História O Garoto Da Capa Vermelha. - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Homemxhomem, Lgbt, Lobos, M-preg, O Garoto Da Capa Vermelha
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Palavras 3.110
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Como prometido um cap grande!

Capítulo 4 - Cap4 - A Verdade


_______O garoto da capa vermelha ________

No outro dia…

Todos haviam acordado cedo como sempre, menos um ômega em especial Boo ainda estava dormindo no décimo quinto sono chegando até a babar, o menor nunca conseguiu acordar cedo só acordou por que alguém estava o chaqualhando fortemente. O menor abriu os olhos com dificuldade para ver quem era.

- EEEEEEEEEIIIIIII ACORDAAAAAAAAAAA - Disse uma voz feminina e nada conhecida pelo ômega.

Quando Boo consegue acordar por inteiro se assusta em ver uma mulher desconhecida em seu quarto e encima do mesmo.

- Q-QUEM É VOCÊ!?!!!!?? - Gritou assustado tentando empurrar a desconhecida de cima de si.

- Ótimo você acordou! Bem respondendo a sua pergunta, sou Laila não gosto de sobrenomes então apenas Laila, tenho 23 anos e sou a futura líder da aldeia das corujas! Não precisa dizer seu nome já sei quem você é! E antes que me pergunte eu só sei de você por causa do Alun somos amigos desde que éramos muuuuito pequenos. - Laila começou a falar mais que a boca como sempre, e Boo não conseguia pensar em nada apenas ficou boquiaberto com uma expressão de desentendido, mas precisava falar algo então chaqualhou sua cabeça para voltar ao normal.

- Como você entrou aqui? - Perguntou, Boo um pouco perdido com a situação.

- AH, bem! Tenho asas e você uma janela. - Disse, Laila com um sorriso enorme no rosto.

- Ok….por que está aqui? - Perguntou.

- Quero ser sua amiga ué!. - Respondeu , Laila sentando-se ao lado do mais novo.

- ….. Só isso? - Pergunta novamente.

Laila fez que sim com sua cabeça mas logo parou bruscamente lembrando de algo.

Flashback on.

- Oaaaaa…. Por que tenho que falar com ele a essa hora? - Pergunta, - Estou morrendo de cansasso, fiquei até tarde caçando…. - Diz terminando a frase.

- E eu lá ligo? Se você quiser ficar com esse ômega tem que se mexer! Ontem eu vi ele e tenho que dizer ele é bem gostoso! E olha que não sou fã de homens! - Diz se esguiando de uma cutuvelada de seu amigo.

- Cala a boca! Coruja maluca….Você tá igual minha mãe mais louca a cada fodendo dia… - Diz, Alun um pouco nervoso pelo que amiga havia mencionado.

- Ok chegamos né? - Pergunta vendo como resposta de seu amigo um balançar de cabeça positivamente. - Ótimo! Agora bata na porta fale com ele e pergunta se ele quer caçar, andar, transar ou sei lá oque com você na floresta hoje! - Fala, Laila com seu tom otimista com uma pitada de loucura de sempre.

Alun apenas revira seus olhos com a fixação de sua amiga em ajudá-lo a ficar com Boo, ele levanta uma de suas mãos fechadas quando ia bater na porta exita.

- Bate!…..vai bate!…..por que você não bate?….. você não sabe bater? - Menciona Laila

- Cala a boca peru de natal…- Diz Alun em tom ríspido, - Só não sei como vou chamar ele pra sair….

- Ata…..ok deixa que eu bato na hora você vai saber oque dizer! - Diz a garota tirando o alfa de sua frente.

- Oque esp- Não deu tempo de continuar sua frase logo ouve sua amiga batendo na porta do ômega. - Merda….

- Ué… por que ele não abre? - Pergunta fazendo um bico.

- Ele deve estar dormindo vamos depois fasso isso… - Diz.

- Ei, ei, ei espera fica aqui e não saia eu já volto! - Diz deixando o amigo confuso.

