História O garoto da capa vermelha - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Abo, Alfa!taehyung, Bangtan Boys (BTS), Bottom!jungkook, Cio, Kookv, Lemon, Ômega!jungkook, Porn With Plot, Taekook, Top!taehyung, Vkook
Visualizações 530
Palavras 3.100
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oiii!! nova oneshot todinha de sexo taekook pra vocês <3

quem me conhece já leu essa fanfic na minha antiga conta e pra quem é novo aqui, bem vindos sz espero que gostem desse lemon abo pq EU AMO ABO DEMAAAAAIS

boa leitura xuxus <3

Capítulo 1 - Eu vou ser seu Lobo Mau; capítulo único


Fanfic / Fanfiction O garoto da capa vermelha - Capítulo 1 - Eu vou ser seu Lobo Mau; capítulo único

Lá estava ele, mais uma vez, andando pela floresta por entre os altos pinheiros cobertos de neve branquinha e macia com sua costumeira capa vermelha, bordada pela sua querida avó, que ia até mais embaixo de seus tornozelos, deixando a cauda suja de neve à medida que adentrava cada vez mais aquele emaranhado de árvores. 

Quase todo dia, Jeongguk ia ao encontro da doce velhinha que morava em um chalé no meio da floresta. Ninguém nunca entendeu por que ela gostava de morar cercada por todas aquelas árvores, sem proteção alguma, visto que todo mundo sabia sobre a lenda do Lobo Mau que rondava aquela área extensa, à procura de sua próxima presa quando a lua cheia despontasse no céu de nosso pequeno vilarejo, esquecido pelo mundo lá fora. 

Mas a avó de Jeongguk não acreditava e muito menos tinha medo de uma lenda boba como costumava dizer. Ela nos contava histórias antigas, de quando era uma simples menininha que brincava na floresta, e que em um certo dia conheceu o famoso Lobo Mau. Eu sempre ouvia todas as histórias da senhora Haneul, e como naquela época eu era apenas um garotinho, eu acreditava em todas, assim como o Jeongguk também acreditava. 

Depois que crescemos, deixamos de acreditar nas famosas histórias sobre o Lobo Mau, e a senhora Haneul passou a contá-las para a mais nova geração de pirralhos do vilarejo. 

Quando me descobri ser um alfa, todos na vila entraram em alvoroço. O filho do grande Kim Taemin era alfa. Todas as mulheres queriam que eu me casasse com suas filhas e filhos ômegas. Mas eu só queria e tinha olhos para uma única pessoa. Jeon Jeongguk. 

O moreno, até então, não havia descoberto seu gênero ainda, mas eu torcia fielmente para que ele fosse um ômega e finalmente pudéssemos ficar juntos e provar para a mãe do Jeongguk que ele não seria um alfa, como ela sempre nos dizia. A minha mãe queria porque queria que eu me casasse com a filha do senhor Ryung — o padre da vila —, uma ômega muito bonita, mas que não me atraía nem um pouco, e assim como eu, ela também já tinha alguém por quem era apaixonada, não seria justo com nenhum de nós dois.

Normalmente, eu não era de seguir o Jeongguk quando ele vai visitar a sua avó em seu pequeno chalé, mas eu senti que devia fazer isso, que algo iria acontecer e eu precisava estar lá para certificar que ele chegaria a salvo na casa da senhora Haneul. Então apenas pus meus pés a andar até dentro daquela imensidão de pinheiros como um caçador que estava procurando sua próxima caça, seguindo Jeongguk de forma silenciosa, esgueirando-me pelos troncos marrons e grossos das árvores. 

A capa vermelha cobrindo todo seu corpo impedia-me de vê-lo por completo, mas eu o conhecia bem o suficiente para saber que o mais novo estava alheio a tudo enquanto balançava de um lado para o outro a pequena cestinha de doces em sua mão direita. 

Ao contrário do Jeon, eu estava atento a todo e qualquer barulho que vinha da floresta, vai que realmente o senhor Lobo Mau resolvesse aparecer para devorá-lo ou enganá-lo dando-lhe um caminho mais longo para a casa de sua avó, nunca se sabe. 

