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História O herdeiro do lorde das trevas - Capítulo 35


Escrita por: Ei_Zacky

Notas do Autor


Espero que gostem desse capítulo
Boa leitura
e desculpem os erros 🐍✨♥️

Capítulo 35 - Capitulo 35


 O temporal já havia passado quando o dia seguinte amanheceu, embora o teto no Salão Principal continuasse ameaçador; pesadas nuvens cinza ainda se encontravam no alto quando Thomas, Theodore e Draco examinaram seus novos horários ao café da manhã. A poucas cadeiras de distância, Malcolm conversavam com outros primeiristas sobre plantas( o garoto parecia gostar muito de Herbologia).

– Hum... Parece que temos horários bons.- disse Draco, que corria o dedo pela coluna intitulada segunda-feira no seu horário.– História da Magia com a corvinal e Trato das Criaturas Mágicas... droga, continuamos com a Grifinória....

— Dois tempos de Adivinhação hoje à tarde .- gemeu Thomas, abaixando a cabeça na mesa. Adivinhação era a
matéria de que ele menos gostava. — Porque eu ainda não sai dessa aula? Sibila é uma mulher completamente maluca.

— Professor Snape não deixou você sair.- disse Theodore com a boca cheia de pão.

Houve um repentino rumorejo acima dele e várias corujas entraram pelas janelas abertas, trazendo o correio da manhã. Instintivamente, Thomas olhou para o alto, mas não viu nehuma coruja enorme no meio das outras. As corujas circularam sobre as mesas, procurando as pessoas a quem as cartas e pacotes eram endereçados. Uma corujona  pousou no ombro de Draco, ela trazia uma remessa de doces e bolos de casa. Thomas soltou um suspiro pesado e olhou para as torradas em seu prato um pouco chateado. Será que seu pai estava lhe evitando? por isso não respondia suas cartas?.

Sua chateação se prolongou por todo o caminho pelo castelo até a sala onde ocorreria a aula de História da Magia, mas ali ele se distraiu com o professor Cuthbert Binns que falava para a turma sobre Urico, O esquisitão. De fato, esse Mago foi considerado um dos mais esquesito da história. Ele tinha de usar uma água-viva como chapéu e dormir em um quarto com cinquenta Agoureiros.

— Ele está falando sobre Urico de novo.- remsungou Theodore.

— eu gosto da matéria dele.- disse Thomas se sentando.— acho ele engraçado.

— Professor, Luna está fazendo aquelas coisas estranhas de novo.- uma voz feminina fina ecou na sala.

  Thomas olhou na direção da dona da voz, era Cho Chang, apanhador da corvinal, e ao seu lado havia uma garota loira que lia uma revista de cabeça para baixo. Ele fez uma expressão surpresa ao perceber que a garota loira era a mesma que ele havia segurado a porta para entrar na biblioteca no ano anterior.

— Senhorita Chang, não fale de sua companheira de turma assim.- disse o professor.— Senhorita Lovegood? Está prestando atenção?.

— aqui está cheio de Narguilês.- disse Luna olhando envolta.— muitos...

  Marvolo deu um pequeno sorriso, a estranha da garota era algo interessante.

— Não vamos começar com isso de novo, senhorita Lovegood.- disse Cuthbert.

  Uma sineta ressonante sinalizou o fim da aula e a turma se separou;os da corvinal foram em direção à aula de Transfiguração e os da Sonserina tomaram outro rumo, descendo a escadaria de pedra para o jardim em direção à pequena cabana de madeira de Hagrid, que ficava na orla da Floresta Proibida. Hagrid estava parado à frente cabana, uma das mãos na coleira do seu enorme cão de caçar javalis, Canino.

Havia vários caixotes abertos no chão a seus pés, e Canino choramingava e retesava a coleira, aparentemente tentando investigar o conteúdo dos caixotes mais de perto. Quando os estudantes se aproximaram, um estranho som de chocalho chegou aos seus ouvidos pontuado, aparentemente, por pequenas explosões.

