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História O herdeiro do lorde das trevas - Capítulo 57


Escrita por: Ei_Zacky

Notas do Autor


Helloo meus bruxos e bruxas

Espero que gostem desse capítulo Boa leitura e desculpem os erros 🐍♥️✨

Capítulo 57 - Capitulo 57


Todos acordaram tarde no dia seguinte ao baile, era natal. A sala comunal da sonserina estava muito mais calma do que de costume, muitos bocejos pontuavam as conversas ociosas. Draco estava sentado em uma dos poltronas, com a pior cara do mundo segurando uma caneca de cerveja amanteigada com os cabelos completamente bagunçados. Thomas se sentou ao lado do loiro e ergueu uma sobrancelhas ao ver um roxo em seu pescoço.

— Parece que a noite foi boa.- disse Thomas com um pequeno sorriso.

— Hã? sobre o que está falando?.- Draco ergueu a sobrancelha.

— Sobre esse roxo ai no seu pescoço.- disse Thomas com um sorriso de lado.

— Cacete.- Draco puxou a gole da camisa para cima.— porra, Nott.- murmurou, mas Thomas conseguiu ouvir.

  Thomas deu uma pequena risada e preferiu não dizer nada, ia esperar que Draco se sentisse confortável o suficiente para contar. Malcom apareceu logo depois, seus cabelos bicolores estavam bagunçados de forma fofa e ele estava com uma máscara que parecia argila no rosto.

— Que isso na sua cara?.- perguntou Draco.

— É um produto trouxa que as mulheres usam no rosto, ajuda a limpar a pele.- disse Malcolm se sentando em uma poltrona ao lado de Thomas.

— Temos poções para isso.- disse Draco, enchendo seu copo de Cerveja amanteigado, ele havia levado uma garrafa para a Sala comunal.

— Eu sei, mas gosto de fazer assim.- disse Malcolm, ele fez um movimento com a varinha e um livro levitou até ele.— Thomas, o que aconteceu com Vítor?.

— Por que está me perguntando isso?.- perguntou Thomas o encarando.

— Bom, ele bateu no meu quarto e pediu para dormi la.- disse Malcolm abrindo o livro.— quando eu acordei, ele já tinha ido. Aconteceu alguma coisa?.

— Na-não.- respondeu Thomas se levantando.— vou no salão principal, estou com fome.

— Vou também.- Malcolm fechou o livro e se levantou.

— Irão de pijama?.- perguntou Malfoy.

— É Natal, ninguém vai está se importando com nossas roupas.- respondeu Malcolm passando a varinha pelo rosto, para tirar a máscara.— agora vamos.

   Eles saíram da Sala comunal e foram em direção ao Salão. Ao chegaram no salão principal, viram que tudo estava arrumado e a decoração de natal havia sido colocada. Thomas mordeu os lábios ao ver Vítor à mesa, ele parecia concentrado no livro que estava em sua frente. O trio de sonserinos se sentaram a mesa e começaram a colocar as guloseimas do café da manhã no prato, segundos depois, o correio chegou.

— O que é isso?.- perguntou Thomas ao ver um pacote que havia sido entregue para Malcolm.

— Biscoitos de amora, minha mãe faz todo natal.- disse Malcolm.— esses são seus, como um presente de aniversário.

— Thomas...- Malfoy o chamou e o garoto olhou para ele.— precisa ver isso.- Draco apontou o jornal para ele.

   Thomas desdobrou e colocou em sua frente. Ele apertou o papel com força ao ver o que havia ali, impresso com letras grandes em negrito, na primeira pagina, o sonserino não estava esperando por aquilo.

  AMOR EM HOGWARTS: HERDEIRO LAYÉ HOMOSSEXUAL?.

Por Rita Skeeter.
  
