História O Inverno Sem Fim - Capítulo 17


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 2.828
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Em momento algum eu coloquei essa história como terminada. xD
O final não está tão perto, mas também não está tão longe~
Leiam as notas finais.

Capítulo 17 - Broken Mistakes


Abriu os olhos aos poucos, sendo acordada pela forte dor de cabeça. Ao perceber que não estava em seu quarto e que não estava usando roupa alguma debaixo do lençol, sentou-se na cama num pulo e praguejou mentalmente "Puta merda!!" ao sentir a dor aumentar, fazendo com que parecesse que sua cabeça ia explodir a qualquer momento. Segurou o lençol contra seu corpo, cobrindo-o, com uma mão e com a outra, levou até a cabeça num reflexo. Fechou os olhos e quando sentiu a dor amenizar um pouco, os abriu novamente. Observou o cômodo que estava e encontrou o vestido que estava usando noite passada. E então lembrou-se. Abriu um pequeno sorriso quando sua mente foi invadida por momentos da noite passada com Phelipe. As danças, os beijos, os toques... E pela primeira vez, depois de muito tempo, não se sentia arrependida de ter feito algo. Era algo que ela desejava há tempos, e que só aumentava toda vez que se encontrava com ele.

– Achei que iria acordar com dor de cabeça, mas acho que me enganei. – zombou, ao observá-la sorrir.

Olhou para a porta do quarto, e encontrou Phelipe encostado na mesma, usando apenas uma calça moletom preta e segurava um copo d'água em uma das mãos e na outra, uma cartela de analgésicos. Rias reprimiu uma risada ao ver aquela cena.

– Se enganou?! Acordei quase morrendo! – soltou um pequeno grunhido, ao sentir a cabeça doendo um pouco mais. – Me dá logo esse remédio. 

– Calma! – soltou uma risada. Andou até ela e entregou o copo d'água e a cartela de analgésico. – Você sabe que a essa hora, o pessoal deve estar quase procurando a polícia, né?

– Como assim "a essa hora"? Não é de manhã? – engoliu o comprimido e tomou um gole de água logo em seguida.

– Rias. – olhou para ela, observando cada detalhe de seu rosto recém acordado. Aquela era uma cena que ele jamais desejaria esquecer. – São 16h.

– O QUÊ?! – gritou quase cuspindo toda a água. Deu uma leve tossida. – E por qual motivo que você não me acordou antes?! 

– É que... você estava dormindo tão bem, achei que precisava descansar um pouco.  – suspirou.

Rias começou a pensar se não teria alguém preocupado com seu pequeno sumiço. Sua mãe, seus amigos, o Thomas... Respirou fundo e tentou se acalmar. Repetindo mentalmente que ficaria tudo bem, certamente todos estariam de ressaca e talvez nem tivessem notado sua ausência. Repetiu tantas vezes que estava virando quase um mantra de meditação.

O que não era bem assim.

 

 

 

– COMO ASSIM VOCÊ NÃO SABE ONDE ELA ESTÁ?!  – gritava Morgan, para Thomas, preocupado com Rias. Andando de um lado para o outro, inquieto. Quase arrancando seu cabelo por completo.

Encontravam-se na casa de Morgan: Charlie, Samantha, Dahan, Thomas e Wattson. Depois de acordarem, cada um em um canto da cidade, num hotel ou na casa de alguém, e voltarem pra suas casas, se perguntaram onde estariam os outros. Depois de não conseguirem contato com Rias e Phelipe, decidiram se reunir para descobrir o possível paradeiro de ambos.

– Não sei, cara. Eu vi ela pela última vez antes do apagão da balada. Ela ficou com o Phelipe e depois disso não a vi mais.  – deu de ombros.  – Mas parece que saíram juntos da Cherry Club. 

– Vocês não acham que estão exagerando?  – perguntou Dahan.  – Já tentaram ir até a casa de Phelipe.

 Todos encararam Samantha, que estava encolhida no canto, como se tivesse tentando esconder algo.

– O que foi? – perguntou, um pouco nervosa.

– Você deve saber de algo. Rias me disse que estava esperando por ti, na casa dela, antes de se arrumar para a festa. – comentou Charlie, com um tom calmo.

– Sobre isso, ela não falou nada. Antes da festa, ela só falou comigo sobre a Cherry Club, e que seria bom comemorarmos a virada de ano lá. Mas acabei nem encontrando ela. Só o Thomas. – olhou para ele rapidamente e ao perceber que o mesmo já estava olhando para ela, soltou uma lufada de ar, voltando seu olhar para Charlie, tentando esconder a inquietação, com lembranças da noite passada.

– Hm...

– Por que não vamos até a casa de Phelipe? – sugeriu Wattson. – Ele pode saber de algo.

