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História O Homem Dos Meus Sonhos - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Então como prometido aqui está o terceiro capítulo e eu não demorei tanto olha que milagre eu espero realmente que estejam curtindo a história e por favor deixem um feedback pra mim orientar na escrita ficaria muito grata.

Agora podem ler e relaxar e mergulhem na sua imaginação ☁️☁️

Capítulo 3 - Crybaby


[Visão do San]

Na manhã seguinte eu parecia está melhor e animado com a ideia de quem sabe encontrar aquele que habitava em meus sonhos, mas havia um problema eu não lembrava do seu rosto de nenhum simples traço, estava com medo e nervoso, mas ainda assim estava empolgado demais com a ideia então mesmo com a ressaca de ontem tentei me recompor já era bem tarde saí em um pulo da cama e minhas coisas estavam tudo jogado.

Não me lembrava bem o que tinha acontecido assim que sair da casa do Hyung, olhei as coisas e tentei me lembra o que tinha feito, mas a enxaqueca era tanta que desistir e fui tomar um banho quentinho pra tirar toda tensão que tinha em mim.

Enquanto me deliciava com a água quente eu imaginava finalmente o meu corpo ao seu e sentindo o seu calor todo emanando para mim, como seria gostoso o abraçar e quem sabe né o beijar.

Sorri com o pensamento e meu rosto ficou ainda mais quentinho, mas eu não era nenhum santo sempre pensei como seria finalmente o beijar mesmo que em sonho, nunca fazíamos nada demais apenas fazíamos companhia um ao outro e eu gostava. Depois de um bom tempo de molho dentro da banheira sair ainda nu no quarto e fui pegar meu celular que estava desligado e também jogado no carpete.

Liguei e havia várias ligações de meus hyung's e mensagens me xingando falando que eu tinha sumido e que iriam me bater se eu não desse resposta.

Ri e liguei para Seonghwa perguntando se poderia me arrumar lá com a ajuda dele. Ele questionou minha ausência e me deu um baita sermão, mas depois confirmou e falou que me ajudaria.

[...]

Já era 16:30 e eu nem estava pronto pois minhas roupas tinham sido todas reprovadas por Seonghwa e ele me puxou para cá, então acabei sendo a sua cobaia de moda. Após umas 10 roupas estava cansado de tirar e colocar então escolhi uma e sair às pressas para pagar e sair. Ele ficou de bico e emburrado, mas me levou pra lanchar já que eu não tinha comido nada o dia inteiro.

- Então até agora você não me contou com quem vai sair? Para está tão arrumado com certeza deve ser um encontro. Fico feliz que finalmente esteja se envolvendo com alguém

Parei de comer e o olhei e ele parecia está realmente feliz.

- Sua questão com Woo estava lhe fazendo muito mal, ontem você estava tão abalado que me sentir mal por não ter percebido antes, desculpa Sannie por não ter entendido naquela hora.

Dei um sorriso com as bochechas cheias pelo sanduíche e toquei em seu ombro.

Ele não tinha que se desculpar com nada pois tudo estava se resolvendo com o tempo, sofri demais por algo que já tinha que ter passado, as noites mal dormidas junto com os remédios tomado por aqueles dias sombrios eram resultados da minha própria insegurança comigo mesmo, mas hoje às coisas finalmente mudariam e eu estaria livre disso tudo.

- Você não precisa se desculpar hyung, mantive distância de vocês por bastante tempo e sei que vocês iam me ver mas eu sempre ignorava qualquer ligação com vocês naquele tempo, eu imaginei que não quisessem mais falar comigo já que eram amigos do Wooyoung e eu apenas me aproximei de vocês por conta dele... Não imaginei que se preocupariam tanto comigo já que tínhamos terminado.

Por fim eu já estava fungando e o Hyung me abraçava apertado falando o quão bobo eu era por acreditar naquilo já que eu tinha consquistado o carinho de todos naquele grupo isso me deixou tão feliz que comecei a sorrir enquanto chorava em seu ombro.

- Você deve está borrando toda a maquiagem que eu fiz eu em você seu ingrato.

O mesmo olhou em meus olhos e eu ri com o bico em seus lábios.

- Nunca mais pense isso dos seus amigos estamos com você independente do caso.

Sim eu estava muito feliz por ouvir aquilo estava emocionado e não tinha como esconder aquele sorriso do meu rosto. Após um tempo conversando eu me toquei que tinha que sair.

