História O inferno - Capítulo 3


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Categorias Hazbin Hotel
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.543
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esta história tem uma forte inspiração em Hateful Wonderland, que é uma historia que eu gosto muito.

Capítulo 3 - A entrada no Inferno


Jamson olhava para o demónio com um olhar aterrorizado.

— ÓH MEU DEUS! QUEM ÉS TU?!

O demónio faz uma venia e comprimenta-se.

— O meu nome é Corvus, senhor! E eu vim aqui para por fim aos teus problemas!

O ruivo começa a pensar, Corvus era um demónio, então ele podia por fim aos seus problemas financeiros, assim ele e a Silvia seriam felizes. Mas ele não podia seder às tentações de corvos.

O ruivo ouve Silvia a bater na porta com força.

— PAI, DEIXA-ME ENTRAR! — diz ela a chorar.

— Anda lá Jamson!… — o demónio aproxima a cara do ruivo — Eu posso por fim a todos os teus problemas!

O demonio lambe o pescoço de Jamson, o que deixou o ruivo muito desconfortável.

— Eu…não posso… — diz Jamson, paralisado.

— Imagina, tudo o que sempre quiseste! Como no dia do teu casamento…

Quando Jamson dá por si, ele estava no altar de uma igreja a olhar para Marta, que estava a andar pelo caminho, o seu vestido era exatamente igual ao que ela usara no dia do seu casamento.

Jamson sentia uma felicidade enorme, como se toda a tristeza que ele sentia tivesse desaparecido e dado lugar a uma felicidade imensa, ele sorria enquanto lágrimas de felicidade eram derramadas.

— Ela está linda não está? – pergunta corvus.

De repente, toda aquela ilusão desaparece e o ruivo olha para o demónio, que estava com um sorriso nos lábios.

— Mas…ela…

— Desapareceu?…Eu sei Jamson!

— Era…tudo uma ilusão...

— Era mas pode ser real!

Jamson encolhe-se no chão e começa a chorar.

— …M…MENTIRA! TU…

— Eu sou a tua salvação, Jamson! — ele abraça o ruivo — Pronto pronto! Vai ficar tudo bem…A tua filha vai ficar num lugar melhor quando morrer.

O ruivo soluçava muito.

— Mas tem calma meu amigo! Eu tenho a solução. Posso dar-te milhões!

Jámson pensava em todo o dinheiro que ele podia ganhar, ele iria ser muito rico, e iria ajudar a sua filha a ter uma vida feliz, não fazia mal se ele aceitasse a ajuda de Corvus…só uma vez.

— Milhões?!

— DESENAS DE DINHEIRO!

Jamson repara que estava no meio de desenas de moedas de ouro, mas tudo desaparece quando Corvus diz:

— É só entregares-me a tua alma.

O ruivo paralisa ao ouvir as palavras do demónio.

— Não te preocupes! Tu não vais morrer, a tua alma só vai pertencer a mim!

Jamson olha para a porta e repara que Silvia já não estava a fazer barulho, ele volta a olhar para Corvus.

— Eu quero ajudar a minha filha…

— É só apertares a minha mão, e olhares beeem para os meus olhos! — responde o demónio estendendo a mão para que o ruivo podesse pegar na mesma.

Jamson aproxima a sua mão da mão de Crovus e aperta, depois olha para os olhos do demónio que estavam completamente vermelhos.

Corvus ri-se enquando a paisagem começava a mudar, Jamson fica com medo. Quando se dá conta, Jamson estava num hotel, nesse hotel estavam vários demónios, alguns tinham roupas furmais e outros quase nem roupas tinham.

O ruivo começa a tremer quando repara que estava no inferno.

— Que lugar é este?!

— Estás no inferno, meu caro! Agora vamos levar-te ao nosso governante.

*Satanás?* pensou Jamson, quando os dois chegam a uma grande sala com um trono no meio, o ruivo repara que aquele não era o Diabo, mas sim o primo dele. O seu nome era Bravus.

— Óh meu senhor! Aqui está mais um. — diz Corvus fazento uma venia ao grande demónia que estava sentado no trono.

Bravus era exatamente o contrário de Lucifer, não era nada atraiente, era muito rabogento, e era gordinho só para não dizer outra coisa.

Bravus aproxima-se de Jamson e cheira-o, o ruivo tremia de medo.

— Ele é humano, senhor! Não está morto… — diz Corvus, um pouco nervoso.

— Eu já sabia disso logo que o vi, Corvus! — diz Bravus.

Corvus fica em silencio por um tempo, até começar a falar.

— Ele pode ficar aqui? — diz ele ainda mais nervoso.

— O que é que tu achas?! — pergunta o grande demónio com um tom arrugante na voz.

— É que…no local onde ele vivia…avia muita gente religiosa, e era dificil trazelos para o inferno. E eles vivos podem ser mais úteis, senhor!…

— Hmmm… — Bravus olha para Jamson com uma expressão pensativa — O que é que saves fazer, meu jovem?

