História O inicio Do Fim - Camren e originais - Capítulo 3


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Apocalipse, Apocalipse Zumbi, Camila Cabello, Camren, Comedia, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Mortos Vivos, Romance, Suspense, Zumbie
Visualizações 50
Palavras 1.719
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Científica, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Que bom que vcs gostaram (algumas pessoas pelo menos) 😊😙😙❤


Vamos ao segundo capítulo?? Dúvidas ja sabem.

Capítulo 3 - Capítulo 2 - Cadáver


Narrador Pov

São Paulo, SP - 26/07/2018 - 14:20 P.M

Enquanto as meninas não se preocupavam com a informação passada pelo jornal, já que elas sabiam que no Brasil sempre tinha surtos de doenças, em São Paulo no hospital HGSP, às coisas já não eram bem assim.

O hospital estava cercado por vários jornalistas, estava o maior tumulto.

Tanto por emissoras de TV com o menor alcance, como também por curiosos que não tinham o que fazer.

A diretora do hospital estava no lado de fora tentando acalmar o alvoroço.

"Senhora Giovanna, o que a direção do hospital Geral de São Paulo tem a dizer a dizer sobre o incidente?" questionou um jornalista, com quase o dobro do tamanho da diretora, segurando um microfone.

Todos fazem silêncio, esperando a resposta da diretora.

"Como vocês ja sabem, a situação foi contida e o Enfermeiro esta sendo mantido em observação por uma equipe de médicos." a diretora responde alto o suficiente para todos os jornalistas ali presente, ouvirem.

"Senhora Giovanna Marcos, por favor, você pode virar um pouco o rosto para baixo?" outro jornalista falou empurrando um pouco pra cima o microfone.

Record. Era o logotipo que estava no microfone.

Desconcertada, a diretora do hospital olhou para os lados e em seguida posicionou o queixo conforme a orientação.

"Assim esta ótimo. Prossiga, por favor." falou o jornalista.

"Então, como eu ia dizendo, o enfermeiro foi estabilizado. Nós já entramos em contato com os familiares de primeiro grau, para prestarmos suporte nessa situação tão delicada." Explicou a diretora.

"E você, como diretora, acredita que novos incidentes como esse, podem voltar a ocorrer?" uma jornalista pergunta. Globo.

"Infelizmente sim. Nós ainda não pudemos detectar uma justificativa clínica para o comportamento violento do paciente, que causou todo esse transtorno. Por enquanto, estamos considerando qualquer possibilidade válida, inclusive a existência de um vírus quando esteja sendo propagado dentro do hospital. " respondeu a pergunta.

"Nossa! O que você está alegando é muito sério, seríssimo." Uma jornalista exclama e um burburinho começa.

"Eu estou sendo mais que sincera nesse momento. Assim como vocês, não tenho nenhuma informação sobre o que realmente está acontecendo lá dentro. Mas juntamente com o corpo administrativo do hospital, entrei em contato com unidades médicas das redondezas para que elas nos auxiliem na alocação dos nossos pacientes em leitos que estejam em locais mais seguros. " a diretora diz tentando acalmar as pessoas ali.

"Remoção?" Outro jornalista se pronúncia. "Você não acha que está sendo um pouco paranoica? Muitos pacientes estão internados nesse momento e em críticas condições para uma remoção forçada."

Cansada e sentindo a raiva se apossar dela, respondeu. "E é por isso que eu não ficar aqui perdendo o meu tempo com você. Muitas pessoas precisam de mim."

Giovanna deu as costas aos jornalistas e seguiu para a entrada do hospital. A todo instante chegavam ambulâncias e enfermeiros convocados com urgência para garantir o transporte e acompanhamento de todos que estavam internados ali.

Depois de conduzir perfeitamente a remoção de um grupo de pacientes, que seriam alocados para o outro lado da cidade, Giovanna entrou em sua sala e trancou as portas. Não queria mais dar entrevistas. Não estava disposta a continuar ignorando questionamentos de curiosos, para os quais ela não tinha respostas.

Seus nervos estavam a flor da pele. Era a primeira vez que algo dessa natureza acontecia sob sua direção.