Vi-o parar por um instante e abaixar próximo a uma árvore pequena que tinha ali no meio do caminho, deixando a cesta de lado e, com as mãozinhas, tirou o aglomerado de neve, espalhando-a para todo lado até tirar dali uma pequena rosa vermelha, a única sobrevivente daquele inverno rigoroso que assolava nosso vilarejo há certo tempo — mais do que podíamos contar em nossos dedos. Jeongguk sempre gostou muito de flores e, na primavera, ele gostava de sair por aí catando-as para colocá-las em belos jarros que sempre enfeitavam sua casa, e devo confessar que até na minha casa ele já tinha colocado algumas. Minha mãe adorava quando Jeongguk aparecia em nossa casa com um buquê de rosas, tirava uma e dava para minha genitora com um enorme sorriso no rosto e palavras que deixavam-na apaixonada. 

“Ele será um ótimo alfa.” Era o que ela e todos do vilarejo sempre diziam por aí. Nunca concordei. Eu sentia que, por mais que Jeongguk tivesse porte de alfa, ele seria sim um ômega. O moreno era doce, gentil e muito atencioso com as pessoas e seu cheiro era completamente diferente dos demais alfas. Ele seria um ômega, e eu, assim como ele, torcia fielmente por isso.

Fiquei o admirando, vendo-o levar a flor até o nariz e inspirar, cheirando-a. Vi seu belo sorriso de coelho aparecer em seu rosto de pele alva e ele guardá-la dentro da cesta. Eu o amava demais. 

A floresta estava bem iluminada, e mesmo no inverno, o sol estava alto no céu. Aquele lugar na primavera era muito bonito e, em inúmeras vezes, quando eu acompanhava Jeongguk em suas costumeiras visitas até a sua avó, nós nos distraíamos apenas para admirar a beleza de todo o verde que tomava conta daquele local. Mesmo no inverno, continuava tudo muito bonito, os troncos e ramos das árvores sem um pingo de folhagem, só a neve branquinha instaurada ali deixava a floresta imensamente bela. 

Parei meus passos quando vi o garoto de capa vermelha se pondo de joelhos, largando a cesta com os doces da senhora Haneul de qualquer jeito sobre a neve, senti seu cheiro doce de baunilha ficar cada vez mais forte e atrativo para mim, como se me chamasse cada vez mais. Vi Jeongguk caindo no chão, apertando seu baixo ventre e foi quando me toquei que ele havia entrado no cio, no meio da floresta. Seu primeiro cio. O cio que diria finalmente o gênero dele. 

Desesperei-me. 

O cheiro forte de baunilha que Jeongguk exalava misturava-se com o cheiro doce da madeira das árvores, inebriava-me completamente e foi quando percebi que o mais novo era um ômega. Pelo simples fato de que o cio dele estava me alterando tanto. Jeongguk era um ômega, e eu não poderia estar mais feliz por isso, mesmo que as circunstâncias não fossem exatamente das melhores para eu comemorar.  

Quando dei por mim, eu já estava andando até o garoto caído na neve gemendo de dor, como se o corpo de Jeongguk fosse algum tipo de força magnética que puxava-me cada vez mais para perto dele. Eu podia afirmar com clareza que se eu tivesse um espelho em minhas mãos no momento, eu poderia confirmar que minhas orbes castanhas estavam completamente vermelhas.

— Jeongguk. — Chamei por ele assim que cheguei perto o suficiente, deixando que minha presença de alfa começasse a dominar toda a floresta. O recém ômega virou-se em minha direção e eu pude ver seus olhos escuros banhados de lágrimas. 

— Tae. — Suplicou, com a voz em um tom baixo e rouco. — Me ajuda. 

Sorri ao ver a parte de trás da capa vermelha molhada pela lubrificação natural que escorria por seu traseiro, encharcando completamente o fundo de sua calça grossa. Ele era mesmo um ômega. 

— Tae! — Gritou, vendo que eu não havia movido um músculo sequer. — Eu preciso de você agora, ‘tá doendo. 

Foi aí que deixei meus instintos de alfa dominarem, e avancei sobre o corpo alvo jogado no chão. Tomei seus lábios com certa urgência, e um choque tomou conta de todo meu corpo quando senti o músculo molhado de Jeongguk invadir minha boca de forma afoita, puxando-me pela gola de minha blusa com força, juntando nossos corpos, fazendo nossas quase ereções se tocarem. 

