História O Imaginável - Capítulo 5


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Categorias Daniel Sharman, Emeraude Toubia, Hayden Panettiere, Justin Bieber, Ryan Butler, Shawn Mendes, Tyler Hoechlin
Personagens Hayden Panettiere, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Exército, Guerra, Romance
Visualizações 15
Palavras 1.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, como estão?

Voltei depois de alguns longos dias. Espero que gostem do capítulo de hoje! Em breve voltarei..

A linda Emeraude Toubia, será Kenzie Mendes. Irmã do Tomás!


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Boa Noite

Boa leitura

Capítulo 5 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction O Imaginável - Capítulo 5 - Capítulo 4

Califórnia, San Diego. Alojamento Militar.

27 de Janeiro 2019

Point Of View Ryan Butler

Acordar num quarto cercado por outros homens é um tanto assustador, porém posso me acostumar com isso, tenho certeza que isso vai durar por uns dez meses ou mais. Uma espécie de sirene tocou cedo, ainda estava escuro quando olhei pela pequena janela do alojamento. Assim com eu os outros acordaram reclamando e se questionando o porquê de tal barulho, mas nenhum de nós saiu dali sem saber o real motivo.

Quando a carta chegou em minha casa, recusei imediatamente não estava disposto a morrer por uma misera guerra, muito menos largar a mulher que julguei ser minha vida, depois da minha mãe é claro, Loren, minha namorada e futura mãe do meu filho, pelo menos eu pensava que era. Quando ela contou que estava grávida foi um choque, tanto para mim, quanto para minha mãe que sempre apoiou nosso namoro, com o passar de uns dias a ficha foi caindo e eu fui aceitando que seria pai, fiquei imensamente feliz e fui conversar com os pais da Loren, porém ao chegar lá me deparo com ela conversando com meu irmão, estranhei afinal Loren e Matthew nunca se deram bem, por isso fiquei atrás de uma arvore escutando a conversa dos dois e foi ali que eu tomei a decisão sobre vim para cá.

Eles discutiam sobre o bebê, meu irmão queria o direito de ser pai e ela rebatia dizendo que o filho era meu, só que ele tinha a certeza que o filho era dele, porque ela está grávida de 3 meses, foi ai que meu mundo desabou, eu fiquei cinco meses fora, numa viagem da faculdade, porém a surpresa não foi somente essa, eles se beijaram e ainda falaram que se amavam e estava na hora de eu saber do romance deles. Desde esse dia eu não olhei na cara dos dois, vim para cá sem dar nenhuma explicação a eles, apenas comuniquei minha mãe sobre isso, no começo ela ficou sem entender nada, porém no dia de me apresentar aqui ela apareceu e disse que descobriu tudo e que colocou meu irmão para fora de casa, infelizmente era tarde para eu voltar para casa, então prometi a ela que voltaria no final dessa guerra e que daria o melhor de mim.

— Será que já vamos começar o treinamento? Dominic perguntou alto, depois de se sentar na pequena cama.

— Pode ser isso ou apenas o alarme para o café da manhã, vão nos dar comida não é? Tomás perguntou confuso.

 — Como você consegue pensar em comida sabendo que pode morrer a qualquer momento? Jacob perguntou nos fazendo rir.

— Tem razão Griffin, acho que o nervosismo dele o faz pensar em comida. Justin falou calmo. – Fique de tranquilo Tomás, de fome você não morre.

— Vocês estão brincando com coisa séria. Tomás falou nervoso. – Vamos ficar aqui ou vamos sair para vê o que é dessa sirene?

Dominic deu de ombro e se levantou indo até a porta, abriu a mesma e olhou para os lados, ainda tá escuro, mas nem tanto como antes.

— Tem algumas pessoas do lado de fora, acho melhor saímos também. Ele falou e saiu sem esperar por ninguém.

Justin foi o segundo, Jacob logo atrás, eu me levantei seguindo eles e logo depois de mim veio o Tomás, que parece ser o mais medroso de todos.

