História O Garoto do Buquê de Rosas Pretas - Capítulo 9


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Changjin, Changlix, Fluffy, Hyunin, Lee Felix, Minsung, Seo Changbin, Stray Kids, Yaoi
Visualizações 196
Palavras 2.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hellos, é a vana com mais um capítulooo. Desculpem algum erro, bjao e saranghaeyoo! ♥

(Caso eu demore a atualizar é porque a vida não está fácil, ou mais dizendo, minha internet pifa do nada e me impossibilita de postar) :(

Capítulo 9 - Longos Minutos de Total Intensidade


No outro dia, Changbin acordou com o olhar de Lee Felix em sua mente. Não conseguiu nem dormir direito se podemos dizer assim e sabia que aquilo não era somente sua insônia atacando.

Arrumou-se como sempre para a aula, e pegou o uniforme de Jisung que ainda estava em sua casa para lhe devolver. Deu um beijo em sua mãe, se despedindo e seguiu até a casa do Han.

— Jisung-ah! Seu uniforme! — Gritou, entrando pela casa do amigo, pois sabia que a sra. Han não estaria ali mais. Era dia da mãe de Jisung trabalhar fora, então não via problema de chegar de supetão e invadir o quarto do amigo para o acordar.

Contudo, não havia só Han Jisung naquele ambiente, pois o mesmo havia convidado outro para seu quarto. 

— Meu deus! — Fora o que escapou de seus lábios por estar surpreso, tampando rapidamente os olhos com ambas as mãos, assim que viu Jisung praticamente sem suas vestes junto de Lee Minho.

— Caramba Changbin! Por que não bateu na porta? — Jisung disse envergonhado e se cobriu no mesmo instante.

— Ah claro! — Revirou os olhos, ainda com as mãos sobre o rosto, os esperando se trocarem — Como que eu iria pensar que ao invés de estar dormindo, você está... estava.. quero dizer..

— Esquece! — Foi a vez de Minho se pronunciar — Namorados dormem juntos Seo, até parece que não sabe.

— Me poupe Minho, mas assim... desde quando Han Jisung e Lee Minho são namorados?

Acho que dormi tempo demais, pensou consigo, percebendo que somente havia se passado uma tarde sem estar ao lado do Han e este, já estava namorando com o crush.

E, realmente Changbin dormiu mesmo. Dormiu sonhando com os olhos claros do Lee mais novo. Consequentemente, nem sabendo sobre a novidade da vez. Mas ele não tinha culpa de não saber, já que o jantar foi ontem e além disso, Jisung nem o mandou alguma mensagem dizendo sobre, que Changbin achou que tudo estava normal por ali.

— Desde o jantar de ontem — Han disse, passando por Changbin e indo até o banheiro tomar banho.

— Nossa.. e já estão assim?

— Perder tempo para que Changbin? — Minho tocou em seu ombro, risonho, e o moreno tirou suas mãos de seu rosto fitando o Lee mais velho — Ou você cai de cabeça em uma coisa ou afunda completamente, fica a dica e a use bem.

O Seo lhe fitou sem entender, não compreendendo o que aquilo se referia e após, escutou risadas vindas do banheiro.

— Não vejo graça! — Por fim disse, depois que viu o Lee sair. 

Cruzou os braços e esperou explicações aplausíveis do amigo. Este, que só ria. Aliás, era mais do que visível a felicidade de Jisung naquele momento. Pena que Changbin não conseguisse o ver dançando enquanto tomava seu banho.

— Te explico, mas no caminho para a aula beleza? — Seo bufou, ouvindo a voz abafada do Han, mas acabou concordando com o mesmo. Dado que, se deixasse ele contar a história toda nem iriam para a aula e seus pais o comeriam vivos. Completamente vivos.

Ambos desceram as escadas para o andar de baixo depois de Jisung se arrumar. Changbin nem o deixou comer algo direito, porque queria saber o que havia ocorrido para Lee Minho o notar. 

Afinal, era só um jantar e já se tornaram tão íntimos assim? Os lee's realmente são seres sobrenaturais.  

O moreno achou tudo aquilo estranho, e por isso o Han lhe explicou um pouco sobre o ocorrido no jantar, bem, antes do jantar na verdade, e o Seo ficou boquiaberto como qualquer um ficaria. Até porque, como raios Lee Minho pensou que ele e Jisung namoravam? Só um Lee para ter uma ideia sórdida daquelas mesmo. 

E, antes de sair da casa do amigo, Changbin "furtou" um dos pacotes de bolacha do Jisung, porque sua mãe nunca o deixava comer coisas — não saudáveis — que para a mãe do Han, era total perca de tempo. Pois, uma vez Han Jihyo disse que dizer não para um adolescente, é o mesmo que dizer sim. E com isto, Changbin concordou plenamente. 