De forma bruta, rasguei o suéter de linho que o ômega usava, por conta da capa que impedia-me de tirá-la de forma normal. Jeongguk estava com pressa e eu também. 

Ele suplicava em forma de gemidos para que eu fizesse aquela dor horrível parar, e eu faria. 

Assim como eu havia feito, Jeongguk avançou com as mãozinhas rechonchudas para meu casaco de lã, tirando-o de forma apressada, seguido da blusa fina de botões que eu usava por baixo, expondo todo meu peitoral de pele bronzeada. 

Salivei quando o vi lamber o lábio inferior, e não dando tempo para que eu fizesse qualquer movimento, ele voltou a tomar meus lábios com luxúria. Nossos membros, agora já completamente despertos, chocavam-se um no outro, gritando para que fossem liberados logo. Ousei descer meus beijos para o pescoço imaculado do ômega, deixando marcas roxas de chupões por toda a epiderme lisinha. 

Minhas mãos finas abriam os botões de sua camisa branca, estourando alguns por conta da minha falta de paciência.

— Tae, vai mais rápido, por favor. — Pediu em um gemido arrastado quando sentiu seu torso ser exposto ao frio do inverno. 

— Como quiser, Gukkie.  — Desci meus beijos, deixando rastros de saliva por onde passava, mordendo seu mamilo esquerdo, arrancando um gemido sôfrego e prazeroso de Jeongguk. Aqueles gritos eram música para meus ouvidos e eu poderia ouvi-los por toda a eternidade.

O ômega rosnou de forma impaciente para que eu fosse mais rápido, e por mais que eu estivesse sedento querendo fodê-lo da forma mais impura possível, era sua primeira vez e eu precisava tomar cuidado. 

Devagar, ainda mordendo e lambendo seu mamilo rosado, desci as mãos para o cós da calça marrom que ele usava, abrindo o botão que ali residia, tirando toda a sua roupa, deixando-o apenas com a capa vermelha como forro de proteção para aquela neve toda que cobria o chão da floresta. 

O pênis rijo de Jeongguk saltou para fora assim que o despi completamente, e, sem me conter, soltei um uivo ao ter aquela visão apenas para mim. Jeongguk era lindo, e eu ficava cada vez mais apaixonado por ele. 

Levei minha mão até o falo de outrem, começando a bombeá-lo devagar, espalhando o pré-sêmen por toda a extensão de seu membro. O ômega contorcia-se em prazer, arqueando as costas e gemendo alto, suplicando para que eu acabasse com toda aquela dor que ele estava sentindo. 

Queria provar do gosto do moreno, e assim o fiz, levando minha boca até seu pênis e o cobrindo todo, lambendo e chupando cada pedaço de sua extensão e ouvindo aqueles sons maravilhosos que saíam como música da boquinha maravilhosa de Jeongguk. 

Passei a brincar com suas bolas, enquanto seu membro abrigava minha boca. Ora ou outra eu parava apenas para lamber sua fenda e provar do pré-gozo que era expelido de forma mínima. Eu queria mais. 

— T-tae… Eu não vou aguentar por muito tempo. 

Ainda sem tirar minha boca de seu pênis, levei meus dois dedos a sua boca, sendo aceito de imediato. Jeongguk lambia meus dedos quase que no mesmo ritmo da bombeada que eu fazia nele. Era gostoso e totalmente prazeroso. 

Parei o que estava fazendo e tirei meus dedos da boca carnuda do ômega, voltando a beijá-lo em um ósculo afoito e cheio de desejo, onde nossas línguas lutavam juntas a todo momento, pedindo cada vez por mais e mais. 

— Se doer me fala, tudo bem? — Falei assim que afastei minimamente nossos lábios um do outro. O vi sorrir e acenar de forma positiva. 

Levei um dedo até seu orifício rosinha, penetrando devagar. Por sorte, sua lubrificação natural ajudava e não tive muita dificuldade em lhe invadir. Esperei-o se acostumar para poder mover meu dedo médio dentro dele, sentindo o aperto de seu ânus estrangulá-lo por completo. Logo, levei o indicador também, ouvindo seu grito ecoar por toda a floresta, deixando-me cada vez mais sem sanidade alguma. 