— Iremos estudar Explosivins! Acabaram de sair da casca.- informou Hagrid orgulhoso.– por isso vocês vão poder criar os bichinhos pessoalmente! Achei que podíamos fazer uma pesquisa sobre eles!.

– E por que nós íamos querer criar esses bichos?.- perguntou Draco friamente.—  quero dizer, o que é que eles fazem? Para que servem?.

— Bom, não são bonitos, mas parecem interessantes.- disse Thomas se aproximando.— Hum.. Alguns tem espinhos e outros tem uma espécie de ventosa.. Os de espinhos devem ser machos e Ventosas são fêmeas.

— Que incrível, Senhor Marvolo! Tem um olhar ágil para criaturas mágicas.- disse Hagrid com um sorriso.— hoje vamos só vai alimentar os bichos. Agora vamos ter que experimentar diferentes alimentos... nunca os criei antes, não tenho certeza do que gostariam... tenho ovos de formiga, fígados de sapo e um pedaço de cobra, experimentem um pedacinho de cada.

— Como você faz isso com tanta naturalidade, Thomas?.- perguntou Harry ao ver o sonserino levantando as mangas da blusa branco e enfiando a mão dentro de balde cheio de figado de sapo melado.

— Não sei, apenas não acho nojento.- disse ele, jogando os fígados dentro do caixote onde os bichos estavam.

— Você é  mais estranho que a Lovegood.- disse Draco.

— Ei, ela não é estranha.- Thomas revirou os olhos.— Luna é apenas um pouco excêntrica.

– Ai!.- gritou Dino, passados uns dez minutos.– Ele me pegou!.

Hagrid correu até o garoto, com Thomas logo atrás, uma expressão ansiosa crescia em seus rostos.

– A cauda dele explodiu!.-disse Dino zangado, mostrando a Hagrid uma queimadura na mão..

– Ah, é, isso pode acontecer quando eles disparam.- disse Hagrid, confirmando o que dizia com a cabeça.

— Incrível.- disse Thomas maravilhado.

A Sineta tocou par avisar que o almoçou começaria em breve, os estudantes da sonserina e Grifinória começaram a caminhar em direção a escada de pedra do castelo. Draco e Theodore estava alguns centímetros longe de Thomas já que o garoto estava com um forte cheiro de fígado de sapo, e o cheiro não parecia incomoda-lo.

— Desculpe, Thomas. Mas seu cheiro está horrivel.- Theodore apontou a varinha para ele.— Aguamenti!

  Um jato de água saiu da varinha de Theo e acertou Thomas em cheio, fazendo-o recuar um pouco para trás. Quando o jato parou, Thomas estava completamente molhado, algumas garotas ficaram coradas ao ver o sonserino daquele jeito.

— Cacete, Nott.- Resmungou Thomas jogando seu cabelo molhado para trás.— isso era necessário?.

— Sim, você estava com o cheiro horrível.- disse Draco.

— Deveria ter tirado a roupa antes do banho, Thommy.- disse Harry passando ao lado dele rindo.

— Ah é?.- Thomas deu um sorriso.— venha aqui, Harry potter, que tal me  um abraço?.

— O que? Pode ficando longe.- disse Harry recuando enquanto o sonserino se aproximava.— Thomas Marvolo,  nem pense nisso.

— Harryzinhooo.- cantarolou Thomas, ele abriu os braços.

— Não, não, não, não.- Harry pegou sua varinha rapidamente.— ventus!

Um jato de ar fresco saiu da varinha de Harry e acertou Thomas, secando seu uniforme rapidamente.

— Prontinho.- disse Harry guardando sua varinha.

— Sem graça.- murmurou Thomas com um bico.

— Vamos logo, Thomas.- Gritou Draco no final da escadaria de pedra. Thomas sorriu e correu até ele.