— Bom dia jovens guerreiros. Tenente Jones saiu de um alojamento sendo seguido por outros quatro. – A sirene que foi tocada há alguns minutos é a que vai acorda-los todas as manhãs até o fim do treinamento de vocês, a rotina será a seguinte. Vocês acordaram imediatamente, farão suas necessidades e irão se reunir nas tendas de cada função que lhes foi dada, lá tomarão o café da manhã e logo seguiram os seus superiores para o treinamento.

— Como saberemos quem será o nosso superior? Perguntei após o mesmo terminar de falar.

— Ótima pergunta soldado Butler, nas seguintes tendas terá um dos meus melhores homens, eles os chamarão quando for à hora, então não se atrasem ou irão treinar de barriga vazia e eu não quero homens fracos. Jones sorriu irônico. – Hoje o café da manhã será com todos juntos, lá terão homens avaliando cada um de vocês. Os protetores das armas passaram por um treinamento mais avançado, incluindo lutas corporais, muita malhação e outras coisas e claro aprenderam como lidar com todos os tipos de armas, então acho com serem ágeis e suportarem muita coisa, vocês são os mais importantes na nossa missão.

— E os demais? O que nós faremos? Se não somos importantes? Um dos homens ao lado esquerdo perguntou e foi formada uma pequena confusão.

— Serão treinados para lutar com as armas que eles defenderão vocês serão conhecidos como os heróis da guerra, serão os que vão eliminar nossos inimigos e que lutaram bravamente para um lugar melhor para vivermos.

— Ou seja, seremos os babacas que morreram sem motivo. Outro retrucou cortando o tenente.

— Pense como quiser, todos lá fora olham para vocês com orgulho do que farão aqui dentro, agora sigam para o café e sejam bem vindos!

Então ele se retirou com os demais e nós seguimos para o café da manhã. Que Deus nos proteja aqui dentro e que todos possam voltar para nossas famílias em segurança.

Califórnia, Santa Mônica.

27 de janeiro de 2019

Point Of View Annelise Griffin

Mais um dia se inicia e eu apenas peço a Deus proteção para os que amo e que Ele traga logo meu irmão e o Dom de volta. Após fazer minha oração de costume, me levanto sigo para o meu banheiro, faço minhas higienes e logo voltou ao meu quarto, coloco uma roupa confortável e arrumo minha pequena bolsa. Hoje começo minha faculdade, sim, eles resolveram adiantar as aulas para terminarmos antes, palavras deles.

Como de costume desci e encontrei meus pais na mesa do café, eles conversavam em harmonia e é por eles que eu ainda estou suportando tudo isso.

— Bom dia família. Falei colocando minha bolsa em uma das cadeiras e me sentando na outra.

— Bom dia querida. Papai falou beijando minha mão, como sempre faz quando está animado.

— Bom dia filha, como se sente hoje? Animada para a faculdade?

— Não é como eu esperava, mas estou ansiosa para começar.

— Nós estamos tão orgulhosos de você querida, você sabe disse não é?

— Claro que sei mãe, vocês são minha inspiração.

Desde pequena eu gostava de tirar fotos da família ou de coisas aleatórias, quando eu tinha sete anos, minha avó me presenteou com uma câmera fotográfica, aquele foi o melhor ano da minha vida, até hoje eu carrego a câmera comigo, mesmo que não dê mais para usa-la por conta do tempo, porém nunca me desfaso da mesma.

— Mulheres da minha vida, o nosso café está ótimo, mas precisamos ir. Papai falou já de pé.

Concordei com o mesmo, fiquei de pé ajudando minha mãe a retirar as coisas da mesa e logo nós três saímos de casa, porém eles foram para o lado oposto do meu, parece que essa vai ser minha rotina por longos meses.

Meia hora depois.

Após fazer todo meu caminho de casa até a faculdade, cheguei na mesma e segui direto para a diretoria, onde peguei meus horários e a chave de um armário, não sabia que ainda tinha isso em faculdades. Segui até a sala que me foi indicada e para minha surpresa a aula já havia começado.

— Com licença, será que posso entrar? Perguntei ainda parada na porta.