Abria e fechava meus dedos por todo seu interior molhado, estocando-o com força e precisão. Sentindo as paredes do ânus alheio se acostumar cada vez mais com a invasão. 

— Taehyung, anda logo, eu não aguento mais. — Rosnou sofrido, arranhando minhas costas sem piedade alguma. Mesmo que estivesse um frio absurdo, os cabelos negros dele grudavam na testa pelo suor excessivo que escorria por toda sua tez. Eu não estava muito diferente dele, meus cabelos estavam encharcados e eu me via preso ao cio de Jeongguk, querendo saciá-lo o mais rápido possível. Meu lado lobo implorava para que eu o penetrasse de uma vez.

Acatando seu pedido, retirei meus dedos de dentro de si e posicionei meu membro duro em sua entrada. Inclinei-me para poder ficar próximo ao ômega e sussurrei em seu ouvido:

— Talvez eu seja o Lobo Mau da história de sua avó, Jeongguk. 

Ele gemeu, e eu mordi o lóbulo de sua orelha, perdendo todos os meus sentidos e o penetrando de uma vez, esquecendo completamente que era sua primeira vez. Eu só queria fodê-lo o mais rápido possível e acabar com toda a tortura que ele estava passando naquele momento.

— Ah! Tae… — Rosnou contra minha bochecha, quando começou a rebolar indicando que eu poderia me mexer. 

Eu sentia meu membro ser completamente estrangulado pelo orifício de Jeongguk à medida que eu ia investindo contra ele. 

Comecei de forma lenta, apenas para que o moreno se acostumasse com a invasão em seu ânus. Aumentando gradativamente à medida que eu sentia que Jeongguk estava preparado para tais movimentos. 

— Você é tão apertado, Gukkie… Ah! — Gemi alto quando acertei sua próstata, sendo acompanhado por ele que arqueava as costas e contorcia os pés em deleite.  

— V-vai m-mais rápido, T-tae. — Ele estava cansado e era totalmente perceptível pelo tom de voz que usava. Resolvi, assim, aumentar o ritmo das estocadas, acertando sempre seu ponto erógeno e arrancando gemidos prazerosos do ômega deitado embaixo de mim.  

Jeongguk gemia manhoso, e enroscava suas pernas em minha cintura. Minha destra judiava de sua cintura fina e meus lábios mordiam toda a extensão de seu pescoço já não mais imaculado. 

— Tae, me marca! — Ordenou, fazendo-me parar de súbito os movimentos de vai e vem que eu fazia.

— O-o quê? 

— Eu quero que você me marque.  — Suplicou, dengoso e tomando meus lábios em um beijo calmo, transmitindo toda sua paixão para comigo. — Você também quer. Sempre quisemos isso e agora nós podemos. Eu sou um ômega. 

Seu sorriso de dentes avantajados foi o que me levou a concordar de forma abobada, sorrindo também. E foi só aí que a ficha caiu, Jeongguk era um ômega e eu poderia finalmente ficar com ele e esfregar na cara de todos do vilarejo que eu estava certo e que ele seria só meu e de mais ninguém. 

Voltei a estocá-lo com força quando o vi morder o lábio inferior. Seu membro rijo esquecido sobre seu abdômen implorava para ser tocado, e sem demora levei minha destra até sua extensão, o masturbando no mesmo ritmo que eu entrava e saía de Jeongguk.

Os espasmos do ômega vieram antes dos meus, e pude sentir todo seu líquido quente forrar minha mão e sua barriga. Lambi cada dedo meu, provando do gosto quentinho que Jeongguk acabara de expelir, sorrindo malicioso ao levar o que restou aos lábios rosados e inchados do ômega que também lambeu tudo sem hesitação, sentindo o próprio gosto derramado em minha mão. 

— Vire-se, Jeongguk. — Ordenei em um rosnado e, mesmo cansado pelo orgasmo que acabara de ter, o moreno virou-se, deixando a capa vermelha tomar conta de suas costas. Afastei-as para o lado, para poder ter a visão completa da bunda durinha empinadinha para mim e das costas branquinhas que eu queria marcar com meus dentes e unhas. 