- Aonde vai?! - Perguntou Alun um tanto quanto preocupado pelo oque sua amiga maluca poderia fazer.

- Calma já volto!

Flashback off.

- Ammm desculpa mas você pode me responder? - Perguntou para a mulher a sua frente com cabelos levemente bagunçados.

- Mm? Ah sim! Vem cá! - Diz puxando o ômega para que ele levanta-se das peles que estavam no chão ou para que ele saísse de sua cama.

Laila abre a porta e para surpresa de Boo, Alun estava no corredor de seu quarto escorado na parede de pedras de frente a porta, não foi apenas Boo que ficou surpreso Alun também havia ficado. E a Laila bem….tava sendo ela mesma se distraindo com qualquer coisa.

- A-Alun? O-oque faz aqui? - Perguntou ainda surpreso é um pouco corado.

- Laila posso conversar com Boo? - Falou chamando a atenção da mesma.

- Oh claro. - Responde ainda no quarto de Boo fazendo com que os dois se entreolhassem.

Alun Suspira, - A SÓS frango maluco…- Diz fazendo um gesto para que ela saísse.

- Ata! Tchau! Bom te conhecer Estrelinha! - Fala enquanto saltitava para fora.

- …….Bem ela já foi….sobre oque quer conversar? - Perguntou em meio de um sorriso doce e envergonhado por estar de "pijama" na frente do alfa.

- Ah…bem….. não sei…. - Diz, Alun - Q-quero dizer eu sei só não sei como falar….

- hihi, fala como conseguir - Diz rindo.

- Bem…..Queria saber se aceita passear comigo pela floresta, claro se não tiver nada de importante a fazer….. - Fala um pouco desconfortável nunca ágil daquela forma e muito menos sentiu medo da pequena palavra mas marcante "não".

Antes de responder, Boo deu um sorriso mais feliz e gentil que pôde, - Claro que aceito sair com você! Além do mais não é a primeira vez que fazemos isso….D-digo é a primeira vez que saio com você com sua forma humana….então seria sim a primeira mas também não………V-você entendeu! - Diz inflando as bochechas coradas por se perder um pouco do foco. Alun vendo a cena a sua frente deixou com que um sorriso escapasse de seus lábios.

- Ok combinado, se troque para irmos.- Disse, - Ou ainda está muito cedo para o pequeno ômega? - Perguntou brincando para o ômega, que sacou a brincadeira de primeira.

- Pra mim esta uma ótima hora para sairmos, se irmos agora conseguimos chegar antes da janta já que você é muito lerdo. - Disse sorrindo e antes que o alfa falasse algo já havia fechado a porta, deixando um Alun com um sorriso não contido em seu rosto.

Boo se trocou rápido, para que seu cabelo não o atrapalhasse apenas o amarrou para traz deixando um pouco de sua franja em sua face. Colocou um dos seus vestidos, era azul com detalhes brancos na barra como um degradê e mangas longas por causa do frio, e por cima claro sua capa cor de sangue.

- Então vamos? - Perguntou ao alfa a sua frente.

- Claro. - Respondeu.

[. . .]

Linden ainda estava pensando no que tinha ouvido do filho na noite anterior.

- Angus oque será que aconteceu com Alun para ele ter dito aquilo? - Perguntou ao marido.

Flashback on.

Linden estava inquieta andava de um lado para o outro, a morena não acreditava que seu filho iria chegar em casa tarde novamente.

- Eu realmente e sinceramente vou matar o Alun ele não toma jeito! - Diz Linden ao marido que estava sentado e vendo sua esposa de um lado para o outro.

- Ele vai tomar só tem que ser paciente. - Fala e tom calmo.

- Já tentei ser paciente mas o que mais me falta é paciência! Angus até quando você vai ficar falando essa de "um ômega vai mudar a cabeça dele" isso nunca vai acontecer! - Fala ainda mais impaciente.

Enquanto os dois falavam Alun havia chegado, e viu a cena típica sua mãe quase arrancando os cabelos e seu pai sentado a frente da mesma tentando acalma-la.

