História O gostoso do meu vizinho - Capítulo 2


Escrita por:

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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Sasusaku
Visualizações 51
Palavras 759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 2 - Sr. Calvin Klein


Fanfic / Fanfiction O gostoso do meu vizinho - Capítulo 2 - Sr. Calvin Klein

       Manhattan - New York


Ouvi risadas. Parecia um grupo de mulheres. Decidi esperar para saudar o meu vizinho. O corretor tinha me dito que era um homem que morava ao lado, sozinho. Talvez devesse estar recebendo visitas, sei lá. Queria falar com o moço. Morar ao lado de um cara poderia ser bom, traria mais segurança e eu ficaria menos neurótica. As risadas continuaram enquanto três mulheres seguiam até a portinha de metal. Nem olharam para a minha cara. Sequer notaram a minha presença. Já estava desistindo de dar um “alô” ao vizinho, quando um sujeito alto (Enorme, na verdade), moreno, com as costas largas e com um belo traseiro saiu de dentro da casa para acompanhar suas visitas, por assim dizer. Não sei o que mais me deixou assustada: se assistir ao cara beijando as três mulheres de uma só vez – E NA BOCA! –, se ver o seu corpo estupendo ou o fato de ele vestir apenas uma cueca boxer BRANCA. Meu queixo caiu. E caiu mais ainda, acho que a minha língua se apoiou no chão da minha varanda, quando o sujeito se virou de frente pra mim, depois que as garotas foram embora, mostrando uma protuberância protegida pela cueca. Ah, protegida uma ova. Dava para ver quase tudo! Foi só isso que consegui olhar. Juro. Não consegui tirar os meus olhos daquele belo volume.
– Ei, você é a nova vizinha? – o homem gritou, aproximando-se. Eu ainda olhava para a cueca.
– Ei! Como é mesmo o seu nome? – Parou bem na minha frente, e, eu, como que desperta de um transe, encarei o seu rosto. Minha língua dançou louca até o chão. A baba escorria pelos cantos da minha boca, e achei que o dia estava quente demais para o meu gosto. Devia fazer tipo uns... setecentos mil graus Celsius! Ao notar meu estado de torpor, meu vizinho gato sorriu de um jeito malicioso, expondo dentes brancos maravilhosos. Seus olhos escuros e suas sobrancelhas grossas incitaram meu desejo mais profundo. Ele mexeu a mão na minha frente.
– Ei! Acorda!
– Caramba...
– Hã?
– Eh... quer dizer, meu nome é Sakura... Haruno Sakura– Consegui erguer uma mão para frente. Ele a apertou, utilizando mais força que o necessário para um cumprimento cordial. Como sua mão era quente e gigante! Minha língua continuou fazendo a dancinha ridícula. O cara sorriu de um jeito ainda mais malicioso. Com sinceridade, não dá para descrever o que senti com a visão daquele homem de cueca, rindo daquele jeito bem diante de mim. Era simplesmente um absurdo, quase uma afronta à humanidade.
– Muito prazer, Sakura. Prazer até demais... Ah!
Ele soltou um gemido? Sério, produção?
– Pensei que uma velhota tivesse comprado o 214.
– Acho que eu sou a velhota – murmurei, ainda sem acreditar no que os meus olhos viam. O cara gargalhou. Colocou uma mão na barriga, que nada mais era que um poderoso tanquinho, composto de, talvez, uns quatro gomos, que me fez perceber que lavar roupa não seria algo tão ruim assim e se curvou por conta da dor do riso.
– De modo algum, Sakura! Você tá no ponto.
No ponto de quê, mano?
– Desculpa, como é seu nome mesmo? – Fechei os olhos e balancei a cabeça em negativa, como que afastando meus pensamentos libidinosos. Tomei fôlego e os reabri. Precisava me concentrar. Não podia permitir que aquela energia que fazia os meus olhos serem atraídos para a cueca do meu vizinho fosse mais forte que eu.
– Você pode me chamar do que quiser... – falou com a voz nitidamente afetada e piscou um olho. Depois, passou a língua por seus lábios grossos. Achei que fosse desfalecer quando meus hormônios viram aquela cena magnífica.
– Ok, vou te chamar de Calvin.
– Calvin? – O cara fez uma careta divertida.
– Calvin Klein – disse, olhando para a sua cueca. Ele gargalhou alto. Era a marca estampada no cós da maldita que abraçava aquela presente dos deuses. Sem conseguir reagir a mais nada, simplesmente virei de costas e entrei na minha nova casa sem sequer olhar para trás. Como eu estava dizendo... Podia ter acontecido com você, mas foi comigo. E, dali em diante, descobri que morar sozinha podia significar tudo, menos tranquilidade. A minha mudança necessária não podia ser normal. Afinal, eu não sou normal. Juro que só queria paz. Queria tédio. Queria um domingo de pura morgação diante das minhas séries, comendo batata frita e esperando pela segunda-feira como quem espera morrer. Mas não podia esperar por algo diferente, não depois de ter me encontrado com o Sr. Calvin Klein, mais conhecido como “O Safado do 213”.


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui ❤
XOXO


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