História O imune entre as feras. - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 578
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Mistério, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo um: o caminho que devo seguir


Fanfic / Fanfiction O imune entre as feras. - Capítulo 1 - Capítulo um: o caminho que devo seguir

Se todas as noites fossem tranquilas como aquela Bor não se preocuparia com a  sua segurança e a de seu pai Chesten, desde que a lua de sangue surgiu à uma semana atrás, as feras enlouquecidas vem aparecendo com mais frequência entre os cidadãos e cidadãs de Helldar. O rei do roupeiro as defesas ao redor do reino, mas mesmo assim o garoto se sentia aflito quando a noite caia.

-- O que foi garoto parece preocupado com algo? -- Chesten pergunta virando-se para o garoto que olhava as labaredas queimarem na chaminé de sua casa. O homem tinha estatura média, cabelos curtos e grisalhos e olhos castanho escuro, o seu rosto já mostrava sinais de que a idade chegará em breve.

-- So pensando na mãe. -- Disse Bor se aproximando mais do fogo para se manter aquecido naquela noite fria.

Chesten sempre falava sobre como ela era uma pessoa incrível, altruísta vivia colocando a vida dos outros antes da sua própria, porém, Chesten nunca lhe disse a que fim levou a vida de sua amada, é sempre que Bor insistia o pai logo mudava de assunto, o garoto sabia que ele não queria lembrar de alguns momentos então nunca perguntava além do que as histórias que seu pai lhe contava sobre ela.

-- Ela estaria orgulhosa de ver o homem que está se tornando filho. -- disse Chesten sorrindo para o garoto.

-- Eu sei você sempre diz isso, e eu nunca me canso de ouvir.

-- vamos dormir campeão, o dia hoje foi duro e os outros serão ainda mais. -- disse Chesten rindo baixinho.

-- Eu sei, caso o senhor não aguentei eu lhe darei uma bengala para se apoiar. 

Ambos riram um do outro, e logo em seguida foram para suas camas, o fogo logo se apagará revelando a escuridão da noite que entrava por entre as janelas frontais da cabana.

Em seu sonho, Bor se encontra em uma clareira, o dia estava começando e o sol estava nascendo no horizonte, não havia mais ninguém na clareira a não ser uma coruja em um galho no topo de uma árvore de frente para Bor. Ela tinha pelugem amarronzada, com pequenas manchas negras ao redor do corpo, seus olhos amarelos como âmbar encaravam o jovem aldeão.

-- É mais fraco do que pensei, vai precisar de reforços. -- Esse uma voz ecoando na cabeça do garoto.

-- Quem disse isso? -- O garoto perguntou para a voz desconhecida em sua cabeça.

-- Tem mais alguém aqui além de mim? -- Responde a voz. Bor se vira para a coruja pensando sobre o fato sinistro de poder estar realmente se comunicando com o animal.

-- Quem e você? -- O garoto pergunta virando-se para a coruja.

-- A pergunta certa é, quem você vai se tornar. Dependendo do resultado muitas vidas humanas podem sofrer graves consequências.

-- Como assim, graves consequências? O que quer dizer com isso? -- Bor pergunta sentindo uma estranha preocupação percorrendo seu corpo.

-- Nosso tempo acabou, mas não se preocupe nos veremos em breve. -- disse o animal.

-- Espere você precisa me dizer o que significa tudo isso. -- disse o garoto aflito.

Quando terminou de falar a ave levantou voo e seguiu seu caminho batendo as asas passando acima da cabeça de Bor.

-- Concentre-se em manter-se vivo.

Antes de terminar qualquer raciocínio, Bor acorda de seu sonho, agora sentado em sua cama, vê que continua tudo bem em sua casa, então logo volta a dormir, afinal aquilo não passou de um sonho bobo, pensou o garoto.




Notas Finais


Esse primeiro capítulo é um teste sobre um livro que pretendo escrever, a história falta algumas partes pois é apenas uma curta versão. O capítulo completo está em meu computador, espero que gostem.


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