História O Garoto Perfeito - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Violencia, Yaoi
Visualizações 90
Palavras 1.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Declaração e Algo Estranho



 

Jackson:

 

Um sorriso de Mayura, um sorriso verdadeiro sem forçar, esse foi o ponto alto do meu dia junto a ele.  Durante a manhã, no café, descobri que ele gosta de pão de queijo e uma rodela de tomate no meio, era delicioso assistir ele comer fazendo expressões de satisfação.

Na praça depois de tomarmos sorvete, fomos em busca de um restaurante pra almoçar, e achamos um de comida caseira, me parecia gostoso, puxei a mao de Mayura o fazendo me olhar.

-O que acha daquele restaurante?

-Parece gostoso- ele respondeu,  ja caminhando para o restaurante.

A fachada do restaurante era feita de madeira, e por dentro também, as cadeiras era almofadadas com almofadas vermelhas, tinha dois tipos de mesa a redonda e as retangulares, escolhemos uma redonda. O ambiente era calmo, e tocava uma música suave e confortável.

 

Eu pedi uma cabornada ao sugo ( macarronada com molho vermelho), e o Mayura optou por um nhoc, que parecia delicioso nao me contive e peguei um pouco de sua comida.

 

-Hein- Ele me olhou levemente indignado antes de voltar a sua postura ereta.

 

Enquanto comia observava as coisas ao meu redor, a quanto tempo não vinha a américa; desde que me mudei pra a Europa me acostumei tanto ao lugar que quase nao viajava para fora; observei Mayu  comer, estou pensando, talvez algum dia devesse leva-lo a Europa ele combina com o ambiente. Depois de tanto observá-lo, percebi que lhe dei um apelido, e particularmente achei fofo.

 

-O que acha da Europa, Mayu?- O chamei pelo apelido recem pensado.

-Deve ser um lugar bonito, voce morava la certo?- Ele parou de comer me olhando.- Nao me chame de Mayu, melhor nao me de apelidos, minha mae nao gosta.

-Sim eu morava la - respondi.- E eu nao me importo com a sua mae, Mayu.

 

Sorri sapeca ao chama-lo novamente pelo apelido, Mayura torceu o nariz desgostoso, mas nao reclamou novamente. O silencio prevaleceu novamente, e seguiu ate o final da refeição. Chamei o garçou e pedi a conta que nao demorou para vir. Eu paguei e saimos do restaurante; seguimos andando pela rua em busca do meu carro que estava na praça perto da padaria.

 

-Jack por que quis se casar comigo? - me Surpreendi com a pergunta, demorando um pouco pra responder.

-Bom eu sempre via voce na televisão, quando morava na Europa, sempre te imaginava como um modelo pra minha empresa, mas nunca consegui contato com sua família- olhei pra ele que me observava enquanto caminhava.- com o tempo eu comecei a me atrair por voce e quando soube que se casaria com o ogro, eu nao podia permitir, entao me desloquei da Europa ate aqui para fazer a proposta pra seus pais.

 

Mayura parecia estar absorvendo toda a informação,  e quando ele terminou me encarou curioso. Movendo sua mãozinha ate a minha juntando as duas, fazendo  nos andarmos de mãos dadas.

 

-Eu lhe agradeço por ter me tirado de Domereck, ele nao era bom comigo.- Aquela frase me preocupou um pouco.

-Ele fez algo contra voce- parei de caminhar e me virei pra Mayu.- Mayura!

 

Ele virou o rosto sem me responder. Mas eu continuei insistindo e procurando seus olhos

-Sera que ele fez algo contra voce?- Perguntei de novo.

-Ele so nao era bom - Mayura respondeu evasivo- Vamos!
 

Ele puxou minha mao me forçando a voltar a andar, mas eu parei de novo o puxando para mim e segurando seu queixo.

 

-Mayura eu era e ainda sou apaixonado por voce, e peço desculpas pelo que eu fiz no chuveiro aquele dia.- Falei respirando fundo- Eu gosto muito de voce, por isso sai da Europa ate aqui para me casar com voce, eu quero que voce seja feliz, que sorria, e que se sinta amado, entao confie em mim e me deixe cuidar de voce Mayu!

