História O Início do Nosso Começo - Capítulo 2


Escrita por: e CandyNyan

Postado
Categorias Fullmetal Alchemist
Personagens Personagens Originais
Tags Fma, Fmab, Fullmetal Alchemist, Mustangxhawkeye, Riza Hawkeye, Roy Mustang, Royai, Royai Fanfic, Royxriza
Visualizações 43
Palavras 3.343
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


YOOOO, MINNA-SAN!


Primeiramente eu gostaria de avisar que essa fanfic era uma one. Mas com tantas idéias que brotaram em minha mente, decidi deixá-la com mais de 1 capítulo. A continuação é direta, então se ainda não leu, leia o primeiro capítulo para saber o que aconteceu <3



E finalmente, aqui está o capítulo 2! * __ *



Preparem o kokoro, e se preparem para as emoções!

Capítulo 2 - A hora chegou.


Fanfic / Fanfiction O Início do Nosso Começo - Capítulo 2 - A hora chegou.

4 meses depois.





Amestris - Cidade do Leste, 18:57pm





O tempo já havia passado desde o dia no qual o casal sentiu os chutes do pequeno bebê pela primeira vez. Riza já estava em seu sétimo mês de gestação, e cada dia que passava,  aproveitava e sempre entrava em conexão com o pequeno ser, que agora estava bem mais agitado e ainda mais saudável. Roy podia se ver mais alegre do que nunca, estava ansioso demais para o tão aguardado dia, mas ambos fariam de tudo para respeitar as leis naturais da gravidez, esse era o máximo que podiam fazer. Em pouco tempo, o moreno já poderia imaginar o pequeno pacotinho embrulhado em seus longos braços, isso com certeza, era algo que mexia totalmente com ele.



A loira aos poucos, conseguia se enxergar como uma futura mãe, era difícil, porque a jovem se lembrava de seu passado. Como Riza poderia ser mãe? Será que ela seria uma boa mãe? Estes eram os pensamentos que vagavam sobre sua mente. Mas e os seus instintos maternais? Por que eles sempre existiram sem nunca ter cuidado de uma criança antes? Será que Riza sempre teve seu instinto maternal? Isso foi algo que aos poucos, a futura mamãe foi descobrindo.




Sua barriga era grande demais para quem estava no sétimo mês, seus pês ficavam inchados e era difícil dormir a noite, Riza acordava toda hora com vontade de urinar ou de comer alguma coisa. Mas Roy não ficava estressado com isso, ele queria ajudá-la de qualquer maneira possível, e sabia que ela estava se esforçando ao máximo para não ficar oscilando de humor, isso era muito difícil, mas a jovem moça tinha o cuidado suficiente para enfrentar cada uma dessas coisas. Ela não era como algumas moças que fazem um inferno na vida do marido, sim, os hormônios não podem ser controlados, mas ela se acalmava e pensava em tudo o que Mustang estava fazendo em todo o seu esforoço. Afinal, o casal queria aproveitar todo o momento que tinham durante a gestação, e mesmo que o moreno tivesse que ficar acordado a noite inteira fazendo massagem no corpo da loira, isso era excitante e extremamente agradável, pois já era um costume. Em cada mês, ele a levava para fazer o pré-natal, os dois acompanhavam juntos o crescimento do filhotinho. O moreno tinha o costume de apertar com cuidado a barriga para observar como o seu bebê se mexia, e também poderia ver o sofrimento de sua esposa, que já estava ficando cada vez mais sensível. 





Ela brigava, e até mesmo gritava quando as coisas pareciam ficar mais difíceis, porém, isso sempre acabava com:



"Você está indo tão bem. Me perdoe por tudo isso, de verdade. Eu te amo demais, meu amor."





Aos poucos, a casa do casal foi melhorando e crescendo ainda mais, e agora, havia mais um quarto, aquele pequeno e lindo quarto da cor amarela clara e decorada com detalhes brancos, algo muito simples, mas encantador.




Roy adentrava em seu quarto, que agora, andava um pouco bagunçado por conta de arrumações que o mesmo fazia para esvaziar algumas coisas que estavam por lá, e assim que entrou, viu a mulher mais linda de sua vida, com sua típica timidez.




- Roy.. minha barriga está crescendo. - Disse Riza, que se olhava no espelho, acariciando sua barriga inchada que estava a amostra, com vergonha de que seu marido reparasse nas estrias. - Parece que alguém anda se divertindo muito por aqui. 



