História O Grande favor - Capítulo 13


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Categorias Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Felipe "Febatista" Batista, Felps, Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange
Tags Batista, Cellbit, Cellps, Felps, Lemon, Mike, Pac
Visualizações 710
Palavras 1.399
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


PRE PA REM - SE

Capítulo 13 - Desculpa!


Fanfic / Fanfiction O Grande favor - Capítulo 13 - Desculpa!

-Cellbit, está acordado? 

Os dois deitados na cama, se largaram o mais rápido possível. As respirações ofegantes e as pupilas dilatadas, seus rostos estavam estampados com o medo e confusão. 

-Desculpa atrapalhar, eu só vim saber se estava dormindo. -Pac levantou as mãos em defensiva

-Não atrapalhou nada. Eu já estava saindo, vim só buscar minha coberta. -Felps levantou apressado

-Sei. -Pac disse com um sorrisinho sorrateiro. -Não precisa tanta presa. Eu vou dormir. Podem ficar a vontade. 

-Eu também vou dormir. -Felps falou rápido já com a coberta em mãos

-Não vai dormir com o Cellbit? -Pac sorriu ainda mais

Isso não ajudou em nada. Os outros dois pareciam que iam dar um infarto a qualquer momento. 

-Se quiser.. a cama é grande.. não teria problema. -o loiro falou desviando o olhar para o chão

-Eu não negaria um pedido desse, Felipe. 

Silêncio. Muito silêncio por parte dos três. 

-Acho melhor eu ir dormir no sofá. -andou até a porta. -Boa noite. -e saiu

Depois que o moreno saiu, Pac olhou para o loiro que se jogou na cama e suspirou alto. 

-Não sei o que vocês pensam. -riu e fechou a porta. 

O garoto foi até a cozinha e encontrou o moreno bebendo água. 

-Preciso perguntar o que está acontecendo?

-Acontecendo? -o moreno deu de ombro

-Então vou perguntar. O que você e o Cellbit estão fazendo? Esse namoro já se tornou de verdade e esqueceram de me avisar? -Pac cruzou os braços

-Não. Ainda é o plano... mas.. -o moreno suspirou

-Mas? 

-Acho que estou querendo mais do que um namoro de fachada. -sentou em uma das cadeiras da mesa

-Como assim?

-Eu não sei direito. Antes eu gostava dele, sempre gostei. Mas agora esse gostar mudou. Antes era meu amigo, hoje eu fico com vontade de beija-lo, fico o olhando sorrir. Você já viu que bunda linda ele tem? 

-Espera.. você anda reparando na bunda dele? -ficou surpreso

-E.. bem..eu já me masturbei pensando nela e nos gemidos dele. -confessou 

-Ah meu Deus. Que desnecessário! Eu não queria saber isso. -Pac riu e sentou na outra cadeira

-E você viu que cara de pau, o Alan estava dando em cima dele. Estava mesmo. Ele realmente estava! -balançou a cabeça

-Eu vi isso também. Pelo o que entendi, você está com ciúmes. 

-Eu fiquei rm choque quando vi os dois se beijando, Pac. Tudo o que eu queria era bater no meu primo. Invés disso fui tomar banho e esfriei a cabeça. 

-O que não entendi foi porque vocês se beijaram? Você não ficou com a Gabs? Isso era teu sonho. 

-Pior sonho da minha vida. -revirou os olhos. -Cara, eu odiei o beijo dela, os carinhos, a conversa. Eu só pensava no maldito loiro sorrindo para o Alan. -fechou o punho

-E porque do beijo? -insistiu o outro garoto

-Ah sim. O Cell também não gostou do beijo dele, ai a gente se beijou para terminar a noite com um beijo bom. E fomos nos beijando, beijando, nos deitando. Aí você chegou. 

-Eita! E se eu não tivesse chegado? -perguntou

-Como assim? 

-O que teria acontecido se eu não tivesse chegado? 

-Sei lá. Sinceramente, eu não sei. 

-Quer um conselho? Fala com o Alan, explica a situação. Ele vai entender. 

-Tem razão. -Felipe levantou e saiu da cozinha. 

.

.

.

-Posso entrar? -abriu a porta do próprio quarto

-Claro, primo. Entra aí. -Alan colocou o celular no colo

-Eu queria falar com você.

-Sobre o quê? 

-Cellbit. 

-Sobre ele? Eu sei que ele é teu melhor amigo e você deve está querendo me matar..mas eu não forcei ele a nada. 

-Eu sei que não. Na verdade, eu queria conversar mais sobre mim do que sobre ele.

-Sobre você? Não vai me dizer que ficou com ciúmes? 

Alan riu com a própria pergunta, mas logo ficou sério ao olhar a cara de vergonha do primo. Felipe andou até a cama e se sentou ao seu lado.

-Ah não! Você realmente ficou com ciúmes? -não podia acreditar

-Eu não sei quando, mas acabei me apaixonando por ele. 

