História O Grito Do Oceano - Kim Kibum (Key) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS), SHINee
Personagens KiBum "Key" Kim, Minho Choi, Personagens Originais
Tags Romance, Sereia
Visualizações 56
Palavras 2.536
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii...
Tenham uma boa leitura meus aliens ❤️❤️

Capítulo 7 - Primeiro choro


Fanfic / Fanfiction O Grito Do Oceano - Kim Kibum (Key) - Capítulo 7 - Primeiro choro

Faz hoje 15 dia que estou na casa do Key. Segundo ele, o Minho nem desconfia que eu estou aqui o que quer dizer que eu continuo segura. Key demitiu-se do seu trabalho para cuidar de mim, segundo ele, ele não precisava do dinheiro que ganhava. Fico muito grata por ele fazer isto por mim. 

Fazia uma hora que tínhamos acabado de almoçar e eu estava no puro tédio deitada no chão da sala. Não há nada de interessante para fazer aqui. Era nestes momentos que eu senti falta de casa, sair às escondidas do castelo e perseguir cardumes durante horas  ou explorar navio afundados com Jungkook era algo tão bom. Por outro lado, é nestes momentos que me lembro que eu não devia estar aqui e sim a casar com o príncipe do Pacífico. Eu devia pedir a Key para me levar para o oceano, é o meu dever casar-me com o príncipe mas, por outro lado eu gosto de estar aqui pode ser chato às vezes mas eu gosto da companhia de Key. Falando em Key..... Levanto-me e olho em volta, Key não estava na sala. 

-Key? - chamo mas ele não responde. - Bebés vocês sabem onde é que ele está? - perguntei ao peixes. - Em direção ao quarto? Então está bom. 

Fui para o quarto mas ele não estava lá. Sentei-me na cama a pensar onde é que ele poderia estar? Será que foi fazer compras e não se lembrou de me avisar. Comecei a ouvir água a cair. O som vinha da casa de banho. Levantei-me e entrei na casa de banho. Key estava sem roupa e de costas para mim dentro da base de chuveiro, então é isto que é tomar banho. Ele virá-se é assusta-se ao me ver. 

-Linfus? O que estás a fazer aqui? 

-Eu estava aborrecida e não sabia onde estavas. - observei o seu corpo. - O que é isso? 

-O quê? 

-Isso! - apontei e olhei para ele. 

-Sério que não sabes? - ele perguntou um pequeno sorriso nos lábios. - Neguei com a cabeça. 

-O que é? 

-É um pénis. 

-Um pénis? Porquê que tu tens um pénis e eu não? Eu quero um pénis. 

-Não não queres. - disse a rir. Cruzei os braços chateada, eu também devia ter o direito a ter um pénis. - Tu és uma mulher e mulheres não têm pénis. É uma das coisas que distingue as mulheres dos homens. 

-Humm. Entendi, mas continuo a querer um pénis. - ele riu e começou a passar shampoo no cabelo. 

-Tu és muito inocente Linfus, se alguma vez saires daqui de casa tens de ter cuidado. 

-Porquê? - sentei-me na bancada. 

-Sabes nem toda a gente é simpática? - Começou a passar água pelo seu corpo. 

-Eu sei. O Minho e aqueles cientistas não têm nada de simpátia. - disse chateada,cruzando os braços e fazendo um beicinho com os lábios. 

Key acabou de tomar banho e riu quando olhou para mim. Veio ter comigo parando a poucos centímetros de mim e agarrando na toalha que estava ao meu lado voltou a rir. 

-Descruza esses braços e encolhe esse lábio, pareces uma criança de 5 anos. 

-E se eu for uma criança de 5 anos? 

-Mas tu não és uma criança, és uma sereia que está a implicar que quer um pénis! 

-E quero, qual é o mal de querer um pénis para mim? 

Ele agarrou nos meu braços descruzou-os enquanto voltava a rir. 