  Todos sabemos que a entrada dos dois campeões de Hogwarts, Thomas Marvolo Layé e Harry Potter, ainda é  um mistério para o mundo bruxo. Mas, com a ajuda das minhas fontes, descobri que o jovem herdeiro Layé, que vive pelo castelo com seu ar de superioridade, tem um grande segredo. Na noite do baile de inverno , todos sabemos que o jovem herdeiro foi acompanhado por ninguém menos que Vitor krum, jogador profissional de quadribol. Mas o que ninguém sabe e que o herdeiro Layé, tem uma queda pelo jogador! Ele se confessou, mas foi tristemente rejeitado... foi deixado parado no lindo jardim do castelo enquanto o búlgaro voltava para dentro. Um desfecho muito triste! mas acreditamos que ele ira superar sua primeira desilusão amorosa.

  Mas não acabou por ai! ainda tem mais, meus caros.

  Minha mais nova fonte anônima me contou que Thomas Layé, tem o costume de se jogar encima de qualquer rapaz bonito. Entre eles estão, Harry Potter, Ronalde Weasley e até mesmo o herdeiro Malfoy, parece que todos eles já foram assediados pelo garoto, mas ainda não posso confirma nada...

   Irei tirar essa história a limpo, meus caros, irei descobrir  toda a verdade que o herdeiro Layé esconde!.

Thomas terminou a leitura e ergueu os olhos, todos os alunos presente o encaravam, as meninas tinham expressões de raiva no rosto e os garotos de espanto. O sonserino, com um movimento da varinha, ateou fogo no jornal, fazendo todos tomarem um susto.

— Senhor Marvolo! Não use esses feitiços perigosos no meio do Salão!.- A voz de McGonagall o repreendendo ecou pelo salão.
 
  Thomas se virou para mulher. Pela primeiro vez, em toda sua vida, McGonagall sentiu seu corpo sendo preso no lugar. Não era mágia, seu corpo pressentia o perigo, e era isso que o sonserino emanava naquele momentos. Nem mesmo Voldemort havia conseguindo lhe deixar daquele jeito. Os olhos vermelhos escarlate do garoto, que lembrava um mar de sangue, brilharam intensamente.

  Com ajuda do olho mágico que havia pego de Olho-tonto, Bartô conseguia ver a áurea mágica do garoto. Ele ficou muito surpreso ao ver a áurea indo de cinza para um preto bem escuro em quentão de segundos. Aquilo, para o comensal, não estava significando um bom sinal.

— Thomas?.- Malcolm o chamou, apreensivo.

— Eu realmente não ligo que falem de mim.- Malcolm e Draco sentiram seus corpos tremerem ao ouvirem a voz de Thomas rouca e assustadora.— mas Rita Skeeter está testando minha paciência.... minha curta paciência..

— Marvolo, venha comigo.- Thomas ouviu a voz de Bartô passando por si.— agora.

   Mesmo contra gosto, ele levantou rapidamente e caminhou logo atrás de Bartô em direção a saida do grande salão. Eles caminharam por alguns segundos até a sala de Defesa Contra As Artes Das Trevas. Bartô puxou o garoto para dentro e fechou a porta rapidamente, Thomas caminhou até a cadeira ds professor e se sentou.

— Pode soltar.- disse Bartô, sentando perto da porta.

— Soltar o que?.- perguntou Thomas, ainda irritado.

— Sua mágia, você está tentando conte-la, isso pode te matar.- disse Bartô.— apenas respire fundo e relaxe bem o corpo, imagine que tievsse abrindo portos para sua magia sair. Vai te fazer bem.

  Thomas concordou com a cabeça e se sentou, fechou os olhos e começou a imaginar como se milhares de portas estivessem se abrindo dentro de si. Bartô, que encarava o garoto com um olhar atento, sentiu a magia esmagadora do sonserino tomar conta do lugar rapdiamente. O comensal ficou assustado, além do seu senhor, nunca havia visto um bruxo com uma magia tão assustadora, ainda mais de esse bruxo fosse ainda uma criança.

— Isso é bom...- disse Thomas jogando a cabeça para trás.

— Isso é seu corpo sendo liberado da tensão mágica.- disse Bartô.— evite segurar sua mágica por tanto tempo.