 

Ele estava  com os  olhos lacrimejando, e parecia assustado e feliz.

 

-Obrigada!- ele tocou em meu rosto deixando umas lágrimas escorrer por sua face, Mayura se apoiou com a outra mao em meu ombro e ainda mantendo a outra mao em meu rosto ele foi se aproximando ate juntar seus labios aos meus.

 

Foi um beijo doce, e salgado, ele chorava enquanto moviamos nossas bocas em sincronia. Nos separamos lentamente, e eu deixei leves selinhos em seus lábios antes de me afastar totalmente.

 

Seguimos ate meu carro em silencio, e ate a mansão ainda em silêncio, ja era quase noite e nao nos preocupamos em jantar, subimos direto para o quarto, sem nem anuncia nossa chegada, assim que pisei no quarto eu puxei Mayura pra mim o beijando, ceus sua boca é tao viciante. Seguimos pra o banheiro, onde tomamos banho juntos, apenas banho, com algum beijos , nada de mais. Nao demoramos muito pra deitar.


 

Autora :

 

No dia seguinte Mayura nao acordou Jack, ele acordou por conta própria e ficou observando Mayu dormir, ate dar o horário e ele se arrumar e ir para o trabalho.

 

Depois de Romero e Jackson sair, Cristal seguiu para o quarto do filho, assistiu ele dormir por um tempo ate que sua paciência se esvai-se totalmente, e por fim caminhou ate a cama, puxando o garoto pelos cabelos o acordado de forma rude.

-Vamos !- cristal sem paciencia arrastou o garoto ate a dispensa da casa onde tinha a porta que dava para o subsolo da casa. Mayura gelou totalmente ao se ver naquele lugar macabro novamente.  Cristal, ainda segurando o  cabelo do filho olhou nos olhos do mesmo com raiva. - Voce esta cometendo o mesmo erro que ela, devemos corrigir isso.

 

Mayura tremia e suava frio a ver sua mae lhe levar para aquela máquina de tortura, A maquina que sua mae apelidava de O aperto da anaconda,pois aquele aparelho apertava a pessoa amassando seus ossos internos ate ela morrer, uma maquina medieval usada para tortura.

Cristal nao precisou de muito esforço para por o filho naquele negócio e iniciar o processo, o plano era apertar o suficiente, o problema é que o “suficiente” foi o máximo para quebra ou quem sabe apenas trincar algumas costelas de Mayura que soltou um grito horrendo pela dor que sentia. Sua mae ria de seu sofrimento, deixando claro que a história nao podia se repetir.

Cristal tirou o filho da máquina sem se importar com os gemidos de dor do mesmo e o arrastou ate um canto oposto a maquina, o amarrando e usando, novamente, o chicote do couro, enquanto batia no filho ditava as regras que ele deveria obedecer.

-Repita! Nunca devo chegar atrasado, sempre devo obedecer…- e assim ela continuava, se Mayura nao falasse ou demorasse muito ela ditava desde o início o obrigando repetir as frase e a cada palavra ela batia mais forte em suas costas.

 

Enquanto isso Romero avisava Jack sobre o casamento que ocorreria no dia seguinte, Jackson se assustou com aquilo afinal, estava muito próximo, mas tudo bem. Quando chegaram na casa Jack sentiu falta de Mayura na mesa de jantar mas os pais do mesmo disse que ele estava apenas se preparando pra o casamento do dia seguinte.

 

Naquela noite Jackson nao conseguia dormir, ele sentia falta de Mayura,mas era mais que isso ele sentia que havia algo errado acontecendo com o mesmo e isso o assustava, ele queria o garoto perto de si naquele momento. Havia algo errado ele sentia isso.

 


Notas Finais


gente eu comecei a faculdade hoje vou ficar bem ocupada talvez demore um pouco para postar mas vou tentat postar 1 cap por semana pelo menos.......


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