– Estamos esperando o quê então?!?! – perguntou Morgan impaciente.

– Caralho, cara. Pega leve aí. – Charlie se aproximou do amigo e tocou o ombro do mesmo.

Morgan apenas suspirou, e tentou se acalmar. Saíram todos juntos da casa de Morgan, e mais atrás estava Samantha e Thomas, conversando baixinho.

– Sério que você não sabe se ela está lá ou não? Que tipo de amizade é essa? – zombou.

– E você me pergunta isso? – enfiou suas mãos nos bolsos da jaqueta, e chutando o ar levemente enquanto andava. – Sabe o que ela vai achar quando descobrir sobre o que aconteceu ontem a noite? – bufou.

– Vai acontecer nada. – respondeu sério, de repente. – Eu não vou sumir, ou ficar todo depressivo no meu canto.

– Sei. – cruzou os braços, e andou um pouco mais rápido, tentando manter uma distância de Thomas. Ficando preocupada com a reação da melhor amiga. Isto é, se podia a chamar desse jeito ainda.

 

 

 

 

– Você quer, por favor, se acalmar? – pediu Phelipe, ficando incomodado com a agitação de Rias, que ficava andando de um lado para o outro, preocupada.

– Como que posso me acalmar? Eu sei lá onde deixei meu celular! – exclamou, parando na frente do amigo, pousando as mãos em seu quadril. Phelipe tentou não rir da situação, vendo que ela estava usando apenas uma de suas blusas, ficando quase igual a um vestido, e seu cabelo vermelho que estava todo bagunçado. – Minha mãe deve estar querendo me matar a essa hora! – levou as mãos até a cabeça, começando a coçar o couro cabeludo, entrando em desespero. Seu coração batia cada vez mais rápido, e o ar começava a faltar.

– Espera, conheço esse tique nervoso. Ah não. Não, não, não. – andou até ela e segurou seus braços, fazendo com que ela andasse até o sofá e sentasse. – Não vou deixar você ter esse tipo de crise. Respira fundo. – fez sinais para que ela controlasse sua respiração aos poucos. Rias acompanhou suas instruções e conseguiu normalizar a respiração pausadamente. Sentiu-se aliviada ao ver que não chegou ao ponto de chorar e de se machucar com arranhões feitos por suas unhas. E percebeu que era a primeira vez que estava acompanhada em um momento daqueles.

– Obrigada. – abriu um sorriso pequeno.

– Não precisa agradecer, Kath. – puxou Rias para um abraço. – Vou cuidar de você sempre que possível. Já lhe disse isso. – depositou um beijo na testa de Rias. E ela nada disse. Apenas manteve seu sorriso como resposta.

– Tá legal, estou um pouco mais calma agora. – respirou fundo, e manteve o sorriso em seu rosto. Saiu do abraço de Phelipe e olhou um pouco séria. – Não vamos mesmo falar nada sobre ontem a noite?

– E o que poderíamos falar? – começou a se sentir nervoso, e com medo de que ela falasse que estava totalmente arrependida da noite passada, que deixou-se levar por não estar sóbria.

Rias abriu a boca, tendo em mente algo a falar, mas antes que saísse algo de sua boca, ouviu a campainha tocar. Phelipe levantou-se do sofá em um pulo e Rias sentiu seu corpo congelar por um segundo. No segundo seguinte, percebeu a roupa que estava usando.

– Eu acho melhor colocar meu vestido. – levantou-se do sofá. – Vá atender a porta. – e seguiu para o quarto de Phelipe sem esperar uma resposta do mesmo.

 

 

 

– E se não tiver ninguém lá dentro? – perguntou Samantha nervosa. Mas não sabia dizer se era sobre a possível reação da amiga ao descobrir sobre noite passada, ou se era de raiva sobre o que Phelipe havia feito com Rias. Mas quem era ela pra dizer algo? No fim, Rias não merecia aquelas amizades, que só iriam decepcioná-la com as coisas. Suspirou com o turbilhão de pensamentos e assim que viu Phelipe abrir o portão da frente da casa, soube a certeza de que parte do nervosismo, era raiva dele. – Você! – passou entre os garotos, ficando em frente ao Phelipe, carregando uma expressão de raiva no rosto, como se dissesse que alguém ia morrer ali. – É melhor você dizer que sabe onde a Kath está, antes que eu desça a porrada em ti, pelo sumiço dela e pelo que você fez enquanto ela estava em coma!

– Sam, vai com calma. – Thomas se aproximou de Samantha e segurou o ombro dela, impedindo-a de avançar. Assim que Samantha sentiu o peso da mão do mesmo, engoliu em seco. Deu um passo para trás, ficando entre Morgan e Thomas.