Quando saíram da casa dos Han, os Lee os esperavam e Changbin quase que voltou para a casa do amigo só de sentir aquele sentimento estranho, o mesmo da noite anterior percorrer por sua pele. Coisa que aconteceu com Felix, mas este, era bom em sorrir e fingir que tudo estava normal até aquele momento.

Jisung estranhou o amigo de início, principalmente por o mesmo não implicar de algum modo com o Felix ou o olha-lo com arrogância, algo de estranho poderia ter acontecido, pensara. 

Porque, depois das aulas ninguém mais viu ninguém. Sendo que, ele, Jeongin e Hyunjin foram ao cinema, enquanto o Lee e o Seo ao parque de diversões. Então, o que poderia ter ocorrido para deixar Changbin tão calado de repente?

Bem, Jisung e Minho nem suspeitavam e tampouco possuíam interesse em saber, já que, o que queriam mesmo era de se importar um com o outro. Todavia, se o casal notasse bem, veriam aquela pequena área da bochecha dos outros dois levemente rosada, a qual indicava uma certa vergonha de ambas partes. 

E tudo isso era só por estarem na presença um do outro.


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Changbin inclinou a cabeça para encarar a professora que o chamou. Era a quarta aula e ele já havia terminado os exercícios de matemática antes dos demais, na verdade, não só ele como Felix também. Isso fora o que ele observou quando fitou o loiro e o mesmo estava rabiscando algo em seu caderno que Changbin não conseguia ver, por sentar longe de si. 

No intervalo, por sua sorte, como ele afirmava para si próprio, passou ouvindo Hyunjin lhe falar sobre o filme e de como Jeongin se assustava facilmente com filmes de terror. Ele não queria ficar próximo do Lee, a fim de evitar aquele sentimento preso dentro de seu peito. E o Lee, acabou por ficar de vela para Minho e Jisung com uma cara emburrada, dado que o casal não queria ir no refeitório naquele dia onde os demais do grupo estavam.

E fitando a professora, Changbin suspirou fundo.

— Pode buscar o livro de chamada para mim, por favor? Acabei pôr o esquecer — O moreno que não queria ir, se levantou, visto que como fora um dos que acabou deveria fazer este favor a educadora. Portanto, seguiu até a porta.

— Claro, professora... volto rapidinho.

— Ah, Changbin! — Se virou para a educadora que o chamou novamente — Me traga doze livros de matemática também!

Ele arregalou os olhos quando ouviu doze livros. Aquela professora só poderia estar enlouquecendo, nem ressuscitando e se reencarnando ele conseguiria os carregar. E foi aí que, sentiu-se suar frio vendo o olhar da professora para outro aluno. 

— Felix, vá com ele! — Ela ordenou e o Lee a fitou, em seguida olhou o moreno que parecia sem jeito. Felix sabia que não poderia recusar um pedido da mesma, mesmo sentindo que não deveria ir com Changbin.

O outro, que engoliu em seco vendo o Lee se levantar, desviou seu olhar assim que Felix o fitou. Saiu da sala primeiro, mas esperando-o, porque sabia que Felix ainda não sabia onde os livros ficavam. 

Changbin não queria fitar seus olhos, estava com medo do que aconteceria se caso isso acontecesse novamente. Na verdade, estava com medo dos atos que poderia se acarretar, caso ele se prendesse no olhar do elfo. 

Ambos seguiram um do lado do outro, sem conversas ou implicâncias. O silêncio era um inimigo vago entre eles, que sentiam uma variedade de sentimentos indecifráveis. 

Enquanto um encarava a arquitetura do prédio escolar, o outro encarava as próprias mãos. Changbin não sabia porque estava tão nervoso diante do elfo e Felix não sabia porque aquele sentimento ficava tão forte desde a noite anterior, apenas por ter o moreno ao seu lado.

Contudo, o silêncio fora ser quebrado pela voz grossa e calma do Lee, que odiava o silêncio constrangedor.

— Desculpa por ontem — Dissera com um pouco de receio. Não sabia o que falar para o outro, mas pensou que se desculpar pôr o deixa-lo sozinho já era um bom começo.

Changbin parou de andar e encarou Felix — mesmo que evitasse isso até aquele momento — para no fim, arquear uma das sobrancelhas.

— Mas.. você não precisa me pedir desculpas.

— É que eu... eu o deixei sozinho ontem.

— O seu pai ficaria bravo com você, não ficaria? — Felix apenas assentiu, se recordando da mentira que o contou. Seu pai nem ligava se ele chegasse cedo ou tarde, mas isso, o Seo não precisava saber — Então, não se preocupe.