- Meu amor, esse barrigão está cada vez mais lindo. - Mustang chegava perto da loira, e acariciava suas costas, passando a mão por dentro de sua blusa, e sentindo o doce perfume que ela estava usando naquele dia. - Não tenha vergonha de suas estrias, está sendo mais um de seus charmes agora, nada te deixa feia, você está linda, minha princesa. - Ele a beijava pelo pescoço e rosto, os carinhos e palavras chegavam junto com as mesmas atitudes, pois aquilo fortalecia mais o amor dos dois. - Adivinha quem vem nos visitar hoje?




- Eu sinceramente não sei, tantas pessoas estão nos visitando ultimamente... - Dizia, enquanto deitava sua cabeça sobre o peito dele, enquanto se relaxa sobre o corpo do mesmo, procurando por uma posição confortável.




- E se eu te disser que ele é o seu vovô? - Roy brincava ao afirmar isso, porque sempre se lembrava de Grumman vestido de senhora, e vendo assim, nem podia se passar pela cabeça de que aquele senhor é avô de uma mulher culta como Riza.




- O quê? Ele vai vir aqui? - Se assustou com a menção de seu avô, mas de acordo com o tempo, a jovem foi voltando a ter uma forte intimidade com o antigo Führer, mas ainda sentia um pouco de vergonha.




- Sim, minha boneca. Mas olhe para mim, vai dar tudo certo, ok? Eu vou estar com você o tempo todo, afinal, não precisa de formalidade alguma, pois ele é o seu avô. Não precisa ter vergonha. - O jovem abraçava-a com cuidado, e a presenteava com muito beijos e palavras carinhosas, gestos assim faziam a loira se emocionar, ainda mais naquela situação.





Passaram-se por volta de 3 horas, no momento em que a campainha da casa dos Mustang tocava. Não era supresa, pois ele já havia chegado lá na hora certa, com duas bolsas repletas de presentes. 






- Roy! Roy!!! Eu não posso ir lá agora, atenda, por favor. - Riza gritava do banheiro onde estava colocando sua roupa após o banho, e continuou até o mesmo atender, pois a loira estava com dificuldade de colocar a roupa porque sua barriga a atrapalhava em certas posições, mas não queria atrapalhar o jovem moreno, essa era a sua teimosia de sempre. Mas o que ela mais queria naquele momento, era que ele pudesse atender o seu avô de uma vez por todas!




- Roy, cadê você? - Riza perguntava, preocupada.





- Liz,  eu estava colocando comida para os filhotes do Hayate e da Snowball, perdoe a demora. Já vou atender o Grumman, desculpe o atraso.




- Disponha, amor. - A jovem jogava um beijo para ele, como um agradecimento por finalmente ter a ouvido.




Grumman entrou na casa com vários presentes em suas mãos, era nítido ver que eram coisas de bebê, a alegria dele era a melhor, também estava empolgado para conhecer o novo rostinho em breve.





- Então a minha bebê está carregando um outro bebê?! Eu realmente estou ficando velho!  Isso é tão emocionante! - O velho e antigo Führer acariciava a barriga de sua jovem neta, não parando de beijá-la. A felicidade era tanta que se emocionou ao sentir o pequenino chutando.




- Ele chuta toda hora, tão pequenino, mas tão empolgado! - Mustang admirava a barriga de sua esposa se mexendo, momentos como esse o deixavam com seu coração mole.




- O nosso filho gosta de brincar quando estamos tentando dormir, mas sempre quando isso acontece, seu papai está lá para acalmar. - Sorria verdadeiramente para o marido enquanto dizia sobre o quão travesso estava sendo seu bebê.




- Algo me diz que é uma menininha. - Grumman dizia enquanto conversava com Riza.




- Sim, vovô. Eu também estou sentindo isso. - Ela se deitava no sofá enquanto apoiava sua cabeça para tentar relaxar, até decidir ir sentar-se em uma das cadeiras da mesa de jantar, Riza queria relaxar sua coluna, que já ficava bastante dolorida, e esse era um dos principais motivos de Roy ter que ficar acordado para fazer massagens nela.





- Vocês precisam ver os presentes que eu trouxe para o bebê! Acho que irão gostar.





