História O garoto da moto - Jikook - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, Jay Park, Stray Kids
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Visualizações 6
Palavras 842
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), LGBT, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Águas Passadas


Fanfic / Fanfiction O garoto da moto - Jikook - Capítulo 1 - Águas Passadas

Estados Unidos- Boston

16 de janeiro de 2006


O dia havia passado normalmemte, eu havia jantado e estava sendo colocado pra dormir pela minha mãe, cuja, era muito presente na minha vida, ela era carinhosa, dedicada e "diferente" , digo, diferente por motivos seus, nunca foi vaidosa andava sempre com roupas maiores que ela e seu cabelo sempre estava do mesmo jeito, um rabo de cavalo alto, apesar desse relaxamento com ela mesma, era algo impossível de perceber, sra. Park era uma mulher linda, admirável, alta, em contrapartida eu sou muito baixo o que fez com sofresse muito bullyng na escola mas isso não vem ao caso agora, minha mãe tinha os cabelos negros chegados ao ombro, o rosto gordinho e o olhinhos se fechavam assim que ela sorria, tinha um peso médio e um corpo bem estruturado, porém, não o exibia por motivos das roupas que usava que eram  largas como disse.

A noite estava escura, trovões podiam ser escutados mesmo com rádio ligado ao último volume. Eu tentava dormir no meu quarto, ele era bem normal  e sem graça pra uma criança, as paredes eram brancas e de madeira assim como o chão, a cama de solteiro ficava no meio do quarto tendo aos dois lados criados muros vazios, um guardaroupa meio amarelado com duas portas a frente da cama e alguns brinquedos espalhados pelo quarto. Não me apegava aos locais quais morava, pois tinha consciência que logo me mudaria dali como sempre.

Omma nunca me explicava o porque de nossas mudanças repentinas, dizia que era pro nosso bem e que logo tudo aquilo acabaria, atualmente eu sei ao que ela se referia mas naquele tempo eu não entendia e me recusava a perguntar, sabia que ela desviaria de assunto ou falava que tinha que fazer algo.

Apesar do dia ter ocorrido normalmente, podia ser uma criança, mas com meus oito anos teria passado por experências quais um senhor de oitenta anos diria ser um absurdo e que o mundo está prestes a acabar. Mamãe estava estranha, especificamente, quieta e preocupada o que não  era de seu habitual, ela sempre era falante e risonha, seus sorrisos diários haviam desaparecido naquele dia, parece até que ela sabia o que iria acontecer.

Ela me dava um beijo de boa noite, naquela noite foi diferente, ela não me desejou uma boa noite com animação como sempre dava, foi um simples tchau como quarquer outro. Ela me cobriu com todo cuidado até paralisar após um barulho de algo quebrando na parte externa da casa. Omma me olhava, seu olhar estava frio, assustado, o brilho nos seus olhos era notável, me lembro deles estarem marejando mas não ao ponto de chorar quando ela me disse.

- Lute pelo que eu lutei querido - me olhava como se implorasse pelo que ela pedia.

- Porque está me pedindo isso mamãe? - Eu perguntava com dúvida, um novo barulho se fez presente, parecia estar mais perto.

- Apenas faça o que eu digo, um dia você vai entender. - A súplica era visível nos seus olhos, eu estava perdido até a porta da sala ser arrombada brutalmente o que fez ela se levantar da minha cama rapidamente.

- Eu te amo Jimin, sempre amei e sempre vou amar - e assim ela sumiu do meu campo de vista, eu estava com medo, na sala gritos e coisas quebrando eram ouvidas. Peguei meu ursinho e resolvi espiar, me arrependo por isso. A cena era forte demais pra mim, minha mãe lutava com caras muito maiores que ela, não era justo, não por ela ser mulher ou mais fraca, minha mãe treinava todos os dias, poderia ganhar daqueles brutamontes facilmente, porém, naquele dia ela estava cansada e eu percebi que naquela luta ela dava tudo de si.

Depois de várias tentativas falhas um dos homens consegue dar um soco na omma, ela cai no chão mas logo se levanta dando um chute no rosto do homem que cai no chão fazendo com que outro cara atacasse minha mãe. Parecia que eles estavam se irritando, no momento seguinte um dos homens segura uma faca que estava em cima da mesa, passa no pescoço da mulher ali presente que cai de joelhos no chão, recebendo mais três facadas no estômago logo perdendo as forças e caindo sem vida.

A pior cena que eu poderia ter visto, um rio de lágrimas se formavam em meus olhos e transbordavam como nunca, eu percebi que seria o próximo se não fizesse nada, então, pulei a janela do quarto como se minha vida dependesse daquilo e realmemte dependia, corri, eu corri pensando naquilo que havia acabado de presenciar logo parando na frente de uma delegacia, entrando em seguida sendo acolhido por policiais.

Hoje eu entendo o que ela quis dizer com a frase "lute pelo o que eu lutei" , ela queria que eu lutasse pela minha vida, qual ela teve que morrer pra preservar e se depender de mim eu vou viver, viver o que ela não viveu, minha mãe não perdeu a vida á toa.






Notas Finais


Aaaaaa não me julguem é minha primeira fanfic e realmente espero que tenha ficado boa 💜💙


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