O ruivo estava muito confuso.

— Eu… — a sua voz começa a falhar muito — S…sei desenhar...e…sou muito bom na matemática...

Bravus fica pensativo, ele podia aceitar um vivo no hotel, mas tinha de ver as suas abilidades para ver se o aprovava.

— Mostra-me alguma coisa.

Jamson fica paralisado. *MAS QUE MERDA É QUE EU VOU MOSTRAR PARA AQUELE GORDO!? Eu não quero morrer* pensou o ruivo.

— Então! Vai em frente!

— Ok ok… — sussurra com medo.

Ele pega num livro de canções religiosas e começa a cantar.

— OOOOOHHH… — ele é interrompido por bravus que avia reparado no tipo de musica que o ruivo ia cantar.

— Ok ok já chega!? — diz ele tapando os ouvidos — Eu já tomei a minha decisão.

— E qual foi a sua decisão, senhor? — pergunta Corvus, nervoso.

— Ele pode entrar no hotel, para ver se tira essas merda religiosas da cabeça!

Corvus estava feliz por ter conseguido fazer com que Jamson entrasse no hotel.

Jamson podia repara que Corvus sentia um certo medo quando estava perto de Bravus, isso era um pouco estranho.

— Ok, senhor, eu vou tratar deste assunto! — ele dá uma risada nervosa no fim da frese e depois aponta para Jamson.

— Podes ir. — responde Bravus com um tom frio na voz.

Corvus faz uma venia enquanto se afasta do grande demónio. Qando os dois saiem da sala, Corvus dá um suspiro de alivo.

— Passa-se alguma coisa? — pergunta Jamson.

— Não se passa nada, agora vamos ter com o recepcionista.

O demónio (Corvus) leva Jamson até uma pequena bancada que estava à entrada do hotel, nessa bancada estava um unicórnio, mas esse unicórnio tinha uma aparencia um pouco diferente. Ele era verde, tinha o chifre partido e desse chifre saia um ácido toxico que derretia tudo em que tocasse, ele tambem tinha uma cicatriz no olho esquerdo.

— Cuidado com o chifre, ok? — diz o unicórnio avisando Jamson — Ele é novo?

— Sim é… — diz Corvus.

— Ele não parece um demónio.

Corvus tenta desviar o assunto — Podemos inscrevê-lo por favor?

— É claro! Qual é o nome dele? — diz o unicórnio.

Corvus dá uma cotovelada no braço de Jamson, mas o mesno não falou, ele não queria ir para este hotel, queria voltar para casa para voltar a ver a sua filha e continuar a sua vida.

— O nome dele é Jamson Tod. — diz Corvus.

Jamson fica sem escolha e não faz nada, de repente ele começa a pensar na sua filha e em como ela deve estar triste por o seu pai não estar lá com ela.

O unicórnio começa a escrever umas coisas no computador, de repente uma mão pucha o braço do ruivo para um canto, quem lhe tinha pochado era uma molher de vestido laranja, ela aproxima a cara de Jamson e começa a sussurrar.

— Sabes aquele rapaz? — aponta para o unicornio — ele morreu turtorado por nazistas nos campos de concentração nazistas, por isso tem cuidado com ele.

O unicornio levanta-se da sua cadeira — EU OUVI ISSO, DELPHINA!

Corvus aproxima-se da mulher com uma voz sensual.

— Óh Delphina! Tu não queres começar uma treta com o novo ospede logo no seu primeiro dia, pois não?

— É claro que não Corvus! Eu nunca iria causar tal coisa! — diz ela disfarçando surpresa.

— Hey, Tod! Aqui está a tua chave! O teu quarto é o 789! — diz o unicórnio.

Jamson pega na chave e vai a correr para o seu quarto.

Lá dentro, Jamson pega no seu Nókia e tenta ligar para o telefone de casa, mas a chamada não dá em nada.

Triste, o ruivo pega na sua biblia e começa a lê-la.

— Tu não podes mecher com essas coisas aqui no inferno. — diz corvus entrando no quarto — Porque não uma biografia de Lionardo Davichi?

O demónio entrega um livro ao ruivo e tira-lhe a biblia. Jamson abre o livro e logo se depara com a frase "Eu pinto meninas".

— Áh! Esqueci-me de dizer que essa é a verção do inferno!

Jamson fecha o livro e deita-se na cama — Vou dormir, boa noite.

Corvus dá um largo sorriso e aproxima-se do ruivo, depois lambe-lhe o pescoço.

— O teu pescoço sabe TÃO bem! Tenho de experimentar mais vezes. — diz ele saindo do quarto — Agora boa noite Jamson.

 O demónio fecha a porta e o ruivo começa a refletir sobre o que se tinha acabado de passar, ele queria sair do inferno, mas não sabia como, de repente ele fecha os olhos e sonha com a sua filha.



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