História O Horla é o Terror - Capítulo 1


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Categorias Patrick Horla
Personagens Patrick Horla
Tags Assassinato, Doentio, Horror, Psicopata, Suícidio, Terror, Tortura, Violencia
Visualizações 11
Palavras 1.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lírica, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Seinen, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá leitores, como estão? Espero que bem.
Talvez essa história seja um pesada demais para alguns de vocês, então se tem estômago, recomendo que não leia.
Mas pra quem fica, boa leitura!
Fiquem com a História!

Capítulo 1 - A Prostituta


    Olá, se você veio aqui a procura de um conto de fadas onde tudo são flores e felicidade, pare de ler imediatamente seja lá onde for que esteja lendo, você veio ao lugar errado. Este lugar, é um lugar com histórias de um grande psicopata doentio que não sente vergonha e tão pouco esconde o que é. Um psicopata minucioso, sangue frio, podre, grosseiro, sábio e tantas coisas mais. De nada essas histórias vão ser úteis, tão pouco vão acrescentar em algo na sua vida, mas lhe dou a garantia que irão te dar calafrios e te tirar arrepios. Sem mais delongas, contarei para vocês um pouco da vida de Patrick Horla Landemberguer. Começaremos pelo dia em que apenas voltara de um bar e por ironia do destino se encontrou com uma prostituta. Ironia do destino, azar da prostituta.

    Em uma noite fria, Patrick caminhava pela escura rua da cidade, à procura de onde havia estacionado o carro. Quando de repente, em um beco pouco iluminado, uma prostituta o provocou:

— Olá garotão! — Ao ouvir a suave voz, ele parou no meio do caminho, deu meia volta e se aproximou da mulher.

— Oi garota. — Sorriu.

— Como eu posso ajudar um homem gostoso como você? — A mulher levantou a saia, deixando que Patrick olhasse sua bunda aos meados da calcinha.

— Talvez  devêssemos ir até meu carro. — Patrick tirou um pequeno molho de chaves do bolso e girou na mão.

— Vai ser um prazer. — Abaixou a saia, mordendo o lábio inferior esquerdo.

    A prostituta acompanhou Patrick até seu carro, ele destravou as portas e eles entraram, se ajeitaram e ele deu a partida. Durante o percurso, ele acariciou as coxas da mulher, que abriu as mesmas, deixando que ele a tocasse. Enquanto isso, ela o masturbou cuidadosamente, tocando com delicadeza em seu pênis, movimentando a mão para cima e para baixo com uma certa lentidão. Durante o caminho inteiro fora assim. Patrick encostou em uma rua quase deserta, em frente a um prédio. Desligou o carro e tirou a chave da ignição. A mulher continuou a masturbação lenta. Sem ao menos pedir consentimento, ele a puxou pelo cabelo aproximando-a de seu membro. Ele bateu com o pênis em sua face, logo em seguida penetrando o mesmo em sua boca. Ele enrolou o cabelo da mulher em sua mão e empurrou para baixo fazendo com que seu pênis adentrasse mais a boca macia da prostituta. Ela segurou em seu pênis com uma das mãos e apertou suas bolas com a outra.  Deslizou o membro grosso até o fundo de sua boca e tentou o circular com a língua. Tirou da boca e deu várias lambidas na parte inferior da glande tirando um suspiro dele, que forçou mais a cabeça da mulher fazendo-a engasgar de leve. Ele a puxou pelo cabelo tirando o membro de sua boca em meio algumas tosses. Ficaram no carro tempo o suficiente para o porteiro do prédio dormir em serviço.

— Vamos subir? — Guardou seu membro.

— Você mora aqui? — Limpou a baba da boca.

— Sim, nesse prédio. Vamos?

— Claro, gostoso. — Saiu do carro juntamente a Patrick, que travou as portas e atravessou a rua. Entrou no prédio e pegou o elevador, sexto andar. No andar desejado, caminhou até seu apartamento, número sessenta e seis. Ele destravou a porta com o cartão de acesso e ambos entraram.

— Que lugar grande! — Percorreu todo o cômodo com os olhos.

— É sim. Me espere naquele último quarto, no fim do corredor. Eu não demoro.

— Vou ficar esperando. — Caminhou pelo corredor e entrou no último quarto.

— Você não perde por esperar. — Sussurrou.

