História O Herdeiro Mikaelson e O Principe das Trevas - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Abraxas Malfoy, Alvo Dumbledore, Minerva Mcgonagall, Tom Riddle Jr.
Tags Harry Potter, The Originals, Tom Riddle, Voldemort
Visualizações 27
Palavras 1.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Magia, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, obrigado aos que comentaram. Agradeço muito o apoio de vocês. Espero que vocês gostem desse capitulo, ele está escrito desde 2014, mas dei uma editada para incluir um personagem. Particularmente achei ele sem graça e estou com preguiça de escrever, então foi o que saiu. Esse capitulo foi necessário. Podem chama-lo de capitulo piloto.

Boa leitura...

O da foto do capitulo é o Guilherme, okay?

Capítulo 2 - Aquela de Hogwarts


Fanfic / Fanfiction O Herdeiro Mikaelson e O Principe das Trevas - Capítulo 2 - Aquela de Hogwarts

Guilherme Mikaelson estava com dificuldade de achar a plataforma 9 3/4, quando uma mulher de cabelos ruivos, acompanhada de um menino, passou por ele. Guilherme era tímido, não queria fazer amizades, muito menos, chamar atenção indesejada, então decidiu ficar ali parado, até que ela atravessasse a plataforma com a criança, se mostrando bem observador. Ainda era de manhã e o sol começava a clarear e o garotinho de onze anos achou que a manhã estava linda como nunca. Seguiu receoso para a plataforma, vai que quando atravessasse tivesse uma queda e fosse trouxa? Ignorando esses pensamentos, pensou nos pais, deu um leve sorriso e atravessou a plataforma.

Logo, achou uma cabine quase vazia. O trem estava praticamente cheio e Guilherme olhava maravilhado para tudo, era tudo tão fantástico. Estava no mundo de Harry Potter na época que sempre quis estar. A época de Tom Riddle.

- Posso me sentar aqui? - pediu Guilherme e o menino assentiu, sem se mexer e sem demonstrar qualquer reação. - Sou Guilherme, Guilherme Mills Mikaelson - diz Guilherme sorrindo e estendendo a mão para o garoto, que ele sabia que era Tom Riddle, pois já havia visto todos os filmes de Harry Potter.

- Tom, Tom Marvolo Riddle - disse Tom apertando a mão de Guilherme e aceitando seu cumprimento. A mão de Tom era fria e Guilherme sentiu um frio percorrendo seu corpo. Logo, ambos soltaram as mãos e continuaram no silencio. Tom Riddle parecia não gostar de muita conversa e Guilherme por ser tímido, não conseguia puxar uma conversa. Ambos observavam a bela paisagem admirados, já haviam se passado cinco minutos, quando Tom fez finalmente uma pergunta a Guilherme.

- Você é puro-sangue? Nunca ouvi falar de Mills Mikaelson.

 

- Sim, é porque ninguém os conhece. Sou filho de Klaus Mikaelson, um hibrido e vampiro com uma Mills, uma bruxa puro-sangue, que descende da própria Morgana - diz Guilherme.

- Vampiros não existem - diz Tom descrente.

- Eu também achava que não existissem, vivi a maior parte da minha vida em um orfanato, mas então recebi uma carta de alguém, me contando que eu sou um bruxo, filho de um vampiro com uma bruxa puro-sangue - diz Guilherme e Tom se cala. Guilherme parecia um mistério para ele e ele gostava de mistérios. Tom volta e meia fitava Guilherme com curiosidade e Guilherme já estava incomodado com aquela situação, ele não gostava de ser observado e analisado. Era tímido demais, se importava com o que pensavam dele e odiava julgamentos e era exatamente isso que Riddle estava fazendo, o analisando e o julgando. Logo, algumas horas haviam se passado e eles permaneciam no silencio.

- Vou por minhas vestes, daqui um tempo chegamos, você devia pôr as suas também - disse Guilherme cansado dos olhares que Riddle lhe dava. Sequer sabia se já estavam chegando, mas aqueles olhares o incomodava, até tinha esquecido que não tinha veste nenhuma, tinha que falar com Dumbledore primeiro.  - Riddle, um dia você será um grande bruxo. Espero ansiosamente pelo dia em que se tornará Lord Voldemort e acabará com os trouxas, boa sorte, Milorde - diz Guilherme fazendo uma reverencia a Tom, que o olha assustado. Afinal, o que Guilherme quis dizer com isso?

- Espera! - pediu Tom prestes a se levantar, vendo que Guilherme se afastava se misturando a multidão. Tom não poderia estar mais curioso, afinal quem era aquele garoto? E que historia era essa de Voldemort?

Guilherme andava pelas cabines, atordoado. Era tudo tão novo. Decidira então que faria o que pudesse para ajudar Tom Riddle a se tornar Lord Voldemort. Tom parecia tão lindo, tão indefeso, que Guilherme queria protege-lo. Guilherme achava que Tom Riddle não era tão mal, que ele só queria acabar com a raça dos trouxas e depois do que vivera com certa pessoa, ele o apoiava. Os humanos eram terríveis. Ajudaria Tom Riddle a atingir seus objetivos, custe o que custasse.

