus planos.

 

   Peguei a fruta disposta na minha bandeja e calmamente comecei a descasca-la, tendo os cotovelos apoiados a mesa, não tirei toda a casca, apenas deixei pela metade, só então olhando bem para a banana e passando a língua entre os lábios. Pela movimentação, pude notar o maior desviar o olhar novamente até mim, pela visão periférica e foi nessa hora que aproveitei para deslizar a fruta na minha boca, voltando a tira-la pra fora, passando a língua do meio até a ponta, cobrindo novamente com a boca.

 

   Fingi uma expressão inocênte, tentando segurar o sorriso malicioso que queria nascer em meus lábios, assim que notei um certo desconforto na pessoa ao lado. Mordi finalmente, mastigando e engolindo, dessa vez colocando minha boca ao redor da banana e chupando apenas a parte do meio. Os olhos de Jungsu quase pularam do rosto e eu notei quando sua maça de adão subiu e desceu de forma seca e ele rapidamente recolheu suas coisas e saiu de lá.

 

   Soltei um muxuxu de desapontamento, queria brincar mais um pouco.

 

   Inconformado com sumiço dele, terminei de comer extremamente mau humorado, seria possível que eu teria que realmente amarra-lo e sentar naquele pau a força? Meus hormônios já não estavam mais conseguindo se conter, o estranho seria grande, pior ainda pra mim, mas ainda sim ruim. Depois de comer, levantei e descartei a bandeja junto a pilha de outras sujas e resolvi puxar assunto com um dos mais novos.

 

   - Donghae, me dê boas notícias. – Escorei-me a parede olhando o menor me sorrir descontraído – Aigoo, como você é fofo!

 

   - Hyung! – Protestou quando lhe apertei a bochecha – Eu ganhei a medalha de humildade, por ter ajudado alguns alunos em provas difíceis!

 

   - Fico feliz, Hae – Passei a mão em seus cabelos – Quem lhe deu os méritos?

 

   - Hyukjae Hyung, ele é super legal! É campeão invicto a anos na corrida de cem metros e diving em natação. – Hyukjae, Hyukjae, lembrava desse nome...

 

   - Quem é esse mesmo? Eu tenho a impre-

 

   - Donghae, preciso falar com você. Tem um tempo? – Abri a boca quando uma lâmpada se acendeu na minha cabeça e eu reconheci aquele magrelo. – Boa noite, Hyung.

 

   - Boa.

 

   Meu pobre Donghae, se aquele era o motivo do brilho em seus olhinhos e sorriso frouxo, eu realmente sentia muito pela inocência dele que com certeza, estava com os dias contados. O menor pediu desculpas pela saída repentina e eu afirmei que não tinha problema algum, Hyukjae antes de se virar me sorriu mordendo o inferior de forma sacana, em seguida jogou o braço sobre os ombros do menor.

 

   - Que maldito safado. – Falei comigo mesmo.

 

   Quantos meninos ele já havia arrastado para o seu colchonete, além de mim e mais dois que descobri? Era um jogador nato, não podia culpar meu pobre maknae, aquele tubarão branco sabia como envolver alguém. Seria uma excelente primeira vez, o invejava, Hyukjae era tão bom no que fazia.

 

   Desistindo de socializar novamente, segui rumo a minha tenda, hoje era quinta feira e teria reunião ao redor da fogueira, era nesses momentos que eu dava uma escapada e ficava deitado na minha beliche. Tinha a sorte de dormir sozinho, pois não tinha mais ninguém para tomar o lugar na parte de cima, eu até iria, mas morria de medo de cair. Meu sono costumava ser agitado.

 

   Entrei na tenda, fazendo o caminho já conhecido até meu lugar e enfiei a mão no bolso do shorts cor bege do uniforme, tirei um brilho labial incolor que tinha um sabor delicioso de morango e passei nos lábios. Novamente joguei meu cabelo para trás, já estava um breu, com aquele cabelo me atrapalhando a visão, só piorava. Joguei-me na cama de bruços e senti quando meu shorts me apertaram, estava praticamente socado na minha bunda, mas tudo bem a visão devia estar maravilhosa.

 

   Pena não ter ninguém pra ver.

 

   A cama se moveu.

 

   Como assim...

 

   Fiquei paralisado por um minuto talvez e novamente a cama se moveu, eu ia dar um belo de um grito bem afeminado, mas a curiosidade falou mais alto, se a cama se moveu é porque tinha mais alguém cabulando o churrasquinho no espeto. Tentei avistar alguma parte do corpo da pessoa pra fora da cama e nada, dessa vez eu ouvi algo.

 

   Um grunido que eu conhecia bem demais!

 

   Em seguida o som de algo molhado.

 

   Tinha alguém se masturbando na cama de cima.

 

   - Ei?

 

   - ...

 

   - Não vou te zoar cara, mas se você precisar de ajuda olha aqui em baixo. – Empinei melhorando ainda mais a visão.

 

   - Heechul-ssi? – E eu juro que falecia por cinco segundos.