- Presentes? Roy, você ouviu isso? Nosso filhinho ganhou mais presentes! - A loira ficava muito emocionada e alegre ao ver tantas pessoas presenteando e aguardando a chegada do bebê Mustang, que já estava encantando  todos sem nem ter nascido.



- Sim, minha linda, é tão bom ver isso, a paternidade é realmente maravilhosa, estou sentindo isso aos poucos. - O jovem se lembrava dos tempos no qual Hughes dizia sobre a paternidade, e como era bom ver sua filha ganhando presentes e encantando as pessoas. Agora sim, Mustang podia entender, e ia entender ainda mais o que estava por vir.





Animados, abriram os presentes. A maioria eram roupinhas, fraldas, lenços umidecidos, chupetas e mamadeiras. Esse era o mundo de boneca da loira, ela, que sempre quis ter uma casa de boneca quando pequena, e também bonecas bebês, agora estava prestes a ganhar de verdade, e com vida.





Os minutos se passaram, os três foram jantar, conversaram, riram bastante, se lembraram dos tempos em que Riza era a linda Hawkeye, a encantadora Olhos de Falcão, e também de quando Mustang era o Coronel Inútil, sim, Riza não havia mudado nada além do sobrenome, e Roy não era mais Coronel, nem inútil. Mesmo se irritando com a menção de que era um inútil, era divertido se lembrar desses tempos, tudo estava sendo tão nostálgico. As lutas que enfrentaram, tudo isso rendeu em um grande filme na mente dos três. Ambos passaram por milhares de situações até chegarem onde estão hoje, casados, e agora, esperando pela chegada do bebê. O filhotinho, o pacotinho do casal.




Já estava ficando tarde, quando Riza pareceu estar incomodada naquela posição, e seu sono estava chegando aos poucos.





- Acho que preciso descansar, o bebê mexeu. - A loira tentou se levantar com cuidado, enquanto seu marido foi fazendo massagens circulatórias por suas costas, na intenção de que a pressão dos pés do bebê parasse, e com cuidado, foi ajudando-a se levantar e andar até o quarto.



- Você precisa dormir, minha boneca, eu quero ver esse pequenino mais agitado amanhã! Boa noite, minha dama. - Dizia Grumman, enquanto andava ao lado de Mustang, até chegar ao quarto dos dois.



- Boa noite, vovô, fico graciosamente feliz por ter nos visitado. - Abraçava e beijava seu avô, que ficava tocado com tal cena.





A loira escovou os dentes, e assim quando retornou do banheiro, sentiu pressões mais fortes, o que fez Roy se sentar na cama e colocá-la em seu colo, se balançando devagar até ela se acalmar.




Os "gritos" de Riza eram melódicos, excitantes e faziam com que a mesma relaxasse no colo do moreno, sentindo ele se balançar, foi ficando relaxada, enquanto "gritava" com a doce e calma voz.



Ela gritava para aliviar a dor que sentia, pois o médico havia dito que alguns problemas e dores mais fortes na região abdominal poderiam vir com mais frequência, e que o bebê só iria mudar de posição nos próximos meses, fazendo com a gestação ficasse bem mais sensível, algo comum. Muitas moças enfrentam a gravidez de maneiras diferentes, de acordo com o corpo, mas Riza estava sensível demais, ainda não sabia o que ia acontecer pela frente. A loira se lembrava de quando Roy disse que seu corpo era perfeito para carregar e dar a luz a um bebê, mesmo sendo difícil de segurar – porque era magra demais para isso – a loira estava lutando para ficar com um peso normal e saudável durante a gestação, mesmo que tudo pudesse dar certo no final. A outra médica da jovem também afirmou isso, havia dito que na hora do parto, o bebê poderia passar mais rápido, com cuidado o suficiente, até lá, Riza e Roy já estariam preparados o bastante, ambos estão se preparando e iriam esperar tudo em sua hora, não iriam necessitar de um hospital, eles queriam um parto da maneira mais natural e tranquila possível.




Até ali, tudo estava indo perfeitamente bem.






- Ela está relaxando, enquanto isso, eu fico acariciando a barriga até o bebê se acalmar, isso faz com que Liz pegue no sono mais rápido.



- Como se parece com um anjo... Tão linda e radiante, assim como sua mãe. - Seu avô via a imagem de sua falecida filha em Riza, era inacreditável o quão podiam se parecer, e agora, ela finalmente seria mãe. Mas infelizmente, não estaria lá para ver isso.