- Mãe se acalme.. - Diz vendo a mulher se virando rápidamente em direção a ele.

- Espero que tenha algo muito bom na ponta da língua, para que eu não grite com você novamente! - Diz indo em direção ao mesmo.

- De agora em diante vou melhorar…..e irei me esforçar para ser um bom líder….. - Fala em tom firme.

A boca de Linden abre automaticamente estava surpresa por ter ouvido aquela frase, principalmente de seu filho já Anguns proporcionou um sorriso de orgulho em sua face.

- O-o-oque SÉRIO!? Alun se estiver brincando te mato! - Diz Linden com uma de suas mãos no coração.

- Não mãe não estou brincando! - Fala, - Agora vou ir dormir. - Finaliza se retirando.

Flashback off.

- Querida isso não é de nossa conta, tenho uma teoria em minha mente mas não tenho provas o suficiente. - Diz pousando uma de suas mãos no ombro da esposa.

- ………. Vô descobrir. - Fala motivada.

- Você não vai se intrometer na vida de Alun, espero que a sua resposta seja n- Foi interrompido pala morena.

- SIM ninguém mandou ele mudar do dia pra noite! - Fala se retirando as pressas.

- . . . Eu sinceramente não sei o que fiz a deusa para merecer isso. - Fala massageando suas têmporas.

"- Ah eu vou descobrir! Se não meu nome não é Linden Riöki!! -" Pensa determinada.

Enquanto Linden se perdia em pensamentos, Laila chegou amigável por traz para dar um "Oi" pra mais velha antes de voltar para a sua aldeia.

- OI Linden! - Diz cutucando a mesma.

- … Oi Laila….Por que está aqui? - Perguntou amigávelmente.

- Só vim ajudar o Alun chamar o Boo para um encontro. - Responde.

- Chamar Boo para sair?. . . AI MINHA DEUSA! AGORA ENTENDI TUDO O POR QUE ELE DISSE AQUILO ONTEM! - Fala animada, - Mas essa informação não seria um segredo?

- Oh verdade…. Finge que não te contei ok. - Fala piscando um olho.

-…. minha Deusa você pode ser mais besta que isso? - Perguntou Linden massageando suas têmporas.

- A culpa não é minha é dela! - Fala apontando pro nada.

- Dela quem? - Pergunta olhando a sua volta.

- Ué da autora! - Responde inflando as Buchechas.

- . . . Tá bom….esquece ok…..me diz pra onde Alun levou Boo? - Pergunta.

- Floresta. - Responde.

- Obrigada vou falar com Anguns sobre isso, tchau. - Fala se despedindo e se retirando do local.

- Tchau!!

[. . .]

Boo e Alun estavam conversando claro Boo sempre tomava a dianteira da conversa, com perguntas ou qualquer outra coisa.

- Alun posso te perguntar algo? - Perguntou ao Alfa.

- Mas não é isso que você está fazendo o tempo todo? - Perguntou para o outro.

- ….. Sim. - Responde sem jeito.

- Mas a resposta é sim.

- Bem….seu pai disse que antes de eu poder voltar para minha casa…eu teria que passar por um ritual..oque seria isso? - Perguntou novamente para o Alfa.

- ….. - Suspira e se senta nas raízes de uma árvore fazendo um sinal para que o ômega fizesse o mesmo, e assim o fez. - Esse ritual só acontece na primavera o que não está muito longe de acontecer, nele nós uivamos para a deusa em forma de agradecimento de não ter tido escassez de comida, ou que nenhum lobo morreu durante o inverno. Nele também é o ritual de passagem de um lobo de filhote a adulto, durante o ritual os lobos de passagem ganham essas marcas. - Diz mostrando seu pulso, nele havia desenhos das passagens da lua. - Isso nos transforma por completo lobo e nos diferencia dos humanos.

- É uma tatuagem? - Pergunta assustado já que tinha medo que perguntassem sua pele.

- Não a Deusa proporciona isso para nós você só vai sentir um desconto mas passa rápido. - Responde acalmando o ômega.