Olhei para o meu relógio e percebi que não me lembrava ao certo o horário que tinha marcado com o rapaz então parei para pensar mais e sempre me dava uma branco, mordi o lábio e já eram 17:50 então resolvi sair logo para a cafeteira mais famosa que se localizava no centro então fiquei perto da porta para ver quem entrava e saía, uns dez minutos se passaram e ouvir alguém entrando então olhei para ver se minha companhia havia chegado, mas logo quem entra é Wooyoung ele sorri e vem até mim se sentando na mesa e seu sorriso desapareceu assim que percebeu que não estava tão animado em vê ele.

- Sannie! O que está fazendo aqui?

- Esperando uma pessoa e você?.- pergunto neutro prestando mais atenção na minha bebida, tentaria ao máximo não ser um cuzão já que hoje talvez fosse um passo pra uma nova vida.

- Vim pegar umas bebida para o Leo. - Ele sorri e depois me olha sério.

- Eu gostaria muito de resolver as coisas de uma vez com você Sannie então eu vim pedir desculpas por não ter percebido que tinha machucado você de alguma forma e queria pedir se poderíamos voltar a ser amigos. O que você me diz? Poderíamos superar isso de uma forma mais tranquila e passiva

Ele falava de uma forma tão delicada e calma que parecia querer me enfeitiça com aqueles seus olhinhos brilhantes, mas por fim eu soltei a respiração e cedi sorrindo de volta.

- Gostaria muito de resolver tudo com você e voltar ao normal e não surtar toda vez que te vejo com o Leo. - ele sorri e toca na minha mão sussurrando um obrigado, então depois de um tempo esclarecendo as coisas e colocando as cartas na mesa ficamos finalmente de vez sem filtro algum a verdade pura estava solta e ele até sabia quem eu estava esperando e ele ficou todo fofo falando que esperava que fosse o grande sortudo de me ter e sim eu admito eu fiquei vermelho como um tomatezinho, mas agradeci e falamos dos nossos planos futuros de carreira tanto ele como eu tínhamos o sonho de seguir carreira como k-idol então discutimos por um bom tempo até o tempo passar correndo demais e ele dizer que tinha que ir por que estaria ficando muito tarde eu apenas sorri e deixei ele ir. Assim que ele saiu me levantei e fui ao banheiro para saber como estava minha aparência e sim eu me preocupo com primeiras impressões.

. Quando olhei meu relógio o estabelecimento estava quase toltamente vazio já eram quase nove horas então tomei um susto e eu não tinha prestado atenção se alguém procurava alguém ou se alguém tinha saído só.

Olhei em volta e só tinha eu e alguns funcionários. Eu realmente não prestei atenção em ninguém que tinha passado um tempo aqui e um ótimo dia pra cafeteria está cheia, suspirei chateado e fui pagar minha conta logo saindo do lugar e ficando um pouco na frente do local pra ver alguém com as características do suposto homem, mas nada e nem ninguém apareceu, mas insistir em ficar mais um pouco e assim foi fiquei até umas 21:30 até os funcionários já estavam indo embora e tavam achando estranho eu parado lá então resolvi seguir o meu caminho.

Caminhei pelas ruas próximas do local e minha barriga fez um baita barulho e era sinal que eu morria de fome, não comi nada lá já que esperava sair pra quem sabe um restaurante depois. Resmunguei até decidi ir a uma loja de conveniência mais próxima e comprar um macarrão instantâneo. Assim fiz quando achei uma loja aberta havia apenas um homem bebendo só na frente e o atendente dentro peguei o que pretendia comer e sentei no balcão que tinha dentro da loja, e pelo vidro conseguia ver aquele pobre homem chorando enquanto bebia.

Neguei com a cabeça e tomei minha água, tadinho deve está sofrendo e pra completar ainda sozinho. Comi meu macarrão em paz enquanto pensava sobre o encontro perdido, eu ainda tinha esperança de que o cara tivesse ido mas eu não tinha prestado atenção, estava puto comigo por não ter prestado atenção no foco principal. Frustado sair da loja já 22hrs e pouco e vi o homem que bebia antes na frente da loja andando cambaleando até cair no chão e gemer muitas vezes de dor, nossa como ele era escândaloso penso e fico com pena então vou até ele e pergunto se ele está bem, mas ele começa a chorar muito alto e eu começo a ficar desesperado. Meu Deus o que aconteceu com esse homem?