-Mal nenhum, - riu. - Para falar verdade tem todo o mal do mundo então vamos pôr esse teu desejo de querer um pénis numa lista imaginária de coisas que não se pode dizer a pessoas, ok? 

-Ok. - Olhei para os meus braços, ele ainda os agarrava mas de uma forma delicada como se tivesse medo de me aleijar, achei fofo. Sorri e olhei para cima encarando os seus olhos que já estavam fixo em mim. 

O nossos olhares fixaram-se como se não existisse nada mais importante para olhar. A minha mente esvaziou por completo. Ouvi-o emgolir em seco o que me fez sorrir mais abertamente, não entendo o motivo dele ficar nervoso sempre que os nossos olhares se cruzam, é de certo modo engraçado ver como ele fica com as bochechas levemente rosadas. 

-Como é tomar banho? - perguntei quando o seu olhar desceu para os meus lábios. 

-Nunca tomaste banho? - neguei com a cabeça. 

-Sereias não tomam banho. 

-Agora que penso também não faz muito sentido tomarem, vocês já vivem dentro de água. 

-Como estou em forma humana devo tomar banho? 

-Eu não sei ao certo, mas o teu cabelo continua bonito a tua pele impecável e com cheiro de loja de doces então acredito que não. 

-Cheirar a loja de doces é bom? - perguntei já que eu nem sei ao que cheira uma loja de doces. 

-É ótimo, eu adoro o cheiro. - sorri e ele sorriu de volta. - Agora que tal tu... - ele ia falar ao mas o som da porta de entrada a ser destranca fê-lo calar. - Fica aí. - embrulhou a toalha em volta da cintura e saiu da casa de banho. 

Fiquei em silêncio tentando ouvir o que se passava mas sem sucesso. Comecei a ouvir passo de volta para o quarto e pensando que era Key também fui para o quarto mas surpreendi-me a ver uma rapariga de cabelo loiro com dois animais pequenos e fofos ao colo. 

-Olá. - ela diz surpresa pousando os animais no chão. 

-Olá. - disse nervosa. Key apareceu atrás dela e arregalou os olhos ao ver-me que a rapariga estava frente a frente a mim. 

-Key, não sabia que namoravas. 

-Namorar? - perguntei. 

-Eu não namoro. - disse Key com as bochechas levemente rosa. 

-A cama está desfeita, ela está nua e tu só com uma toalha, se vocês não namoram então o que estavam a fazer não é o mais certo mas mesmo assim peço desculpa se atrapalhei. O Minho oppa sabe? 

-Nós não estávamos a fazê-lo! É o Minho não tem nada para saber e ele não vai saber que a viste aqui! 

-Ok. - riu. - Vou fingir que não vi nada as quando se tornar oficial quero que todos saíamos num encontro a quarto! 

-Tornar oficial? - perguntei confusa. 

-Sim, oficial! - sorriu para mim é virou-se para Key. - Eu vou andando, diverte-te que ela é bonita. Os cães já estão entregues e eu vim também avisar que o Minho oppa hoje não cai voltar para casa que ele vai para a minha. Divirtam-se e não se esqueçam do preservativo! - ela riu e vai embora. 

Ouvimos a porta de entrada abrir fechando-se em seguida. Key suspirou e passou a mão pelos seus cabelos ainda molhados. 

-Preservativo? 

-Uma proteção que se põe no pénis para evitar transmissão de doenças e evitar a gravidez da mulher. - ele passou por mim e sentou-se na cama. 

-Porquê que se que evitar a gravidez da mulher? 

-Linfus não é a melhor altura para perguntar. - diz frustrado. 

-Porque não? Eu quero saber porquê que os humanos querem evitar a gravidez! E porquê que ela chamou o Minho de Minho oppa? Isso não se diz para os irmãos mais velhos? Ela é irmã do Minho? O que são cães? E o que é exatamente um namoro? E..... 

-NÃO É A ALTURA! AGORA CALA A BOCA E DEIXA-ME PENSAR! 

Linfus off/Key on

-NÃO É A ALTURA! AGORA CALA A BOCA E DEIXA-ME PENSAR! - gritei com ela antes que ela pudesse perguntar mais alguma.