Do lado de fora, uma equipe de policiais circundou o local de entrada com fitas amarelas, para afastar curiosos, e delimitou um perímetro de segurança.

Vários guardas de trânsito também foram convocados para auxiliar no controle do fluxo de carros, que começou a se tornar problemático com tantas pessoas na rua e no meio da pista.

Enquanto isso dentro do hospital, especificamente no subterrâneo, o paciente agressor foi sedado e colocado em uma solitária disponível na sala 12 B.

A infraestrutura médica era incrível, bem melhor que a disponível para os pacientes do SUS que precisamos dos serviços do hospital.

400 cirúrgicos, 2 salas para realização de exames complexos, como tomografia e ressonância magnética, uma ala de enfermaria masculina e outra feminina.

Isso sem mencionar as incontáveis salas particulares, com natureza ainda desconhecida.

Todas as salas esbanjavam claridade.

Pessoas que não tinham o costume de frequentar o subterrâneo relatavam um passageiro incômodo nos olhos, após uma primeira visita.

Fechaduras e travas de segurança em pleno funcionamento estavam presentes nas portas individuais das salas e também nas saídas majoritárias, que davam acesso ao andar superior do hospital.

O local não era vigiado por câmeras, mas uma equipe especial de militares foi alocada para proteger o perímetro de eventuais curiosos querendo vazar informações sigilosas.

O conhecimento acerca do subterrâneo do HGSP, sempre foi restrito aos pesquisadores.

Sendo segredo para a população e até mesmo para algumas autoridades, visto que os métodos de pesquisa utilizados nem sempre eram bem vistos pela sociedade.

Todo o andar tinha acesso restrito aos especialistas que trabalhavam com experimentos para estudos de epidemias, como os tipos mais mortais da dengue.

Mais tarde, por volta das 18:00 horas daquele mesmo dia, foi declarado o óbito do enfermeiro que tinha sido atacado no corredor do hospital.

As horas que precederam o óbito foram marcadas por surtos de febres, alucinações, internação em uma unidade de tratamento intensivo e uma parada cardíaca irreversível.

Os responsáveis pelo caso, decidiram não divulgar a morte do enfermeiro até que fossem descobertas as informações relevantes acerca do agressor.

O corpo foi encaminhado para o subterrâneo uma hora após o desligamento da aparelhagem que o manteve vivo após o ataque.

"Eu não consigo esquecer a ideia de que pode ter sido um micro-organismos letal." disse a médica, Rebecca Wilder, responsável pela a equipe que acompanhava o agressor. "Eu desconfiei que pudesse se tratar de raiva, mas se fosse isso mesmo, o mesmo enfermeiro não deveria ter morrido em tão pouco tempo. O vírus demora dias para poder se instalar e tomar o corpo da vítima por completo." complementou.

"É verdade. Acredito que seja hora de avisar a população. Se essa doença desconhecida for se alastrada, é melhor que as pessoas não estejam na cidade. " disse um dos ajudantes da médica. "Em contrapartida, é difícil pensar em um anúncio antes de entendermos o que de fato ocorreu com ele. O que vocês acham?"

Os murmúrios entre as pessoas da equipe médica, expressavam somente uma sensação: Medo.

Apesar de tudo Rebecca seguiu com pulso firme o local, tentado manter a situação sobre controle.

A equipe médica era composta por Rebecca, que comandavam mais dois médicos, um clínico geral e um infectologista. Ainda faziam parte, também da equipe, quatro enfermeiros e dois biomédicos.

O caso ainda continuava sem solução aparente.

As hipóteses, entretanto, eram muitas, porém a conclusão era uma só: Estavam lidando com algo que tinha o poder de destruição biológica inimaginável.

"Doutora Wilder, o presunto está aqui fresquinho." disse um homem calvo, entrando e interrompendo a reunião, que ocorria na sala 18A. Ele entrou empurrando uma maca coberta por um lençol amarelo.

"Mas respeito, rapaz. Esse homem que você carrega neste instante teve uma vida, uma história e também uma família inteira. Você não deve tratá-lo dessa forma, só porque ele está morto." o repreendeu seriamente.

