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História O Infiel ( Mpreg ) - Capítulo 34


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Notas do Autor


Oi amores da minha vida aqui está mais um capítulo pra vocês espero que gostem.

Boa leitura.

Capítulo 34 - Capítulo 34


Fanfic / Fanfiction O Infiel ( Mpreg ) - Capítulo 34 - Capítulo 34

P.O.V. Vernon

Não aguento mais está grávido, dá vontade de arrancar logo esse menino da minha barriga, estou com 8 meses e só tenho dores agora, é dor nas pernas, nas costas e ainda pra piorar tem o peso dessa maldita barriga, eu passo o dia todo deitado na cama e quando me levando é pra comer ou ir no banheiro, que é muitas vezes por dia e eu odeio muito isso.

Mas as vezes me levanto pra ir na sala me deitar no sofá e assistir alguma besteira que tiver passando na televisão, já que não tem Netflix aqui pois meu primo diz que é sem necessidade, eu odeio isso também, na verdade tô odiando tudo agora, essa casa, o clima dessa cidade, as pessoas daqui, a comida, os programas de tv e principalmente minha gravidez.

Não era pra eu ter aceitado transar com Mingyu naquele dia, mas ele fez uma coisa que ninguém tem coragem de fazer pra mim pois dizem que não vale a pena pois sou uma puta, eu posso até ser mas sempre quis ganhar uma rosa vermelha, e ele fez isso dizendo que tava com saudades de mim, e isso amoleceu meu coração e por isso cedi.

Na hora eu fiquei tam feliz que nem percebi que ele queria só me usar pra se satisfazer e depois largar, então aceitei ir pro nosso quarto de motel, eu tinha que ir primeiro pois ele precisava fazer uma coisa antes e vinha já, então fui ficar esperando ele feito trouxa, eu nunca fui assim pra ninguém e fui ser logo pra quem não devia, mas eu não sabia qual seria o efeito de eu ganhar uma rosa.

Quando ele tava vindo aquele infeliz do Dino deve ter visto e vindo atrás escondido, e o idiota de Mingyu não fechou a porta como sempre, ai que ódio de tudo que aconteceu, eu amaldiçoou todo dia o dia em que decidir dar em cima de Mingyu, deveria nunca ter ficado com ele assim minha vida não taria essa merda que tá.

Ou se não fosse o filho da puta trocando meu anticoncepcional por remédio pra dor, eu taria tranquilo vivendo minha vida normalmente e pegando quem eu quisesse, eu estou sem ficar com ninguém desde quando descobrir a gravidez, acho que até desaprendi a beijar agora, isso é um inferno mesmo, devo está pagando pelo o que já fiz na minha vida.

--Pq você não vai dar uma volta nas ruas? Só ficar em casa faz mal. - meu primo disse me olhando.

--Eu não gosto das pessoas daqui. - respondi sério.

--É só não olhar pra elas. - ele disse como se fosse óbvio.

Eu apenas suspirei e revirei os olhos.

--Eu não vou sair, não gosto daqui. - falei sem olhar pra ele.

--Você vai sim, não quero que fique depressivo. - falou firme.

Eu o olhei indignado com seu tom de voz, ele não pode me forçar a sair pra rua.

--Vai me obrigar? - perguntei debochado.

--A casa é minha e se eu quiser até te expulso daqui! - disse alto e bem sério.

Eu fiquei assustado com o que ele disse e não conseguir nem responder, fiquei calado com os olhos arregalados.

--Mas eu só tô dizendo pra você ir caminhar na rua, e então vai ou não? - perguntou cruzando os braços.

Será que ele vai me expulsar se eu disser que não? acho que sim, vou logo dizer que vou.

--Não custa nada dar uma caminhada. - falei sorrindo.

Então me levantei e sair com a roupa que eu tava mesmo pois não era muito feia, eu tava com uma blusa fina amarela, um shorts preto e uma chinela havaianas, é só uma voltinha aqui pelas ruas então ninguém se importa em se arrumar eu acho, fechei a porta e dei uma olhada na movimentação e tinha um bocadinho de gente.

Eu comecei a andar calmo, eu olhava as pinturas nas paredes e as coisas nas lojas, tava tudo tranquilo até perceber o olhar do povo e uma mulher vim falar comigo.

--Oi meu jovem, eu queria saber, quantos anos você tem? - perguntou simpática.

Tinha mais gente com ela, pareciam um bando de curiosos sem nada pra fazer, tenho ódio desse tipo de gente.

--16 anos, pq? - perguntei com tédio.

Todos ficaram chocados e começaram a cochichar entre eles quando falei minha idade só pq estou grávido, eu odeio com todas as minhas forças está assim.

--E você está grávido? - outra pessoa perguntou muito assustada.

Parecia que eu estava com uma doença horrível, pois uns tinham pena, outros raiva e outros nojo de mim, eu estou tam constrangido que comecei a chorar na frente de todos.

--Isso é falta de responsabilidade, agora você vai sofrer tanto. - um menino falou com cara de pena.

--Você ficou dando pra qualquer um e agora tá chorando! - um homem disse com raiva.

--Eu tenho nojo de gente assim. - uma menina comentou.

--Aposto que foi largado. - alguém falou pros outros.

A cada coisa que eu escutava eles falando eu chorava mais, chegou um ponto que não aguentei e tentei correr mas a droga da barriga não deixava, foi a pior coisa que já vivi em todo minha vida.

Quando finalmente cheguei na casa do meu primo eu entrei rápido e chorando muito, ele viu e veio correndo até mim.

--O que aconteceu? - perguntou desesperado.

--Eles… falaram… coisas… horríveis… comigo. - falei complicado por causa do choro.

--Vem se sentar no sofá que eu vou pegar água com açúcar pra você se acalmar. - falou me levando pro sofá.

Eu sentei e esperei ele vim com a água, tudo que eu sabia fazer é lembrar do que aconteceu e chorar.

Quando ele me deu o copo eu bebi tudo de uma vez pois tava muito nervoso.

--Vamos pro seu quarto, hoje eu vou dormir com você. - falou sorrindo sem mostrar os dentes.

Ele me levou até o quarto e me deitou na cama e depois se deitou do lado, ele ficou fazendo carinho em mim até eu me acalmar e conseguir dormir.


Notas Finais


Eita o Vernon foi humilhado na rua, o que acharam disso? mereceu ou não?

Beijos e até o próximo capítulo.


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