Eu estava passado e frustrado. Como é que eu deixei isto acontecer? A namorada do Minho acabou de vê-la e, ainda por cima, ela está preocupada em saber o que é um cão! Olhei para ela e via estatística a olhar para mim os olhos dela estavam repletos de lágrimas prestes a cair, o seu rosto estava um pouco contraído e com uma expressão triste. 

-Linfus, - levantei-me para me desculpar, mas antes de conseguir dizer mais alguma coisa a primeira lágrima escorreu pelo seu rosto e ela saiu do quarto a correr. 

Sentei-me novamente em choque. Eu tinha acabado de a fazer chorar? Eu pus a Linfus a chorar! Eu sou tão estúpido! Levanto-me e saiu do quarto em busca dela, eu não devia ter gritado com ela! Entrei na sala e lá estava ela sentada no sofá, abraçada às pernas, com a cabeça escondida nos joelhos e soluçar por causa do choro. Sentei-me ao seu lado e respirei fundo. 

-Linfus, peço imensa desculpa. Eu não devia ter gritado contigo. Desculpa, eu sou um idiota. - Ela continuava a chorar e eu, que ainda estava só de toalha, nao sabia o que fazer. - Linfus, olha para mim por favor. - ela ignorou-me e continuou a chorar. - Por favor. 

Respirei fundo 100 % arrependido de ter gritado com ela. Nunca pensei que ela fosse tão sensível. Decidido a não sair dali sem o perdão da mais nova puxei-a fazendo-a sentar ao meu colo ficando ela com uma perna de cada lado do meu corpo. 

Muito inteligente da minha parte? Nem um pouco! Porquê? Bem agora tenho o meu "amigo" mais que acordado sem poder fazer nada com a garota dona dos meu sonhos e motivo dos meus sorrisos idiotas. Mas não vamos pensar muito nisso, mantém o foco! 

Apesar de já não estar abraçada às suas pernas ela continuava a esconder o rosto desta vez com as mãos. Agarrei nos seus pulsos com delicadeza e destapei-lhe o seu belo e perfeito rosto. Ela tinha os olhos fechados e inchados e estava levemente vermelha. Largando os seus pulsos elevei as minhas mãos ao seus rosto limpando as lágrimas que caiam. 

-Linfus olha para mim por favor. Abre os olhos. - Ela tira as  minhas mãos do seu rosto e nega com a cabeça. - Linfus eu sei que eu não passo de um humano estúpido que gritou contigo mas, por favor. - ela nega outra vez e chora ainda mais. Coloquei uma mão nas suas costas e outra na sua nuca e puxei-a para mais perto abraçando-a com o maior carinho do mundo. Ela abraçou o meu pescoço e escondeu o rosto na curvatura do mesmo. Acariciei os seus cabelos com calma e delicadeza e, aos poucos, o choro foi diminuindo até que, por fim terminou. 

-Sabes, - comecei continuado a acariciar os seus cabelos compridos. - eu não queria fazer-te chorar, eu estava nervoso e falei-te de uma maneira que ninguém tem o direito de falar. Peço imensa desculpa, Linfus, espero que me perdoes.

 Ela afastou o rosto do meu ombro ficando com ele frente a frente com o meu, fazendo com que os nossos rostos ficassem a poucos centímetros de distância, e o  meu coração disparar que nem um louco. A sua carinha amassada e inchada pelo choro só me fazia sentir ainda mais triste e idiota por saber que eu sou o motivo. Levei as minhas mãos aos rosto da mesma e sequei-lhe as lágrimas. Ela fechou os olhos e deu um sorriso mínimo como se quisesse apreciar os meus toques ao máximo. Como é possível que, mesmo como o rosto todo inchado, ela tem a capacidade de estragar o meu psicológico sem mesmo se aperceber? Tirei as mãos do seu rosto e agarrei-lhe a cintura tentando manter com o máximo de sanidade possível. 