  Os garotos foram para o Salão principal, se sentaram à mesa da Sonserina e se serviram de costeletas de cordeiro com batatas. Thomas olhou para o lado e viu Malcolm entrando no salão principal, mas havia algo estranho nele, parecia um pouco assustado.

— Ei! Baddock!.- Malcolm o encarou.— Venha aqui.

— Olá.- disse o primeirista quando chegou perto.

— O que foi? seu primeiro dia foi ruim?.- perguntou Thomas um pouco preocupado.

— Foi legal.- murmurou se sentando à mesa.

— Por que está com essa cara?.- Perguntou Draco.

— Por nada.- disse Malcolm, ele olhou para o começo da mesa e se levantou.— preciso ir, até o jantar.

— Mas você nem comeu...- Theodore parou de falar, Malcolm já estava longe.— acho que aconteceu algo.

— Ou talvez ele esteja desconfortável com os mais velhos.- disse Draco comendo.

— Hum.. acho que não é isso.- disse Thomas mordendo os lábios.— tem algo errado.

— Depois falamos sobre isso.- Draco se levantou.— Até o jantar.- e saiu.

  Quando a sineta tocou para anunciar o início das aulas da tarde, Thomas e Theodore se dirigiram à Torre Norte, onde, no alto de uma estreita escada em caracol, uma escada de mão prateada levava a um alçapão no teto e à sala em que morava a Professora Sibila Trelawney.

O já conhecido perfume doce enjoativo que saía da lareira veio ao encontro das narinas dos garotos quando eles chegaram ao topo da escada. Como sempre, as cortinas estavam fechadas; e a sala circular, banhada por uma fraca luz avermelhada projetada por várias lâmpadas cobertas por lenços e xales.

Thomas e Theodore caminharam entre as cadeiras e pufes forrados de chintz, já ocupados, e se sentaram à mesma mesa redonda do ano anterior. Segundos depois, Harry e Rony entraram na sala.

— Ainda não sei porquê fazemos essa aula.- murmurou Thomas.

— Por que Snape não lhe deixou sair dessa matéria, já lhe disse isso.- disse Theo.— e eu, como um bom amigo, fiquei para lhe fazer companhia.

— Entendi, a morte é menos dolorosa quando se tem companhia.- disse Thomas apoiando sua cabeça na mesa.

– Bom-dia!.- disse a etérea voz da professora às costas de Theodore, causando-lhe um sobressalto.

Uma mulher magra com enormes óculos que faziam seus olhos parecerem demasiado grandes
para o rosto, mirava Harry com a expressão trágica que fazia sempre que o via.

— Você está preocupado, meu querido.- disse ela tristemente  a Harry.– Minha Visão Interior transpõe o seu rosto corajoso e chega dentro de sua alma perturbada. E lamento dizer que suas preocupações têm fundamento. Vejo tempos difíceis em seu futuro, ai de você... dificílimos... receio que a coisa que você teme realmente venha a acontecer...e talvez mais cedo do que pensa...

— Quando o Harry não está em tempos difíceis? esse menino é um imã de problemas.- disse Thomas rindo, levantando a cabeça da mesa para encara-lo.

— Você também, meu querido.- ela encarou Thomas.— vejo que está preocupado, mas também com raiva, alguém importante lhe magoou. Consigo ver que sua aura mágica em linhas turvas... e lamentar dizer que será magoado novamente pela mesma pessoa... que triste!.

  Sua voz foi baixando até virar quase um sussurro. Thomas revirou os olhos para Harry, que lhe retribuiu com um olhar impassível. A Professora Sibila deixou os garotos, com um movimento ondulante, e se sentou na grande bergère diante da lareira, de frente para a turma. Lilá Brown e Parvati Patil, que a admiravam profundamente, estavam sentadas em pufes muito próximos à professora.

– Meus queridos, está na hora de estudarmos as estrelas.- disse ela.– Os movimentos dos planetas e os misteriosos portentos que eles revelam somente àqueles que compreendem os passos da coreografia celestial. O destino humano pode ser decifrado pelos raios planetários que se fundem...