- Ela é um anjo, o anjo que me tirou da escuridão. - Encostava seu rosto no dela, e beijava lentamente seus lábios.



- Riza conseguiu mostrar suas forças para você, não é? Ela sempre esteve lá quando você precisou. - Grumman mencionava sobre os momentos em que Roy havia entrado em depressão após a guerra de Ishval, a época mais difícil durante toda a sua vida.



- Sim, meu amor sempre esteve lá, e eu, o idiota de sempre, só notei depois. - Falava enquanto acariciava o rosto da loira enquanto cochilava e relaxava em seu colo, encarar um rosto tão tranquilo e sereno, era como estar observando a própria paz.



- Mas você percebeu que não pode viver sem ela, e isso você percebeu há muito tempo. 



- Sim, eu percebi isso há muito tempo. - Mustang afirmava a maior verdade de sua vida.




- Estou totalmente orgulhoso de vocês, é uma honra poder viver e ver que você a faz mais que feliz. Obrigado por completar a vida dela, Mustang. - Grumman dizia enquanto saía do quarto, caminhando até a saída da casa.



- Estou fazendo o que eu sempre quis fazer, de verdade. - O jovem Mustang olhava Riza enquanto refletia sobre as palavras que haviam saído de sua boca, vendo nelas, a verdade por trás de tudo. - Boa noite, senhor Grumman, desculpe não acompanhá-lo até a porta, mas o senhor sabe que é por um motivo maravilhoso. 



- Relaxe, meu jovem. Fique com a minha boneca, cuide dela, por favor. - Avisava enquanto saída do quarto, em direção à porta.





"Cuidarei dela até o fim da minha vida."







Algumas horas se passaram e Riza havia acordado naquela madrugada, quando percebeu que Roy estava sentado na ponta da cama, lendo um livro no qual parecia ser sobre partos. No mesmo momento, sentiu fortes dores na barriga, fazendo com que a loira gritasse de dor.




- Liz, Liz! está tudo bem, se acalme! - Mustang a abraçava e beijava seu rosto, brincava com seus cabelos e susurrava palavras que a fariam relaxar até fazer com que ela se acalmasse. E assim que a loira se acalmou, o jovem fez uma pergunta que para ele, era fofa demais.



- Amor, por que você demorou para me dizer que estava grávida? - Perguntava enquanto puxava sua blusa para cima, e a deixava relaxando em seu colo, fazendo massagens em suas costas nuas.



- Eu não sabia como contar, queria fazer uma supresa mas, você descobriu antes, e isso foi muito melhor. - Acariciava a barriga com as mãos por cima das de seu marido assim que a massagem parou, esse era um dos gestos que faziam para entrar em uma conexão mais profunda com o pequeno bebê.



- Desde o momento em que seu apetite aumentou, eu já havia suspeitado. - Brincava com a loira enquanto susurrava para a mesma.



- Engraçadinho, você sabe que isso é normal. - Falava no momento em que tentava abraçar seu próprio corpo, na tentativa de aliviar a dor.



- Eu sei disso, e sei que tudo vai melhorar, vai dar tudo certo meu amor. - Roy a beijava na testa, enquanto a deitava lentamente.




Esse era um dos momentos mais marcantes da gravidez do casal.






Amestris - Cidade do Leste, Sexta- feira, 06:22am





Exatos 3 meses se passaram e Roy estava a cada dia mais ansioso e confuso, não sabia mais se devia ir ao trabalho ou ficar em casa, é claro, o jovem queria fazer de tudo para ficar em casa pois o moreno não podia deixar a sua esposa sozinha, ainda mais naquela situação, e mesmo assim, Riza insistia para ele ir ao trabalho. A gravidez havia passado do momento previsto para ser a "reta-final", o casal já estava no décimo mês de gestação. Ela ficava sem forças, sua barriga era grande demais e estava cada vez mais sensível. Porém, a jovem não queria dar trabalho, se nos dias em que seu marido ficou em casa, e o bebê não nasceu, por que o outro dia seria diferente? Mustang não ia dar atenção para isso, pois sabia que a qualquer momento a bolsa poderia estourar, e queria estar ali, para presenciar tudo isso. 





- Por favor amor, pode ir para o Quartel General, qualquer coisa eu ligo e você corre pra cá. Tudo bem? - Riza falava enquanto se contorcia na cama, até Roy perceber isso e conseguir derrubá-la com cuidado para ficar em uma posição melhor. - Está tudo bem, papai? 