O homem calvo apenas deu de ombros e se afastou da maca.

Um dos enfermeiros se aproximou e retirou o lençol que cobria o corpo, revelando um saco plástico especial envolvendo-o da cabeça aos pés, para preservar ao máximo o estado dos seus tecidos orgânicos.

"Nossa, o cheiro desse cadáver está muito forte." comentou um dos enfermeiros ao fazer uma pequena abertura no plástico para coletar amostras de tecido epitelial. A sala 18A foi tomada por um cheiro horrível, que expulsou todos os integrantes do grupo de pesquisas, exceto o enfermeiro Fernando.

O corpo encontrava-se em um estado de decomposição bastante acelerado. Já era possível ver detalhes do intestino grosso na região abdominal do cadáver.

Aproveitando aquele valioso instrumento de estudo, Fernando pegou uma lâmina bastante afiada e iniciou um corte na altura do pescoço, estendendo-o até o centro da barriga do espécime.

Enquanto a lâmina passava, cortando a pele, pedaços de carne morta e sangue semi-coagulado eram expulsos através do corte, fazendo o terrível odor ficar mais forte e tomar a sala por completo.

“Caramba, acho que eles deveriam aumentar o meu salário umas cinquenta vezes depois de me fazer passar por isso. Esse cara não deve ter tido uma morte muito feliz.” falou abanando o ar.

Fernando notou um som estranho como uma leve brisa. Estando sozinho com um defunto um tanto curioso, sentiu todos os pelos de seus costas levantando bem devagar.

O arrepio foi tenebroso.

Ele continuou o procedimento com um aparelho para a abertura do tórax.

Precisava coletar tecidos pulmonares e cardíacos. Após pressionar o aparelho na posição correta, ele fez a primeira tentativa de intrusão, ouvindo estalos de ossos se rompedo, mas a abertura não foi suficiente.

Na segunda vez, utilizou um pouco mais de força e, após ouvir mais ossos estalando, pôde ouvir e também sentir o momento em que o aparelho não só atravessou o tórax, como também perfurou o pulmão esquerdo do cadáver.

“Uau, até hoje me pergunto porque eu escolhi essa profissão.” resmungou ele sozinho após ver a nojeira que tinha se formado em sua frente.

Mais um suspiro chegou ao seus ouvidos. Fernando se levantou de prontidão, derrubando uma cadeira no canto da sala.

Aproximando-se do cadáver, Fernando notou movimentos estranhos nos pulmões expostos.

O cadáver parecia respirar em ritmo irregular.

No momento em que confirmou que os suspiros vinham do cadáver, Fernando correu pra fora da sala, indo de encontro com a equipe médica.

Precisou passar por três salas vazias e virar o corredor para encontrá-los no 22A.

“Doutora Rebecca, o enfermeiro morto está respirando.” disse ao entrar na sala esbaforido.

“Como assim?! isso é impossível.” retrucou um dos médicos.

“Você tem certeza disso? Viu mesmo ele respirando?” murmúrios começaram a surgir de todos os lados da sala.

“Pode ter sido só um movimento involuntário dos pulmões. Não faz tanto tempo assim que ele faleceu. Alguma atividade elétrica pode ter permanecido. " Dra. Rebecca falou, procurando encontrar algum senso na situação.

“Eu mesmo vi o atestado de óbito que foi emitido pelo hospital.” Fernando disse, “Mas eu sei o que vi.”

“Não temos tempo para dúvidas, vamos.” Rebecca disse impaciente.

Em meio ao desespero que se iniciava no 22A, ela seguiu para a sala, onde estava o corpo do enfermeiro. Todos os outros médicos a seguiram. 

Antes tivessem ficado quietos no 22A.

“Pessoal, acho que temos problemas.” Dra. Rebecca falou interrompendo o burburinho atrás de si. 

"O cadáver sumiu."


Notas Finais


Eaiii?? Ainda querem que eu continue??

Quando vcs comentam ou favoritam, me ajuda bastante. Me faz saber que vcs gostaram

Byeee fofiss ✌


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