História O garoto da porta ao lado - JIKOOK ABO - Capítulo 28


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Abo, Bangtanboys, Bts, Jikook
Visualizações 251
Palavras 1.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi...
Apareci antes do previsto.
Bom, eu acabei de terminar o capítulo e fiquei ansiosa para postar e acabei não me segurando.
O capítulo ficou bem grande na minha opinião, então resolvi cortá-lo ao meio.
Talvez as sextas eu também possa postar capítulos, mas não é algo certo, estou postando esse apenas pelo motivo de que minha aula hoje é somente pela tarde.

E essa é a parte l

Boa leitura.

Capítulo 28 - Conhecem...



Autora povs...


O pé que batia incessantemente contra o chão mostrava claramente o desconforto e a ansiedade que tomava conta do corpo do alfa. 

Faziam-se alguns minutos o avião do tal de Doutor Jung Hoseok havia pousado, mas nesses minutos que se passaram não houvera nenhum mínimo sinal de sua presença ali.

Jungkook já pensava seriamente que o tal homem nem ao menos tenha embarcado e que sua esperança de encontrar seu pequeno ia diminuindo a cada segundo que se passava.

Mas sua esperanças voltaram quando viu ao longe observou uma silhueta se aproximar com as orbes direcionadas ao pequeno pedaço de papelão com o nome do doutor escrito ali, o homem se aproximou com um sorriso enorme em seu rosto que Jungkook chegou a se questionar se suas bochechas mais estariam doendo.

--- Você deve ser o Jungkook. --- Ele falou alegremente e Jungkook apenas confirmou. --- Seu pai falou muito sobre você.

--- Espero que somente coisas boas. --- Brincou tentando parecer animado com aquela conversa, mas na verdade, apenas queria que ele tocasse no assunto que realmente lhe interessava. --- Vamos, não podemos perder tempo.

--- Oh claro. --- Ele sorriu simpático acompanhando Jungkook em sua caminhada até o carro do garoto. --- Já adiantei um pouco do meu trabalho e já fiz algumas ligações excluindo algumas pessoas de minha lista.

--- Isso é ótimo. --- O garoto falou agora realmente empolgado com a conversa.


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--- Bom, chegamos. --- Jungkook se pronunciou assim que estacionou em frente à casa de seus pais. Para falar a verdade desde que Jimin havia desaparecido, nem ao menos pisou em seu apartamento. Não por não querer, mas por sua mãe não permitir que Jungkook o fizesse. Segundo a mesma, ele estaria melhor ali do que em um apartamento sozinho vegetando enquanto podia fazer algo. --- Pode entrar, acho que meu pai está no escritório, eu vou guardar sua mala.

--- Certo. --- Hoseok se afastou de Jungkook entrando na casa e deixando para trás um garoto que respirou fundo se apossando novamente de sua melancólica enquanto pegava a mala não muito grande que o homem havia trago.

Entrou em casa e deu alguns passos até avistar Hoseok com um pequeno porta retrato em suas mãos, deixou a mala ali no meio da sala e se aproximou vendo que se tratava de um porta retrato onde se encontravam Louis e Jimin sorridentes em uma noite de cinema na sala. 

Uma vontade enorme de chorar até desidratar pairou sobre a cabeça do alfa mas ele se segurou o máximo que pôde.

--- Essa é minha irmã, Louis. --- Jungkook se pronunciou assustando o homem a sua frente. --- Oh, me desculpe. --- Sorriu sem graça vendo Hoseok se acalmar. --- E esse é o Jimin. --- Apontou para o garoto sorridente em uma pijama de pandas. --- Eu ainda não havia o conhecido nessa época, mesmo ele sendo o melhor amigo da minha irmã. --- Sorriu fraco. --- É ele quem você vai ajudar a procurar.

--- Certo, farei o possível e o impossível. --- O homem sorriu colocando o porta retrato sobre o móvel novamente. --- Onde está seu pai. Preciso conversar com ele.


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As semanas se passaram e Hoseok continuava a ligar para as pessoas de sua lista procurando algum paradeiro do Jimin. O problema era que a cada vez que ele ligava para alguém, sempre aparecia uma nova pessoa que sabia  realizar o tal procedimento e isso aumentava ainda mais a sua lista. O deixando frustrado.

Hoseok percebeu então que precisava de uma ajuda, conhecia uma pessoa em que poderia confiar e que também sabia realizar tal procedimento, essa pessoa estava de fato em sua lista, porém ocupava o último lugar da mesma. 

Tinha em mente que essa pessoa não realizaria tal procedimento sem o consentimento do paciente. 

Se sentou em sua cama pegou o seu celular novamente pela quarta ou quinta vez naquela mesma manhã e resolveu discar o número. Começou a discar o número que já sabia de cor por ser uma amiga há longa data, sorriu ao ver o contato aparecer sem ao menos terminar de discá-lo e tocou no mesmo vendo a tela de chamada em andamento aparecer.