  Thomas começou a ignorar o que a mulher dizia e colocou a cabeça sobre a mesa, a voz dela era tão enjoativa que lhe dava sono. Ele começou a pensar no que ela havia falado... Bom, não estava preocupado, talvez com um pouco de raiva de Voldemort por ter ordenado aquela manifestação mesmo sabendo que seu filho estaria ali, podia ter morrido.

Thomas..- murmurou Theodore.

— Que?.- Perguntou Thomas.

  Ele levantou a cabeça; a turma inteira o encarava. Thomas se sentou direito e ajeitou o cabelo, estaria dormindo se Theodore não tivesse lhe chamando.

– Eu estava dizendo, meu querido, que você e o senhor potter sem dúvida nasceram sob a influência nefasta de Saturno.- disse a Professora Sibila, com um leve quê de mágoa na voz pelo fato de que o garoto obviamente não estivera pendurado em suas palavras.

— Hã?... Harry?..- Thomas o encarou.

— Nem me pergunte, não entendi.- disse Harry.

– Saturno, queridos, o planeta Saturno!.- disse a professora, parecendo irritada que ele não tivesse
prestado atenção à informação.– Eu estava dizendo que Saturno com certeza estava numa posição dominante no céu na hora em que vocês nasceram... seus cabelos escuros... suas perdas trágicas na infância... acho que estou certa ao afirmar, queridos, que vocês nasceram em pleno inverno?.

— sim.- disse Thomas.— nasci no inverno.

—Não.- respondeu Harry.– Nasci no verão.

Rony se apressou em transformar uma risada em um forte acesso de tosse.

— Meu querido.- ela mirou em Thomas.— em que dia nasceu? devo supor que foi no dia 10, quando saturno estava dominante no céu...

— Dia 25 de Dezembro.- disse Thomas.

— Você faz aniversário no natal? porque não me disse?.- Perguntou Theodore indignado.— Harry, sabia?...

— Você não me perguntou.- disse Thomas com um bico.— e bom... Harry descobriu por um acaso.

— Eu sabia!.- Theodore se levantou.— você prefere mais ele do que eu!.

— Eu não prefiro ninguém, gosto de todos igualmente.- disse Thomas.— podemos falar sobre isso depois? estão todos olhando...

Meia hora depois, cada um dos alunos recebeu um mapa circular e tentou desenhar a posição dos
planetas na hora do seu nascimento. Era um trabalho enjoado, que exigia muitas consultas a tabelas
horárias e cálculos de ângulos.

– Eu tenho dois Netunos aqui .- disse Harry, depois de algum tempo, olhando insatisfeito o seu pergaminho.— isso não pode estar certo, pode?

– Aaaaah .-exclamou Thomas, imitando o sussurro místico da professora .– quando dois Netunos
aparecem no céu é um sinal seguro de que um anão rosa com bolinhas  verdes está nascendo, Harry...

Simas e Dino, que estavam sentados próximos, riram alto, embora não tão alto a ponto de abafar os gritinhos excitados de Lilá Brown:

– Ah, Professora Sibila, olhe! Acho que tenho um planeta oculto! Aaaah, qual é esse, professora?.

– É Urano, minha querida.- disse a professora examinando o mapa.

  Thomas olhou para o seu mapa.

— E... eu tenho dois Urano aqui.- Thomas, um pouco preocupado.— isso é normal?.

– Posso dar uma olhada no seu Urano, Thomas? – perguntou Rony.

Por infelicidade, a professora o ouviu e talvez tenha sido por isso que no fim da aula passou para a turma tanto dever de casa.

– Quero uma análise detalhada do modo com que os movimentos dos planetas vão afetá-los no
próximo mês, tendo em vista o seu mapa pessoal.- disse ela secamente, parecendo mais a Professora Minerva do que a fada etérea de sempre.– Para entrega na próxima segunda-feira, e não aceito desculpas!.