    Patrick entrou no penúltimo quarto, que dividia parede com o último. Ajustou a lente da câmera que ficava dentro de um buraco nessa mesma parede, invisível pelo outro quarto por ter um quadro falso na frente. Colocou a câmera para filmar e se deslocou até o quarto onde se encontrava a prostituta. Entrou no seu closet e ajustou rapidamente a outra câmera para filmar de outro ângulo. Tirou sua blusa e seu par de sapatos e meias. Saiu do closet apenas de calça, afrouxou o cinto. A prostituta, já despida de qualquer peça de roupa, se ajoelhou e lhe fez um boquete, deslizou o membro para dentro da boca, tirou, cuspiu na cabeça e o masturbou para lubrificar, voltou a chupar, babando completamente o pênis, o deixando bem escorregadio. Ela se levantou, ficou de quatro na cama encostando seu rosto no colchão e empinando a bunda ao máximo possível. Patrick se ajeitou atrás dela, pegou em seu membro e o encaixou na entrada da vagina. Ela não estava molhada, mas para Patrick, nem precisava estar. Ele segurou com as duas mãos na cintura da mulher e com uma única e forte estocada, ele penetrou todo seu pênis dentro. A mulher gritou como uma cadela no cio, ele repetiu os movimentos aumentando a força a cada estocada, ignorando completamente os gritos de dor, os gemidos de prazer e as inúmeras vezes que a mulher implorou para que ele parasse de penetra-lá. Ele segurou os braços dela nas costas da mesma e os empurrou para cima, quase os quebrando. A mulher que tentara de forma fracassada sair debaixo de Patrick, chorou como uma criança que teve seu doce retirado, gritou como um Pinscher sendo fodida por um Pit Bull, implorou como uma verdadeira vítima. Ele pegou seu cinto e o passou no pescoço da mulher, apertou com força e a observou lutar para respirar, enquanto a asfixiava, escutou as unhas dela se quebrarem na desesperada e falha tentativa de afrouxar o cinto. A prostituta, que já estava roxa a ponto de quase desmaiar, revirando os olhos e com a língua para fora, babando, sendo fodida e asfixiada como um animal, sentiu seu interior se preencher pelo sêmen quente e espesso dele. Tirou o membro melado de dentro dela e a empurrou na cama soltando logo em seguida o cinto, deixando-a respirar novamente. Em meio à respiração ofegante e arfadas, lentamente sua pele retomou a cor normal. Em estado de choque, ficou paralisada na cama sem se mexer, sentindo apenas medo daquele homem ao seu lado, era uma garota de programa, mas nada jamais justificaria o que foi feito à ela. Patrick, deitado ao seu lado, passou a mão na lateral do colchão e retirou uma faca que estava presa entre as grades. Rapidamente com um único movimento, ele a esfaqueou no peito, fazendo-a gritar desesperadamente e se contorcer, enquanto ele apunhalava onze, doze, treze vezes. O sangue escorreu pela cama, sujando todo o lençol branco, a mulher se contraiu totalmente e deu seu último grito de vida. Patrick se levantou da cama, cobriu o corpo com os lençóis ensanguentados e colocou dentro de um grande saco preto de lixo. Ele tomou um banho longo e quente, limpou todo o sangue do seu corpo, saiu do banho, vestiu seu hobby e limpou os vestígios espalhados pelo quarto. Sangue, cabelo, unhas e etc. Se vestiu, carregou o grande saco preto de lixo para fora de casa e desceu as escadas, deixando o prédio pela porta dos fundos. Adentrou a floresta carregando o saco e caminhou por  alguns minutos até uma pequena clareira escondida no meio das árvores. Patrick estirou o corpo no chão, alcançou o machado de cortar lenha e esquartejou a vítima, a desmembrado em sete partes. Braços, pernas, abdômen, tórax e cabeça. Ele enterrou cada parte em um lugar diferente, escolhidos aleatoriamente, colocou fogo nas roupas e lençóis, sem deixar vestígios. Logo em seguida, voltou para seu apartamento. Dormiu de consciência limpa, na cama onde assassinou uma mulher.

    Como eu havia dito no início, se você veio aqui a procura de um conto de fadas, você veio ao lugar errado. Mas aposto que já começou a sentir os calafrios e arrepios. Não se tem registros e não se sabe ao certo quando Patrick começou a matar, mas essa não foi a primeira vítima e certamente não foi a única.


Notas Finais


Então é isso pessoal, obrigado por terem lido e espero que tenham gostado.
Caso tenha algum erro, me notifiquem para que eu possa corrigir!
Sugestões e críticas construtivas sempre serão muito bem vindas.
Não esqueçam de comentar e favoritar para eu saber se vocês realmente gostaram ou não!
Lembre-se que um comentário/favorito faz muita diferença para quem escreve as fanfics.
Beijos e tchau!


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