História O grande segredo - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias O Incrível Mundo de Gumball
Tags Gumball
Visualizações 16
Palavras 1.699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Incesto
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá minhas lindezas!
Tudo bem com vocês???
Então não morri. Kkkkk. Só dei outra sumidinha, mais olha, já tô de volta com mais um capítulo de OGS!!!!
Espero que vocês gostem, passei várias noites o escrevendo e desculpe se deixei algum erro passar, acabei de revisar, mas como sou meia cegueta de vez em quando vai que deixei um ir sem querer! Hehe.
Espero que gostem
Bjos😘❤

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A!

Capítulo 16 - Melhor não trocar o certo pelo duvidoso...


Fanfic / Fanfiction O grande segredo - Capítulo 16 - Melhor não trocar o certo pelo duvidoso...

POV Gumball ON


Depois que minha mãe "expulsou" educadamente eu e Carrie do quarto, chamamos papai e Anais que estavam muito ansiosos para rever Darwin, para irem finalmente o vê-lo. Depois que eles entraram lá dentro eu e Carrie ficamos sentados no lugar onde eles estavam antes, vendo o corredor, calados, tinha passou 10 minutos e nenhum de nós tentou trocar uma sequer palavra um com o outro.


— Gumball... — de repente Carrie me chama, o que me fez meio que me assustar de início, sua voz era calma e ao mesmo tempo bem assustadora.


— Sim.


— Obrigada por tudo. — ela sorriu e abaixou um pouco a cabeça.


— Porque?


— Obrigada por se preocupar. Por ter me acolhido. Obrigada por entender minha dor. Obrigada por você e sua família me tratarem como se eu fosse uma Watterson!


— Que isso Carrie. Você, pelo menos para mim, é muito mais que uma amiga.


— Gumball, você é tão fofo. — suas mãos gélidas acariciaram meu rosto. Eu pego suas mãos.


— Que isso. Você sempre será muito importante para mim. Cunhadinha. — digo e ela enruga a testa e solta suas mãos das minhas.


— Como sempre, você estraga tudo com suas brincaderinhas.


Ela emburra, vira seu rosto para o lado, bravíssima e cruza os braços na altura de seus seios medianos. Os olhos por um tempo e logo desvio o olhar. Corando um pouco.


— Eu sei que eu sou o melhor! — falei olhando para uma placa que estava na minha frente. Estava Olhando só por olhar mesmo.


E assim o silêncio voltou a reinar por um bom tempo entre a gente.



POV Gumball OFF



POV Leonardo ON




Fiz uma longa caminhada do parque até minha casa, abro a porta com cuidado e a fecho com o mesmo, ia subindo as escadas quando sou parado por minha mãe e Sara estava logo atrás dela. Ela corou um pouco e se "escondeu" atrás da minha mãe.

Maravilha! O que será agora?

— Tudo isso é boas vindas para mim? — perguntei irônico apontado para as duas. Minha mãe cruza os braços e me olha sério... Lá vem o sermão!

— Aonde você estava?

— Não te interessa... — revirei os olhos. — Mãe, fala sério, você precisa concordar comigo que eu já estou bem grandinho para dar satisfações para onde eu vou ou deixo de ir né?

— Ah é?! Então só porque nasceu pêlo no saco você já se acha adulto!

— Tecnicamente e eu odeio quando usam o termo "saco" sabe? É tão mais... Bonito... E formal quando falamos órgão genital ou simplesmente pênis para sermos mais diretos...

— Para de ladainha, aonde você estava?

— Com meu amigo, no parque.

— Que amigo? 

— Isso já é perseguição de mais. Não acha?

— Não, eu sou sua mãe!

— Sério? Sabia não. Se você não tivesse falado eu nunca teria ideia disso.

Do nada a mão dela levanta e vai de encontro com a minha cara.

— Eu sou sua mãe, não seus amiguinhos da escola, eu quero respeito!

Aperto minhas mãos em formato de soco 

— Você terá respeito no dia que eu for respeitado e tratado bem nesta casa! — cuspi fulo da vida e subi para meu quarto. Minha mãe tentava me chamar , enquanto Sara estava quieta, mas os olhos dela pareciam falar mil e uma palavras. Talvez de decepção... Foda-se não devo ligar pra isso!

Tranquei a porta do quarto e me atirrei na cama, peguei o celular que estava em meu bolso e comecei a mexer nele. 

Abri o WhatsApp e sorri, ainda meio atordoado, quando vi que Yasmin havia respondido minha mensagem. Logo abri a mesma.


De boa amor! ^^

Sei como você e o Wellington adoram cachorros! Eu também adoro <3 depois me diga se a cachorrinha está melhor! Por favor! 

~ Yasmin


Linda e fofa. Combinação perfeita!. Eu tenho a namorada mais linda e fofa do mundo!


Ela já está melhor amor, só precisávamos fazer uns curativos rápidos e mais algumas coisas e ela já estava novinha em folha,, pronta para outra, espero que ela não seja atropelada de novo. Kkkkk. E você amor, como está?


Mandei, ela não estava online e com certeza quando ela voltasse a ficar online ela iria me responder, com certeza!

— Léo. Abre a porta, por favor. — a voz de Sara soou nos meus ouvidos. Meu coração disparou e me lembrei de seu doce beijo. Eu não tinha condições de atendê-la. Anda Léo! Inventa uma desculpa!

— Não estou afim de falar com ninguém agora! — Falei. Quer ver que ela vai perguntar o por que...

— Por quê? — perguntou ela continuando a bater. 

Sabia! Ela faz isso sempre! Todo santo dia!

— Por que eu estou com uma dor no estômago. Uma dor muito forte no estômago. — menti, soando meio frio, Tomara que tenha dado certo!