-... E se eu não for para a mesma casa que você Ab? Ainda gostará de mim? - disse um garotinho loiro se agarrando as vestes do irmão gêmeo idêntico e Guilherme achou a cena fofa. Um irmão querendo ir para a mesma casa que o outro e tendo medo de ir para casas diferentes.

- Você não vai para outra casa a não ser Sonserina Alexei, iremos para a mesma e nunca vamos nos separar, fique tranquilo - disse o outro gêmeo que parecia muito com Draco e tinha o apelido de Ab. Aquele deveria ser Abraxas Malfoy. Mas Guilherme não sabia que Abraxas tinha irmão. Olhou a cena confuso.

- Promete? - implorou Alexei coçando os olhos - De dedinho? 

- De dedinho - prometeu Abraxas e Alexei sorriu e logo eles foram procurar uma cabine, pois Hogwarts ainda não estava tão perto.

- Desculpa – pediu Guilherme ao ver que tropeçara em uma garotinha de cabelos negros.

- Sem problemas – disse ela logo seguindo seu caminho.

Assim, logo todos já chegavam a Hogwarts. Guilherme dividiu o barco com a menina em quem tropeçara e sua irmã. Assim que chegaram a Hogwarts, Guilherme caminhou até Dumbledore, enquanto um professor se preparava para fazer a seleção das casas. Guilherme percebeu que Tom Riddle o observava enquanto ele caminhava até Dumbledore.

- Professor Dumbledore! – chamou Guilherme e o velhinho, nem tão velho assim o olhou, intrigado. Nunca havia visto o jovem em nenhum lugar, se perguntava o que ele poderia querer com ele.

- Sim? – perguntou Dumbledore tirando sua atenção da seleção e voltando sua atenção ao jovem, que fazia uma cara séria e tímida.

- Posso conversar com o senhor? – pediu, vendo todos os professores lhe olharem.

- Claro, vamos até a minha sala – disse Dumbledore sorrindo através de seu óculos meia lua.

- Chame o diretor Dippet também – pediu Guilherme.

Logo os três caminhavam até a sala de Dumbledore, em silencio. Assim que adentraram na sala, se sentaram e logo Guilherme disse:

- Meus pais... Eles... Eu... A minha mãe morreu – disse Guilherme entre choros, fazendo uma bela cena – Deordle Mills e Klaus Mikaelson são meus pais. Meu pai nunca quis saber de mim, minha mãe então, me deu para um orfanato trouxa, por ser jovem demais. Recentemente, eu soube que ela morreu e eu não tenho mais ninguém. Eu não posso ir morar com o meu pai, porque ele não quis me assumir. Eu estou vivendo em um orfanato trouxa, mas recentemente minha mãe morreu e eu descobri que sou bruxo, não recebi a carta de Hogwarts, porque ela fez uma magia poderosa para que ninguém descobrisse meu nascimento e eu crescesse como um trouxa comum, mas recebi uma carta dela, pedindo para que eu falasse com o senhor Dumbledore – diz Guilherme começando a chorar compulsivamente e lagrimas saiam de seus olhos tristes parecendo convencer Dippet e deixando um Dumbledore desconfiado.

- Sinto muito pela sua perda, Deordle Mills foi uma das nossas melhores alunas, infelizmente ela morreu de fato – concorda Dumbledore – Armando, podemos apresenta-lo agora na seleção, o que acham?

- Boa ideia Dumbledore – concorda Dippet.

- Mas senhor, eu não tenho nada, vim a Hogwarts sem material e vestes nenhuma – responde Guilherme.

- Não se preocupe Sr. Mikaelson, tudo será providenciado, agora me acompanhe – disse Dumbledore e logo Guilherme o acompanha – Não tem nada mais a me falar? – perguntou Dumbledore ainda desconfiado.

- Não senhor – diz Guilherme convicto.

Logo, ambos chegam até o salao principal, onde acontecia a seleção.

- Tom Marvolo Riddle – chama o professor e logo um garoto de cabelos negros, vai até o chapéu seletor, sem demonstrar qualquer emoção.

“ SONSERINA “ gritou o chapéu e Tom caminhava rumo a mesma da Sonserina.

- Atenção todos! Desculpa interromper, professor, mas temos um aluno novo. Ele descobriu que a mãe morreu recentemente e veio para Hogwarts esse ano, ele será selecionado para uma casa. Seu nome é Guilherme Mills Mikaelson – diz Dumbledore com o garotinho em seu encalce.

- Pode vir aqui garoto – disse o professor que fazia a seleção e logo Guilherme caminhava até o chapéu seletor, que estava já em sua cabeça. Se surpreendeu quando ele começou a falar as palavras que definiriam todo o seu futuro...


Notas Finais


E ai? O que acharam? Teorias sobre o Guilherme? Não se esqueçam de comentar...


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