História O gostoso do meu vizinho - Capítulo 1


Escrita por:

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Sasusaku
Visualizações 58
Palavras 639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Minha nova fanfic novinha em folha pra vocês
Espero que gostem

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction O gostoso do meu vizinho - Capítulo 1 - Prólogo

           Manhattan - New York


Eu finalmente ia morar sozinha. Sozinha! Vou repetir mais uma vez: sozinha! Outra vez: S O Z I N H A! E a expectativa era a de que muita coisa iria mudar. Teria as minhas próprias regras, planos, horários e responsabilidades. E o mais importante de tudo: PRIVACIDADE. Lavaria todos os meus pratos, faria a minha própria comida e lavaria a minha roupa, mas, agora, não mais por obrigação ou obedecendo ao comando de alguém. Foram vinte anos. Vinte fucking anos de muitos “Sakura, vai lavar a louça e depois varra a casa!”; “onde pensa que vai a essa hora, Sakura?”; “Sakura, já disse para não deixar toalha molhada na cama”; “Sakura, você não pode ir dormir tão tarde!”; “Sakura, sai desse computador!”; “Sakura, você só pode estar louca se pensa que vai comer sorvete antes do jantar!”; "Sakura, sai desse celular”; “Sakura, Sakura, Sakura, Sakura!”. Af.


Teria que pagar todas as minhas contas. Mas tudo vale a pena quando é a liberdade e privacidade que estão em jogo. Só de pensar que teria um banheiro todo meu, a felicidade era tão grande que dava vontade de chorar. Não imagino ninguém que queira continuar morando com pais malucos, uma tia com um gosto esquisito para bebidas, uma irmã solteira (ino) pra lá de espalhafatosa e um irmão que parece que não saiu da adolescência, um cenário que só pode resultar em confusão. Eu depositava muita esperança nessa nova fase da minha vida, que estava começando com estilo. E, claro, com um emprego novo (Na verdade, o PIOR que eu poderia arranjar, mas vamos fingir que está tudo lindo), casa nova (e linda), tranquilidade, calmaria, boletos da faculdade em dia... Seria quase como se eu tivesse me mudado para uma montanha habitada por monges, no Tibete. Já me sentia bem mais zen, enquanto percorria o pequeno“ jardim“ da frente do meu novo endereço. Este é o começo da minha história, de uma Sakura radiante, que abria um largo sorriso só de sentir a brisa refrescar o rosto ou de ouvir a sinfonia de pássaros. Aconteceu comigo, mas poderia ter acontecido com você. Imagine-se passando por um processo de mudança, revelador e de autoconhecimento. Imagine que nada no mundo poderia estar mais perfeito. Pois era o que eu estava vivenciando no momento em que me encaminhava para a minha nova casinha. Afinal, tudo havia saído do jeito que eu tinha idealizado. A casa estava à venda por um preço tão pequenininho que nem acreditei. Ao visitá-la, realizei a compra na hora, sem ao menos pensar duas vezes. Tudo bem que era pequena – originalmente a casa era maior, só que, por causa de uma reforma, acabou dividida em duas. Como a planta era toda simétrica, e o antigo proprietário precisava de dinheiro, teve a grande ideia de dividi-la em duas. Assim, o meu sonho de “lar, doce lar” estava duplicado, apesar de a divisão entre os dois endereços ser bem clara: a casa de número 214, a minha, estava pintada num tom rosa meio lilás e a de número 213 era toda azul. Uma barra de branca dividia o espaço da frente em duas singelas varandas. Coisa de filme mesmo. Como disse, de sonho. O muro, gradeado, era baixo cheio daquela folhinhas, e, a porta de metal, à frente, ficava sempre aberta. Até porque não adiantaria muito trancá-la, qualquer sujeito podia atravessá-la com um pulo. Isso me fez lembrar que não poderia esquecer a porta nem as janelas abertas. Ainda bem que o bairro era seguro. Até havia guarda noturno, daqueles que apitam durante a madrugada. Coisa de cidade do interior! Sorri pela milésima vez, enquanto virava a chave – a minha chave – na fechadura – a minha fechadura.
– Vida nova, aqui vou eu! – murmurei e ri baixo, abrindo a porta no mesmo instante em que a porta vizinha foi aberta.


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui ❤
XOXO


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