História O Inverno Chegou! - Capítulo 6


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Daenerys Targaryen, Jon Snow, Tyrion Lannister
Visualizações 35
Palavras 1.331
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Aposta suicida!


A guerra se inicia e o exército de Jon, com seus cavalos, parte em direção a Companhia Dourada, que liderada por Harry,  avança com a cavalaria. No ar, Drogon lança fogo para o alto, indicando o sinal de ataque para a frota liderada por Yara, que avança em direção a Euron. Após dar o sinal para Yara, Daenerys ataca ferozmente a retaguarda da companhia dourada que ficou aguardando para avançar. Nos muros diversos soldados tentam acertar Drogon e Daenerys, que ataca com fogo as balestras e derrota muitos deles, mas Drogon é atingido por um enxame de Flechas que partem dos soldados Lannister dentro da capital, forçando Daenerys a recuar para não ser atingida e poupar seu último filho vivo.

Dentro da capital, Jaime Lannister está preso numa sala na fortaleza vermelha, ouvindo alguma movimentação, ele percebe que a guerra se iniciou, quando estava prestes a tentar uma fuga suicida, ao pular de uma janela quase sem chance de sobrevivência, Bronn abre a porta, com os soldados mortos ao fundo. Jaime faz uma cara de aliviado e desiste da ideia de pular:

– Você não me deixaria morrer. –  Disse Jaime.

– Claro que não, você ainda me deve e eu vi o exército, os dragões, você parece ter mais chance de me pagar no momento. – Completa Bronn.

Da janela da Fortaleza, Cersei vê Daenerys recuar com seu dragão e abre um sorriso, percebendo que a Targaryan não destruiria os portões, pois precisa deles, e que iria recuar por causa das flechas, ela se sentiu invencível. Ao passo que tudo isso ocorria, no mar, as duas frotas Greyjoys se encontram e Euron está levando muita vantagem, ele tem mais experiência e mais barcos, apesar da diferença numérica dos exércitos ser favorável a Yara.

Ela então percebe que o comando do tio é forte e decide enfrentá-lo de frente para derrotar o líder e fazer com que o resto dos nascidos de ferro a sigam e desistam da luta. Mas apesar de muita procura, não encontra o navio de Euron e segue sua longa luta de navio em navio, em busca de derrotar seu tio. De repetente, ela é pega de surpresa, Euron pula disfarçado de um navio e a golpeia, vendo o golpe do tio, ela consegue desviar em parte e é somente atingida no braço:

– Não achou que eu ia ficar a vista para ser queimado vivo né?! A garota dragão quer me matar, mas não acho que ela vá fazer isso se você tiver comigo. – Os demais homens de Euron invadem e matam todos os homens de Yara que estavam no barco, o Capitão tira seu capuz e coloca uma faca na garganta da sobrinha ao mesmo tempo que olha para cima e ri. Daenerys, que vendo a derrota eminente de sua frota, sobrevoa o mar, percebe a cena, para em frente ao barco de Euron, que olha para a rainha e grita:

– VOCÊ ACHOU QUE IA ME PEGAR? VOCÊ DESTRUIU MUITOS DOS MEUS NAVIOs, MAS DESSA VEZ ESTOU PREPARADO, FICAREI SEGURO AQUI E UMA HORA OU OUTRA UMA BALESTRA TE MATARÁ. E ENTÃO? O QUE FARÁ, RAINHA DRAGÃO? – Yara, com a faca no pescoço da risada.

- O que está morto, não pode morrer! – Grita Yara para a rainha.

– Qual a graça? A morte eminente te deixou louca sobrinha? – Diz Euron, que ao terminar de dizer a frase, ouve finalmente a resposta de Daenerys para sua pergunta:

– DRACARYS! – Ordena a rainha, observando a cara de desespero de Euron.

– Você não é o único louco tio! – Diz Yara antes do fogo de Drogon atingir os dois e queimar todo o navio, levando os últimos Greyjoy à morte.

