História O ilusionista - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Five Nights at Freddy's
Tags Almas, Fnaf, Purple Guy, Terror
Visualizações 8
Palavras 578
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo Único: O ilusionista


Naquela noite escura e fria, a festa de aniversário da criança começou. 

O local da festa era a Freddy's Fazbear Pizzaria, um famoso estabelecimento, uma pizzaria que atraia muitos clientes. Já haviam sido abertos processos à pizzaria (o qual ninguém soube a razão), mas o dono do local sempre tem uma solução para que seu estabelecimento não feche.

 Enfim, não era uma festa normal. Porquê? Eu vi tudo o que estava acontecendo ali. Com meus próprios olhos, eu enxerguei a morte. A morte é algo horrível. Algo que não podemos prever, uma dor que sentimos para sempre. Podemos estar mortos, mas a dor nunca irá acabar. E não me refiro apenas à dor física, mas também à psicológica. A dor de saber que já não veremos os nossos ente-queridos, a dor de saber que já não faremos as coisas de que gostamos...

 A dor de ver as lágrimas, tanto as sinceras como as falsas.... Ah, as falsas lágrimas do assassino... Lembro-me como se fosse ontem. Ele chorava descontroladamente, porém dentro dele estava um sorriso tão malvado... 

Ouvi dizer que esse funcionário havia perdido os filhos. O que será que lhes aconteceu? Bem... O assassino conseguiu enganar-nos bem... Nós fomos iludidos, sofremos uma ilusão... Até hoje, chamo-o de "O Ilusionista".

 Agora você pergunta: "O que ele fez para ser um ilusionista?" 

 Certo. Essa é minha história e irei contá-la. 

 Estávamos festejando alegremente, eu e os outros. Escutando a ótima banda de animatrônicos atuando. Nossos pais conversavam entre si, distraídos. A música parou sem que os adultos notassem. Devagar, Freddy dirigiu-se a nós, crianças.

 –Crianças, é hora do bolo!–disse, sussurrando. Quando íamos gritar de alegria, ele acrescentou algo.–Shhh! Não façam nenhum ruído! É uma surpresa para os vossos pais!

 Entusiasmados, soltamos alguns risinhos baixos, mal sabiamos nosso destino. Por ordem de Freddy, seguimo-lo até uma sala vazia. 

 –Cadê o bolo?–perguntei.

 –Hehehe...–Freddy riu enquanto trancava a porta da sala. 

 Ele despiu a fantasia, mostrando ser um funcionário da pizzaria. Procurou algo em seu bolso, e finalmente pegou em uma faca, sorrindo. Assustados, começamos a gritar. Em vão, pois aquela sala tinha isoladores de som. 

 –Pare! Deixe-nos ir!–Gritámos.

 Enquanto o assassino se dirigia às outras crianças, eu tentava abrir a porta à força. Atrás de mim, era um completo caos. Gritos de dor, pedidos de ajuda, risos do assassino. 

 –Pare! Isso dói! Alguém me ajude!

 Ao ver que meus esforços haviam sido em vão, virei-me e olhei para o único sobrevivente além de mim. O assassino começou a esfaqueá-lo, sem dó nem piedade. Esfaqueou seu olho, retirando-o. Abriu o peito, retirando o coração e esfaqueando-o. Sempre sorridente, o louco psicopata adorava aquela sensação. O sangue salpicando seu rosto, suas mãos e uniforme manchados de sangue. Então, ele olhou para mim. O último sobrevivente. ...

 Comecei a persegui-lo, enquanto as outras almas riam do medo dele. Ele corria pela sala, aflito, fugindo de mim. De repente, teve a "brilhante" ideia de se refugiar na fantasia que havia feito. Uma velha e podre fantasia de coelho. Segundos depois, as molas da fantasia soltaram-se e começaram a perfurar seu corpo. Ele gritava, cheio de dor. Alguns órgãos saiam da fantasia, demonstrando que seu corpo havia sido aberto por algumas molas. Os órgãos, ensaguentados, caíam no chão à medida que as molas o perfuravam. Uma explosão de sangue ocorreu e o assassino caiu, parando de gritar e de se mover. 

 Bem... No fim de tudo... 

 Parece que o ilusionista...

 Foi iludido. 





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