Felix sorriu singelo agradecido pelo moreno lhe entender, e foi aí então que, Changbin sentiu suas bochechas formigarem e não as entendia, o assunto era qualquer e ele estava tão estranho. Seria isso só pelo sorriso do loiro, não era possível? Com Hyunjin isso não acontecia, tirando quando o mais novo fazia aegyo para si. 

Então, Changbin se vendo diante disso, abaixou sua cabeça e seguiu as pressas para a sala dos livros antes que Felix notasse seu comportamento, quero dizer, suas bochechas roseadas. E já o loiro que ficou para trás sem entender nada do que se passava na mente do moreno, deu uma leve corridinha para o alcançar.

E, fora ser esse o maior erro de Seo Changbin. 

Dado as circunstâncias que ao abaixar a cabeça e fitar o chão, Changbin não viu a estrutura que suporta o corredor do colégio diante de si e acabou por se chocar com o mesmo fortemente, caindo com força no chão logo em seguida.

— Changbin!! — Felix gritou apavorado e correu até ele. Se agachou-se diante de si e esperou que o mesmo lhe dissesse algo. 

O Seo tentou se inclinar para frente, mas não foi o suficiente para se levantar e sim para se sentar. Passou uma das mãos sobre sua testa, sentindo uma dor aguda naquela região e ao encarar Felix, o notou com os olhos arregalados aparentemente preocupado.

— VOCÊ ESTÁ SANGRANDO! Ai meu deus o que eu faço? 

— Calma Felix, eu estou vivo — Changbin disse despreocupado e o Lee fitou-o irritado — O que foi?

— Por que saiu daquela forma? Estava querendo se matar? — Bufou nervoso e passou a mão sobre suas madeixas loiras, as bagunçando.

— Não precisa se preocupar, só foi um arranhão — Changbin tirou a mão da testa mostrando para o Lee que estava tudo bem, e que o sangue era só por ter raspado a região contra o mármore da estrutura de suporte — Viu, drama queen?

Felix riu com o apelido, mas continuou irritado. Notara que Changbin estava mesmo é fugindo de si, e com isso quase que se mata. E o Lee não se perdoaria se algo de ruim acontecesse com o moreno. O Seo o vendo ainda descontente, se levantou ou ao menos tentou, assim que viu tudo a sua volta girar. E se não fosse por Felix, teria caído sobre o chão frio novamente.

O Lee se assustou com o outro quase cair para o lado que no mesmo instante o segurou pelos braços. O moreno abaixou a cabeça, fechando os olhos para não ver mais nada a sua volta girar, em razão de que, fora sentir seu estômago se embrulhar.

— Viu? Você não está bem! E depois ainda me chama de drama queen — O loiro dissera ainda o segurando — Aish.. humanos são tão confusos.

Changbin abriu os olhos fitando o olhar indignado de Felix e riu.

— Você também é confuso e não é humano.

— Mas eu não corro por aí fugindo dos outros e muito menos não vendo o que tem a minha frente.

Bem, na verdade, Felix sabia que havia fugido de Changbin ontem e sabia também que não tinha muita moral para o repreender. 

Além disso, havia mentido para o mesmo sobre voltar para a casa, sendo que foi parar em outra praça e voltou a encarar casais aos beijos todo corado.

— Desculpa — Seo sorriu sem graça — Dá próxima eu aviso quando for tentar me matar.

— Aigoo, parece que está bem como disse, visto que está de gracinha — Felix disse, soltando os braços do moreno. 

E, foi aí que Changbin resolveu seguir até a sala dos livros, contudo, ele não estava tão bem e foi só o Felix lhe soltar que ele se viu indo direto para o chão. Dessa vez, o Lee não fora ser tão rápido ao segura-lo. 

Talvez, ele devesse repensar em ficar mais tempo sentando. Sua cabeça doía um pouco e provavelmente mais tarde doeria mais ainda. Felix fitou-o irritado, mas ainda com o semblante preocupado.

Por que Changbin insistia em dizer que estava bem, sendo que não estava?

— Omo! O que eu faço com você, em? — Agachou-se para olha-lo, e Changbin sorriu envergonhado. 

Felix retribuiu o sorriso deixando sua irritação de lado, e passou sua mão sobre a bochecha de Changbin que estava também um pouco vermelha pelo arranhado. 

E, quando Changbin sentiu as mãos geladas do loiro sobre sua pele, ficou todo sem jeito. Em virtude de que, este estava a passar seu polegar sobre sua bochecha acariciando lhe, que Changbin voltou a sentir aquele sentimento estranho. Então, engoliu em seco e fitou os olhos claros de Felix que ao perceber, o fitou também.