- Está sim, Liz. Mas ainda estou pensando se devo ir ou não. E você sabe que eu não posso te ouvir, ainda mais com você prestes a ter bebê. - O jovem moreno ajudava a loira a poder sentar na cama, enquanto isso, sua barriga estava para baixo, o sinal era de que o bebê já estava na posição certa, e a impressão que tinham, era de que a barriga poderia explodir a qualquer hora.





- Pelo menos hoje, vá trabalhar, mas não volte tarde, você deve estar com vários relatórios. 




- Relatórios não chegam aos pés de uma gravidez Liz, você sabe muito bem disso. - Mustang falava e olhava para os olhos preocupados de sua mulher, que ao ouvir isso, estava nervosa e sentindo pontadas fortes na região do abdômen, mas insistia em dizer que estava bem, ela estava mentindo... tudo isso para não preocupá-lo.




- Eu sei. Mas faça isso por mim.





- Por você e por mim, eu necessito ficar aqui, lembrando que não sei se realmente vou hoje. Mas vou fazer o que posso fazer. - Beijava-a indicando que ia sair do quarto, e assim que saiu, Hayate foi correndo para a cama deles, onde tinha o costume de ficar deitado sobre a barriga de Riza.




Roy não sabia qual decisão tomar, não queria deixá-la nos últimos momentos de gestação, naquela situação, qualquer coisa que envolvesse isso, mexia com ela de uma certa forma. O moreno pensava, e pensava... mas nenhuma idéia chegava em sua mente. Tudo aquilo só o fazia querer ficar lá. Por mais que ela brigasse ou gritasse com ele, sabia que estaria fazendo isso para cuidá-la, aquela seria a melhor decisão de todas.







Riza estava descansando tranquilamente enquanto Roy estava preparando o café da manhã para os dois, quando começou a sentir pontadas cada vez mais fortes no abdômen, haviam se passado cerca de 40 minutos após a conversa do casal, e as dores chegavam com mais intensidade, o que fazia a loira ficar desesperada.





"- Mas já? Será que realmente estou entrando em trabalho de parto? Meu Deus, e agora? Será que eu estou pronta?"





Ela pensava nisso cada vez mais, quando sentiu uma pontada mais forte que a outra, indicando que era realmente um trabalho de parto.








- Roy!







O moreno escutou o grito de sua esposa, era um grito desesperado e inseguro, parou tudo o que estava fazendo para ir até lá, e quando chegou, percebeu que a hora tão esperada, havia chegado.





- Ah, ah! Roy! - Riza começou a respirar devagar, controlando a respiração, enquanto acariciava sua barriga e gemia sentindo as pontadas ficando cada vez mais fortes e tensas. - Estou...sentindo...as pontadas... Roy, me ajuda, por favor! - Ela começava a chorar de dor, isso não era nada fácil de ver, pois tal cena partia o coração dele, literalmente.




- Estou aqui, Liz, se acalme, se acalme... está tudo bem, eu estou aqui. - Susurrava essas palavras em seu ouvido, como um mantra, até Riza finalmente relaxar. Quando Roy sentiu o lençol da cama úmido, levantou o lençol para cima e com cuidado, afastou as pernas da loira, ainda desnorteada, queria saber o que era aquilo exatamente.





- Liz, a bolsa estourou. - Ele dizia, sorrindo e com lágrimas nos olhos. - A hora está chegando. - Brincava com os dedos sobre a barriga dela, na intenção de querer distraí-la enquanto sentia as dores tensas.




- Eu fiquei com medo de achar que não tive tempo de usar o banheiro, mas eu senti uma pressão forte assim que você chegou. Eu acho que... ele quer vir ao mundo.









"Ele quer vir ao mundo."










O que era ouvir aquelas palavras tão bem formadas? Já estava chegando a hora, ele finalmente seria pai.






Mas, como ele poderia ser pai? 





Hughes sempre esteve lá como o principal exemplo.





Será que Roy seria um bom pai? 





Tudo isso dependia dele mesmo.







Ele estava indo tão bem.


Notas Finais


Eu realmente sempre imaginei o Roy chamando a Riza pelo apelido :3 <3



Se preparem para mais emoções no próximo capítulo. S2



Kissus de cristal da Tia Setsuna <3


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