— Eu nem havia ideia que estava segurando.- disse Thomas, voltando a cabeça para frente.

— Talvez seja sua propria mágia se obrigando a ficar de modo passivo.- disse Bartô com uma pose pensativa.— bom, talvez eu possa lhe ensinar como controlar sua magia de uma forma que você não se mate.

— Vai ser ótimo, não estou afim de morre ainda.- disse Thomas se levantando, sua magia havia voltado ao seu modo passivo.— quando vamos começar?.

— O mais rápido possível, depois das datas comemorativas.- disse Bartô se levantando e pegando uma caixa mediana em seu casaco.— falando em data comemorativa, feliz aniversário.- ele jogou a caixa e o sonserino pegou.

— Ah.. Obrigado.- Thomas analisou a caixa.— como sabia?.

— Todos os comensais sabem.- Bartô pegou o cantil e dando um gole.

     Thomas abriu a caixa sem qualquer cuidado, tirou o objeto que estava dentro começou a rasgar o embrulho que o protegia. O sonserino arregalou os olhos ao ver que era um exemplar de Estudos Avançados no Preparo de Poções de Libatius Borage, ele estava atrás desse livro fazia alguns meses, mas parecia que as vendas dele eram bem restritas. Ele olhou para Bartô e sorriu.

— Como sabe que eu estava atrás desse livro? Estava me vigiando?- perguntou Thomas com os braços cruzados.

— Apenas adivinhei, Snape havia me dito que você gostava de poções.- disse Bartô dando de ombros.— agora vaza, tenho coisas para fazer e você um ovo para desvendar.

— Como sabia que eu ainda não havia desvendado?.- perguntou Thomas franzindo a sobrancelha.— perseguidor...

— Você me disse no baile, Lerdo.- disse Bartô revirando os olhos.— Agora, vaza.

— Tá bom, estressadinho.- disse Thomas rindo, indo em direção a porta.

— Ah, irei te ensinar a controlar sua magia de noite, após o toque de recolher.- disse Bartô indo para a própria mesa.— todas as noites.

— Nossa, mas já chega assim? Seu lorde não vai gostar de saber que você quer passar suas noites com o Herdeiro.- disse Thomas rindo, o sonserino foi obrigado a desviar de um feitiço lançado na direção dele.— Tchauzinho, Bart.

— É Bartô!.


  Alvo Dumbledore podia odiar Rita Skeeter com toda sua força, mas aquela matéria havia chegado em boa hora. O diretor não consegui esconder sua satisfação ao ver todos encarando o jovem Marvolo como se ele fosse uma aberração, se estivesse certo, o menino começaria a ficar frágil e não seria mais um problema.

  A porta do seu escritório foi aberta e Alvo deu o seu melhor sorriso para o sonserino que havia acabdo de entrar em seu escritório, ele não gostava de usar cobras normalmente, mas precisava.

— Montangue, meu garoto.- Alvo abriu os braços.— sente-se, sente-se.

— Diretor.- o garoto saudou o homem.— queria me ver?.

— Sim, meu jovem.- Dumbledore se sentou.— bom, sou que o senhor teve problemas com o Jovem Marvolo..

— Hum, ele me humilhou na frente de todos!.- rosnou Montangue, irritado.

— E se você pudesse retaliar..- disse Alvo, o sonserino o encarou.— mas terá que fazer algo para mim...

— O que?.- perguntou Montangue, curioso.

— Terá qur vigiar todos os passos do Jovem Thomas para mim, todos mesmo.- disse Alvo.— se me ajudar, poderá se vingar, e até mesmo posso fazer a sonserina ganhar a taça das casas no próximo ano.

— Tudo que eu preciso é vigia-lo?.- perguntou Montangue.

— Por enquanto, sim.- Dumbledore sorriu.

  Montangue pensou por alguns minutos e concordou com a cabeça.

— Ok, eu aceito


Notas Finais


Esse foi o capítulo de hoje
Espero que tenham gostado Comentem
Favoritem
E até a próxima ✨🐍🙆‍♀️


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