 

   - Jungsu? – Quase gritei vendo sua cabeça.

 

   - É-é...

 

   - Então meu boquete na banana deu certo afinal – Lambi os lábios imaginando o que ele tinha nas mãos.

 

   - Sabia que tinha feito de propósito! Você não cansa de me provocar? – Dei risada achando a situação muito imaginária, então me toquei que era o momento perfeito para a aproximação.

 

   - Precisava batalhar pra poder ser notado – Balancei os quadris ainda o observando por cima do ombro e captando o exato momento em que seus olhos seguiram o movimento.

 

   - Isso-isso não devia estar acontecendo – Voltou a se deitar na beliche e eu não me dei por vencido.

 

   Ele já tinha uma ereção e eu estava começando a ter uma também.

 

   Virei-me de lado, deixando minha bunda na sua direção, desabotoei os shorts e desci pelas coxas, deixando ali, segurei meu pau e comecei a massageá-lo, passando a ponta dos dedos, puxando a pele até expor com completa a glande. Deixei um gemido baixo escapar e depois outro e mais outro, até estar gemendo sem parar, chupei meus dedos encaixando-os na minha bunda, começando a me dedar.

 

   - Hmmmm... – Fechei os olhos sentindo o prazer me invadindo e em segundos a cama se movia novamente, dessa vez de forma mais forte, ao tentar me virar encontrei Jungsu em pé ao meu lado.

 

   Estava sem camisa, com aquele peito liso e definido a mostra, as veias em seus braços saltavam indo em direção as mãos de porte médio, e entra a destra ele masturbava devagar aquele pau grosso. Mordi os lábios com a cena fodida de tão erótica e aumentei a velocidade das dedadas, já queria abrir as pernas pra ele.

 

   - Heechul... – Se aproximou mais e eu me virei sentando na cama e tirando completamente minha roupa, segurei sua cintura fina e o puxei pra cima do meu corpo, finalmente beijando aquela boca deliciosa.

 

   A sensação pele com pele me fez arrepiar, seu pau de encontro ao meu provocou um choque elétrico pelo meu corpo, acredito que com ele aconteceu o mesmo. Minhas mãos foram sem medo algum até sua bunda, apertando ainda por cima da bermuda de tecido mole. Jungsu gemeu tão gostoso no meu ouvido que eu quase perdi o controle, virando-o mais uma vez, até que ele estivesse embaixo de mim.

 

   - Porra, você é grande! E grosso e lindo – Falava sem vergonha alguma segurando seu pau com minha mão, nem dando tempo pra ele formular algo pra dizer, ao me inclinar sobre si e engoli-lo completamente, até que pudesse tocar a ponta do nariz nos poucos pelos que ele mantinha no baixo ventre.

 

   - NÂoo! Aah... Aaaah... – Meu corpo correspondeu a sua voz e senti que não seria sentando uma vez que iria me saciar.

 

   Forcei uma velocidade moderada, onde eu chupava toda sua extensão, com vontade e que vontade! Era um pirulito enorme, meu sabor favorito, iria chupar até se estivesse mole. Ah, Deus, como eu sou gay.

 

   - Heechul! – Jungsu apertou meu cabelo com força e me afastou ofegante.

 

   - Uau! Que másculo. – Sentia minha boca já dormente – Esqueci que você já devia estar nessa brincadeira a bastante tempo.

 

   E mais uma vez ele me surpreendeu ao me puxar pra cima e me beijar com agressividade, afinal, não era Hyung atoa. Voltei a me dedar sentindo tesão, enquanto mordia seus lábios e o mesmo chupava os meus. Sabia que seria maravilhoso, mas não tanto, ainda bem que tem mais de um mês  ainda nessa droga.

 

   - Você tá me tirando do sério – Disse ofegante.

 

   - Depois de hoje, vou te dar todo dia. – Encostei nossos membros.

 

   - Caralho.

 

   Beijei pela última vez sua boca, que sim, já tinha viciado, era pequena e de lábios delicados, tão macia e quente, arranhei seu peito, descendo a boca até seu pescoço, fazendo uma trilha ligando a clavícula. Chupei muito, ainda chuparia mais, essa cara era um puta gostoso, não cansava de repetir.

 

   Ele levantou o tronco e se sentou, abaixando a bermuda mais e a tirando, o ajudei já me colocando em cima de seu corpo, segurei seu pau por trás, deixando-o se colocar entre minha bunda e comecei a me roçar naquela carne pulsante. Subia e descia o quadril, sentando em cima dele, até minhas nádegas esmagarem suas bolas, assim me movendo pra frente e pra trás.

 

   Suas mãos seguraram minha cintura e ele voltou a se sentar, dessa vez na ponta da cama, comigo de frente pra si, apoiei os joelhos na cama e minhas mãos em seu ombro. Nem precisei dizer nada, ele já cuspiu na mão e abriu minha bunda, arreganhando minha entrada, enfiando facilmente dois dedos pra dentro de uma vez.