- Por que não posso voltar a aldeia humana? Já sei me transformar em lobo oque significa que sei me controlar né? - Pergunta novamente a Alun.

- Sim, você sabe se transformar mas não se controlar sua alma humana e a lupina estão distantes uma da outra, quando você for fazer o ritual elas iram se mesclar em uma só aí sim você vai estar no controle. - Respondeu ao menor.

- ……. - Boo não disse nada já havia entendido.

- Porque quer tanto voltar para lá, pnsava que te maltratavam - Diz.

- Eu não quero voltar…aqui eu posso ser eu mas lá tem minha mãe…ela é a única que gosta de mim e se preocupa demais comigo….ela deve estar me procurando… - Fala cabisbaixo.

Alun vendo Boo triste sentiu um aperto no peito.

- Você pode visitá-la. - Fala fazendo o ômega o olhar.

- S-sério? - Fala transformando a face triste em felicidade.

- Sim vamos eu te levo. - Diz Alun se levantando, e sendo seguido pelo menor.

[. . .]

Eles haviam acabado de chegar na aldeia dos humanos, Boo estava muito animado em rever sua mãe dizer a ela para que não se preocupasse.

- Pronto chegamos…- Disse Alun aliviado depois de uma longa caminhada, - Então onde é sua casa? - Perguntou ao menor.

- Lá pra frente…é um pouco longe desculpe.. - Fala se jeito.

- Tudo bem vamos. - Fala.

Enquanto os dois andavam ouviam cochichos e risadas sendo direcionadas a Boo, o pequeno ômega estava encolhido tentando se esconder em sua capa.

- Boo você tem muita coragem de voltar. - Diz um homem que aparentava ter a mesma idade de Alun.

- Olha só a garotinha trouxe o namorado. - Diz um dos amigos do homem.

Por terem falado alto as pessoas que estavam ao redor ouviram e começarm a rir, Boo se encolheu ainda mais e Alun já havia chegado a seu ápice.

- Seu eu for namorado de qual o problema?! - Pergunta em meio de um rosnado.

- O-oque? Claro que tem isso é repugnante. - Diz uma mulher.

- Repugnante são vocês julgando alguém só por ser diferente, eu realmente tenho nojo disso. - Retruca Alun.

Todos pararam de rir e começaram novamente a cochichar, Alun rosnava uma ver ou outra Boo tinha ficado surpreso pelo oque ouviu do Alfa.

- Ótimo temos mais uma aberração na aldeia Deus nos odeia mesmo! - Diz o mesmo homem do começo.

Boo vendo que Alun iria partir pra cima do homem, segurou sua mão direita para o impedi-lo.

- Alun não faça nada que irá se arrepender depois. Por favor .…- Diz olhando para o alfa.

- ….. tá bom…. - Fala olhando para as orbes multicores do ômega.

- Obrigado… - Diz andando ainda segurando sua mão.

O resto da caminhada fingiram que mais ninguém existia, claro quando falavam alguma coisa de Boo, Alun desejava que a pessoa queimasse no inferno mas não falava nada.

- É aqui chegamos… - Diz Boo.

Boo bate na porta com esperança que sua mãe a abrisse.

- Pois não? - Pergunta Camryn, ao ver que era seu filho pula em cima do mesmo o abraçando fortemente.

- Mãe estou bem! - Fala tentando respirar do abraço apertado.

- Você me preocupou! Vem entre seu pai não está em casa. - Fala abrindo mais a porta para que os dois entrassem.

Quando os dois entraram na casa se sentaram em um sofá, Alun viu as várias cabeças de animais mortos principalmente de lobos o que fez com que o mesmo se arrepiasse por inteiro.

- Filho aonde estava? Que roupas são essas e que é ele? - Pergunta apontando para Alun.

- Estive em uma aldeia, essas são as roupas que costumam usar lá e ele é Alun um grande amigo é futuro líder daquela aldeia.- Responde.

- Vejo que está bem mesmo, você vai voltar pra casa não vai? - Pergunta preocupada.