Sem entender muito o porquê de todos estarem ali, e o porquê de Samantha ter agido daquela forma, Phelipe encontrava-se assustado.

– Bem que ela falou que estariam preocupados. – Phelipe levou a mão direita até a nuca e coçou levemente. – Entrem, não vamos conversar aqui fora. – Phelipe deu espaço para todos entrarem e em silêncio, entraram aos poucos. Se espalharam pela sala. Samantha e Thomas recusaram-se a sentar, ficando em pé, encostados na parede. Uns respiravam fundo, outros suspiravam, e alguns batiam o pé no chão num ritmo que poderia ser considerado irritante. O mais inquietos eram Morgan e Samantha. – Ela está bem. Meio que perdeu o celular. Não lembra onde possa ter...

– Espera aí! – Samantha o interrompeu e começou a encara-lo. – Espero mesmo que suas próximas palavras não sejam "ela dormiu aqui". – Phelipe nada responde. Começando a suar, mesmo com todo aquele frio do inverno, que parecia nunca acabar, engoliu em seco. – O que pensa que estás fazendo? Não acha que já fudeu a vida dela o suficiente?

– Calma, Sam. – Thomas a segurou pelo braço, antes que ela fosse para cima de Phelipe pela segunda vez em menos de 5 minutos. – Kath sabe o que faz da vida dela.

Do quarto de Phelipe, Rias apenas ouvia a conversa. Queria ver até onde ia aquilo tudo. Ficou feliz quando Thomas a defendeu. Era o único que acreditava que ela podia fazer qualquer coisa. Mal sabia que estava enganada.

– Sabe mesmo? – ironizou, voltando seu olhar para Thomas. – Você não tem ideia de como ela fica quando o assunto é ele. O modo que ele a deixa vulnerável... Esse filho da puta se aproveita dela!

– Ah, ótimo. – revirou os olhos. – Agora tenho que ouvir sermão da garota que esteve ausente quando a amiga mais precisou dela! – arrependeu-se do que disse, assim que a frase saiu completa de sua boca.

– COMO É?! – Samantha foi para cima de Phelipe num pulo rápido, que quem piscou os olhos, a viu somente em cima de Phelipe, cobrindo a cara dele de tapas e arranhões. O mesmo não conseguia se defender totalmente, visto que eram golpes rápidos.

– Eu já disse pra você se acalmar, Samantha! – Thomas a puxou pela cintura, tirando-a de cima de Phelipe. – Não entende que se ficarmos discutindo, vamos só piorar as coisas pra Kath? – Samantha assentiu, compreendendo o que ele queria dizer. Ela não deveria estar fazendo aquele escândalo todo. De novo, quem era ela para fazer algo assim?

– Eu vou deixar passar dessa vez, Sparks. – virou-se, ficando de costas para Phelipe. – Mas não se acostume.

– Engraçado você falar desse jeito sobre mim, quando não esperou um dia pra poder ficar com o ex da melhor amiga. – ela ainda estava de costas quando ouviu ele falar isso. E a única coisa que se passava em sua mente era "como ele sabe?" Mas dessa vez quem partiu para cima não foi ela. As palavras mal deixaram sua boa, quando sentiu um punho acertar o seu queixo, e com isso, seu cérebro sacudir como se fosse uma caixa de presente nas mãos de uma criança que tentava adivinhar o conteúdo da caixa. E quando percebeu, seu corpo já atingira o chão. E ele não sabia dizer onde a dor era mais alta. Na costa ou no rosto. Passou a costa da mão perto de sua boca, e viu algo vermelho ficar ali. Estava sangrando. Todos estavam estáticos. Não conseguiam sair de seus lugares para fazer algo. Algo não estava certo ali.

Ao ver aquela cena, Rias reprimiu um grito, cobrindo sua boa com as mãos. Sentiu a raiva começar a subir. Não sentiu vontade de chorar, e se orgulhou disso.

– Já cheguei a dizer que eu sempre quis fazer isso? – Thomas tentou fazer com que saísse num tom de piada, mas ele estava tão sério, que parecia que era um de seus objetivos de vida. Ao ver que Phelipe não iria responder, continuou a provocar: – O que foi? Um gato comeu sua língua? – mexeu o punho que havia acertado no rosto de Phelipe. – Prefiro mil vezes você desse jeito. Calado você vira poeta.

Aquilo foi a gota d'água para Rias. Saiu do quarto de Phelipe a passos firmes, bufando de raiva. O que estavam fazendo era injusto, sem sentido e desnecessário. Ficou parada em frente ao Thomas, o encarando com uma expressão de poucos amigos.

– Qual o problema de vocês dois? – cruzou os braços e bateu o pé num ritmo constante, inquieta e totalmente irada.