Após a morte de Euron, a frota é derrota e Brienne chega aos portões, começando a invasão à capital. Antes dos soldados subirem os muros, Daenerys queima aqueles que os guardavam, facilitando a invasão e permitindo que um grande número de soldados entrasse ao mesmo tempo. Assim, aqueles que guardavam os muros, acabaram se vendo obrigados a lutar e depois de algum tempo, sofrem a derrota já que era uma área pouco guardada, isso devido a expectativa de que a frota de Euron fosse segurar todos por mais tempo. Com portões abertos, começa a invasão do exército liderado por Brienne King’s Landing adentro. Ela vai em direção ao portal principal. 

Perto do portão está Jaime, que fica pensativo olhando para o exército Lannister de sua família, e pensando na possível morte de sua irmã. Neste momento, apesar de ter dito que estava pronto para sacrificá-la, ele se lembra da barriga dela, que estava grande, era seu filho e ele não poderia deixá-lo morrer. Assim, Jaime ergue sua espada e faz um discurso:
– Meu nome é Jaime Lannister, herdeiro de Casterly Rock, líder do exército Lannister e eu assumo o controle do meu exército a partir de agora. Todos vocês, seremos atacados por trás, preparem-se para se proteger e proteger a rainha! – Com certa resistência, os Lannister acabam aceitando a ordem.

Assim Jaime leva seu exército em direção a Fortaleza Vermelha. Alguns homens ficam para trás com a função de manter o portão fechado. Neste momento, surgem Bronn e Sandor Clegane, que matam os homens que sobraram e abrem os portões. Eles então se dividem e saem um para cada lado. 

Enquanto isso do lado de fora, uma feroz guerra acontece, um desastroso combate que dizima o exército dos imaculados e boa parte da companhia dourada. Após notar que os portões abriram, Jon avança em direção a capital, para tentar chegar à Cersei e acabar com a guerra de vez. Porém, enquanto avançava, o comandante da companhia o desafia e após algumas trocas de golpes, a luta é interrompida por Verme Cinza, que assume a luta e manda que Jon avance.

Dentro da cidade, enquanto avançava, Jaime é sobrevoado por Daenerys e Drogon, ela o vê liderando o exército Lannister e pensa em queimar todos, mas nota que as casas em volta estão cheias de pessoas inocentes, então desiste da ideia ao notar também que Brienne avançava em direção a ele. 

Os dois recentes amantes se encontram, dessa vez no campo de batalha, sob olhares tristes, Brinne questiona o porquê de Jaime estar fazendo aquilo:
– Eu pensei que conseguia, mas não consigo, não posso deixá-la morrer, não posso deixar meu filho morrer, ainda espero que Daenerys vença e tome a cidade por que precisamos sobreviver aos mortos, mas pretendo morrer protegendo eles dois o máximo que puder, nem que fiquemos presos durante semanas numa sala da Fortaleza Vermelha! – Responde o Lannister.

– Não posso permitir que me impeça de avançar! – Diz Brienne, com a cabeça levantada, mas com os olhos lacrimejados.

–  Parece que terei minha revanche então! – Completa Jaime, antes de partir para cima com seu exército.

Enquanto isso, Jon avança acompanhado por alguns soldados em direção a Cersei, mas para por um momento ao notar que Daenerys está voando na direção da Rainha também. De longe ele vê Drogon parar em frente a uma janela da Fortaleza Vermelha.

– Não, não faça isso! – Implora o Stark de longe. Que com alívio nota que Drogon apenas pousou na sacada e não queimou nada.

Lá dentro, Daenerys desce de Drogon e encara Cersei, que manda que o Montanha mate a Targaryan, mas ele recua após Drogon encará-lo.

– Ele não vai recusar uma segunda ordem, tem uma armadura poderosa e um resistência incrível, acho que ele aguenta as chamas tempo suficiente para te matar – Diz Cersei, bebendo seu vinho.

– Talvez ele aguente, mas o fogo mataria você também! – Responde Daenerys.

– Tudo bem então! Vamos beber e ver quem retornará primeiro, meus homens ou os seus. E então faremos nossa aposta suicida! – Completa Cersei, enquanto serve uma taça de vinha para Daenerys.

- Vou passar! – Responde Daenerys, enquanto Cersei prova o vinho, na intenção de mostrar que não está envenenado. – Não tenho medo de veneno, tenho outros motivos! – Completa Daenerys.

- Entendo! – Responde Cersei com sua típica expressão de desprezo, olhando para a barriga da Targaryan! – Vermes se reproduzem rápido, aparentemente!



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