-Como assim?! Ah meu Deus! Eu fiquei com ele na tua frente, e você gosta dele. Que droga! Desculpa, primo. Me desculpa por favor, eu não sabia. Se soubesse nunca teria flertado com ele, muito menos beijado. -pediu desesperadamente

-Não precisa pedir desculpas. Não teria como você saber. Na verdade nem eu sabia, até ver vocês juntos. Foi como se eu tivesse acordado de um sono profundo. Eu quis fugir e esquecer isso, mas não sabia o que fazer. -se deitou na cama olhando o teto

-Então está apaixonado mesmo. Quem diria?! -Alan riu e balançou os cabelos encaracolados

-Não tem graça. -fez bico

-E agora, vai fazer o quê? Vai se declarar? Eu prometo não chegar mais perto dele. Só fiquei interessado por que não sabia dos seus sentimentos.

-Eu não sei o que fazer. Acho que irei continuar com o namoro de fachada...-suspirou

-Namoro de fachada? -Alan perguntou confuso

-Ah, você não sabe. Há algum tempo, o Cellbit namorava e o cara chifrou ele. Desde então, o atual do ex do Cell vinha sempre provocando, até que eu comecei a namorar ele para o novo casal achar que ele seguiu a vida. 

-Então, eu também chifrei você? 

-Não. Nosso namoro não passa de alguns selinhos na frente do Mike e do Batista. Dos portões da faculdade para fora não temos nada. 

-Da sua parte tem. Falta ele saber disso.

-Mas não vai saber, ele ainda gosta do Mike.. eu acho. E eu não sei... 

-Só irá saber se contar. 

-Acho que tem razão. Bom, eu vou dormir. E desculpa, primo. Eu não queria estragar sua noite com essa informação, mas eu não aguentei. 

-Eu que te devo desculpas. E pode deixar, vou sair do caminho para você. Mas só porque é para meu primo favorito. -Alan sorriu

-Eu sou seu único primo, Alan. 

-Tem isso também. -riu

O moreno saiu do quarto e foi para a sala. Deitou no sofá e se cobriu com a coberta. Acabou adormecendo.

.

.

.

O silêncio da madrugada foi cortado por um loiro desastrado que deixou cair o controle remoto da TV. 

-Cell? O que faz acordado? 

-Shii! Fica quietinho aí. 

O loiro sentou em cima do corpo deitado de Felipe, as mãos gélidas percorreu até o pescoço e a boca carnuda tomou a boca do recém acordado. Nada foi dito, apenas o beijo aconteceu. Ao final do gesto repentino, o loiro levantou e descobriu o corpo do moreno, jogou a coberta no chão e voltou a sentar. O moreno gemeu ao sentir a bunda durinha sentar e rebolar no seu membro que começou a acordar também. 

-O que está acontecendo? -Felps perguntou

-Eu quero transar com você. -Cellbit sussurrou no ouvido do outro e rebolou

-Tem certeza? Estamos no meio da sala.

-Preciso te sentir nem que seja no meio da rua. -mordeu o pescoço moreno

Felipe gemeu e apertou a bunda que rebolava sobre si. Ouviu um gemido tímido, igualzinho àquele que ouviu quando machageou o amigo. 

-Eu quero transar contigo. -repetia como um mantra

-Eu vou transar com você. -o moreno sentiu uma língua percorrer seu queixo. E mãos frias retirarem sua camisa. 

-Eu quero transar com você. 

O calor insuportável, a dor no pênis intocável, era tudo muito rápido e quente.

Em um pulo, tudo mudou. A coberta ainda estava sobre seu corpo, a madrugada ainda deixava tudo escuro, o suor grudava seus cabelos na testa, sua respiração agitada denunciava sua puta ereção. 

-Foi um sonho. -suspirou derrotado

Queria que tudo tivesse acontecido, e era sua ereção dentro da calça moletom que denunciava isso. 

Olhou para todos os lados da sala, a luz opaca do abajur clareava um pouco. Tirou a coberta de cima do corpo, olhou o volume em seu baixo ventre e tocou com os dedos. 

-Uhh. -gemeu inconscientemente

Levantou, calçou as havaianas deixadas ao lado do sofá e seguiu pelo corredor. Abriu a última porta, fechou e acendeu a luz. Sentou no vaso sanitário com a tampa abaixada, puxou a calça e a cueca para baixo e segurou seu pênis. Fez movimentos lentos e firmes em seu falo rígido, fechou os olhos e mordeu os lábios para seus gemidos não serem ouvidos. Passou um tempo naquele auto prazer, jogou a cabeça para trás e gemeu rouco. 

-Fê? Ah meu Deus! Desculpa, eu achei que banheiro estava vazio. -Cellbit falou apressado na porta aberta do banheiro.

Droga! O moreno foi pego no meio da masturbação e a única coisa que pode falar vendo o loiro na sua frente envergonhado foi:

-Cellbit... -gemeu arrastado, jogando a cabeça para trás e gozando na própria camisa do pijama.


Notas Finais


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