Afastei com as mãos seu bumbum e enterrei meu rosto ali para que minha língua o penetrasse. Enrijeci minha língua e comecei a estocá-lo com velocidade, entrando e saindo de seu ânus. 

— Tae, anda logo com isso, minhas mãos estão congelando. — Suplicou. Desatei o laço de sua capa e joguei em sua frente para que ele colocasse as mãos e os joelhos em cima desta. 

— Pronto. 

Voltei a penetrá-lo com minha língua, sentindo a entrada de Jeongguk contrair-se à medida que eu entrava e saía, e quando vi que o ômega estava duro novamente, tirei minha boca de sua bunda e voltei a penetrá-lo com meu membro, deixando mordidas por toda a extensão de suas costas. 

Para sustentar meu corpo e não tombar em cima de Jeongguk, segurei-me em seus cabelos negros, puxando-os para trás e tirando dele gemidos altos que me deixavam cada vez mais entorpecido, deixando seu pescoço totalmente exposto para mim.

Minhas estocadas em seu buraquinho ficavam cada vez mais rápidas e precisas, acertando sua próstata com maestria. Passei a beijar seu pescoço quando senti meu orgasmo vindo, e aumentei ainda mais o ritmo frenético do vai e vem, minhas pernas estavam bambas e tentava a todo custo penetrá-lo de forma prazerosa para que eu pudesse gozar logo.

Quando enfim senti o líquido pegajoso se aproximando, lambi seu pescoço e deixei que meus dentes o mordessem quando expeli todo meu esperma dentro de suas paredes apertadas. O nó se formava lentamente e eu apenas deixei que meu corpo caísse em cima de Jeongguk, que também rendeu-se ao cansaço após soltar um gemido fino esbanjando satisfação quando o mordi, marcando-o.

Caímos em cima da capa vermelha, esperando o nó se findar para que eu pudesse me retirar de dentro dele. 

— Eu não acredito que fizemos isso no meio da floresta, Gukkie. — Disse, tentando normalizar minha respiração.

— Se arrependeu, Lobo Mau? — Perguntou presunçoso. Rindo de canto e passando a mão na marca que eu havia deixado ali. Nossas iniciais estavam lindas estampando a pele alva de Jeongguk, e eu me via ainda mais apaixonado por ele.

—  Nunquinha.

— A propósito, o que estava fazendo na floresta, heim, Taehyung?

— Eu senti que algo fosse acontecer com você, e então te segui com medo de que você acabasse se machucando na ida ao chalé de sua avó. — Não era mentira, de fato, eu realmente achei que algo fosse acontecer e no final eu estava certíssimo. 

— Sentiu que eu entraria no cio? — Perguntou, apoiando a cabeça em meu peito desnudo quando enfim o nó se findou e eu pude me retirar de dentro dele. 

— Não. — Respondi convicto. — Não passou pela minha cabeça que você fosse entrar no cio. Só achei que algo aconteceria, e eu queria estar aqui para lhe ajudar com seja lá o que acontecesse.

— Ainda bem que estava aqui. — Disse sorrindo e eu não me contive em roubar-lhe um selinho casto, arrancando um sorriso enorme dos lábios cheinhos de Jeongguk.

— Ainda vai entregar os doces para a senhora Haneul? 

— Vou sim, e vou dizer a ela que conheci o Lobo Mau também. — Gargalhei alto com a fala do mais novo.

É, talvez eu que fosse o Lobo Mau de todo esse conto, e Jeongguk o garoto que usava uma capa vermelha, totalmente indefeso que caiu nas garras afiadas do lobo que rondava toda aquela floresta. 

Quiçá, não fosse tão ruim ser o Lobo Mau uma vez na vida.


Notas Finais


ai eu amo alfa taehyung e omega jungkook, esse é meu fraco demais!!! espero que tenham gostado, eu volto em breve com as ouras fanfics e algumas novas que quero postar ainda esse ano <3

me digam o que acharam é importante pra mim

e quem quiser to postando uma longfic com o taehyung baterista de uma banda de rock https://www.spiritfanfiction.com/historia/off-the-rails-17817480
e meu twitter é @gukisshi

see u


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...