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História O Idiota Do Meu Vizinho - Imagine Yugyeom - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oiê! Bem... Na verdade esta história foi publicada primeiramente no wattpad, mas a guria aqui resolveu trazê-la para cá.
Esta é minha primeira vez escrevendo uma fanfic do GOT7, espero que vocês possam gostar dela hihi.
Enfim, boa leitura a todos😊♥️💘

Capítulo 1 - Batendo à Porta


Fanfic / Fanfiction O Idiota Do Meu Vizinho - Imagine Yugyeom - Capítulo 1 - Batendo à Porta

Em pleno dia de segunda-feira, cá estava eu doente. Acabei pegando uma maldita gripe ontem, depois que fui pêga desprevenida por um temporal, o jornal bem que havia avisado... Mas eu nem confio cem por cento na previsão do tempo, de certa forma.

Coloquei o suficiente do líquido energético na caneca, puxei um cobertor, afinal, o torô caindo lá fora não tinha hora de cessar, e com o notebook ligado, sentei no sofá aconchegante. Era hora da princesa trabalhar.

Ah! Sim, eu trabalho numa editora de livros e só não estou lá agora porque estou doente... Acho que agora vocês podem estar pensando que quem em sã consciência estaria triste de não ir ao trabalho segunda-feira? Eu era esta exceção, não vou negar, eu realmente amo trabalhar.

Mas pelo menos eu posso terminar de ler o livro com mais calma e aquecida aqui em casa.

— Ok, Paula, vamos dar início ao trabalho. — Dei um gole de café e novamente o descansei sobre o criado-mudo ao lado.

Não tinha nem meia hora de leitura, eu estava tão concentrada que me assustei com o barulho, segurando com a mão o coração acelerado. O som tão alto e absurdo da casa ao lado me deixara indignada. Por que justamente agora?

Antigamente o apartamento fora habitado por um casal de idosos bem divertidos e amáveis, sempre Antônia, a idosa, batia em minha porta com algum agrado ou simplemente a fim de conversar, adorava passar meu tempo com ela. Tudo ficou mais triste quando seu marido faleceu e a sua filha a levou consigo para sua casa em outra cidade. As coisas nunca mais foram as mesmas depois que eles deixaram o apartamento. Sinto a tristeza até hoje...

Mas mudaram bastante também por outro lado, senão radicalmente, com o novo vizinho coreano, se eu não me engano. A gente se topou brevemente algumas vezes por aí, ele parecia ser alguém normal até. Somente parecia mesmo.

A minha vida não foi mais a mesma com ele habitando o apartamento ao lado. Sempre sendo tão barulhento e inconsequente, eram incontáveis as vezes que eu perdia a noite de sono.

Eu arfei, deixei o conforto do sofá para calçar o chinelo e ir bater na sua porta, sentindo uma determinação que nunca havia tido antes. Alguns moradores também saíram de suas casas e encaravam feio a porta fechada.

Eu bati uma vez sem obtenção de resposta, bati mais algumas vezes e nada mudou. Que se dane! Só sairia dali depois que ele abaixasse aquele maldito som.

Por algum motivo eu rodei a maçaneta e, para minha grande surpresa, ela estava aberta. Apenas dei de ombros e a abri de mansinho, visualizando o local completamente bagunçado.

— Que horror... — Quanto mais entrava naquele lugar, mais difícil de se locomover com garrafas e embalagens no chão se tornava — Olá?!

— Você chegou...? — O homem alto surgiu ao meu lado, só Deus sabe como. Dei um passo para trás erguendo a cabeça para encará-lo. Sua situação era tão deplorável e seu bafo de cachaça mataria qualquer um caso se aproximasse.

— Desculpe-me por entrar sem permissão! Mas eu preciso que abaixe o som, eu estou tentando trabalhar! — Falei o mais alto que pude.

— Por que está gritando? — Ele claramente estava bêbado... Só foi o tempo de eu suspirar para iniciar mais uma vez a conversa, que ele agarrou minha cintura e me prendeu contra a parede. — Um beijo resolve tudo...

Foi a única coisa que escutei depois de senti-lo me beijar.



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