— Já está praticamente dentro senhorita, entre e sente-se e da próxima vez, espero que esteja em sala antes de mim.

Sem dizer mais nada eu fechei a porta e olhei para minha frente à procura de um lugar, achei um ao lado de uma menina que parece ser bem escandalosa e rapidamente caminhei até lá me sentando.

— Ótimo jeito de começar o ano letivo não é mesmo? A mesma sussurrou e eu apenas sorri envergonhada.

O professor cujo nome é Bruce, dará as aulas de técnicas de animação, então eu devo mesmo me acostumar com a presença desse ser durante um bom tempo.

Horas depois.

As horas foram se passando e eu troquei de sala umas quatro vezes, pensei que o primeiro dia seria tranquilo, porém me enganei completamente, os professores resolveram pegar pesado esse ano, pelo menos foi isso que a menina escandalosa me disse. Oh sim, ela teve todas as aulas comigo e eu ainda não descobri seu nome, nem ela o meu, apenas me chama de novata atrasada, o que de certo modo não é mentira.

— E então novata, vai me dizer seu nome ou vou ter que ficar te chamando assim até o fim da faculdade?

Por falar nela, a mesma acabou de aparecer em meu lado.

— Sou Annelise Griffin e você escandalosa?

— Obrigada pelo elogio, já me chamaram de coisa pior. Ela riu. – Sou Kenzie Mendes.

— Prazer em conhecê-la Mendes. Sorri educada. – Agora eu preciso ir, tenho que ajudar meus pais na floricultura.

— Você trabalha na melhor floricultura da Califórnia?

— Se você está falando da Fallon, sim eu trabalho lá. Na verdade eu sou filha dos donos.

 — Não acredito, minha mãe ama as flores da lá, um dos motivos dela está amando vim morar em Santa Mônica.

— Vamos até lá então, assim você leva flores para ela.

Sem pensar duas vezes a maluca segurou em meus braços e assim iniciamos o caminho até a floricultura.

Minutos depois.

O caminho até a floricultura foi rápido, até porque ter a companhia da Kenzie facilitou. Assim que nós chegamos, eu fiz questão de apresentar meus pais para ela e ambos ficaram felizes com a minha possível amizade com essa louca.

— Quais são as flores preferidas da sua mãe? Perguntei enquanto andávamos pela loja.

— Na verdade, meu irmão é quem sabe melhor que eu.

— Então ligue para ele e pergunte o nome, assim eu poso te ajudar.

Kenzie abaixou a cabeça parecendo está triste e eu me senti culpada, droga, será que eu a fiz lembrar-se de um morto?

— Não posso ligar para ele, Tomás foi convocado para essa maldita guerra, então fica complicado entende?

— Entendo, meu irmão e meu namorado também foram convocados, então eu entendo sua dor.

— Sério? Desculpe por te fazer lembrar-se deles.

— Não precisa se desculpar, eu sei que em breve todos eles estarão de volta. Agora vamos mudar de assunto, não quero pensar em coisas tristes agora.

— Certo, vamos falar das flores, lembro-me de ter fotos dela recebendo as mesmas, será que você consegue identifica-las?

Concordei e ela pegou seu celular e me mostrou as fotos, sua mãe e seu irmão são lindos, não posso deixar de notar, ambos são lindos na verdade, ao analisar as flores reconheci rapidamente as rosas azuis, são raras e difíceis de encontrar. Como presente eu preparei um buque e entreguei a ela.

— Anne, eu amei te conhecer e espero mesmo que possamos ser amigas, mas agora eu preciso ir, minha mãe está sozinha e eu não gosto de deixa-la só.

— Tudo bem Kenzie, amanhã nos falamos na faculdade e espero que sua mãe goste das flores.

Despedimo-nos, ela repetiu o ato com meus pais e logo eu iniciei meu trabalho entre as flores que eu mais amo. Lembrar-se dos meninos me deixou com muitas saudades, mas tenho que ter fé que logo eles estarão aqui comigo.

Continua..


Notas Finais




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