--- Alô. --- Sorriu ao ouvir que a mulher ainda conhecia sua voz. --- Como vai Christine?  Onde você está no momento? --- Ouviu a resposta da mulher  percebendo que estavam na mesma cidade e seu sorriso pode aumentar. --- Oh, que interessante, estamos na mesma cidade. Você está a trabalho? É que eu preciso realmente da sua ajuda, mas não posso falar por telefone. Será que podemos nos encontrar? --- Aguardou alguns segundos pela resposta  e comemorou ao ter seu convite aceito. --- Bom, eu não conheço nenhum lugar aqui, se incomoda de vir até a casa de um amigo meu onde estou hospedado, creio que seja mais confortável para que eu possa lhe explicar o que está acontecendo... Ótimo, vou lhe passar o endereço por mensagem. Pode vir hoje?... Ótimo, então até daqui a pouco. Se cuide.


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--- Quem era? --- O garoto deixava sua curiosidade tomar conta de seu corpo novamente fazendo a enfermeira sorri e negar com a cabeça.

--- Um velho amigo. --- Ela sorriu trocando o soro que estava ligado ao punho de Jimin. --- Ok meu bem, preste atenção, assim que o conta gotas parar você vai pegar o nivelador que está no tubinho e vai travar o tubinho, se não seu sangue vai acabar entrando nele e não queremos isso, não é? --- A mulher brincou com o garoto que sorriu bobo negando. Jimin estava agindo de maneira infantil o que indicava claramente a sua necessidade do alfa que não sentia mais, seu consciente não estava em uma boa situação e sua dupla personalidade o atacava novamente. --- Então você vai tirar a agulha e colocar um algodão e prender com o esparadrapo, entendeu?

--- Entendi. --- O garoto sorriu alegremente.

--- Então até mais, tome cuidado. --- Deixou um selar ao topo da cabeça do menor e saiu.

Christine precisava tirar Jimin desse lugar o mais rápido possível, o psicólogo do garoto estava cada vez mais instável e sua segunda personalidade tomava lugar a cada dia que passava. Além é claro que quanto mais tempo passava, mais próximo do dia do parto Jimin estava e isso significava que para mais perto de seu fim o garoto caminhava.

Saiu da casa agradecendo por nenhum daqueles dois idiotas estarem em lugar algum. Jimin já estava alimentado então não precisaria se preocupar com o fato do menor passar fome.

Pediu um táxi por telefone já que a casa não era perto da cidade e esperou por alguns instantes logo entrando no mesmo assim que esse chegou. 

A viagem até o endereço que recebeu por mensagem demorou um pouco, o suficiente para pensar no que fazer, ainda assim sem resposta alguma.

A casa a qual apertou a campainha é realmente deslumbrante, não chegava a ser chamada de mansão, mas é uma casa magnífica.

--- Olá, em que posso ajuda-la? --- Uma garota de uns vinte e poucos anos a atendeu.

--- Hum, olá. Eu me chamo Christine, sou amiga do Hoseokie. Ele se encontra? --- Christine perguntou torcendo para ter acertado o endereço.

--- Ah, claro. Ele se encontra sim. Entre. --- A garota sorriu simpática e abriu caminho para que Christine entrasse. --- Fique a vontade, eu irei chamá-lo.

A garota então fechou a porta deixando Christine sozinha na sala enquanto subia para o andar de cima. A mulher observou o cômodo por alguns momentos dando alguns passos pela sala observando a decoração sofisticada, seus olhos passaram algum tempo percorrendo todo todo aquele espaço até que algo em específico a deixou intrigada, deu alguns poucos passos em direção ao móvel então pegando um pequeno porta retrato que se encontrava lá, no mesmo havia  duas pessoas as quais eram conhecidas por ela, uma era a garota que tinha acabado de lhe atender e o outro, bom, o outro era o garoto ao qual cuidou nesses últimos meses.

Não lhe restava dúvidas que aquele garoto que aparentava ter um pouco mais de quinze anos era o Jimin, não havia muita diferença.

Como o destino pode ser tão estranho ao ponto de trazer Christine até a possível casa de Jimin, isso a ajudaria a tirar o garoto daquele lugar, com certeza a ajudaria e isso fez seu coração se alegrar de uma maneira que a mesma nem poderia imaginar.

--- Christine minha amiga... --- Uma voz conhecida por ela a tirou de seus devaneios.   --- Que bom qua chegou.

Christine se virou percebendo que além de Hoseok, também haviam naquela sala mais quatro pessoas, a garota que a atendeu, um casal um pouco mais velho, e um rapaz meio abatido.

--- Eu preciso conversar com você. --- Hoseok acabou de descer as escadas enquanto falava. --- Eu preciso da sua ajudar para encontrar alguém que tenha fe...

--- Vocês conhecem o Jimin?

A mulher perguntou recebendo o olhar assustado de todos os presentes ali.


Notas Finais


É, eu sei.
Eu terminei dessa maneira novamente.
Bom, estamos cada vez mais próximos do final.
Ainda teremos emoções é claro, mas já estamos na reta final.
Eu estou pensando em fazer uma outra fic, diferente desse contexto, mas não vou pensar nisso enquanto não acabar essa.

Bom, até amanhã.

Beijinhos...


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