– Kath, você... – começou Morgan, levantando-se do sofá, que estava atrás de Rias.

– Estava ouvindo a conversa toda? – revirou os olhos. – Sim, estava. – respondeu ainda encarando Thomas.

– Kath, eu... – Samantha tentava pensar nas coisas mais certas a dizer. Mas não conseguia. Tentou mover seu corpo, para se aproximar da amiga, mas o mesmo parecia pesar uma tonelada.

– Como você pôde, Sam? – suavizou a expressão de raiva, mostrando uma de tristeza. – Você sabia de tudo... Eu lhe contei naquele dia, como você pôde fazer isso sem me falar nada? – Samantha apenas abaixou o olhar, totalmente envergonhada.

– Ora, Kath... Vamos lá. Ninguém é de ferro. – aproximou-se de Rias, com um tom de provocação. O mesmo que usava quando estavam a sós. – E eu precisava que alguém terminasse o que você começou, quando estávamos no carro. – estreitou os olhos, mirando no rosto de Rias que começava a ganhar uma tonalidade vermelha. Mas não sabia se era de vergonha ou de irritação. Rias avançou um passo, levantou o braço direito e depositou um tapa no rosto de Thomas, deixando uma marca levemente vermelha.

– Não ficou satisfeito em aumentar sua lista ao ficar com a Sam, e precisou apelar pra isso? Me humilhar assim? – perguntou com a voz embargada. – Não acredito que você se tornou esse tipo de pessoa...

– Claro que não, Kit-Kath. – sorriu, ignorando a pequena ardência em seu rosto. – Estava apenas brincando.

– Então finalmente mostrou suas garras a ela? – perguntou Phelipe, já de pé e limpando o resto de sangue em sua boca com uma mão e com a outra massageava a costa, na tentativa de aliviar a dor.

– Não me chame assim, Thomas! – Rias quase gritou. – Nunca mais.

– No fim, você tinha razão, Phelipe. – suspirou Charlie, derrotado.

– Do que vocês estão falando? – perguntou Samantha confusa e começando a se odiar por ter ficado com Thomas.

– Nada. – Phelipe e Charlie responderam juntos.

O clima tenso se estendeu no ar daquela sala. Rias foi até Phelipe, para saber se o mesmo estava bem. Ao ter certeza de que tudo estava bem, pelo menos fisicamente, voltou seu olhar para Samantha e Thomas. Cada um em um canto da sala. Thomas emburrado, igual a uma criança e Samantha encontrava-se nervosa. Poderiam considerar aquele o pior ano novo de suas vidas.

– Eu acho melhor ir pra minha casa, antes que minha mãe acione a polícia. – já estava com as botas de volta em seus pés e a jaqueta pendia em uma de suas mãos.

– Quer que eu vá com você? – perguntou Phelipe, preocupado com ela.

– Pode ser. – vestiu a jaqueta e tirou o cabelo que havia ficado preso dentro. – E acho melhor vocês voltarem pra suas casas.

Ninguém comentou mais nada. Apenas saíram da casa de Phelipe em silêncio, cada um perdido em seu mundo de pensamentos, tentando digerir o que acabara de acontecer.

Ao chegar em casa, teve de ouvir bastante reclamações de sua mãe. Phelipe acabou ouvindo também, mas no fim, sua mãe ficou feliz ao ver que a filha estava bem. Ao mesmo, era o que aparentava. Subiu para seu quarto e Phelipe a acompanhou. Percebeu que havia deixado seu celular em casa, e suspirou aliviada com isso. Jogou-se em sua cama, já não se importando com sua aparência. Phelipe a viu no seu pior estado depois de acordar com ressaca.

– Você pretende conversar com eles com mais calma depois? – perguntou sentando-se ao lado dela logo em seguida.

– Não sei. – apoiou parte do seu peso em seus cotovelos. – Não sei por qual motivo eu fico assim. Acho que só... preciso de um tempo longe deles, sabe?

– Sei... – suspirou e deitou-se na cama dela, começando a encarar o teto.

– Ah...! Tem mensagem dela de agora. – falou enquanto olhava seu celular. – Cara de pau isso, né?

– O que diz a mensagem? – virou-se de frente pra ela.

– "Me deixa explicar, ao menos... irei contar tudo que aconteceu." – imitou a voz da Samantha, em tom de zombação.

– Dá essa chance a ela, por favor.

– Tudo bem, tudo bem. – suspirou derrotada. – Vamos ver no que vai dar.


Notas Finais


Bem, gostaria de informar que estou trabalhando numa nova história: Ao Acaso Pertence.
Já tenho uma continuação, para a mesma e não estarei trabalhando sozinha nela! xD
Eu tô animada pra começar esse projeto. Espero que gostem <3


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