— Está mentindo — confirmou ela com frieza em sua voz.

— É sério. Você é eu para sentir a minha dor?

— Não, mas eu sei, eu sinto, quando você está com algum problema emocional ou carnal.

— Ah! Então você é a nova Mãe Diná agora? — disse irônico. Ouvi ela bufar.

— Não, é porque eu tenho uma forte ligação com você mesmo. — lá vem com os mines-discursos dela novamente... Ela não cansa não? Eu sempre a trato mal e ela continua no meu pé. Porque ela não é simplesmente igual as outras pessoas e me abandona de uma vez por todas? — Por favor, me deixa entrar. — implorou com uma voz fraca e chorosa. O que me surpreendeu. Ela não vai Chorar agora ou vai? O vida! Odeio ver mulher chorando.

— Você tá chorando Sara?

— Tô! Porque? Você não se importa mesmo. — falou com uma voz super chorosa, ela com certeza estava chorando e desde quando eu não me importo com ela? Ela vai mesmo jogar sujo. Ir para o lado pessoal? Eu me importo com ela. Me importo muito com ela. Ela é minha prima e a gente se beijou hoje mais cedo... E ela é muito gostosa... Enfim, É lógico que me importo!

— Por favor, pare de chorar, vai me fazer sentir um monstro aqui.

— Então abra a porta! — ela disse cheia de persuasão na voz. Aff! Essa menina é fogo viu! 

— Aí! Tá bom. — me dei novamente por vencido, deixei o celular em cima do meu criado mudo e abri a porta. Ela sorriu, ainda com o rosto meio vermelho e adentrou meu quarto, revirei os olhos e tranquei a porta.

— Então... Me diz como você tá... — começou falando que nem uma retardada.

— Tô de boa.— sentei na cama.

— Não tá não. É por causa do que aconteceu de manhã? — ela foi curta e reta e sentou ao meu lado.

Bufei.

— É. Mas ou menos. Mais tem haver. Eu tô muito tenso...

— Hmmm... Mas eu posso tentar te animar? — olhei para o lado.

— Nada pode me animar hoje.

— Bem, eu acho que eu posso. — ela mordeu o lábio inferior. E suas mãos pousam em minha coxa esquerda. A olhei sem entender e um sorriso malicioso surgiu nos lábios da mesma. O que ela está pensando em fazer?

Ela se aproximou de mim, em câmera lenta para mim, subiu no meu colo e me beijou calmamente. Senti seus doces lábios sobre os meus, segundos eram horas para gente. Suas mãos cruzaram em meu pescoço e assim aprofundou mais o beijo. Ela começou a se movimentar lentamente em meu colo e Comecei a ficar excitado e acho que ela percebeu minha excitação, e ela se mexia ainda mais me provocando, será que ela queria transar comigo?

Depois de longos minutos ela se soltou e me encarou, encerrando nosso segundo beijo.

— Então, você já animou? 

Fiquei vidrado nela e nos seus cabelos loiros. Ela até parece a Yasmin assim e... Cara, eu sou o pior cara do mundo,estou traindo a minha própria namorada. Que monstro eu me tornei!

— Sara. — empurrei-a de leve para trás. Ela me lançou um olhar surpreso. — Eu não posso... Não posso trair a Yasmin...

— Mas...

— Vai embora, por favor, Sara, eu estou pedindo, por favor.

— Léo... — ela tentou dizer alguma coisa, mais não deixei, já estava me envolvendo de mais nisto.

— Por favor. — pedi uma última vez com a cabeça baixa. Ela suspirou pesado.

— Okay, se é assim que quer. — ela falou tristonha e saiu do quarto meio receosa.

Quando ouvi a porta bater e perceber que ela havia indo embora. Suspirei em alívio, deitei na minha cama e fiquei a encarar o teto... Será que fiz o certo ao expulsá-la do quarto?






POV Leonardo OFF




POV Penny Fitzgerald ON




Eu andava no parque, de mãos dadas, com meu recém namorado Louie, estávamos apreciando a bela vista do lago municipal, com certeza o Parque era o cartão postal de Elmore.

— Muito lindo, não é Lo? — perguntei para o meu namorado quando eu fiz a gente parar perto da grade de proteção, para apreciarmos a beleza do lago.

— Já vi melhores na minha cidade natal. — respondeu ele se debruçando descontraidamente na grade.

— Duvido. Louizinho. Aqui é muito lindo! — provoquei também me encostando à grade.

— Se você acha isto bonito, você tem mal gosto. — retrucou ele. Bufei e revirei os olhos em decepção.

— Pois é, tenho mesmo... — ...meu mal gosto começou quando preferi ficar com você invés de continuar a investir no Gumball que é um cara legal e já tava na minha. Prossegui em pensamento e me afastei aos poucos dele e o pior de tudo era que parecia que ele nem tinha percebido. 

Cheguei perto de um banco da praça e me sentei nele. Fiquei sentada um pouco nele até me levantar quando vi ao longe, um carrinho de pipoca, fui até ele e comprei um saquinho de pipoca, depois voltei ao lado de Louie. Que parecia estar imerso em pensamentos. Comi baixinho a pipoca ainda olhando o lago.

Ah! Se o Gumball estivesse aqui no lugar dele aposto que faríamos coisas mais divertidas... Tenho que terminar com o Lo e tentar com o Gumball... Mas será que ele vai me querer? Será que o Lo não vai ficar bravo??? - bufei - Acho melhor deixar do jeito que tá mesmo. Melhor não trocar o certo pelo duvidoso... Mas...

Será que eu gosto mesmo do Gumball? E será que ele gosta de mim?


Continua...



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