História O garoto da janela ao lado. - Capítulo 90


Escrita por: e leonardomurari

Postado
Categorias Tom Holland
Personagens Personagens Originais, Tom Holland
Visualizações 38
Palavras 976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que goste, tenha uma boa leitura !!!

Capítulo 90 - Renascimento


Eu abri meus olhos enfrentando uma certa resistência, pois o cansaço ainda estava presente sobre mim, me ergui na cama para poder observar o ambiente, aparentemente era um hospital, isso já está virando rotina. Só que desta vez a diferença era que eu não sabia o porque de estar ali, a ultima coisa da qual me lembro é de apagar naquela cela. Eu me levantei da cama, mas acabei por tropeçar na roupa de cama que se enrolou no meu pé, e cai. O som despertou alguém cujo a presença eu não havia notado antes.

— Tentando fugir do hospital? tem coisas que nunca mudam, não é?

Ao reconhecer aquele tom de voz eu levantei do chão num pulo e encarei a pessoa.

— Alex? Como.....o que ? Eu disse enquanto corri para abraça-lo.

Um abraço caloroso que conseguia transmitir toda a falta que ele tinha feito sem pronunciar uma única palavra, ao mesmo tempo que as lagrimas corriam pelo meu rosto. Alex desfez gentilmente o abraço, e encarou fundo os meus olhos ao mesmo tempo que enxugava as minhas lagrimas com seu polegar.

— Também senti sua falta prima. Disse com um sorriso no rosto

— Como está aqui? O que aconteceu?  Perguntei confusa

— É uma longa história, é melhor você se sentar. Disse me conduzindo para a poltrona que estava dormindo há alguns minutos.

— Acho que temos tempo. Sorri enquanto me sentava.

— Mar, sua prisão foi matéria de jornal no mundo todo, devido aos assassinatos que cometeu no tempo em que atuava como vigilante, e tambem quando não atuava como vigilante. E o massacre que você promoveu naquela prisão não ajudou muito na melhora da sua imagem. O fato é que a sua luta com aquela imitação de super-homem te deixou em coma por um mês.

— Um mês? Eu devo ter perdido tanta coisa. Disse com a cabeça baixa.

— Para resumir toda a história. Digamos que seus problemas foram resolvidos. Disse sorrindo

— Como assim? Indaguei arqueando uma sobrancelha.

— O nosso amigo Kirk foi levado a julgamento pelo seu amigo de capa, que o obrigou a confessar que todas as mortes provocadas por você aconteceram por intermédio da substancia que ele desenvolveu para te transformar em uma arma, e tambem confessou que estava te controlando naquele dia da prisão. A substancia que ele te injetou se utiliza de biotecnologia, o que permitia a ele controlar suas funções neurológicas, tomando o controle para si. Meu pai tambem foi preso por cumplicidade. Disse triste

— Eu sinto muito. Disse o abraçando de novo

— Ta tudo bem, agora acho que teremos um pouco de paz, não é?

 

Tom POV

— Você está roubando. Falei bravo

— Para de manha Holland, você que não sabe jogar.

Era sexta a noite, eu havia convidado meu novo amigo para comer uma pizza e jogar vídeo game, comigo e com Elliot. Estávamos naquilo há horas, brigando, rindo e gritando. Eu não me imaginava fazendo isso há um mês atrás, mas saber da inocência da mariana me fez feliz de novo, me fez ter um motivo para viver. O toque do meu celular me tirou dos meus pensamentos.

— Alô? Disse mordendo um pedaço de pizza.

— O que? Sério? Arregalei os olhos

— Estamos indo. Disse desligando

— Era o Alex, disse que Mariana acordou, e nós vamos para lá. Disse já me levantando

— Se importa se eu encontrar vocês lá? Tenho que pegar uma coisa em casa. Léo disse se levantando

— Claro, nos encontre la. Sorri

— Você não o acha um pouco suspeito? Elliot me perguntou depois de Léo ter saído.

— E porque eu acharia?

— Sei la, talvez seja porque ele nunca esta presente quando o Coração de Aço entra em ação, talvez seja porque ele vive sumindo do nada e inventando desculpas depois. Elliot disse sério.

— É sério que você acha que aquele cara é o Coração de Aço, sério? Tem que dar um tempo dessas suas series Elliot. Disse rindo

— Você verá

 

Coração de Aço POV

Pegar um taxi é algo que eu não me submeteria, além de caro e demorado, é muito chato. Depois de sair da casa do Tom eu ouvi Elliot comentando sobre suas suspeitas sobre mim com Tom. Esconder a identidade deles tem sido cada vez mais difícil, vai chegar uma hora que terei que escolher entre ter amigos e ter um segredo. Acho que está na hora de acabar com isso.

Entrei andando em um beco e sai voando por ele, indo em direção ao hospital. Mas para não perder o costume eu fui interrompido por uma gangue que estava em confronto com a policia na parte sul da cidade.

— Onde está o transporte? O líder do grupo gritava enquanto atirava na direção da policia.

— O único lugar para onde vocês serão transportados serve três refeições no dia, e as luzes se apagam as 20h00. Disse os encarando enquanto flutuava acima dos policiais.

Quando ameaçaram atirar novamente eu imitei um golpe que aprendi em um filme. Bati minhas palmas uma contra a outra gerando uma explosão sônica. Isso, palmada sônica. O que foi o suficiente para nocautear todos os bandidos.

— Obrigado Coração de Aço. Disse o chefe de policia

— Por nada chefe, tenha um boa noite. Falei me lançando ao céu.

Quando cheguei ao hospital todos já estavam lá, e me olharam estranho quando entrei pela porta.

 

— Me desculpem pela demora, eu tive um pequeno imprevisto. Falei sem jeito

Na Tv do quarto estava passando uma matéria sobre o ocorrido com a guangue há alguns minutos, a mídia anda bem rápida. Elliot cochichou para Tom para que eu não ouvisse, falhando obviamente, ele disse “Suspeito não acha?”. Mas ali não era lugar para isso, eu estava ali para visitar Mariana, não para me revelar para eles. Mas antes que eu chegasse perto de Mariana para cumprimenta – la minha espinha gelou com a fala de Elliot.

— Eu sei quem você é. Disse de uma forma convicta


Notas Finais


Amanhã tem mais !!1


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