- Mãe tenho que contar oque aconteceu comigo mas vai ser difícil de entender então fique calma. - Diz Boo segurando uma das mãos de sua mãe.

Boo contou tudo que aconteceu durante os seus dias desaparecido, quando acabou de contar esperou qualquer coisa vinda de sua mãe mas ela ágil de forma totalmente diferente do que o mesmo esperava.

- Mãe? A senhora não vai falar nada? Está se sentindo bem? - Perguntou preocupado.

- …….Filho eu sabia que um dia teria de falar isso para você, mas nunca imaginei que seria em uma situação dessas.…- Diz Camryn.

- C-como assim? O-oque seria? - Perguntou preocupado.

- Você não virou um lobo.…você já era um….s-seu pai é um lobo mas nunca contou para ninguém, ele foi expulso da alcatéia que morava por….. motivos que não sei bem já que não conheço suas culturas….. - Diz Camryn

O ômega fica em choque não sabia o que dizer ao certo apenas falou a primeira coisa que veio a sua mente.

- M-mas ele c-c-caça outros lobos, p-por que? se é o povo dele…- Diz Boo assustado com a situação.

- Ele tem ódio dos outros….. - Responde ao filho.

- ……. Agora tá explicado o por que ele me odeia tanto…… - Fala cabisbaixo, - Mas por que? Por que ele nos odeia tanto…..? - Pergunta.

- Pelo que ele me falou, ele foi expulso de sua antiga alcatéia por que a deusa que eles veneram o recusou….- Responde ao menor.

- Agora está explicado…..ele não recebeu a marca por que Gealach não achou que ele era digno, já ouvi uma história sobre ele quando era pequeno….. Ele carregava muito ódio em seu coração por isso foi exilado…..ele é um dos corrompidos…. A história também conta que a anos atrás ele voltou para se vingar e matou grande parte de sua alcatéia….. E depois disso sumiu como um fantasma.… - Alun conta com um certo temor.

- ….Pela Deusa…. Eu sou filho de um monstro…- Fala Boo com lágrimas em seus olhos.

Camryn abraça fortemente seu filho, que retribui o abraço.

- Sim….seu pai é um monstro mas isso não faz de você um….- Diz se afastando do filho. - Não sabia dessa outra parte….também estou assustada… e acho melhor vocês não ficarem muito aqui ele chegará a qualquer momento….. - Fala levantando-se, - Filho fico feliz em te ver novamente….mas vá agora! - Manda dando um último abraço em seu filho.

- Tcahu…mãe - Fala colocando o capuz e saindo junto de Alun.

- Tchau filho… - Diz por último.

Os dois saíram escondidos pois não sabiam se iriam dar de cara com Küzer. O resto da caminhada pela floresta foi silenciosa Boo tinha mil e uma coisas em sua cabeça, Alun vendo que o ômega estava inquieto parou de andar, o menor percebeu e foi para perto do Alfa.

- Alun aconteceu algo? - Perguntou ao maior.

- Me desculpe…. Se eu não tivesse dado a ideia der vir visitar…você não estaria se sentindo mal….. - Diz sem jeito tentou olhar para os olhos do menor mas não havia conseguido.

Boo da um pequeno sorriso.

- Não se desculpe… de qualquer jeito eu ia saber… - Fala fazendo com que o alfa o olhasse nos olhos.

Ficaram se olhando por um momento até que Boo pula em cima do maior abraçando-o e deixando surpreso, mas abraço o menor de volta.

- Além do mais se você não tivesse dado essa ideia nunca iria rever minha mãe. - Diz saindo do abraço, - Então muito obrigado… - Diz beijando a bochecha do maior, claro teve de ficar de conta de pé.

Alun não soube responder apenas ficou um pouco corado.

- Agora o último que chegar na aldeia é um cachorrinho de madame! - Fala Boo se transformando em sua forma lupina e correndo na frente.

Alun apenas da um pequeno sorriso divertido e começa a correr atrás do ômega.

Continua…


Notas Finais


Bye!


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