Ambos estavam com a respiração acelerada e os olhares intensos que trocavam, intensificava cada sentimento que surgia neles. Contudo, Felix não se sentia nervoso, pelo contrário, se sentia calmo diante dos olhares penetrantes do moreno, diferentemente da primeira vez que cruzou os olhares com ele. E Changbin, talvez um pouco mais corado, se sentia do mesmo jeito que o Lee.

Foi aí então, que o Seo não se importando com a dor na cabeça se inclinou em direção à Felix, e de modo inconsequente e irracional pôs uma das mãos na nuca do outro lhe fazendo se aproximar de si. No mesmo instante, Felix retirou sua mão sobre a bochecha de Changbin, estranhando seu movimento rápido e quando pensou em dizer algo sentiu os lábios do moreno sobre os seus.

O loiro arregalou os olhos com o ato do moreno, pensara que o outro estava com seus parafusos na cabeça a menos após a batida, mas em seguida, acabou por fechar seus olhos se rendendo ao beijo. E, beijando-o inicialmente de forma calma, Changbin esperou que Felix retribuísse o beijo e quando este o fez, as coisas começaram a se intensificarem, assim como os sentimentos que sentiam naquele momento. O moreno se sentia completamente imerso ao momento, como se nada a sua volta se importasse. 

Felix acabou por dar passagem para língua alheia e o Seo viu daquela oportunidade uma forma de se aproximar mais ainda de Felix. Enquanto uma de suas mãos estavam na nuca do loiro, a outra foi de encontro com a sua cintura. Devido a isso, como ainda estava agachado, o loiro se sentou no chão devagar sem interromper o beijo, nunca havia feito aquilo na vida e estava gostando tanto que não queria que terminasse tão logo. 

E mesmo que Felix não soubesse por onde tocar em Changbin, optando por apoiar suas mãos sobre o chão, ele se sentia confortável no final das contas, enquanto o beijava.

Quando o ar lhes faltou, voltaram a se fitarem com a respiração ainda mais acelerada. Changbin simplesmente não conseguia tirar seus olhos que insistiam em fitar o olhar e a boca do Lee. Esta que estava avermelhada em função do beijo de breves segundos que pareceram mais longos minutos de total intensidade.

Por que tudo com Felix era tão intenso? Fora a pensar. Mas, contornou o pensamento assim que se lembrou de Hyunjin e de que, eram namorados. Estava o atraindo, e isto para si era inaceitável. Foi aí então que Changbin se levantou desajeitado e saiu correndo entre os corredores indo direto para a saída do colégio. Sua mente estava a mil, assim como seu coração, com uma mistura de conforto, vergonha, ressentimento e excitação. 

E, Felix que não sabia o que fazer, a não ser ficar ali no chão e tocar em seus lábios ainda pensando no sentimento intenso que o consumiu enquanto beijava Changbin, não reparou na chegada repentina da educadora que se aproximou e cruzou os braços lhe encarando.

— O que houve com vocês? Cadê os livros Lee Felix?

O Lee virou a cabeça seguindo a voz assustado, e congelou vendo sua professora de matemática irritada esperando explicações suas — E cadê o Changbin?

Sorriu sem graça para a educadora e levantou-se ajeitando seu uniforme que ficou desarrumado, alegando para a mesma que não sabia onde o Seo estava, visto que, não sabia mesmo e dizendo que aconteceu um incidente antes deles pegarem os livros. 

A mesma, até tentou acreditar em Felix, mas ao encarar a boca vermelha do mesmo e seu nervosismo evidente, sorriu de lado convicta que de compreendia bem o que aconteceu.

— Acalme os hormônios e vá atrás de Changbin, porque você só volta para aquela sala com ele e com os livros em mãos.

Felix não disse nada, apenas desviou seu olhar da professora saindo em direção ao banheiro, antes que se fundisse com a parede por estar tão envergonhado. 

Não achava que a educadora fosse desconfiar, tampouco, que fosse lhe mandar atrás do moreno. Mas, sabia que quando estava nervoso, não conseguia mentir.

Nem nas falas e muito menos nas ações.

E, saindo do banheiro depois de molhar seu rosto para poder pensar melhor, correu até a saída do colégio em busca do improvável Seo Changbin. Porque, ou era aquilo ou nunca mais entrar para a sala ou pelo menos na aula de matemática. 

Felix passou entre a rua do colégio e da biblioteca principal encarando todos os lugares possíveis, bagunçou seu cabelo e bufou. 

— Aigoo, bem que Minho hyung me avisou que humanos são bichos complicados. 




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