- Calma por favor eu vou ajudar você .- coloco seu braço atrás da minha cabeça e tento levantar ele e eu até consigo mas quase caindo junto também então peço pra ele se apoiar em mim. ELE JOGOU TODO SEU PESO EM MIM! MEU DEUS ELE PESA.

Consigo levar ele até perto de um carro e ele começa a resmunga falando que precisa de alguém.

- Você precisa de quem? Da sua família? Dos seus amigos? Alguém está vindo buscar você?

Ele não me responde apenas chora mais então me abraça eu confuso bato de levinho nas suas costas como consolo e ele me aperta ainda mais.

- Senhor eu posso ligar para alguém vim buscar você, com a sua licença. - coloco a mão em seus bolsos atrás de seu telefone e eu acho ele mas está completamente descarregado.

Ah se eu soubesse que levaria um bolo e ainda cuidaria de um bêbado no fim da noite eu nem tinha saído de casa hoje Meu bom Deus.

Penso e reviro os olhos pensando em alguma coisa pra ajuda aquele pobre homem, mas a única coisa que vinha na minha cabeça era chamar um taxi e o levar para casa, mas ele não respondia minhas perguntas apenas falava que precisava de alguém e chorava como um bebê.

Suspiro e decido tomar uma decisão não tão legal de levar ele para minha casa e carregar o seu celular e ligar para alguém vim buscar-lo.

Deixo ele encostado no carro enquanto eu pedia um taxi e assim que consigo um o pego e puxo para entrar no carro e entro junto falando meu endereço enquanto cuidava do bebê chorão no meu ombro. Ele estava me irritando um pouco, mas eu só queria ajudar o tadinho.

[...]

Chegamos na minha casa e com dificuldade o tirei de dentro já que parecia mais sonolento e sem sentido algum.

Penei muito para trazer esse grandão aqui para dentro de casa então o larguei no sofá enquanto alongava minhas costas.

- Caralho você pesa demais eu espero que me retribua por esse ato de bondade. Ficarei com dor por dias pelo visto.- Ele olhava meio grogue para a casa mas parecia quase cair de sono, fui ao meu quarto atrás de um carregador e coloquei o seu celular para carregar enquanto eu voltava a sala o mesmo tinha se esparramado no sofá e dormido de repente.

Respirei fundo e fui até o mesmo o cutucando devagar e nada o cutuquei mais forte porém nada. Levantei seu rosto e dei um tapinha e nada então desistir e olhei o indivíduo jogado em meu sofá e comecei a revista-lo atrás de algumaa coisas que poderiam me dizer quem ele era então achei sua carteira e vi seu cartão de visitas e parecia ser CEO de uma empresa famosa daqui. Nossa que privilégio ter um CEO famoso desses no meu sofá ou eu diria azar. Passo a mão na cabeça e deixo suas coisas na mesinha em sua frente.

- Se eu não quiser ser processado acho melhor não mexer em nada de problemas basta a minha vida. Eu realmente espero que você senhor Jeong me retribua por isso tudo.

Resmunguei olhando o mesmo então me sentei exausto na cadeira que tinha ali e fiquei o observando roncar no meu sofá, o cúmulo da noite não podia está melhor. Meu celular toca e vejo que é Yunho ligando por chamada de vídeo, atendo e vejo ele todo animadinho e risonho.

- Eae lindo pegou o homem?

- Porra nenhuma levei o maior bolo e ainda ganhei isso no final da noite.- mudo a câmera para a traseira lhe dando o prazer de ver o grandalhão dormindo em meu sofá e ele começa a rir.

- Quem é esse?

- Pelo que eu vi na carteira dele, ele é um CEO de uma empresa famosa eu o encontrei na rua bêbado e eu como sou uma pessoa bondosa quis ajudar mas ele não falava nada e o telefone estava descarregado então tive que trazer ele para cá e ele dormiu aí então,vou deixar ele aí.

Falei e o mesmo acena negativamente e rindo depois.

- Oh migo ele é bonito né não foi tanto azar assim vai que você consegue alguma coisa. Cobre ele tadinho a noite tá fria ele deve está com frio.

- Ah Meu Deus era só o que me faltava mesmo ter que arranjar uma coberta pro senhor bebê chorão. - entrei no meu quarto obrigado e peguei minha coberta e joguei em cima do mesmo.