-Linfus tu perdoas-me pelo mal que eu te fiz? Desculpa eu ser tão idiota. - Ela olhou no fundo dos meus olhos como se quisesse ler a minha alma e eu fiquei, mais uma vez hipnotizado pelo seu olhar. 

-Tu não és idiota. 

-S-sério? - disse com dificuldade. 

-Tu podes ter sido mau para mim mas se calhar tinhas razão quando disseste que não era a altura para fazer perguntas mas mesmo assim eu não me calei. 

-Não era realmente a melhor altura mas eu não estava no direito de tirar contigo daquela maneira então peço desculpa e espero que me perdoes. 

-Eu perdoo-te. - ela juntou as nossas testas e fechou-os seus olhos. 

Eu não sei o porquê de ela o ter feito mas contribuiu para eu perder mais um pouco da pouca sanidade que me resta, nunca pensei que tivesse tanto autocontrolo. Apertei de leve a sua cintura e ela colocou as suas mãos à volta do meu pescoço. Engoli em seco imaginando como seria bom beijá-la aqui e agora. Ela afasta-se ligeiramente e toca o meu rosto com a sua mão. Ela passava os seus dedos com delicadeza como se tentasse decorar todos os traços da minha cara. Sorri e ela sorriu de volta. 

-Se calhar devíamos levantar. - ao dizer isto ela abraçou o meu troco e aproximou mais os nossos corpos. 

-Mas eu gosto de estar assim Key oppa! Key oppa está certo? Eu não sei mas parece certo. Eu gostei, vou usar mais vezes. - ri com a sua atitude. Ela conseguia provocar-me tanto sem mesmo saber o que provocar é. 

-Esta certo, ficamos assim mais um pouco. - Ela ficou tão feliz que deu pequenos saltinhos no meu colo que, a meu ver mais apreciam falsas estocadas. - Ei, se queres ficar no meu colo tens de ficar quietinha. - digo com voz rouca e falha. 

-Porquê? 

-Não te consigo explicar, simplesmente não te mexas muito, ok? - ela concorda e apoia a cabeça no meu ombro. 

Agarrei no comando que estava mesmo ao meu lado e liguei a televisão. Enquanto eu via televisão e acariciava as suas costas ela permanecia quieta no meu colo enquanto acariciava os pelos de Garçons que dormia calmamente ao meu lado. Assim ficamos por horas e quando me apercebi, já era de noite e para maior dos meus espantos quando fui a ver Linfus dormia no meu colo com um pequeno sorriso desenhado nos seus lábios. 

Levanto-me e levo-a no meu colo para o quarto, deito-a na cama e cobri-a com o cobertor. Quando estava para ir embora ela agarra o meu braço. 

-Fica aqui comigo. - pediu baixinho. 

-Linfus preciso fazer o jantar. 

-Fazes depois, só fica aqui comigo, por favor. - pediu com voz rouca por conta do sono e infelizmente (ou não) eu não consegui resistir. 

-Está bem deixa-me vestir e eu já me deito. - ela não larga o meu braço e tenta puxar-me para si mas sem força. 

-Não precisas de roupa para dormir! - reclamou revirei os olhos com o seu comentário, para ela, poderíamos ir às compras sem roupa. 

-Então deixa-me pôr so uns boxers e depois eu fico o tempo que tu quizeres deitado contigo. - ela concorda e larga o meu braço. 

Fui até ao armário e deixando a toalha cair vesti uns boxers. Respirei fundo e voltei até à cama. Quando ia deitar-me vi que ela já estava a dormir e ponderei em não me deitar mas surpreendi-me quando ela, ainda a dormir, agarrou no meu braço e puxou-me fazendo-me deitar ao seu lado. Ela proximou o seu corpo do meu e abraçou-me voltando ao seu sono profundo. 

A princípio fiquei em choque mas logo depois envolvia em meus braços e dando-lhe um beijo na testa deixei-me ficar ali até o sono pegar. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado...
Até à próxima... ❤️❤️


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