— Acho que ela ficou irritada porque Rony pediu para ver seus Uranos.- disse Theodore rindo, quando eles se reuniram aos demais alunos que desciam as escadas para jantar no Salão Principal.– Isso vai nos tomar todo o fim de semana, ah vai...

— Muito dever de casa?.- indagou Draco, alcançando-os.– A Professora Vector não passou nada para nós!.

— Que bom.- murmurou Thomas.

Os três chegaram ao saguão de entrada, que estava lotado de gente fazendo fila para o jantar. Tinham acabado de entrar no fim da fila, quando vozes altas soaram alguns metros na frente da fila.

— O que está acontecendo?.- disse Draco tentando ver sem sair da fila.

— Eu vou lá.- disse Thomas saindo do final da fila e indo em direção ao começo.

  Quando chegou no começo da fila, viu Malcolm aos socos com Graham Montague. Graham era maior que Malcolm, mas o garoto não se importou e acertou um forte soco no rosto dele.

— Parem com isso!.- Gritou Thomas entrando na frente dos dois.— o que está acontecendo?.

— Isso não é da sua conta.- rosnou Granham irritado, seu nariz sangravam.— não se meta.

— Ou vai fazer o que?.- perguntou thomas encarando-o.— vai me bater? Hum..acho que não.

— Thomas, eu to bem.- disse Malcolm ofegante.— não precisa se meter.

— É sua primeira semana aqui e você já está em uma briga.- disse Thomas o encarando com os braços cruzados.— como isso aconteceu?.

— Apenas estou ensinando o lugar desse mestiço.- disse Granham com um sorriso malicioso.— que é abaixo de bruxos como eu.

  Thomas ergueu a sobrancelha e encarou Granham com um olhar sério.

— Eu sou um mestiço, isso quer dizer que estou abaixo de você?.- Marvolo deu uma risada sarcástica.— que patético.

  Alguns sonserinos começaram a murmurar. Thomas revirou  os olhos, ele não conseguia acreditar que os sonserinas acreditavam que não havia mestiços na casa deles.

— Mestiço sujam o nome da nossa casa e a nossa pureza se sangue.- disse Granham irritado.— eu vou lhe mostrar seu lugar....

– AH, NÃO VAI NÃO, GAROTO!

Thomas se virou. O Professor Moody descia mancando a escadaria de mármore. Tinha a varinha na mão e apontava diretamente para uma doninha, que tremia no piso de lajotas, exatamente no lugar em que Granham estivera.

Um silêncio aterrorizado se fez presente no saguão. Ninguém exceto Moody mexia um só músculo. Ele se
virou para olhar Thomas, pelo menos, o olho normal estava olhando para Thomas; o outro estava apontando para dentro da cabeça.

— Ele tocou em você?.- rosnou o professor. Sua voz era baixa e áspera.

— Não.- respondeu Thomas.

— Professor Moody! .- chamou uma voz chocada.

– Olá,Professora McGonagall.- cumprimentou Moody calmamente, fazendo a doninha quicar alto.

– Que... que é que o senhor está fazendo?.- perguntou a professora seguindo com o olhar a subida da doninha no ar.

— Ensinando.- respondeu ele.

– Ensinan... Moody, isso é um aluno?.- gritou a professora, os livros despencando dos seus braços.

– É.

– Não!.- exclamou ela, descendo a escada correndo e puxando a própria varinha; um momento depois, com um estampido, Granham reapareceu, caído embolado no chão. Ele se levantou, fazendo uma careta.

– Moody, nunca usamos transformação em castigos!.-disse a professora com a voz fraca.- Certamente o Professor Dumbledore deve ter-lhe dito isso?

– É, talvez ele tenha mencionado – respondeu Moody, coçando o queixo displicentemente –, mas achei que um bom choque...

– Damos detenções, Moody! Ou falamos com o diretor da casa do faltoso!

– Vou fazer isso, então.- disse Moody, encarando Granham com intenso desagrado.


Notas Finais


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