- Pronto! Feliz? Agora vou desligar que eu estou fedorento vou me lavar tchau tchau!

Desliguei a ligação e joguei o celular saindo da sala e indo para meu quarto tirando a roupa que tinha comprado e agora estava só cheiro de cerveja.

A noite não saiu mesmo como o planejado mas pelo menos eu não tinha vegetado sozinho mais uma noite no meu quarto com ajuda de remédio para ansiedade e agora tinha um desconhecido na minha sala. Isso foi muito cansativo.

Sair do banho fresquinho e coloquei meu pijama e fui direto para a sala ficaria aquela noite de olho naquele chorão pra ele não fazer nenhuma merda enquanto eu dormia como um anjo na minha linda caminha confortável e macia que me chamava de uma forma tentadora, mas NÃO irei ceder aos seus encantos não hoje.

Sentei na poltrona e fiquei o olhando por um longo tempo roncar e ele mal se mexia no sofá parecia uma estátua muito barulhenta. Mas uma coisa era certa ele realmente era um homem muito bonito seu rosto e seu corpo eram muito atrativos e me lembravam alguém mas não sei de quem...

Um bom tempo se passou e já era madrugada meus olhos pesavam demais mas eu estava determinado a não dormir, mas sabíamos que só isso não seria o suficiente para me manter acordado.

[...]

A luz do sol iluminava toda a minha sala e isso machucava meus olhos já que era costumado com o escuro do meu quarto. Quando abro os olhos a primeira coisa que eu vejo é uma pessoa gemendo de dor sentada no sofá e olhando as coisas a minha volta então ele para o olhar em mim então eu assustado o encaro também meio grogue.

Sim esse cena devia está estranha porque pra mim eu o encarava mas meus olhos mal abriam.

- Quem é você moço? Onde eu tô?- ele me pergunta parecendo ter uma enxaqueca horrível.

- Eu que te pergunto quem é você? E você tá na minha casa.

Por fim levanto quebrado pela dor nas costas e o xingo baixinho.

- viadinho filho da mãe acabou com a porra da minha costa esse caralho.

- Quê?

- Nada não moço aceita uma água?- podem me chamar de duas caras mas se eu levar um processo meu pai me mata com as próprias mãos já não basta o único filho homem ser gay.

Ele não responde mas eu levo da mesma forma e ele toma devagar parecendo processa as informações.

- Eu... Como eu vim parar aqui? Meu celular onde está?

- Ou calma aí cara eu te salvei sabe você tava andando bêbado pela rua e eu fiz a bondade de acolher você em meu lar, eu sei de nada pela ajuda. -falo convencido e ele me olha confuso.

- Mas eu lembro de chamar meu motorista ir me buscar...

- sério? Ah então eu não precisava... Err é que seu celular estava descarregado e eu pensei que ninguém ia achar você lá...

- Então você traz um desconhecido pra sua casa e ainda mexe nas coisas dele sem saber quem ele é?

Ele me interrompe e eu olho ele assustado por usar um tom mais duro, credo que horror parece meu pai.

- Calma lá cara eu quis te ajudar não precisa ser ignorante tá?

- Eu não pedi pela sua ajuda meu bom rapaz eu não me lembro de ter pedido ajuda alguma a você.

Ele levantou e pegou suas coisas da mesa e colocou em seus bolsos ainda meio conturbado ele olha minha casa e então estende a mão eu não entendo então lhe estendo a mão também e então ele a empurra.

- Celular...

Ele falava parecendo está sem paciência eu apenas faço um barulhinho de desdém então entro para pegar o seu celular e lhe entrego na sua mão.

- Você quer um café um remédio pra ressaca sei lá...

Ele pega o celular o checa e sai da sala indo para a porta principal sem falar nada. Quando escuto a porta bater olho desacreditado e começo a rir.

- É VAI EMBORA SEU INGRATO! É isso que a gente ganha tentando ser legal com as pessoas mas essa também foi pra aprender bicho ignorante da porra espero nunca mais vê ele também.


Notas Finais


Poxa não foi dessa vez que os nossos pombinhos tiveram um encontro decente eu espero que não demore muito pra FINALMENTE eles se reconhecerem.


☁️☁️Beijinhos de luz e até o próximo capítulo que não irá demorar muito


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