 

   - Posso? – Sua voz estava tremula, abracei sua cabeça e beijei sua orelha.

 

   - Vai.

 

   Comecei a descer assim que a glande tocou meu cu, sentei de uma vez, apressado, querendo senti-lo e a coisa que senti foi a dor excruciante, mas mesmo assim sem esperar já dei inicio a penetração. Apertei meus braços ao redor do pescoço dele, sentindo suas mãos na minha bunda, segurando e deixando minha bunda bem aberta pra que pudesse entrar e sair sem maior atrito.

 

   Gostoso pra caralho.

 

   Em dado momento, delirando nos seus braços, comecei a rebolar a cada sentada, demorando a me levantar, suas pernas tremeram e eu apertei seu pau com força, fazendo o pobre líder gemer tão alto e desesperado que me fez abrir um sorriso perverso. Seus braços circularam meu corpo e em seguida senti o conforto da cama nas minhas costas, agora sim eu podia abrir minhas pernas de forma pornográfica pra recebe-lo.

 

   Segurei embaixo dos meus joelhos trazendo até meu a altura do meu peito, tão exposto que o maior com menos cuidado que da primeira vez, se afundou dentro de mim e continuou a estocar com força. Ah, ele socava com tanto tesão, um homem daqueles, eu nunca havia tido o prazer de achar até agora. Jungsu que se preparasse teria que dar conta de mim, todo santo dia.

 

   - He-hee... Mmmm – Ah, como a voz dele me deixava mais aceso! – De-devagar...

 

   - Aah Park, não dá, eu quero até suas bolas dentro do meu rabo – Rebolei com mais força, circulando o quadril sem parar.

 

   Observei o tórax definido subir com força e logo descer de uma vez, ele estava tão vermelho, tinha certeza, pois conseguia notar a cor mesmo num lugar sem muita luz. O maior também segurou minhas coxas internas erguendo mais minha bunda e com outra mão pincelou ao redor e entre meu cu, que já tinha a pele avermelhada pelo atrito. Estava no céu, foi tudo que pensei quando apertei os olhos e gemi alto seguidas vezes, enquanto ele esmagava minha próstata sem misericórdia, minha garganta já seca, protestava e ele não parava.

 

   Longe da minha pessoa, estar reclamando.

 

   Gozei com força, quando ele começou a soltar grunhidos de prazer como se fosse um cara maduro de trinta e tantos, golpe baixo, ele era tão perfeito. Segurei meu pau e comecei a felar com rapidez, ofegante ele se retirou de dentro e continuou batendo com aquele pau pesado no meu cu. Sem mais conseguir me segurar, me liberei vendo aquele safado me dar surra de pau duro, em seguida sentindo o líquido meio transparente  sujar minha virilha e meu saco.

 

   Fechei novamente os olhos por um segundo, apreciando aquela sensação dormente, Jungsu se sentou entre minhas pernas e se deitou como pode, até encostar a cabeça na parede. Seu pau ainda estava semi ereto e aquilo me fazia salivar, mas eu precisava me conter, meu rabo não aguentaria outra tão logo.

 

   Tomei folego e usei os últimos resquícios de força no meu corpo pra me encostar ao seu lado e poder me aproximar precisamente, sua cabeça se virou pra mim e sus olhos encontram os meus, perdendo contato em dois segundos, que foi quando ele avistou minha boca e se aproximou. Nos beijamos de forma mais contida e pouco preguiçosa, levei a mão até suas bolas e acariciei devagar, fazendo-o suspirar e abrir mais as pernas involuntariamente.

 

   - Espero que realmente tenha mais vezes... – Sorriu cansado.

 

   - Amanhã mesmo. – Beijei seu rosto me afastando – Venha me visitar.

 

   - Vou me mudar pra beliche de cima. – Selou duas vezes o canto da minha boca, sua mão passeando pelo meu peito.

 

   - Se eu dissesse que já quero outra, o que me diria?

 

   - Que eu também, mas tô acabado pelas atividades de hoje atarde.

 

   - Não me recusaria? – Passei a falange do indicador ao redor de sua uretra.

 

   - Se fosse outro momento, não mesmo. – Sua mãos cobriu a minha que lhe assediava.

 

   - Que bom saber disso... – Segurei sua nuca, lhe beijando novamente.

 

   - Sua boca é tão boa de sentir, Heechul...

 

   - Na próxima eu te mostro o que mais ela sabe fazer.

 

   Ele deu risada e eu ri junto de si, pois aquele som que deixava sua garganta era a risada mais exótica que já havia ouvido, chegava a ser hilária. Mais um vez, eu odiava meus pais por terem me enterrado no cu do mundo, mas eu amava o fato de poder sentar no Park pelo resto dos dias, qualquer hora que tivesse vontade.

 

 

 

 

 

OGDBDC - TEUKCHUL @YUZINN

 

 


Notas Finais


Me digam ai, como ta minha habilidade com esse casal?
Boa? Mais ou menos? Pode melhora?


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